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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

CAPTAGON


Há uma só razão pela qual toneladas de captagon estão sendo contrabandeadas pera o teatro de guerra do Oriente Médio.  O Captagon é “uma anfetamina amplamente usada pelos combatentes do ISIS no Oriente Médio”, que dá aos terroristas uma falsa sensação de coragem para enfrentar a própria morte e destemor em sofrer sérios ferimentos físicos.
Sem essa poderosa droga que altera o estado mental, muitos mercenários do ISIS jamais sequer se arriscariam nos campos de batalha em desertos que  preenchem a paisagem do Oriente Médio.  Os terroristas do estado Islâmico não teriam nem a insensibilidade para enfrentar a barbárie da guerra, nem a insanidade temporária necessária para cometerem tantos e tão brutais atos de selvageria contra pessoas inocentes.
Por essas e outras razões, os vários mercenários apoiados pelo Oriente que são sistematicamente conduzidos ao Levante pela coalizão Sionista-Saudita-Anglo-Americana  recebem a promessa de um suprimento contínuo de captagon.  É somente dessa forma que jovens rapazes muçulmanos a árabes têm sido transformaos em assassinos insanos, maníacos, prontos a atender as ordens de seus mentores orientais.
Os dois artigos seguintes proporcionam uma breve visão do sempre presente submundo do negócio de drogas que fornece as drogas ilícitas necessárias que têm alimentado as guerras no Oriente Médio durante muitos anos.  Essas drogas são a chave; sem elas havaria uma participação muito menor nessas guerras provocadas de agressões contra governos legítimos. Somentemercenários iludidos e mentalmente confusos por efeito de drogas tomariam parte em tais guerras odiosas e indefensáveis.
Captagon, a droga usada pelos jihadistas do Estado Islâmico para se tornarem  durões e destemidos.
“O captagon é uma droga sintética criada em um laboratório da OTAN na Bulgária. Parte das pessoas mais desconfiadas irão, provavelmente, ver as mais recentes provas da participação em algumas das superpotências e países da OTAN no estabelecimento e expansão do fenômeno do Estado Islâmico,” diz o jornal Tunisie Numerique.
Comentário: O Captagon ou fenetilina (também chamado Biocapton ou Fitton) é uma associação química de anfetamina e teofilina, que resulta em um psicoestimulante. Inventado em 1961, ele foi usado como uma alternativa mais amena às anfetaminas, mas posteriormente tornou-se ilícito na maioria dos países em 1986, por exigência da OMS. A Fenetilina é metabolizada pelo organismo, formando duas drogas: anfetamina e teofilina, ambas as quais são estimulantes ativos. Os efeitos fisiológicos, portanto, resultam de uma combinação de todas as três drogas. A fenetilina é uma droga  popular, supostamente usada por grupos de militantes na Síria e no Líbano. Segundo alguns relatos, grupos militantes também exportariam a droga em troca de armas e dinheiro. Um relatório de 1994 afirma que a Bulgaria [era, na época] o maior produtor de fenetilina (Captagon) e anfetaminas para fornecimento ao Oriente Médio e alguns países africanos.
Comentário: O Captagon (Cloridrato de fenetilina) é uma anfetamina que causa euforia e anula a dor. Misturada a outras drogas como o haxixe,  constitui a ração básica que alimenta os jihadistas. Os combatentes não sentem o p´roprio sofrimento, nem o que infligem aos outros. Portanto, eles conseguem cometer todos os tipos de atrocidades, rindo. Fabricado em 2011 pela OTAN em um laboratório na Bulgária, o Captagon é agora fabricado em todo o Oriente Médio, inclusive no território Sírio. – O Captagon é a principal arma dos jihadistas. 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

"El Chapo"


A US Drug Enforcement Administration (Agência Antidrogas dos EUA) divulgou este poster no México, pedindo informações que levem à captura do fugitivo barão das drogas Joaquin 'El Chapo' Guzman  Loera, oferecendo uma recompensa de até US$ 5 milhões. Tem até uma linha gratuita (toll free) para ligações do México, Américas Central e do Sul, além do email acima.Quem se habilita?

