Pesquisar conteúdo deste blog

Mostrando postagens com marcador Video. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Video. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de novembro de 2017

Our Story in One Minute | Nossa história em um minuto



Você teria um minutinho — para ver toda a história da existência  humana? Este emocionante vídeo reúne vários atraentes trechos de filmes na tentativa de fazer um sumário muito sucinto da nossa história,  com o acréscimo de musica

Brevemente representados, do começo ao fim, uma animação de concepção artistica do Big Bang, uma jornada pelo universo primordial, a formação da Terra e da Lua, o surgimento da formas de vida multicelulares e plantas, o aparecimento de répteis e dinossauros, uma  devastador impacto de meteoro, o surgimento de mamíferos e humanos, e,  finalmente, o evento da civilização moderna. O filme de um minuto de duração termina com um sobrevoo de um moderno arranha-céu e um ser humano sobre o topo de uma montanha coberta de neve.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Do you have a minute — to see the entire backstory of human existence? This thrilling video culls together multiple teasing video snippets in an attempt to succinctly summarize our history. 

And sets it to music. Briefly depicted, from start to finish, is an artistic animation of the Big Bang, a trip across the early universe, the formation of the Earth and Moon, the emergence of multi-celled life and plants, the rise of reptiles and dinosaurs, a devastating meteor strike, the rise of mammals and humans, and finally the rise of modern civilization. The minute movie ends with a flyover of the modern skyscraper and a human standing atop a snow covered mountain.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Approaching the Bubble Nebula | Approaching the Bubble Nebula



Como seria aproximar-se da Nebulosa da Bolha? Soprada pelo vento e radiação de uma estrela de grande massa, essa bolha espalha-se atualmente por sete anos-luz de diâmetro. 

A estrela quente no interior é milhares de vezes mais luminosa do que o Sol, e está agora deslocada do centro da nebulosa. A visualização começa com uma aproximação direta em direção à Nebulosa da Bolha (NGC 7635), e então move-se ao redor dela enquanto continua a aproximação. 

Esta visualização de lapso temporal é extrapolada de imagens  com o telescópio orbital espacial Hubble e o WIYN, em Kitt Peak, Arizona, EUA. O modelo  3D em computador, no qual essa visualização se baseia inclui interpretações artísticas, e as  distãncias são bastante comprimidas.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What would it look like to approach the Bubble Nebula? Blown by the wind and radiation from a massive star, this bubble now spans seven light-years in diameter. 

The hot star inside is thousands of times more luminous than our Sun, and is now offset from the nebula's center. The visualization starts with a direct approach toward the Bubble Nebula (NGC 7635) and then moves around the nebula while continuing the approach. 

The featured time-lapse visualization is extrapolated from images with the orbiting Hubble Space Telescope and the WIYN telescope on Kitt Peak in Arizona, USA. The 3D-computer model on which this visualization is based includes artistic interpretations, and distances are significantly compressed.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Wish You Were Here | Time


I got this soooo amazing video from my cousin, and wanna share it with you guys.
Needless to say "hope you enjoy it", right?

So, so you think you can tell Heaven from Hell, blue skies from pain.
Can you tell a green field from a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?

Did they get you to trade your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
Did you exchange a walk on part in the war for a lead role in a cage?

How I wish, how I wish you were here.
We're just two lost souls swimming in a fish bowl, year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears.
Wish you were here.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Approaching Jupiter | Aproximando-se de Júpiter



Como seria a aproximação ao planeta Júpiter? Para ajudar a responder essa pergunta, uma equipe de 91 astrofotógrafos amadores tirou mais de 1.000 fotos de Júpiter a partir da Terra, com as imagens resultantes alinhadas e digitalmente fundidas neste vídeo de lapso temporal. 

A obtenção das imagens começou em dezembro de 2014 e durou pouco mais de três meses. A sequência de aproximação fictícia resultante tem similaridades com o  que foi visto pela espaçonave robótica Juno da NASA quando ela se aproximou pela primeira vez do astro Joviano, em julho do ano passado. 

O vídeo começa com Júpiter aparecendo como uma pequena esfera próxima ao centro da imagem. Quando Júpiter se aproxima vindo de baixo, vai ficando cada sempre maior, enquanto a rotação de suas faixas de nuvens torna-se aparente. 

A Grande Mancha Vermelha de Júpiter, que está se encolhendo, gira duas vezes para dentro do campo de visão, às vezes mostrando uma atividade incomum. Muitas ovais brancas são visíveis movendo-se ao redor do planeta gigante. O vídeo termina quando a espaçonave imaginária passa sobre o polo norte de Júpiter.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What would it look like to approach Jupiter? To help answer this, a team of 91 amateur astrophotographers took over 1,000 pictures of Jupiter from the Earth with the resulting images aligned and digitally merged into the featured time-lapse video. 

Image taking began in 2014 December and lasted just over three months. The resulting fictitious approach sequence has similarities to what was seen by NASA's robotic Juno spacecraft as it first approached the Jovian world last July. 

The video begins with Jupiter appearing as a small orb near the image center. As Jupiter nears from below, the planet looms ever larger while the rotation of its cloud bands becomes apparent. 

Jupiter's shrinking Great Red Spot rotates into view twice, at times showing unusual activity. Many white ovals are visible moving around the giant planet. The video ends as the imaginary spacecraft passes over Jupiter's North Pole.

domingo, 19 de março de 2017

Video: Equinox on a Spinning Earth | Equinócio na Terra girando



Quando é que a linha entre o dia e a noite se torna vertical? Amanhã. Amanhã será um equinócio no planeta Terra, um momento no ano quando o dia e a noite são aproximadamente iguais. No equinócio, o terminador da Terra — a linha divisória entre o dia e a noite — se torna vertical e conecta os polos norte e sul. 

Este vídeo de lapso temporal demonstra isso exibindo uma ano inteiro no planeta Terra em 12 segundos. Em uma órbita geossíncrona, o satélite Meteosat registrou essas imagens da Terra em infravermelho todos os dias, à mesma hora local. O video começou no equinócio de setembro de 2010 com a linha do terminator na vertical. 

