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domingo, 8 de junho de 2014

Bom dia, boa tarde, boa noite em emails


Frequentemente leio emails nos quais as pessoas começam me cumprimentando com "bom dia", ou "boa tarde", ou, ainda, "boa noite". É estranho, porque emails são cartas eletrônicas, e ninguém dá cumprimentos desse tipo em correspondências. Afinal, embora emails sejam quase instantâneos, não se sabe em que momento serão lidos. Há poucos dias,  recebi a confirmação de leitura de um email  enviado havia quase um ano.

Pois então, emails (não é preciso mais separar a letra "e" com hífen) podem, e devem, iniciar-se com os tradicionais "prezados senhores", ou, informalmente, "olá". Não só pelo acima exposto, mas, no caso de emails internacionais, também devido aos diferentes fusos horários planeta afora.

sábado, 24 de maio de 2014

Computador CCE, nunca mais!


Bem no comecinho do ano de 2014, em 2 de janeiro, fiz a tolice de comprar um computador desktop da marca CCE, modelo I3-2130-E365, que me parecia um excelente negócio, pois tinha 6 GB de memória RAM e HD de 500GB, por R$ 911,11, em seis vezes.  

Mas o  barato saiu caro, e a alegria durou pouco porque, já em março, o equipamento passou a funcionar de maneira intermitente. Leveio- à assistência técnica autorizada Compway, na Rua Bagé, em São Paulo, que levou dez dias para examiná-lo e, enfim, apresentar o que  sua atendente chama de "diagnóstico": evaporação da pasta térmica, causada por superaquecimento, e limpeza, procedimentos que sua funcionária, em ligação gravada por mim, disse não serem cobertos pela garantia. O custo? R$ 120,00! Entretanto a garantia da CCE só exclui o mouse, teclado e caixas de som.

A pasta térmica é isso que se vê nesta foto, um composto de silício e dióxido de zinco, embora as de melhor qualidade contenham prata, cobre e ouro. Sua finalidade é formar uma fina camada que preenche as minúsculas fissuras  e irregularidades da extremidade externa da CPU, para um contato perfeito entre esta e o dissipador de calor.

Argumentei ser impossível um computador com apenas três meses de uso necessitar de limpeza (meu Dell tem mais de 4 anos e nunca foi limpo, tampouco apresentou qualquer defeito), e que a tal pasta térmica não se evapora e, ainda que isso houvesse ocorrido, a causa foi o superaquecimento, que é um defeito da máquina, e não causado por má utilização.

Enfim, não houve acordo, e resolvi ligar para o SAC da CCE, cuja funcionária, grosseira, disse-me que — pasme — eu teria de enviar a torre (CPU) para a fábrica pelo correio — o que é um absurdo. Imaginem o custo disso e o riscos envolvidos, como o de o equipamento ser danificado no transporte de ida ou de volta.

Como na maioria das empresas hoje em dia, o consumidor não consegue falar com nenhum supervisor ou gerente, mas só com atendentes que nada resolvem, ou com robôs.

Mas existe a imprensa, há os blogs, as redes sociais. Por isso, resolvi botar a boca no trombone e dizer: CCE? Nunca mais!!

Atenção, leitores: Em 15/10/14,enviei o maldito computador à fábrica, via correio ( a maior mão de obra, embalar aquela porcaria, comprar papel marrom, endereçar, ir até os correios carregando a torre, que é pesada), e o recebi de volta ontem (23/10/14), com uma nota fiscal de devolução. O equipamento foi ligado, funcionou durante meia hora, e pifou de novo!!! É inacreditável. Liguei no SCA da CCE, mas disseram que o "sistema" estava fora do ar. É muita incompetência, descaso e abuso. Vou processar a CCE e exigir meu dinheiro de volta, corrigido.

Em 11/12/14: Protocolado processo contra a CCE no Juizado Especial Cível, pedindo a restituição da quantia paga e indenização.

Em 23/3/15, já sendo processada, a CCE novamente me enviou o maldito computador, que tive o trabalho de levar outra vez aos Correios.

Em 23/4/15 obtive acordo em audiência de conciliação no Juizado Especial Cível, pelo qual a CCE irá restituir o valor originalmente pago pelo equipamento, corrigido desde a época da compra até a data do efetivo pagamento, que deverá ser feito no prazo de 20 dias úteis a contar da data do acordo.

De forma que só assim, entrando na justiça, sem advogado (porque o custo do advogado seria maior que o valor do equipamento), foi possível receber o dinheiro de volta.

domingo, 4 de maio de 2014

Leitor de digitais


Este é o Leitor de Impressão Digital Persona U.are.U 5160 à venda por cerca de US$ US$ 150,00 da DigitalPersona

Ele protege seu computador, dispensando o incômodo de ter de ficar lembrando senhas. O Leitor de Digitais tipo toque U.are.U 5160 Fingerprint Reader é um dispositivo óptico certificado de indentificação pessoal  por  impressões  digitais (PIV) projetado como periférico USB. 