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Onze países estudados, uma conclusão inevitável: as leis contra as drogas não funcionam






As experiências com a legalização das drogas que estão sendo realizadas atualmente em Washington, Colorado, e no Uruguai, devem ser observadas com atenção.
A comparação entre diversas leis internacionais feita pelo Home Office (Ministério do Interior), publicada em 29/10/14, representa o primeiro reconhecimento oficial desde a Lei de Mau Uso de Drogas de 1971, de que não há uma conexão direta entre ser "duro em relação às drogas" e lidar com o problema.
O relatório, que foi  assinado pela secretária   do Partido Conservador, Theresa May, e o ministro de prevenção ao crime  do partido Liberal Democrata, Norman Baker, é baseado em um profundo estudo das leis  sobre drogas em 11 países, desde o Japão, com tolerância zero, até a legalização no Uruguai.
A principal descoberta do relatório, escrito por servidores civis do Home Office, está em uma comparação de Portugal, onde o uso pessoal é descriminado, e a República Checa, onde punições criminais pela posse foram introduzidas recentemente, em 2010.
“Em nossa apuração dos fatos, nós não observamos nenhum relação óbvia entre a rigidez da proibição de um país à posse de drogas, e os níveis de abuso de drogas naquele país,” diz. “A República Checa e Portugal têm abordagens semelhantes em relação à posse, onde a posse de pequenas quantidades de qualquer droga não resultam em procedimentos criminais, mas enquanto os níveis de uso de drogas em Portugal parecem ser relativamente baixos, os níveis de uso de cannabis relatados na República Checa são uns dos mais altos da Europa.
“Os indicadores de níveis de uso de drogas na Suécia, que tem uma das mais duras abordagens que vimos, apontam para índices de uso relativamente baixos, porém não notavelmente mais baixos do que os de países com abordagens diferentes.”
As infindáveis discussões da coalizão a respeito do conteúdo do relatório, que levou mais de oito meses para ser publicado, fizeram com que ele não inclua nenhuma conclusão.
Entretanto com a leitura das provas que ele fornece, é difícil evitar a conclusão de que os servidores civis do Home Office que o escreveram parecem ter ficado convencidos de que uma abordagem baseada em cuidados de saúde, em vez de judicial-criminal, é a política eficaz.
Ele também, muito notavelmente, diz que as experiências de legalização que estão sendo realizadas atualmente nos Estados americanos de Washington e Colorado, e no Uruguai, devem ser observadas cominteresse. Trata-se de um mundo distante da retórica da “guerra contra as drogas” que formou o esteio do debate político sobre as drogas nas quatro últimas décadas.
O relatório, Drogas: Comparações  Internacionais, documenta com fatos detalhes a experiência de Portugal, onde o uso pessoal doi descriminado há cerca de 11 anos, e os que são presos  com drogas têm a opção de comparecer perante uma “comissão de dissuasão” de saúde ou enfrentar um processo judicial criminal.
“Dados de tendências de Portugal mostram como os níveis de uso de drogas mudaram nos anos que se seguiram à descriminação, em 2001. Embora esses níveis tenham se elevado entre 2001 e 2007, os n[iveis de uso de drogas, desde então, caíram abaixo dos de 2001. Está claro que não houve um aumento significativo e duradouro do uso de drogas em Portugal desde 2001,” diz o relatório.
Ao tempo, assinala que houveram significativas reduções na quantidade de usuários de drogas diagnosticados com HIV e Aids em uma época em que as mortes relacionadas ao uso de drogas permaneceram estáveis: “Esses resultados não podem ser atribuídos somente à descriminação, e foram provavelmente influenciados por aumentos no uso de tratamentos e redução de danos,” diz, enfatizando ser difícil disassociar o impacto da descriminação de melhorias mais amplas no tratamento e redução de danos relacioandos às drogas no mesmo período.
Não obstante, o documento refuta terminantemente afirmações de que a descriminação em Portugal tenha levado a um aumento no uso de drogas. E prossegue, contrastando Portugal com a República Checa, onde uma avaliação descobriu que não houve um declínio significativo na disponibilidade de drogas após a entrada em vigor de leis mais rigorosas, em 2010.
Sobre a situação no Colorado, Washington e Uruguai, o Home Office diz que suas políticas experimentais que legalizam a produção, o fornecimento e o uso recreacional da cannabis têm o objetivo comum de desarticular o crime organizado e exercer maior controle sobre o uso da cannabis.
“Os estados americanos têm uma abordagem voltada para o mercado, com uma regulamentação mais leve que a do Uruguai e menos limitações ao consumo e uso. O Uruguai, que tem preocupações crescentes com o crime organizado, dá ao estado um papel mais forte, com limitações ao tamanho do mercado, as variedades e potência dos diferentes tipos de cannabis, e à quantidade que cada pessoa pode comprar por mês.”
Crucialmente, o relatório acrescenta: “É muito cedo para saber como essas experiências irão terminar, mas nós iremos monitorar os impactos dessas novas políticas nos próximos anos.”
O relatório examina várias iniciativas de redução de danos em 11 países, inclusive o uso de salas de consumo, a prescrição de heroína sob supervisão médica, e programas de troca de seringas  baseados em prisões. Em particular, o relatório encontrou provas de que a prescrição de heroína, inclusive em três testes limitados na Grã-Bretanha, podem ser eficazes.
Não há uma conclusão geral do relatório, mas em seu último parágrafo, os autores do Home Office refletem a respeito de que a falta de qualquer correlação clara entre a “rigidez" de abordagem e os níveis de uso de drogas demonstra a complexidade do problema: “A obtenção de melhores resultados para a saúde dos usuários de drogas não pode ser apontada como sendo um resultado direto da abordagem  da repressão.”