À medida que a Terra girava ao redor do Sol, via-se o terminador inclinar-se de forma a fornecer menos luz solar diariamente ao hemisfério norte, causando o inverno no norte. À medida que o ano avançava, o equinócio de março de 2011 chegava na metade do vídeo, seguindo do terminador inclinando-se na outra direção, causando o inverno no hemisfério sul — e o verão no norte. 

O ano aqui registrado termina novamente com o equinócio de setembro, concluindo mais uma entre os bilhões de viagens feitas pela Terra — e ainda a serem feitas— ao redor do Sol.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

When does the line between day and night become vertical? Tomorrow. Tomorrow is an equinox on planet Earth, a time of year when day and night are most nearly equal. At an equinox, the Earth's terminator — the dividing line between day and night — becomes vertical and connects the north and south poles. 

The featured time-lapse video demonstrates this by displaying an entire year on planet Earth in twelve seconds. From geosynchronous orbit, the Meteosat satellite recorded these infrared images of the Earth every day at the same local time. The video started at the September 2010 equinox with the terminator line being vertical. 

As the Earth revolved around the Sun, the terminator was seen to tilt in a way that provides less daily sunlight to the northern hemisphere, causing winter in the north. As the year progressed, the March 2011 equinox arrived halfway through the video, followed by the terminator tilting the other way, causing winter in the southern hemisphere — and summer in the north. 

The captured year ends again with the September equinox, concluding another of billions of trips the Earth has taken — and will take — around the Sun.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Video: An Active Night over the Magellan Telescopes | Uma noite movimentada aos olhos dos Telescópios de Magalhães



O céu noturno está em constante mudança. Aqui são mostradas alterações que ocorreram durante um período de seis horas no final de junho de 2014, vistas através do duplo telescópio de Magalhães, de 6,5 metros, no Observatório de Las Campanas, no Chile. 

O brilho vermelho inicial no horizonte é brilho atmosférico, ou airglow, é um ligeiro esfriamento do ar a grande altitude pela emissão de cores de luz específicas. Faixas de brilho atmosférico são também visíveis no decorrer do vídeo de lapso temporal. 

No começo da noite, farois de carros lampejam à extrema esquerda. Satélites passam rapidamente enquanto circundam a Terra e refletem a luz solar. Uma longa e fina nuvem passa lentamente ao alto. A Grande Nuvem de Magalhães surge à esquerda, enquanto a extensa faixa central da Via Láctea forma um arco e oscila enquanto a Terra gira. 

À medida que a noite avança, os telescópios de Magalhães giram e observam ao explorarem trechos pré-determinados do céu noturno. Toda noite, todo céu muda de maneira diferente, embora os fenômenos que ocorrem sejam geralmente os mesmos.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

The night sky is always changing. Featured here are changes that occurred over a six hour period in late 2014 June behind the dual 6.5-meter Magellan Telescopes at Las Campanas Observatory in Chile. 

The initial red glow on the horizon is airglow, a slight cooling of high air by the emission of specific colors of light. Bands of airglow are also visible throughout the time-lapse video. 

Early in the night, car headlights flash on the far left. Satellites quickly shoot past as they circle the Earth and reflect sunlight. A long and thin cloud passes slowly overhead. The Large Magellanic Cloud rises on the left, while the expansive central band of our Milky Way Galaxy arches and pivots as the Earth rotates. 

As the night progresses, the Magellan telescopes swivel and stare as they explore pre-determined patches of the night sky. Every night, every sky changes differently, even though the phenomena at play are usually the same.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Vídeo: Four Planets Orbiting Star HR 8799 | Quatro planetas orbitando a estrela HR 8799



Será que existe vida fora do Sistema Solar? Para tentar descobrir isso, a NASA criou o Nexus for Exoplanet System Science (NExSS) para melhor localizar e estudar distantes sistemas estelares que apresentem possibilidade de abrigar habitantes vivos. 

Um novo resultado observacional de uma colaboração do NExSS é este vídeo de lapso temporal de planetas recém-descobertos orbitando a estrela HR 8799. As imagens para compor o vídeo foram obtidas durante sete anos através do Observatório Keck, no Havaí. 

Quatro exoplanetas aparecem como pontos brancos circundando parcialmente sua estrela-mãe, propositadamente ocluída no centro. A estrela central HR 8799 é ligeiramente maior e mais massiva do que o Sol, enquanto cada um dos planetas deve ter uma massa algumas vezes maior que a de Júpiter. 

O sistema HR 8799 situa-se à distância de, aproximadamente, 130 anos-luz, na constelação de Pégaso, o cavalo alado. As pesquisas agora irão continuar para descobrir se qualquer planeta conhecido ou potencial — ou mesmo luas desses planetas — no sistema estelar HR 8799 poderiam abrigar vida.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

Does life exist outside our Solar System? To help find out, NASA has created the Nexus for Exoplanet System Science (NExSS) to better locate and study distant star systems that hold hope of harboring living inhabitants. 

A new observational result from a NExSS collaboration is the featured time-lapse video of recently discovered planets orbiting the star HR 8799. The images for the video were taken over seven years from the Keck Observatory in Hawaii. Four exoplanets appear as white dots partially circling their parent star, purposefully occluded in the center. The central star HR 8799 is slightly larger and more massive than our Sun, while each of the planets is thought to be a few times the mass of Jupiter. 

The HR 8799 system lies about 130 light years away toward the constellation of the Flying Horse (Pegasus). Research will now continue on whether any known or potential planets -- or even moons of these planets — in the HR 8799 star system could harbor life.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Vídeo: Geostationary Highway through Orion | Autoestrada geoestacionária através de Orion



Ponha um satélite em uma órbita circular a cerca de 42.000 quilômetros do centro da Terra e ela a orbitará uma vez a cada 24 horas. Como isso é igual ao período de rotação da Terra, éla é chamada órbita geossíncrona. 

Se tal órbita estiver também no plano do equador, o satélite irá pairar no céu sobre uma localidade fixa em órbita geoestacionária. Conforme previsto na década de 1940 pelo futurista Arthur C. Clarke, órbitas geoestacionárias são de uso comum para satélites de comunicação e climáticos, um cenário hoje bastante familiar para astrofotógrafos. 

Imagens profundas do céu noturno feitas com telescópios que acompanham as estrelas podem também captar satélites geoestacionários refletindo a luz solar ainda brilhando muito acima da superfície terrestre. 