Com um nome que significa "Você é Você Mesmo" (You Are You), o dispositivo é um tanto caro para os padrões brasileiros,

sábado, 30 de novembro de 2013

Teclado lavável


Este é o teclado lavável Logitech K310, Custa cerca de US$ 64 na  Isme.com.  Projetado para paracer e funcionar como novo, mesmo com o passar do tempo. 

De uma leve espanada até uma lavagem completa, este teclado com furos de drenagem é fácil de limpar e secar. 


Impressão a laser e um revestimento  Ultravioleta asseguram que este teclado pode ser lavado. 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A Estação Espacial Internacional atacada por vírus



A Estação Espacial Internacional  foi infectada por vírus de computador "de tempos em tempos". 
O vírus de computador chegaram a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), causando uma “epidemia de vírus” no espaço, segundo o especialista em segurança Eugene Kaspersky.
Kaspersky, presidente da firma de segurança Kaspersky labs, revelou no Canberra Press Club 2013, na Austrália, que antes de a ISS mudar do Windows XP para sistemas Linux, os cosmonautas russos  levaram dispositivos USB de armazenamento a bordo da estação, disseminando vírus de computador pelos computadores conectados.
Os danos causados pelos vírus aos sistemas de computadores da ISS ainda não foram estabelecidos. Entretanto, Kaspersky disse que uma epidemia de vírus tomou conta dos computadores baseados no espaço, inclusive dúzias de laptops.
Os laptops baseados em Windows XP na ISS foram infectados com um vírus chamado W32.Gammima.AG, em 2008, após um cosmonauta ter levado a bordo um laptop comprometido, que espalhou o  malware pela rede de computadores.
"Não é um acontecimento frequente, mas esta não é a primeira vez," disse à época um porta-voz da Nasa.
Em maio, a United Space Alliance ( http://www.unitedspacealliance.com), que supervisiona o funcionamento da ISS em órbita, mudou todos os sistemas de computadores relacionados à ISS  para o sistema operacional Linux, por motivo de segurança, estabilidade e confiabilidade.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Lojas de impressão em 3D