domingo, 14 de setembro de 2014

Descriminação das drogas para uso pessoal


Os parlamentares do Partido Liberal Democrata estão considerando a descriminação de todas as drogas destinadas a uso pessoal, e a venda da cannabis livremente no mercado.
Ao lançar a prévia do manifesto eleitoral de seu partido, Nick Clegg, o vice-primeiro ministro, disse que o partido iria considerar essas opções, após elas terem sido defendidas publicamente em um artigo sobre políticas que deverá ser discutido na conferência do partido Lib Dem, no mês que vem.
O artigo diz que os Lib Dems "vão adotar o modelo usado em Portugal, onde aqueles que possuam drogas para uso pessoal são levados para outras entidades". O país sul-europeu descriminou em 2000 a posse de qualquer droga para uso pessoal
O documento também informa que o partido "aprova o estabelecimento de um mercado de cannabis regulado no Uruguai, Colorado e Washington".
"Essas abordagens inovadoras estão ainda em seus primórdios, e os dados que nos permitirão estudar seu impacto ainda não estão disponíveis. Vamos estabelecer uma revisão para avaliar o impacto dessas políticas na saúde pública," diz o texto.
Por ora, a posição oficial do partido é a de que isso acabará com a prática de se prender pessoas pegas portando drogas para uso pessoal, e tirará a política de controle de drogas e álcool do Ministério do Interior (Home Office) para o Ministério da Saúde. Ele está também analisando uma forma de levar usuários de drogas "a tratamento ou outras punições na área cível que não lhes acarretem antecedentes criminais".
Falando durante o lançamento do "pré-manifesto" do Lib Dem, Clegg disse: "Há inúmeras experiências em estados americanos, países da América do Sul, Portugal, que estão trazendo alguns resultados diferentes. O que estamos dizendo é que daremos atenção à questão, veremos como funcionam as provas … As políticas de combate às drogas neste país têm sido prejudicadas por um preconceito impensado, e o desejo de aparentar firmeza, em vez de se fazer o que realmente dá resultados. Se outros países desenvolvem estratégias que mostram resultados reais, vamos ver isso."
Clegg tem defendido fortemente nos últimos anos sua convicção de que a atual política antidrogas não funciona. Entretanto seus parceiros dos Conservadores na coalizão não querem tomar qualquer atitude que indique um movimento em direção à descriminação.
Em 2012, o líder do Lib Dem acusou os políticos de fazerem  "uma conspiração de silêncio" sobre o problema do vício em drogas e argumentou que o Reino Unido estava perdendo a guerra "em escala industrial".
Norman Baker, o ministro do Lib Dem responsável pela política de combate às drogas, conclamou a coalizão a legalizar o uso disseminado de cannabis para aliviar os sintomas de certas condições médicas, inclusive os efeitos colaterais da quimioterapia.
Baker escreveu em agosto ao secretário de saúde, Jeremy Hunt, pedindo a revisão das propriedades medicinais da cannabis.

domingo, 25 de maio de 2014

Vídeo: máquina de venda de marijuana







Uma máquina de venda de marijuana entrou em funcionamento em Vancouver, no Canadá, com a BC Pain Society oferecendo maconha medicinal embalada em sacos lacrados, à prova de fraudes. 