Como todos eles se movem com a rotação da Terra contra o plano de fundo de estrelas, os satélitesdeixam trilhas que parecem seguir uma autoestrada através da paisagem celestial. O fenômeno foi captado no mês passado neste vídeo que mostra inúmeros satélites em órbita geoestacionária cruzando a famosa Nebulosa de Orion.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

Put a satellite in a circular orbit about 42,000 kilometers from the center of the Earth and it will orbit once in 24 hours. Because that matches Earth's rotation period, it is known as a geosynchronous orbit. 

If that orbit is also in the plane of the equator, the satellite will hang in the sky over a fixed location in a geostationary orbit. As predicted in the 1940s by futurist Arthur C. Clarke, geostationary orbits are in common use for communication and weather satellites, a scenario now well-known to astroimagers. 

Deep images of the night sky made with telescopes that follow the stars can also pick up geostationary satellites glinting in sunlight still shining far above the Earth's surface. 

Because they all move with the Earth's rotation against the background of stars, the satellites leave trails that seem to follow a highway across the celestial landscape. The phenomenon was captured last month in this video showing several satellites in geostationary orbit crossing the famous Orion Nebula.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Video: Traces of the Sun | Traços do Sol



Neste ano, o Solstício de dezembro ocorre hoje 21 de dezembro, às 10h44 UT, o primeiro dia de inverno no norte, e de verão no sul. Para comemorar, assista este encantador vídeo de lapso temporal rastreando o movimento aparente do Sol ao longo de um ano inteiro, na Hungria. 

Durante o ano, uma câmera de vídeo fixa registrou uma imagem a cada minuto. No total, 116.000 exposições acompanham a posição do Sol através do campo de visão, começando no solstício de 21 de junho de 2015 e indo até o solstício de 20 de junho de 2016. O solstício interveniente de 22 de dezembro está na parte inferior do quadro da imagem. 

As sequências de lapso temporal construídas mostram o movimento do Sol durante um dia, para começar, seguido de traços da posição do Sol durante os dias do ano, de solstício a solstício. 

As falhas nas curvas diárias são devido a céu nublado.O vídeo termina com impressionantes sequências de animação de analemas, aquelas figuras em forma de 8  que se obtêm fotografando o Sol à mesma hora do dia ao longo de um ano, passando através do céu do planeta Terra.


Tradução de Luiz Leitão da Cunha

This year the December Solstice is today, December 21, at 10:44 UT, the first day of winter in the north and summer in the south. To celebrate, watch this amazing timelapse video tracing the Sun's apparent movement over an entire year from Hungary. 

During the year, a fixed video camera captured an image every minute. In total, 116,000 exposures follow the Sun's position across the field of view, starting from the 2015 June 21 solstice through the 2016 June 20 solstice. The intervening 2015 December 22 solstice is at the bottom of the frame. 

The timelapse sequences constructed show the Sun's movement over one day to begin with, followed by traces of the Sun's position during the days of one year, solstice to solstice. 

Gaps in the daily curves are due to cloud cover. The video ends with stunning animation sequences of analemmas, those figure-8 curves you get by photographing the Sun at the same time each day throughout a year, stepping across planet Earth's sky.

domingo, 6 de novembro de 2016

Vídeo: ISS Fisheye Fly-Through | ISS, um voo grande angular pelo seu interior




Filmado em Ultra HD, este impressionante vídeo pode levar você para um passeio pelo interior da Estação Espacial Internacional. Uma lente olho de peixe com foco nítido e extrema profundidade de campo fornece uma experiência visual imersiva da vida no posto avançado orbital. 

No voo de 18 minutos de duração pelo interior da nave, seu ponto de vista irá flutuar serenamente enquanto você observa nosso agradável planeta passar 400 quilômetros abaixo da cúpula de sete janelas, explorando o interior dos nichos habitáveis e módulos da perspectiva de um astronauta. 

A modular Estação Espacial Internacional é o maior satélite artificial da Terra, de tamanho semelhante ao de um campo de futebol em comprimento e largura totais. Seu volume total pressurizado é aproximadamente igual ao de um Boeing 747.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

Shot in Ultra HD, this stunning video can take you on a tour of the International Space Station. A fisheye lens with sharp focus and extreme depth of field provides an immersive visual experience of life in the orbital outpost. 

In the 18 minute fly-through, your point of view will float serenely while you watch our fair planet go by 400 kilometers below the seven-windowed Cupola, and explore the interior of the station's habitable nodes and modules from an astronaut's perspective. 

The modular International Space Station is Earth's largest artificial satellite, about the size of a football field in overall length and width. Its total pressurized volume is approximately equal to that of a Boeing 747 aircraft.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Video: An Atlas V Rocket Launches OSIRIS-REx |



Você já viu um foguete lançado em direção ao Sistema Solar? No mês passado, um grande foguete Atlas V partiu doComplexo de Lançamento 41 na Flórida levando a espaçonave OSIRIX-REx. 

Essa espaçonave robótica irá tentar pousar no Asteroide Bennu e trazer de volta À Terra um pouco do seu solo. O asteroide 101955 Bennu orbita o Sol próximo à Terra, tem cerca de 500 metros, é escuro porque sua superfície é coberta de carbono, e tem aproximadamente uma chance em 2.500 der atingir a Terra nos próximos milhares de anos. 

O emocionante vídeo de 2,5 minutos mostra o foguete Atlas V sendo levado para fora do hangar, preparado e lançado — completo com um conjunto de impulsionadores laterais separando. Se tudo correr conforme planejado, a OSIRIS-REx chegará a Bennu em 2018 e trará amostras ao voltar à Terra, em 2023. 

Um objetivo da ciência com a OSIRIS-REx é melhor determinar se antigas colisões entre a Terra e asteroides carbonáceos como Bennu forneceram à Terra uma quantidade significativa de água e moléculas orgânicas necessárias para o desenvolvimento de formas de vida.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

Have you ever seen a rocket launched into the Solar System? Last month a large Atlas V rocket blasted off from Launch Complex 41 in Florida carrying the OSIRIX-REx spacecraft. 

This robotic spacecraft will attempt to land on Asteroid Bennu and return some of its soil to Earth. Asteroid 101955 Bennu orbits the Sun near the Earth, spans about 500-meters, is dark because its surface is covered with carbon, and has about a 1 in 2500 chance of striking the Earth in the next few thousand years. 