Uma das armas impressas Liberator de Cody Wilson, adquirida pelo museu Victoria & Albert 
Há não muito tempo, a ideia da impressão em 3D parecia tão exótica quanto imaginar um carro voador. Neste segundo semestre, ela se tornou uma realidade tangível, se não bizarra, para qualquer um. Na Oxford Street em Londres,  a nova tecnologia está prestes a tornar-se disponível para clientes de lojas de departamento que desejem comprar a reprodução plástica do próprio busto, enquanto neste fim de semana no Museu Victoria & Albert, em Kensington, o controvetido símbolo dessa inovação do design  – a pistola impressa em 3D – estará à mostra pela primeira vez.
Curadores do museu acreditam que a notória arma, desenvolvida nos EUA pelo estudante de direito texano Cody Wilson no primeiro semestre deste ano, e o meio mais inteligente de  ilustrar os problemas que surgirão adiante quando a tecnologia se tornar amplamente disponível.
"Nós conversamos um pouco com Cody Wilson porque seus protótipos nos pareceram importantes para serem incorporados ao acervo do museu," disse Kieran Long, um curador senior de mostras contemporâneas. "Quando comecei a trabalhar aqui, passávamos o tempo todo pensando sobre como poderíamos representar coisas que estão acontecendo atualmente no design. Defensores do desenvolvimento tecnológico frequentemente exageram ao falar sobre o impacto de algo, mas não há dúvida de que este é um passo importante. E creio que seja o trabalho da V&A que irá ajudar as pessoas a perguntar como elas querem que o mundo seja."
Em maio, a invenção da arma impressa, ou "wiki arma", despertou um intenso debate, mas Long acredita que os efeitos potenciais da impressora 3D ainda não foram compreendidos. O museu adquiriu dois protótipos da arma Liberator, uma arma desmontada e alguns intens de arquivo para serem acrescentados a esta coleção de objetos impressos em 3D.
"Até agora, as pessoas se concentraram na habilidade de imprimir coisas em casa, como brinquedos, mas isso parece ser apenas parte da coisa. Ao meu ver, a arma mudou tudo. Ela mostrou as implicações mais profundas da disseminação dos meio de produção. Qualquer um é agora um fabricante potencial."
A dificuldade que o museu enfrentou para garantir esta mostra dá um indicação do que Long quis dizer. Na sexta-feira, Wilson ainda estava esperando para garantir uma licença de exportação dos EUA para enviar uma das suas armas originais à Grã-Bretanha, apesar do fato de que, em tese, ela poderia ser ilegalmente enviada para qualquer lugar do mundo em formato digital.
"Nós temos uma competente equipe de pessoas que lidam com arte, experiente em trazer objetos incomuns, portanto, o problema é com ele," disse Long. "Ele não está conseguindo obter uma licença de exportação, e até que o consiga iremos exibir uma impressa em Londres em seu lugar."
Embora a firma de Wilson, Defense Distributed (http://defdist.org/), tenha uma licença para fabricar armas no Texas, não está claro se ele tem permissão legal para circular com os meios de produção, entre outros. Em consequência disso, ele não gostou de ter aceito o convite da V&A para levar a arma por conta própria.
"Quando nós lhe pedimos para vir, ele disse não poder, pois achava que poderia ser preso. Não existe uma lei que regulamente isso claramente," disse Long. "Não há ainda uma legislação sobre esse tipo de atividade."
O museu pediu ajuda a uma firma de impressão em 3D do centro de Londres, mas a direção disse não se sentir confortável em fazer a arma inteira. "Não é tão simples para eles aqui quanto para é para Cody obter uma licença do Estado do Texas, então a empresa disse que faria a maior parte dela, e o restante dos componentes com modelos de gesso."
O incidente, diz Long, é outro  interessante indício das novas questões que a impressão em 3D desperta.
"Isso mostra que estamos certos sobre o estado-da-arte desta tecnologia agora, e as pessoas vão ter de usar suas referências morais até que a lei se atualize," disse ele.
O museu adquiriu as armas para o London Design Festival, que começa neste fim de semana.Ele já tem licença para armazenar armas, já que detém o acervo nacional  de armas e blindados. De qualquer forma, a arma impressa em 3D exige um componente metálico extra – um pino de disparo – portanto, não atiraria.
Nesse ínterim, Selfridges irá oferecer ao mercado modelos 3D delas próprias a parti de £100 em uma loja de impressão pop-up que será inaugurada no mês que vem, e operada pela iMakr (http://www.imakr.com/) . A imagem é captada por 40 câmeras digitais, e o busto  produzido é mais parecido com cerâmica do que plástico.
O mercado desse tipo de reprodução é imprevisível, mas o fundador da iMakr, Sylvain Preumont disse à publicação Tech Monthly do Observer que os limites da impressão em 3D são definidos pela nossa imaginação, e não pela tecnologia.
Long não faz julgamento agora sobre o  futuro das impressoras. O custo será proibitivo durante algum tempo, ele imagina, embora um modelo mais barato custe hoje apenas £670 (cerca de R$ 2.000), e o preço continua em queda.
"Vai levar algum tempo até que muitos de nós possam ter uma dessas," disse Long. "O outro fator é que os governos irão se mexer para regulamentar a indústria.
"A história sobre a NSA, a agência de espionagem americana, publicada pelo Guardian mostrou que as companhias de novas tecnologias concordam e instalam o software exigido se lhe solicitarem a fazê-lo. E os  scanners das impressoras de uso normal diário já são equipados com códigos que tormam impossível copiar cédulas de dinheiro, para impedir a falsificação."

Veja aqui o vídeo da Liberator:



domingo, 25 de agosto de 2013

O colapso na Nasdaq e os temores grandes falhas nos sistemas

A Nasdaq não é a única vítima do colapso dos sistemas: A Microsoft e o site do New York Times também sofreram falhas este ano
Uma  série de colapsos em sistemas que afataram o Google, Amazon, Apple e Microsoft na última quinzena alertou governos, bancos e grandes companhias para os fato de eles estão confinates demais em redes de computação que se tornaram excessivamente  complexas.
O alarme foi dado por especialistas da indústria no dia seguinte à queda de três horas do sistema da Nasdaq, que paralisou as operações da bolsa de mercadorias em Nova York na terça-feira.
Jaron Lanier,  autor e inventor do conceito de realidade virtual, avisou que a infraestrutura digital estava caminhando para sair do controle humano. Ele disse: "Quando se tenta obter grandes escalas através da automação, e a automação ultrapassa as fronteiras da supervisão humana, havera uma falha. Isso serve para governos, companhias de produtos de consumo, Google, ou grandes companhias de seguros. É algo enfurecedor porque é causado por uma ganância  despropositada. Em muitos casos, os sistemas que tendem a falhar, o fazem devido à tentativas de fazê-los funcionar automaticamente sem um mínimo grau de vigilância humana."
O colapso da Nasdaq foi causado por uma falha de comunicação entre sua plataforma de processamento de cotações e transações, e a de um terceiro – que se disse ser a Bolsa da Valores de Nova York. Tão sérias foram as consequências que resultaram  em um decréscimo de um terço nas ações negociadas nos EUA naquele dia.
"Essas interrupções irão continuar, com toda a certeza," disseNeil MacDonald, um acadêmico da firma de pesquisas tecnológicas Gartner. "Está havendo uma explosão de dados através de todos os tipos de empreendimento. A complexidade dos sistemas criados para manter grandes quantidades de dados está além da compreensão de uma só pessoa, e eles também falham de maneiras que estão além da compreensão de  apenas uma pessoas."
Desde de grandes volumes de trabsações com ações até a  explosão da mídia social e o consumo e entretenimento online,  a quantidade de dados que trafegam globalmente em redes privadas, como as de bolsas de valores, e a internet pública está exercendo uma pressão sem precedentes sobre os sites e as redes que os conectam.
Em 2017, um volume de dados equivalente a todos os filmes já produzidos será transmitido pela internet em um período de três minutos, segundo a Cisco, fabricante equipamentos de sistemas de comunicações.
Atualmente, o tráfego na Internet por pessoa é medido em gigabytes, com seis gigabytes de informação trocados anualmente por pessoa.Em 2017, esse número terá aumentado para 16. Então, os dados globais serão contados em zetabytes – aproximadamente um trilhão de gigabytes.
A negociação em alta frequência por computadores feitos para automatizar a compra e venda de grandes volumes de ações por fundos de  hedge e bancos disparou e aumentou o impacto de falhas de TI nos mercados acionários. Em maio de 2010,US$ 862 bilhões foi a queda no valor das ações nos EUA em 20 minutos quando uma  empresa disparou vendas em cascata.
"Você se  protege e os algoritmos de negociação em alta frequência estão além da compreensão," disse MacDonald. "Negociações em Sub-millissegundos sendo realizadas, dezenas de milhares por segundo, e quando isso falha, falha espetacularmente. É isso que se está vendo acontecer na Nasdaq."
A inundação de interrupções deste mês chamou atenção internacional com a falha de duas horas no site do New York Timesem 14 de augosto, durante a qual o jornal recorreu á publicação das matérias en sua página do Facebook. Embora se suspeitasse de um ataque de hackers, o problema havia sido causado simpesmente por uma manutenção programada.
No mesmo dia, os clientes da Microsoft começaram a informar falhas em emails. A falha foi identificada como devida a problemas com o serviço Exchange ActiveSync que fornece email para muitos dos smartphones em todo o mundo. Quando o Exchange sofreu o problema, o grande volume de fones tentando conexão disparou um efeito em cascata que levou três dias para ser controlado.
Em 16 de  agosto, vários dos sites do Google,desde email a YouTube e seu motor de buscas principal, sofreu uma rara falha global de quatro minutos. O episódio, cuja causa o Google não explicou publicamente, serviu para ilustrateo grande volume de tráfego que seus servidores processam. Durante sua falha, um monitor revelou uma queda de 40% no tráfego global da internet.
Três dias depois, em 19 de agosto, o site de varejo americano  daAmazon saiu do ar por 49 minutos, com os visitantes deparando com a palavra "Oops". Nenhuma explicação foi dada, mas um cálculo da revista Forbes estimou as perdas de vendas da Amazon em US$ 2 milhões.
Em 22 de agosto, o  iCloud da Apple sofreu um blecaute que afetiu uma pequena quantidade de clientes, mas durou 11 horas. Armazenando as coleções de fotos, músicas, documentos e agendas de endereços que outrora eram mantidos em prateleiras nas casas, o iCloud tem agora 300 milhões de usuários.
"O volume geral de dados está explodindo," diz Rachel Dines, analista senior da Forrester. "Esta semana foi especialmente ruim em relação às interrupções dos serviços. Como estamos agora tão dependentes desses serviços de alto perfil, nós os percebemos mais. Os impactos para as empresas são enormes tanto em relação á queda de receita quanto ao dano à reputação."
James Acres, cuja empresa Netcraft monitora falhas em empresasde armazenamento de dados, diz que os negócios digitais estão correndo, mas nem sempre têm conseguido, formar a infraestrutura necessária para lidar com os dados que muitos consumidores vêm gradualmente transferindo dos seus discos rígidosde seus laptops e CDs para a nuvem.
"Cada vez mais gente está colocando seus dados na nuvem," diz Acres, "e para lidar com estes serviços elas estão mudando seus back ends, e como é tudo muito novo, estão passando por algumas dificuldades."Além de vender livros e músicas, a Amazon é o  provedor público de armazenamento  digital com maior espaço em todo o mundo, e este ramo do negócio foi atingido por uma interrupção em 2012 durante aperfeiçoamentos destinados justamente a tornar seus servidores menos sujeitos a colapsos.
"A interrupção da Amazon no ano passado foi relacionada a alguns dos processos e tecnologias que eles haviam instalado para torná-la mais facilmente recuperáveis," disse MacDonald. "É quase como uma doença autoimune, em que os sistemas que eles criaram para torná-lo mais facilmente recuparável na verdade disseminaram a falha mais rapidamente."
Lanier, cujo Who Owns The Future? (A quem pertence o futuro?) detalha a concentração de poder entre organizações com os maiores computadores, disse que as interrupções irão aumentar até que a supervisão humanaseja melhorada. "Ainda não temos um projeto de uma sociedade que possa pôr em prática essa tecnologia muito bem. Ainda não  temos ideia de quais deveriam ser os papéis desempenhados por humanos."