Os consumidores potenciais necessitam de um cartão, que só pode ser emitido após o preenchimento de um fomulário médico atestando sua necessidade de uso da marijuana para fins medicinais.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Criatividade criminosa


Um inspetor alfandegário mostra fios de um tapete recheados de heroína. A alfândega do aeroporto de Leipzig, na Alemanha, conseguiu impedir o contrabando de 40 kg de heroína em Janeiro de 2014, num espaço de cinco dias. 

A droga estava dentro de nove tapetes do mesmo portador que chegou do Irã por via aérea, com destino à Polônia, França, Bélgica e Congo. O valor é estimado em vários milhões de euros devido ao altíssimo grau de pureza da heroína.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O túnel das drogas


Um túnel usado para contrabandear drogas entre os EUA e o México é mostrado nesta foto divulgada pelo Departamento de Imigração e Alfândega dos EUA (U.S. Immigration and Customs Enforcement Department  — ICE). O túnel ligava o parque industrial em Otay Mesa, na Califórnia, a Tijuana, no México, e tinha sistemas de ventilação e trilhos. 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Pague US$ 300 milhões – ou fique mais 10 anos em cana

O barão das drogas Curtis Warren ideverá deixar a prisão em janeiro, mas um tribunal em Jersey ordenou-lhe que pague £185 milhões de sua fortuna obtida com drogas. 
Um dos mais famosos traficantes de drogas da Grã-Bretanha foi informado de que deverá pagar £185 milhões de libras esterlinas (mais de US$ 300 milhões) – ou enfrentar mais 10 anos de prisão. Curtis Warren, o único traficante de drogas a figurar na lista dos mais ricos do  o Sunday Times, será julgado esta semana em Jersey, onde foi preso em 2007 pelo contrabando de cannabis no valor de £1 milhão.
As autoridades acreditam que o homem, de  50 anos, se beneficiou de cerca de US$ 300 milhões dos lucros de um império global de tráfico de drogas, e já esteve na lista dos mais procurados da Interpol. Warren, um ex-leão de chácara de Liverpool, que passou os últimos 17 anos preso, à exceção de algumas semanas, diz nada ter que ver com aquela montanha de dinheiro.
Em 1997, ele foi considerado culpado pela acusação de ter importado 800 kg de cocaíne para a Holanda, e preso por 12 anos. Em 2001, outros quatro anos foram acrescentados à sua sentença pelo assassinato de um colega de prisão.
Em 2005,  Warren figurou na Lista do Ricos do Sunday Times, que calculou sua fortuna então em US$ 123 milhões, embora outras estimativas tenham sugerido que ele amealhou até US$ 490 milhões com suas atividades criminosas.
Seja como for, com certeza, o pior castigo para um criminoso cheio da grana é tirar-lhe o dinheiro.