The exciting 2.5-minute video shows the Atlas V rocket being rolled out, prepared, and launched — complete with a clip of side-boosters separating. If things go according to plan, OSIRIS-REx will reach Bennu in 2018 and return samples to Earth in 2023. 

One science goal of OSIRIS-REx is to better determine whether ancient collisions between Earth and carbonaceous asteroids like Bennu provided Earth with a significant amount of the water and organic molecules necessary for the development of life.





quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Vídeo: Gaia: Here Comes the Sun | Gaia: Aí vem o Sol




Como seria voltar para casa vindo de fora de nossa galáxia? Embora projetados para responder questões maiores, dados recentes da missão robótica Gaia, da Agência Espacial Europeia, estão  ajudando a proporcionar uma singular perspectiva moderna sobre o lugar da humanidade no universo. 

A Gaia orbita o Sol próximo à Terra e define as posições das estrelas de maneira tão precisa que pode determinar uma discreta mudança de seu ponto de vista variável ao longo de um ano, uma alteração que é proporcionalmente menor para estrelas mais distantes — e assim determina a distância. 

Na primeira sequência do vídeo, uma ilustração da Via Láctea é mostrada, a qual logo resolves em uma visualização tridimensional de dados de estrelas da Gaia. Algumas estrelas notáveis são etiquetadas com seus nomes comuns, enquanto outras o são com números do catálogo da Gaia. 

Por fim, o observador chega à nossa estrela-mãe, o Sol, então distinguindo o brilho refletor do seu terceiro planeta: a Terra. Este vídeo é  baseado em pouco mais de 600.000 estrelas, mas Gaia está a caminho de medir as distâncias de paralaxe até mais de um bilhão de estrelas durante sua missão, planejada para durar cinco anos.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

What would it look like to return home from outside our galaxy? Although designed to answer greater questions, recent data from ESA's robotic Gaia mission is helping to provide a uniquely modern perspective on humanity's place in the universe. 

Gaia orbits the Sun near the Earth and resolves star's positions so precisely that it can determine a slight shift from its changing vantage point over the course of a year, a shift that is proportionately smaller for more distant stars — and so determines distance. 

In the first sequence of the video, an illustration of the Milky Way is shown that soon resolves into a three-dimensional visualization of Gaia star data. A few notable stars are labelled with their common names, while others stars are labelled with numbers from Gaia's catalog. 

Eventually the viewer arrives at our home star Sol (the Sun), then resolving the reflective glow of its third planet: Earth. The featured video is based on just over 600,000 stars, but Gaia is on track to measure the parallax distances to over one billion stars over its planned five year mission.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Video: Ambition The Film e Epílogo - A descida da Rosetta



Em 2014, pouco antes de a espaçonave Rosetta lançar o veículo de pouso Philae no Cometa 67O, a Agência Espacial Europeia divulgou este filme.

Agora, a Rosetta desceu sobre o cometa à velocidade de 2 milhas por hora, encerrando sua missão.

A missão da Rosetta terminou, mas a nossa continua.



Neste último vídeo, a visualização da descida da Rosetta.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Vídeo:Zooming in on Star Cluster Terzan 5 | Aproximando-se do aglomerado estelar Terzan 5



Aglomerados globulares outrora dominavam a Via Láctea. Na época antiga, no começo da formação da nossa galáxia, talvez milhares de aglomerados globulares vagassem pela nossa Galáxia. Hoje em dia, sobraram menos de 200. 

Ao longo dos eões, vários aglomerados globulares foram destruídos por repetidos encontros predestinados uns com os outros, ou com o centro Galáctico. As relíquisas sobreviventes são mais velhas do que qualquer fóssil na Terra, e mais antigos que quisquer outras estruturas em nossa galáxia, e limitam o próprio universo em idade tenra. 

Há poucos, se é que algum, jovens aglomerados globulares na Via Láctea devido ao fato de as condições  não serem  propícias para a formação de outros. Este video mostra como seria uma ida  da Terra até o aglomerado globular Terzan 5, terminando com uma foto do aglomerado, tirada pelo Hubble. 

Recentemente, descobriu-se que este aglomerado estelar contém não só estrelas formadas nos primeiros dias da Via Láctea, com também,muito surpreendentemente, outros que se formaram em um surto separado de formação estelar cerca de 7 bilhões de anos mais tarde.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

Globular clusters once ruled the Milky Way. Back in the old days, back when our Galaxy first formed, perhaps thousands of globular clusters roamed our Galaxy. Today, there are less than 200 left. 

Over the eons, many globular clusters were destroyed by repeated fateful encounters with each other or the Galactic center. Surviving relics are older than any Earth fossil, older than any other structures in our Galaxy, and limit the universe itself in raw age. 

There are few, if any, young globular clusters in our Milky Way Galaxy because conditions are not ripe for more to form. The featured video shows what it might look like to go from the Earth to the globular cluster Terzan 5, ending with a picture of the cluster taken with the Hubble Space Telescope. This star cluster was recently found to contain not only stars formed in the early days of our Milky Way Galaxy, but also, quite surprisingly, others that formed in a separate burst of star formation about 7 billion years later.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Cotton-eyed Joe


If it hadn't been for Cotton-Eyed Joe,
I'd been married a long time ago,
Where did you come from, where did you go?
Where did you come from, Cotton-Eyed-Joe?
If it hadn't been for Cotton-Eyed Joe,
I'd been married a long time ago,
Whoo!
He rode into town and made me believe,
He's spent half his life just a-lookin' for me,
I thought he loved me,
But boy, I was wrong,
'Cause he had his fun, then we were over and done,
Keep on dancin'
I'll tell you the tale,
About a tall, dark fiddler with eyes so pale,
With a look he looked every girl in town,
Makin' any other man just another rebound,
I heard the story,
Thought it couldn't be true,
'Till he rode through here back in '02,
He broke my heart and he stole my soul,
Makin' me another victim of Cotton-Eyed Joe
If it hadn't been for Cotton-Eyed Joe,
I'd been married a long time ago,
Where did you come from, where did your go?
Where did you come from, Cotton-Eyed-Joe?
Cotton-Eyed Joe,
Where did your go?
Cotton-Eyed Joe,
Cotton-Eyed Joe,

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Onda de choque de supernova vista pela primeira vez | Supernova shockwave seen with visible light for first time



Os violentos estertores da morte de uma estrela foram vistos em luz visível pela primeira vez, e trouxeram um novo mistério para os astrônomos.