Tradução de Luiz leitão

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Microsoft e NSA: espionagem em equipe


Trabalhando em conjunto: Microsoft e NSA (Agência Nacional de Segurança)


O Skype trabalhou em conjunto com as agências de inteligência (espionagem, na verdade) no ano passado para permitir ao projeto Prism  coletar conversas de vídeo e áudio.
A Microsoft colaborou intimamente com os serviços de espionagem americanos para permitir a interceptação de comunicações dos usuários, inclusive ajudando a NSA a evitar a criptografia da própria empresa, segundo documentos ultrassecretos obtidos pelo jornal britânico The Guardian.
Os arquivos fornecidos por Edward Snowden ilustram a escala da cooperação entre o Vale do Silício e as agências de espionagem, chamadas de "inteligência", durante os três últimos anos. 
Os documentos mostram que:
• A Microsoft ajudou a NSA to decifrar sua criptografia a fim de solucionar os receios de que a agência não teria capacidade de interceptar chats no novo portal Outlook.com;
• A agência já tinha acesso  aos emails no  Outlook.com pré-criptografia, inclusive no Hotmail;
• A empresa trabalhou com o FBI este ano para permitir à NSA acesso mais fácil via Prism a seu serviço de armazenamento em nuvem SkyDrive, que tem hoje mais de 250 milhões de usuários em todo o mundo;
• A Microsoft também trabalhou com a Unidade de Interceptação de Dados do FBI para "entender" problemas potenciais com uma característica do Outlook.com que permite aos usuários criar emails com pseudônimos;
• Em Julho do ano passado, nove meses após a compra do Skype pela Microsoft, a  NSA se gabava de que uma nova capacidade havia triplicado a quantidade de chamadas de vídeo pelo Skype coletadas pelo Prism;
• Materiais coletados através do Prism são rotineiramente compartilhados com o FBI e a CIA, com um documento da NSA  descrevendo o programa como um "esporte de equipe".

No Brasil, a atividade de espionagem era apelidada de arapongagem.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Vacas codificadas


Uma fazenda de leite pintou códigos QR em suas vacas. As pessoas que passam pela fazenda Southfields, em Somerby, Leicestershire, no Reino Unido, podem escanear os códigos QR com um programa em seus smartphones e ter acesso rápido a um siteonde há informações sobre o rebanho de 100 vacas leiteiras.

A fazenda está testando a ideia com suas vaca, Lady Shamrock, e os scanners serão imediatamente direcionados para www.thisisdairyfarming.com para saber mais sobre ela.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Operação Klon

 

A Polícia Federal realizou a Operação Klon, para desarticular organização criminosa que realizava clonagem de cartões de crédito e cartões de lojas utilizando vírus que infectava máquinas usadas no comércio. Doze pessoas foram presas na Grande São Paulo.
Cento e oito policiais cumpriram 12 Mandados de Prisão Preventiva e 27 mandados de busca e apreensão emitidos pela 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo.  As prisões ocorreram nas cidades de São Paulo, Taboão, Osasco, Carapicuíba e Barueri.

O inquérito iniciou-se em 24/02 e aponta evidências de que os investigados inseriam, com o auxílio de técnicos de informática, vírus nos computadores ligados aos caixas de estabelecimentos comerciais. Esses computadores recebem as informações dos equipamentos onde o comprador insere sua senha e são usados para registrar a venda e emitir o cupom fiscal. Uma vez infectada, a máquina passa a encaminhar, de tempos em tempos, os dados dos cartões e senhas dos compradores, sem que o grupo tivesse que voltar ao local.

O inquérito aponta que, com os dados, os presos compravam equipamentos eletrônicos e os anunciavam em sites de vendas pela internet. Eles também realizavam a compra de outros produtos, como cosméticos e bebidas, para a venda em lojas físicas.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de furto qualificado, estelionato, receptação, formação de quadrilha, uso de documento falso e lavagem de dinheiro, com penas que variam de um a doze anos de prisão.

domingo, 20 de maio de 2012

'Desimprimir' | 'Unprint'

Engenheiros  desenvolveram um meio de usar lasers para remover tinta do papel para que ele possa ser reutilizado em impressoras fotocopiadoras. 

Surge o 'branquinho' (líquido corretor) da era do computador.

Pesquisadores da Universidade de Cambridge usaram pulsos curtos de luz laser para apagar palavras e imagens que foram impressos em papel.
O laser vaporiza a tinta toner sem danificar o papel e abre a persectiva de futuras impressoras e copiadoras passarem a ter uma função "desimprimir" para permitir o reúso do papel.
Julian Allwood, chefe da equipe de pesquisas, disse que isso poderia reduzir muito a quantidade de árvores derrubadas para produzir papel, e até proporcionar uma alternativa mais barata de reciclagem.O processo funciona com uma grande variedade de toners.