Cientistas acham que surtos de choques – uma onda de choque e clarão de luz que chacoalha uma grande estrela pouco antes de sua explosão em uma“supernova” – permite que as estrelas finalmente explodam, cuspindo todos os átomos pesados que existem no universo.
Mas, na verdade, a observação daquele processo ocorrendo e ver seu desenvolvimento é algo que se mostrou difícil de distinguir, deixando os cientistas a imaginar como exatamente ele ocorre.
Vasculhando dados coletados pelo agora parcialmente ativo telescópio Hubble da Nasa  ao longo de três anos uma equipe internacional de cientistas viu agora o furtivo surto de choque ocorrer. O problema é que ele pareceu acontecer em somente uma das duas estrelas em explosão observadas.
Em dados coletados em 2011, eles encontraram duas supernovas começando, potencialmente registrando o momento crucial. Entretanto, apenas uma estrela pareceu apresentar a onda de choque. Um autor do artigo, Brad Tucker, da Universidade Nacional Australiana, disse que aquilo era um mistério. Disse que se pensava que a onda de choque deveria correr através da superfície e, de fato, permitir a explosão da supernova.
“Nós sempre pensávamos que esse era o mecanismo físico que permite à estrela explodir,” disse. “Então, a gravidade causa o colapso do núcleo, e, como a pressão é muita, cria-se uma estrela de nêutrons e, às vezes, um buraco negro, o resto da energia retorna e faz com que a estrela exploda.
“É essa coisa fundamental que nós sempre pensamos que ocorre, mas nunca vimos acontecer.”
Tucker disse que havia sido vsita por acaso com telescópios de raios X anteriormente, porém não em amplos detalhes.
O fato de que uma das supernovas que eles viram com o Kepler teve a liberação do choque e a outra não, significa que há algo a aprender, disse.
Uma vez que aquela na qual eles não viram a onda de choque era uma estrela maior – com um tamanho cerca de 500 vezes maior que o do Sol – isso poderia significar que ela não era suficientemente forte para  escapar da densidade da estrela. “Poderia significar que a onda de choque ocorreu, mas não teve  energia suficiente para sair,” disse.
Tucker disse que era também possível que algo como poeira estivesse bloqueando a visão da onda de choque ou, pelo fato de ela ser a estrela mais distante  (2.000 vezes mais distante que a menor delas), era menos brilhante, e eles não a viram.
“Isso nos diz algo, mas nos simplesmente não sabemos o que é,” disse.
“Essa é a charada desses resultados,” disse Peter Garnavich, professor de astrofísica da Universidade de Notre Dame, em Indiana. “Olhamos duas supernovas e vemos duas coisas diferentes. That’s maximum diversity.”
O surto de choque propriamente dito durou apenas cerca de 20 minutos, portanto, captar o clarão de energia foi um marco para os astrônomos, quando as coisas normalmente ocorrem em uma escala de tempo da ordem de anos, séculos ou milênios.
“Para se ver algo que ocorre em escalas de tempo de minutos, como o surto de choque, é preciso ter uma câmera monitorando o céu continuamente,” disse Garnavich. “Não se sabe quando uma supernova irá explodir, e a vigilância do Kepler’ nos permitiu sermos testemunhas da explosão em seu início.”
Tucker disse que quando extraírem mais dados das missões do Kepler, irão quase certamente ver mais desses eventos. Ele disse que, de 500 galáxias que observaram na missão Kepler original, encontraram seis supernovaa, incluindo essad duas. A segunda missão do Kepler – denominada K2 – busca observar 5.000 galáxias, e, portanto deverá aumentar as chances, disse.
“Enquanto o Kepler abriu as portas para a observação do desenvolvimento desses eventos espectaculares, o K2 irá abri-las bastante ao observar outras dezenas de supernovas,” disse Tom Barclay, diretor da missão Kepler em Ames. “Esses resultados são um tentador preâmbulo de o que está por surgir de K2.”
Steve Howell, cientista do projeto das missões Kepler e K2, disse: “Todos os elementos pesados existentes no universo surgiram de explosões de supernovas. Por exemplo, toda a prata, níquel e cobre existente na Terra, e até em nossos corpos, surgiu das explosões quando da morte de estrelas. A vida existe graças às supernovas.”
Isso não é tão poético quanto a famosa descrição do astrônomo americano Carl Sagan:

O nitrogênio de nosso DNA, o cálcio de nossos dentes, o ferro de nosso sangue, o carbono em nossas tortas de maça foram feitos no interior de estrelas em colapso. Nós somos feitos de matéria estelar.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Video: HD 131399Ab


Créditos: video cortesia do Observatório Austral Europeu/L. Calçada/M. Kornmesser

Se você achava que  o planeta de Luke Skywalker, Tatooine, era um mundo estranho, com dois sóis no céu, imagine este: um planeta com luz diurna constante ou triplos nasceres-do-sol e pores-do-sol a cada dia, conforme as estações do ano (que duram mais que o tempo de uma vida humana).

Pois um mundo assim acaba de ser descoberto por uma equipe de astrônomos liderada pela Universidade do Arizona com o uso de imagens diretas. O planeta, HD 131399Ab, é diferente de qualquer outro conhecido – um que tem, de longe, a mais ampla órbita conhecida em sistemas multiestelares. A descoberta foi publicada em uma edição online da revista Science, em 7 de julho.

Esta concepção artística em vídeo mostra a órbita do planeta no sistema triestelar HD 131399. Duas das estrelas estão juntas, bem próximas, e a terceira, a mais brilhante, é orbitada por um planeta gasoso gigantesco denominado HD 131399Ab.

Localizado a cerca de 340 anos-luz da Terra, na constelação do Centauro, acredita-se que HD 131399Ab  tenha cerca de 16 milhões de anos, o que o torna um dos mais jovens exoplanetas até hoje descobertos. Com uma temperatura de 850 kelvins (cerca de 1.070º F ou 580º C) e pesando aproximadamente quatro vezes a massa de Júpiter, ele é também um dos exoplanetas mais frios e  de menor massa observados  diretamente.