A tinta do toner pode ser removida do papel pela aquecimento com curtos pulsos de luz que duram apenas quatro bilionésimos de segundo.

Embora lasers usando luz ultravioleta e infravermelha sejam eficazes para remover a tinta, o mais eficiente usa luz verde.




Engineers have developed a way of using lasers to remove ink from paper so it can be reused in printers and photocopiers. 

 

It is a Tipp-Ex for the computer age. Engineers have developed a way of using lasers to remove ink from paper so it can be reused in printers and photocopiers.
The researchers at the University of Cambridge used short pulses of laser light to delete words and images that have been printed onto paper.
The laser vaporises the toner ink without damaging the paper and opens up the prospect of future computer printers and photocopiers having an "unprint" function to allow paper to be reused.
Dr Julian Allwood, who led the research team, said it could drastically reduce the number of trees cut down to produce paper and even provide a cheaper alternative to recycling.
He said: "The process works on a wide range of toners. It does not damage the paper so the feasibility for reusing paper in the office is there."


He added that he has now been approached by several commercial firms expressing interest in producing the first "unprint" devices.

The researchers, whose work is published in the scientific journal Proceedings of The Royal Society A, found they could remove toner ink from a range of printers and photocopiers by heating it with short pulses of laser light lasting just four billionths of a second.

They found that while lasers that used ultraviolet light and infrared light were all effective at removing the ink, the most efficient was using a visible green laser.

This removed the ink without causing any physical damage to the paper or discolouration. Filters can be used to capture the vaporised ink, which is given off as a gas.








quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Big Brother vem aí

 

 

 

 

Há planos propostos na Grã-Bretanha para monitorar e-mails, telefonemas e sites eque vão tornar a legislação de vigilância existente "60 milhões de vezes pior".

 

O ministro do Interior britânico conservador anterior argumentou que os novos poderes podem causar muita contrariedade, permitindo o acesso "irrestrito" a todas as formas de comunicação.

 

A Coalizão quer rever os planos inicialmente feitos, e logo arquivados pelo Governo Trabalhista passado, para acompanhar as atividades de cada britânico que usa um telefone ou a internet.

 

As propostas, que serão apresentadas em um discurso da Rainha, aumentarão enormemente a quantidade de dados que os provedores são obrigados a manter por, pelo menos, um ano.

 

Davis disse: "O que isso fará é aumentar os problemas existentes 60 milhões de vezes. A verdade é que isto não é necessário. O que está sendo  proposto  é  o acesso irrestrito a todos os comunicação. 

 

"É um aumento muito, muito grande dos poderes, o que irá desagradar muitos cidadãos. Vai causar um ressentimento enorme. 

 

Defensores de liberdades civis disseram que as propostas eram uma expansão "sem precedentes" da intromissão estatal, parecida com a da China ou  Irã. 

 

Os trabalhiastas enfrentaram uma oposição feroz em 2006, quando propueram a criação de um banco de dados nacional para armazenar essas informações. 

 

Mas o novo governo retomou os planos e enquanto não haouver um banco de dados, os provedores serão obrigados a registrar todas as atividades de seus clientes para que eles possam ser acessados ​​se necessário.

 

Ministros argumentam que é essencial para ajudar a combater o terrorismo e a criminalidade grave, tais como redes de pedofilia. 

 

Sob a nova legislação, as empresas de internet serão instruídas a instalar um hardware permitindo ao governo  para examinar qualquer telefonema de mensagem de texto feitos, e-mail enviados, e  sites acessados.

 

"Este é mais ambicioso do que qualquer coisa que tenha sido feita antes. É um passo muito drástica em uma democracia."Alguns provedores de serviços de Internet em si também se disseram assustados com a iniciativa. 

 

Vigilância em massa, cara e intrusiva.

Pela enésima vez, nota-se que Gorge Orwell enxergou longe.

 

quarta-feira, 28 de março de 2012

Os burros e os pavões


Arnaldo Jabor
Já houve um tempo em que a literatura era importante. As escolas literárias se digladiavam sobre estilos e temas, em busca de um sentido maior que nos definisse como país, dentro de um mundo ainda analógico. Um povo mestiço? Cultura ou barbárie? Civilização nos trópicos? Dilemas vividos pelos letrados de século passado, preocupados em fundar a nação brasileira. Roberto Ventura, um intelectual sério que já não está entre nós, nos mostrou, em seu livro Estilo Tropical, figuras como Silvio Romero, o crítico arrebatado, em luta contra tudo e contra todos, que pregava um ideário modernizante, combinando naturalismo e evolucionismo à causa da República. Brigou com todo o mundo, com Machado de Assis, José Veríssimo, Araripe Jr. e Joaquim Nabuco.

Antes havia debates para ver quem tinha razão. Hoje, todos têm razão e ai daquele que criticar tendências em nome de critérios e paradigmas seculares da arte. A inteligência foi substituída pela sacralização da irrelevância massificada; a própria ideia de "estética" é considerada por muitos como individualismo neoconservador, autoritário, produzindo parâmetros repressivos. A libertação da tutela dos chamados "maîtres à penser", dos seres que nos guiavam orgulhosamente para algum Sentido foi uma coisa boa, mas abriu as portas para um vale-tudo formal que desqualifica qualquer tentativa de crítica literária, vista como um ataque contra a liberdade da estupidez.

Claro que é bem-vinda a esfuziante aparição de milhares de criadores, dos blogueiros dos twiteiros, dos hipertextos da época pós pós; claro que algum dia isso vai dar em novos valores de ‘qualidade’, de ‘importância’, destilados dos alambiques da internet. Estamos numa fase da exaltação da ‘quantidade’, como se a profusão de temas e criações substituíssem a velha categoria da ‘qualidade’. Essa nova era nos ensinou que não chegaremos a nenhum destino definitivo, mas alguns parâmetros de valor estético terão de ser recolocados na literatura. Em geral, as diagnoses sobre as mutações a que assistimos hoje em dia se dividem ou em lamentos por um passado de ilusões perdidas ou em euforia por um admirável mundo novo em que todos sejam autores e leitores, nessa democracia da falta de critérios.
Em teoria, tudo bem, mas ‘ideias’ em poesia e literatura significam na forma.
E ele acrescenta: "Ai do romance em que o enredo interessa mais que o estilo".

Ou seja, os mistérios do mundo revelados pela grande arte literária são florações da forma; e é isso que lhes fornece durabilidade, relevância na observação da vida, sua razão de ser. Grieco era um intelectual cultíssimo e, assim como Lima Barreto, de certa maneira "pautou" o Modernismo. Agripino foi um pré-Oswald de Andrade. Grieco trouxe a espinafração contra a literatice lambida dos doutores encartolados. Quando li suas tiradas contra as antas da época, entendi a inteligência como corrosão. Acho que ali comecei a amar Eça de Queirós, Nelson Rodrigues, Oswald, antes de tê-los lido... Por isso, selecionei alguns desses lembretes geniais, em que o pré-moderno Grieco cai de porrete em cima das graves bestas quadradas. Divirtam-se.

"A burrice é contagiosa; o talento não", "Laudelino nunca estava nos seus melhores dias", "Mil vezes Gilberto Amado deve ter pensado: que seria do Brasil sem Gilberto Amado", "Menotti del Picchia, parnasiano, querendo passar por modernista, lembra atrizes, de 70 anos a fazerem de ingênuas", "Este escritor irá longe! - foi para Montes Claros", "Coelho Neto não dizia ‘pobreza’; dizia ‘pauperismo’ e era mais preocupado com o estilo dos móveis que com o estilo de Flaubert", "Fulano cultivava paradoxos e rabanetes", "Para os ignorantes, o ‘etc...’ é uma comodidade...", "Olegário Mariano fumava as pontas dos cigarros de Bilac...", "Silvio e Verissimo insultavam-se mutuamente - e os dois tinham razão", "Num restaurante da rua São José servem um ‘bacalhau a Olegário Mariano’. É a imortalidade...", "Raro exemplo de perseverança é ir até ao fim de um artigo de Aníbal Freire", "Fulano tinha um ego com elefantíase; sua obra é ilustrada, o autor não", "Seu livro devia ser encadernado em pele de jumento: coerência com conteúdo", "Em geral a Academia elege só um animal; agora elegeu dois: Carneiro Leão", "Dele, só lerei as obras póstumas", "A principal personagem daquele romance era mesmo o tédio", "A seca é terrível; mas pior é certa literatura provocada pela seca", "Ele defendia a Polônia nos botequins e esbordoava a mulher em casa", "Seu estilo tinha a elegância das burguesas endomingadas - sempre indeciso entre o preciosismo e a vulgaridade", "Ele inventou que era inventor", "Suas estreias são espetáculos de despedida; aplaudem porque acabou", "Ele não tem ouvidos, tem orelhas e dava a impressão de tornar inteligente todos os que se avizinhavam dele", "Passou a vida correndo atrás de uma ideia, mas não conseguiu alcançá-la", "Ele é mais mentiroso que elogio de epitáfio", "No dia em que ele tiver uma ideia, morrerá de apoplexia fulminante", "Era um deputado conservador. Seu único programa político era conservar sua cadeira na Câmara".

Agripino era aparentado com minha família. Por isso (e admiração), fui ao enterro de Agripino. Quando o caixão baixou, um sujeito gordo e feiíssimo pulou em cima do túmulo e discursou: "Senhores! Ali não jaz um cadáver; dorme um gênio!"