"HD 131399Ab é um dos poucos exoplanetas que foram fotografados diretamente, sendo o primeiro com essa interessante configuração dinãmica," disse Daniel Apai, professor assistente de Astronomia e Ciências Planetárias da Universidade do Arizona. Ele é o principal investigador de uma das equipes da NASA no Nexus for Exoplanet System Science (NExSS), que é uma rede interdisciplinar dedicada à busca por vida em planetas fora do Sistema Solar.

"Durante aproximadamente a metde da órbita do planeta, que dura 550 anos terrestres, três estrelas são visíveis no céu,  com as duas menos brilhantes muito mais próximas uma da outra, e mudando em aparente separação da estrela mais brilhante ao longo do ano," disse Kevin Wagner, estudante de doutorado do grupo de pesquisas da Apai e primeiro autor do artigo, que descobriu HD 131399Ab. "Durante boa parte do ano do planeta as estrelas aparecem muito próximas, dando a ele  familiare ladoe noturno e  diurno com um singular triplo pôr-do-sol e nascer-do-sol a cada dia. À medida que o planeta orbita e as estrelas  se afastam a cada dia, atingem um ponto onde o pôr de uma coincide com o nascer da outra – quando o planeta fica em quase constante horário diurno durante cerca de um quarto de sua órbita, o equivalente a 140 anos terrestres."

O planeta marca a primeira descoberta de um exoplaneta feita com o SPHERE, que significa Spectro-Polarimetric High-Contrast Exoplanet Research Instrument (Instrumento de Pesquisas Espectro-Poliméricas de Alto Contraste de Exoplanetas). Ele está instalado no Very Large Telescope operado pelo Observatório Austral Europeu, em Cerro Paranal, no deserto Atacama, no norte do Chile, e dedicado a encontrar planetas ao redor de outras estrelas. O SPHERE é sensível à luz infravermelha, o que o torna capaz de detectar as "digitais" de calor de jovens planetas, juntamente com sofisticadas caracteristicas  que corrigem perturbações atmosféricas e bloqueiam a luz ofuscante de suas estrelas-mães.

Embora observações repetidas e de longo prazo venham a ser necessárias para determinar precisamente a trajetória do planeta em meio a suas estrelas-mães, observações e simulações parecem sugerir o seguinte cenário: Ao centro do sistema situa-se uma estrela que se  estima ter  uma massa 80 por cento maior que a do Sol, e denominada HD 131399A, a qual é orbitada pelas duas estrelas remanesentes, B e C, a cerca de 300 UA (uma UA, ou unidade astronômica, equivale á distância média entre a Terra e o Sol). Durante todo o tempo, B  e C giram ao redor uma da outra como um haltere giratório, separadas por um distância semelhante àquela entre o Sol e Saturno.

Neste cenário, o planeta HD 131399Ab viaja ao redor da estrela central, A, em uma órbita cerca de duas vezes maior que a de Plutão, se comparada ao Sistema Solar, e traz o planeta para cerca de um terço da separação das estrelas. Os autores apontam que  uma variedade de cenários orbitais é possível, e o verrdito sobre a estabilidade do sistema a longo prazo terá de esperar pot observações de acompanhamento planejadas que irão melhor estabelecer a órbita do planeta.

"Se o planeta estivesse mais distante da estrela de maior massa do sistema, seria jogado para fora dele," explicou Apai. "Nossas  simulações por computadores mostraram que esse tipo de órbita pode ser estável, mas se houver qualquer pequena mudança ao redor, ela pode se tornar instável rapidamente."

Planetas em sistemas multiestelares são de especial interesse para os astrônomos e cientistas planetários porque proprorcionam um exemplo  de como funciona a formação planetária nesses cenários extremos. Embora sistemas multiestelares nos pareçam exóticos em nossa órbita ao redor de nossa estrela solitária – esses sistemas são, na verdade, tão comuns quanto os de estrela única.

"Não está claro como esse planeta acabou nesta órbita ampla nesse sistema  extremo, e nós ainda não podemos dizer o que isso significa para nossa compreensão mais ampla dos tipos de sistemas planetários lá fora, mas mostra que há mais variedade por aí do que muito imaginariam possível," disse Wagner. "O que nós sabemos é que planetas em sistemas multiestelares são muito menos explorados, e potencialmente tão numerosos quanto planetas em sistemas monoestelares."

“Esse é o tipo de descoberta que nos ajuda a situar nosso sistema solar no contexto da diversidade de mundos além dele, ao encontrarmos sistemas que são muito diferentes do nosso,” diz Mary Voytek,  cientista senior para astrobiologia e gerente de programa da rede NExSS na sede da NASA emWashington. “Ao combinar esses resultados com pesquisas sobre a formação de mundos habitáveis, nós teremos uma melhor compreensão dos sistemas nos quais mundos habitáveis podem se formar. O NExSS irá assegurar que tais conexões sejam feitas, nas nossas equipes NExSS e além.”

A NExSS é uma rede de coordenação de pesquisas liderada pela NASA, dedicada ao estudo da habitabilidade planetária reunindo pesquisadores de diferentes áreas. A NExSS busca construir uma comunidade internaciona de pesquisadores interdisciplinares, inclusive os apoiados por outras agências, dedicada á pesquisa de exoplanetas através de investimentos da NASA. Essa rede irá explorar a diversidade de exoplanetas e aprender como sua história, geologia e clima interagem para criar as  condições para a formação de vida. os investigadores da NExSS também se esforçam para pôr os planetas em um contexto arquitetônico – como sistemas solares formados durante os eões através de processos dinâmicos e esculpidos por estrelas. Baseados em nossa compreensão do nosso sistema solar system e do planeta habitável Terra, os pesquisadores da rede procuram identificar onde há maior probabilidade de ocorrerem nichos habitáveis, quais planetas são mais prováveis de ser habitáveis. A NExSS irá acelerar a descoberta e caracterização de outros mundos potencialmente portadores de vida na galáxia.


Tradução de Luiz Leitão da Cunha

If you thought Luke Skywalker's home planet, Tatooine, was a strange world with its two suns in the sky, imagine this: a planet with either constant daylight or triple sunrises and sunsets each day depending on the seasons (which last longer than human lifetimes).