Saí às gargalhadas, para trás de uma sepultura. Agripino, com certeza, riu lá embaixo também. Que falta ele faz hoje nos domínios da e-burrice.

quinta-feira, 8 de março de 2012

O novo iPad com "retina"





 

 

 

A Apple anunciou seu novo iPad, com uma rela aprimorada,  processador mais veloz e uma câmera superior. 

 

o novo aparelho, chamado "novo iPad", tem o que a  Apple chama display "Retina", com 3,1 milhões de pixels, resolução maior que a de HDTV.
Vem também com câmera traseira de 5 megapixels, com a mesma tecnologia de lente do iPhone 4S, com capacidade de gravar vídeos de 1080 pixels HD.
Ele será lançado na Europa em 16 de março, por US$ 630 com 16GB, WiFi, subindo para US$ 1040 com 64GB, WiFi e 3G.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Vídeo: O Halo 4





Uma bisbilhotada no quarto episódio do jogo em primeira pessoa para o Xbox 360. O Halo 4 é o primeiro jogo em série a ser desenvolvido pela subsidiária da gigante de computação, 343 industries, que diz estar refazendo o jogo quase inteiro, desde o começo.

A sneak peek at the fourth instalment of Microsoft's mammoth first-person shooter for the Xbox 360. Halo 4 is the first game in the series to be developed by the computer giant's subsidiary, 343 Industries, which claims to be rebuilding the game almost entirely from the ground up.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Seaview


Cientistas australianos mapeiam a Grande Barreira de Recifes com uma câmera submarina especialmente feita para isso.

Cerca de 50.000 panoramas, fotografados em 360 graus com detalhes de alta definição, serão carregados para o site de fotos Panoramio do Google, para serem usados no Google Maps e Google Earth numa espécie de Street View submarino.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Google, o Big Brother

 
O Google essa companhia cada vez mais poderosa, assustadoramente poderosa, passará, a partir de primeiro de março, a coletar dados dos internautas através de todos os seus serviços, inclusive o e-mail e You Tube.
E não adianta limpar seu histórico de navegação, porque tudo o que você fez na internet já estará gravado nos computadores do verdadeiro Big Brother de George Orwell.
Eles querem seus dados, muitos, todos, se possível. Os sites de sacanagem, inclusive, que você eventualmente tenha visitado.

Se você não notou, vamos lembrá-lo: o Google anunciou sua nova política aos quatro ventos, mas, bem, quem é que se importou em ler aquela chatice toda?

Sim, as pessoas terão a opção de clicar em um botão "do-not-track" (não rastrear), mas isso só funcionará quando o internauta estiver desconectado dos serviços Google (Gmail, Adwords, You Tube, Blogger e outros)


Mas eles sabem também que a minoria se preocupa com essas coisas. Afinal, o que é ser rastreado pelo Google para quem dá publicidade a todas as suas informações através do Facebook, Tweeter, LinkedIn.


Entretanto, você pode fazer algo a respeito: 


No painel de controle, propriedades de internet, marcar "excluir o histórico de navegação ao sair". depois, ali mesmo, em configurações, marcar "nunca" verificar se há versões novas das páginas armazenadas.


Nada disso impedirá o Big Google de rastrear você, mas eles terão de tornar seus dados anônimos num prazo de 18 meses - 1 ano e meio, tempo demais, não é?


O que se pode fazer, então? Deixar de usar o Google. E como isso é hábito, ou vício, é preciso estar atento.


As pessoas não dão muita bola para isso, mas o poder dessa firma é absurdo. Hoje econômico, amanhã, quem sabe, político.

Estou caindo fora do Google (melhor dizendo, estou tentando). Bem, acabo de eliminar o Google dos favoritos e passo a utilizar o Bing.

É fato que o blogue usa o Blogger, que é do Google, mas as pesquisas, passo a fazê-las pelo Bing. Bingo!

*Querem saber de uma coisa, meus amigos? O Google é vício, propaganda massiva. Estou usando e testando o Bing e seu tradutor, e funciona direitinho. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Pingit


Um novo programa, lançado pelo banco inglês Barclays, irá facilitar a divisão entre amigos das despesas em restaurantes e outros locais, o que se chama, no Brasil, de "rachar a conta", ou "fazer um rachid".

Ao conectar o número telefônico dos clientes a suas contas-correntes bancárias, o serviço, chamado, Pingit, irá permitir o envio e recebimento de pagamentos entre contas no Reino Unido, bastando para isso simplesmente enviar uma mensagem de texto para outro telefone móvel através de seus  smartphones. 
Initialmente, o programa só irá permitir que clientes titulares de contas-correntes do Barclays enviem pagamentos a outras contas, mas qualquer um que tenha uma conta bancária no Reino Unido poderá usar o serviço para receber valores.

No entanto, a intenção do Barclays é vir a permitir que os clientes de outros bancos possam usar o Pingit para enviar dinheiro, e também para fazer transferências internacionais e pagar contas.