Such a world has been discovered by a team of astronomers led by the University of Arizona using direct imaging. The planet, HD 131399Ab, is unlike any other known world – one with, by far, the widest known orbit within a multi-star system. The discovery will be published in an early online edition of the journal Science on July 7.


This artists impression shows the orbit of the planet in the triple-star system HD 131399. Two of the stars are close together and the third, brighter component is orbited by a gas giant planet named HD 131399Ab.

Credits: video courtesy European Southern Observatory/L. Calçada/M. Kornmesser
Located about 340 light years from Earth in the constellation Centaurus, HD 131399Ab is believed to be about 16 million years old, making it one of the youngest exoplanets discovered to date. With a temperature of 850 kelvins (about 1,070 F or 580 C) and weighing in at an estimated four Jupiter masses, it is also one of the coldest and least massive directly-imaged exoplanets.

"HD 131399Ab is one of the few exoplanets that have been directly imaged, and it's the first one in such an interesting dynamical configuration," said Daniel Apai, an assistant professor of Astronomy and Planetary Sciences at the University of Arizona. He is the principal investigator of one of NASA’s teams in the Nexus for Exoplanet System Science (NExSS), which is an interdisciplinary network dedicated to the search for life on planets outside our solar system.


"For about half of the planet’s orbit, which lasts 550 Earth-years, three stars are visible in the sky, the fainter two always much closer together, and changing in apparent separation from the brightest star throughout the year," said Kevin Wagner, a doctoral student in Apai's research group and the paper's first author, who discovered HD 131399Ab. "For much of the planet’s year the stars appear close together, giving it a familiar night-side and day-side with a unique triple-sunset and sunrise each day. As the planet orbits and the stars grow farther apart each day, they reach a point where the setting of one coincides with the rising of the other – at which point the planet is in near-constant daytime for about one-quarter of its orbit, or roughly 140 Earth-years."


The planet marks the first discovery of an exoplanet made with SPHERE, which stands for the Spectro-Polarimetric High-Contrast Exoplanet Research Instrument. It is installed on the Very Large Telescope operated by the European Southern Observatory on Cerro Paranal in the Atacama Desert of northern Chile, and dedicated to finding planets around other stars. SPHERE is sensitive to infrared light, making it capable of detecting the heat signatures of young planets, along with sophisticated features correcting for atmospheric disturbances and blocking out the otherwise blinding light of their host stars.


Although repeated and long-term observations will be needed to precisely determine the planet's trajectory among its host stars, observations and simulations seem to suggest the following scenario: At the center of the system lies a star estimated to be 80 percent more massive than the sun and dubbed HD 131399A, which itself is orbited by the two remaining stars, B and C, at about 300 AU (one AU, or astronomical unit, equals the average distance between Earth and the sun). All the while, B and C twirl around each other like a spinning dumbbell, separated by a distance roughly equal to that between our sun and Saturn.


In this scenario, planet HD 131399Ab travels around the central star, A, in an orbit about twice as large as Pluto’s if compared to our solar system, and brings the planet to about one-third of the separation of the stars themselves. The authors point out that a range of orbital scenarios is possible, and the verdict on long-term stability of the system will have to wait for planned follow-up observations that will better constrain the planet's orbit.


"If the planet was further away from the most massive star in the system, it would be kicked out of the system," Apai explained. "Our computer simulations showed that this type of orbit can be stable, but if you change things around just a little bit, it can become unstable very quickly."


Planets in multi-star systems are of special interest to astronomers and planetary scientists because they provide an example of how planet formation functions in these extreme scenarios. While multi-star systems seem exotic to us in our orbit around our solitary star – multi-star systems are in fact just as common as single stars.


"It is not clear how this planet ended up on its wide orbit in this extreme system, and we can't say yet what this means for our broader understanding of the types of planetary systems out there, but it shows there is more variety out there than many would have deemed possible," Wagner said. "What we do know is that planets in multi-star systems are much less explored, and potentially just as numerous as planets in single-star systems."


“This is the kind of discovery that helps us place our own solar system in the context of the diversity of worlds beyond it, by finding systems that are much different from our own,” says Mary Voytek, senior scientist for astrobiology and program manager of the NExSS network at NASA Headquarters in Washington. “By combining these results with research on the formation of habitable worlds, we will have a better understanding of the systems in which habitable worlds might form. NExSS will ensure such connections are made, within and beyond our NExSS teams.”


NExSS is a NASA-led research coordination network dedicated to the study of planetary habitability by bringing together researchers from different fields. NExSS aims to build an international community of interdisciplinary researchers, including those supported by other agencies, dedicated to exoplanet research through NASA investments. This network will explore the diversity of exoplanets and to learn how their history, geology and climate interact to create the conditions for life. NExSS investigators also strive to put planets into an architectural context – as solar systems built over the eons through dynamical processes and sculpted by stars. Based on our understanding of our own solar system and habitable planet Earth, researchers in the network aim to identify where habitable niches are most likely to occur, which planets are most likely to be habitable. NExSS will accelerate the discovery and characterization of other potentially life-bearing worlds in the galaxy.


domingo, 3 de julho de 2016

Vídeo: Juno Mission Trailer | Trailer da Missão Juno



O que a espaçonave Juno da Nasa irá encontrar ao chegar a Júpter nesta segunda-feira? Muito pouco, se ela não sobreviver à Inserção na Órbita de Júpiter, uma complexa série de operações em um ambiente desconhecido logo acima do topo das nuvens de Júpiter. 

Se tiver sucesso, como explicado neste vídeo, Juno irá voar ao redor de Júpiter, passando mais próxima do que qualquer outra espaçonave anterior. O objetivo é desacelerar-se, entrar em uma órbita altamente elíptica, e iniciar dois anos de operações científicas. 

Os objetivos da missão científica da Juno incluem o mapeamento da profunda estrutura de Júpiter, determinando a quantidade de água existente em sua atmosfera, e a exploração do poderosos campo magnético, e descobrir como ele cria auroras ao redor dos polos do planeta. 

Essas lições contêm a promessa de ajudar a humanidade a melhor compreender a história do Sistema Solar e a dinâmica da Terra. Juno é alimentada basicamente por três grandes paineis solares, cada um do tamanho de um caminhão pequeno. 

Lançada em 2011,  a missão planejada da Juno irá levá-la ao redor do gigantesco Joviano 37 vezes, após o que, para evitar contaminar Europa com micróbios, ela sera direcionada á espessa atmosfera de Júpiter, onde se estraçalhará e derreterá.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

What will NASA's Juno spacecraft find when it reaches Jupiter next Monday? Very little, if Juno does not survive Jupiter Orbit Insertion, a complex series of operations in an unknown environment just above Jupiter's cloud tops. 

If successful, as explained in the featured video, Juno will swoop around Jupiter, passing closer than any previous spacecraft. The goal is to decelerate, enter into a highly elliptical orbit, and begin two years of science operations. 

Juno's science mission objectives include mapping Jupiter's deep structure, determining how much water is in Jupiter's atmosphere, and exploring Jupiter's powerful magnetic field and how it creates auroras around Jupiter's poles. 

These lessons hold promise to help humanity better understand the history of our Solar System and the dynamics of our Earth. Juno is powered predominantly by three large solar panels, each measuring a side of small truck. 

Launched in 2011, Juno's planned mission will take it around the Jovian giant 37 times, after which, to avoid contaminating Europa with microbes, it will be directed to dive into Jupiter's thick atmosphere, where it will break apart and melt.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Vídeo: Tycho's Supernova Remnant Expands | Vídeo: A expansão da supernova de Tycho



Que estrela criou esta enorme bola fofa em expansão? O primeiro filme da expansão criado para os remanescentes da supernova de Tycho Brahe é mostrado aqui,  resultado de uma explosão estelar registrada pela primeira vez há  mais de 400 anos pelo famoso astrônomo Tycho Brahe. 

O vídeo, de  2 segundos, é uma composição de lapso temporal de imagens em raios X obtidas pelo observatório orbital de raios X Chandra, entre os anos 2000 e 2015, acrescentadas a uma moldura óptica. O gás em expansão é extremamente quente, conquanto  velocidades de expansão ligeiramente diferentes tenham  conferido à nuvem uma aparência fofa. 

Embora a estrela que criou SN 1572 tenha, provavelmente, desaparecido, acredita-se que uma estrela denominada Tycho G, demasiadamente esmaecida para ser notada aqui, seja uma companheira. 

Descobrir  remanescentes  progenitoresda supernova de Tycho é  algo particularmente importante porque a supernova é do  Tipo Ia, um importante degrau na escada de distância que calibra a escala do universo visível. Acredita-se que o pico de intensidade de brilho de supernovas Tipo Ia sseja bem compreendido, o que os torna muito valiosos para a exploração do relacionamento entre o grau de esmaecimento e distanciamento no universo distante.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

What star created this huge expanding puffball? Featured here is the first expansion movie ever created for Tycho's supernova remnant, the result of a stellar explosion first recorded over 400 years ago by the famous astronomer Tycho Brahe. 

The 2-second video is a time-lapse composite of X-ray images taken by the orbiting Chandra X-ray Observatory between the years 2000 and 2015, added to a stock optical frame. The expanding gas cloud is extremely hot, while slightly different expansion speeds have given the cloud a puffy appearance. 

Although the star that created SN 1572, is likely completely gone, a star dubbed Tycho G, too dim to be discerned here, is thought to be a companion. 

Finding progenitor remnants of Tycho's supernova is particularly important because the supernova is of Type Ia, an important rung in the distance ladder that calibrates the scale of the visible universe. The peak brightness of Type Ia supernovas is thought to be well understood, making them quite valuable in exploring the relationship between faintness and farness in the distant universe.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Video: Cancri 55 e: Climate Patterns on a Lava World | Video: Cancri 55 e: Padrões climáticos em um mundo de lava



Por que você haveria de querer visitar a super Terra Cancri 55 e? Sue clima extremamente quente seria um impeditivo, já que as manhãs nesse plantea podem trazer fluxos de lava quente fresca. Descoberto em 2004, o planeta Cancri 55 e tem o dobro do diâmetro da Terra e cerca de 10 vezes a sua massa. 

O planeta orbita sua estrela semelhante à Terra, situada à distância de 40 anos-luz, bem no interior da órbita de Mercúrio, tão perto que está totalmente travado gravitacionalmente, o que significa que a mesma face fica permanentemente voltada para objeto que ele  orbita —assim como a Lua faz ao orbitar a Terra. 

Astrônomos mediram recentemente as variações de temperatura neste exoplaneta através de observações em infravermelho, com o Telescópio Espacial Spitzer. Dado essas observações, um artista criou este vídeo com hipóteses fundamentadas a respeito de como seria uma  revolução de Cancri 55 e. São mostradas a fase cheia, quando o planeta está totalmente iluminado, e a fase nova (escura), quando ele passa próximo à linha de visão da Terra. 

As faixas vermelhas  ilustradas em Cancri 55 e indicam faixas de  lava que podem fluir no planeta. Uma recente  determinação da densidade para 55 Cancri e mostra que este exoplaneta não é feito basicamente de oxigênio, como ocorre com os planetas internos do Sistema Solar, mas de carbono. Por conseguinte, uma razão para se vistar Cancri 55 e seria estudar seu núcleo, porque a grande pressão interna desse planeta pode ser suficiente para transformar o carbono lá existente em um enorme diamante.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

Why might you want to visit super-earth Cancri 55 e? Its extremely hot climate would be a deterrent, as mornings on this world might bring fresh lava flows. Discovered in 2004, the planet Cancri 55 e has twice the diameter of our Earth and about 10 times Earth's mass. 

The planet orbits its 40 light-year distant Sun-like star well inside the orbit of Mercury, so close that it is tidally locked, meaning that it always keeps the same face toward the object it orbits — like our Moon does as it orbits the Earth. 

Astronomers have recently measured temperature changes on this exoplanet using infrared observations with the Spitzer Space Telescope. Given these observations, an artist created the featured video with educated guesses about what one revolution of Cancri 55 e might look like. Depicted are full phase, when the planet is fully illuminated, and new (dark) phase when it passes near the line of sight to Earth. 

The illustrated red bands on the Cancri 55 e indicate bands of lava that might flow on the planet. A recent density determination for 55 Cancri e show that this exoplanet is not made primarily of oxygen, as are the inner planets in our Solar System, but rather of carbon. Therefore, one reason to visit Cancri 55 e might be to study its core, because this planet's great internal pressure might be sufficient to make the carbon found there into one huge diamond.