sábado, 22 de junho de 2013

A guerra contra as drogas se tornou obsoleta


A Mefedrona (também chamada miau, bolhas), uma das novas drogas projetadas de nova geração.
O termo "droga projetada" se tornou popular com o ácido e a explosão do ecstasy nos anos 1990, mas nunca foi muito preciso. O principal ingrediente dos comprimidos de ecstasy  – MDMA – foi sintetizado pela primeira vez em 1912 e começou sendo usado como droga recreativa nos anos 70, na Califórnia, muitos anos antes de se tornar conhecido nas raves. A droga não foi criada  para essas festas de multidões, mas o rótulo de "droga projetada"  caiu como uma luva para  tanto para glamurizar como para demonizar a nova droga da moda.
Tem havido algumas tentativas  genuínas de se projetar drogas ao longo dos anos – em que pessoas tentaram criar novas substâncias recreativas para escapar às leis sobre drogas – mas a maioria deu em nada. No exemplo mais notório, o estudante de química Barry Kidston tentou criar uma droga sintética semelhante à heroína, em 1976, e acabou criando o MPTP, uma substância tão neurotóxica que o fez passar a sofrer da doença de Parkinson poucos dias após ele tê-la injetado em si. Como uma pequena compensação, o único legado de Kidston foi ter criado uma droga até hoje usada em experiências de laboratório para tentar entender essa debilitante doença neurológica.
Entretanto, algo mudou no cenário das ruas em relação às drogas nestes últimos anos. Pela primeira vez, pode-se  usar o termo "droga projetada" ("designer drug") com confiança porque estamos em meio a uma preocupante revolução cientifica no uso e fornecimento de substâncias psicoativas.
Essas drogas chegaram às machetes sob nomes como Spice, K2, mefedrona e M-Cat, mas existem outras centenas delas. Elas são vendidas eufemisticamente como "sais de banho", "incenso" ou "substâncias químicas de pesquisa", e não são regulamentadas, ao menos não de início, porque são rotuladas como  "não destinadas ao consumo humano". Ao contrário de gerações de anteriores de substâncias psicoativas legais que eram tão recreativas quanto um tapa na cara, essas funcionam de verdade. Eles deixam as pessoas doidonas.
Os dois tipos mais populares são sintéticos, drogas semelhantes à cannabis, vendidas como erva para ser fumada, e estimulantes, semelhantes ao ecstasy e às anfetaminas. Mas o que faz disso uma revolução, em vez de uma simples inovação de mercado, são a escala e a velocidade do desenvolvimento das drogas. O Centro  Europeu de Monitoramento de Drogas e Vício relatou o aparecimento de 73 novas substâncias no ano passado, o que significa que  novas drogas chegam ao mercado à razão de mais de uma por semana. Essa onda de novas  drogas começou há apenas cinco anos e, desde então, mais de 200 substâncias antes desconhecidas foram encontradas em circulação.
Este surto de aparecimento de novas drogas é baseado em ciência de verdade. De nada adianta que as mais tradicionais drogas de adição – speed, cocaína, heroína, ecstasy e por aí afora – possam ser sintetizadas com razoável facilidade. É preciso alguém com algum conhecimento e os ingredientes certos, nem sempre fáceis de encontrar, mas pode-se completar o processo em um quarto de fundos, porão, ou na selva. Mas as coisas não assim com a nova geração de drogas sintéticas. Embora muitos químicos de universidades discorde da ilação de que a síntese é difícil, ainda assim é necessário um laboratório profissional, ainda mais para a produção constante de novas substâncias.
É essa inovação constante que está direcionando o mercado e tornando possível contornar a lei. Pegue-se as drogas sintéticas feitas com a cannabis, por exemplo. Todas elas incluem  variações da molécula tetraidrocanabinol, ou THC, o principal ingrediente ativo da cannabis. Centenas dessas variações foram criadas para pesquisas e descritas, frequentemente apenas uma ou duas vezes, nas páginas de obscuras revistas científicas. Elas foram em sua maioria criadas em laboratório como uma  prática para explorar os limites das moléculas canabinoides, mas  elas nunca foram usadas comercialmente ou testadas em humanos.
Quando o mercado de drogas legais explodiu, em 2008, os pesquisadores de drogas começaram a analisar o que estava sendo vendido. Eles encontraram material vegetal inerte, borrifado com obscuras substâncias que eram parcamente conhecidas fora do pequeno mundo da neuroquímica da cannabis.
Quando a Alemanha identificou as substâncias e as proibiu, no começo de 2009, novos canabinoides, novamente jamais vistos fora dos laboratórios, as haviam substituído no espaço de semanas, e isto vem se repetindo desde então.Uma substância é proibida, e uma nova a substituiu quase imediatamente. Laboratórios profissionais, porém clandestinos estão vasculhando a literatura científica em busca de novas drogas psicoativas para sintetizá-las tão rápido quanto a lei é modificada. Em um dos mais interessantes desenvolvimentos, um canabinoide detectado em 2012, chamado XLR-11, era não só novidade para o mercado de drogas, como também completamente novo para a ciência. Desde então, várias substâncias anteriormente desconhecidas surgiram. Os laboratórios do mercado clandestino não apenas estão trazendo novas substâncias para o mercado, como também estão inovando no design das drogas. Os testadores humanos selecionam eles mesmos, claro, sem saber o que estão tomando, o que, às vezes, leva a resultados desastrosos. Informações a respeito dos perigos de novas substâncias geralmente não existem.
O processo inteiro tem sido também uma experiência não-intencional em relação à política de drogas. Apesar da livre disponibilidade de substâncias tão prazerosas como as drogas já proibidas, não se observou um grande aumento de usuários problemáticos e as taxas de mortalidade relacionadas ao uso dessas drogas estão em queda. Além do mais, mesmo com as recém-lançadas "proibições instantâneas", as leis sobre drogas simplesmente não conseguem acompanhar o ritmo.
Atualmente, mas é possível detectar novas drogas á velocidade em que elas surgem.Está claro há muito tempo que a abordagem de guerra às drogas da criminalização da sua posse, em vez de tratar-se os usuários, é inútil. A revolução no mercado de drogas recreativas é uma duro lembrete dessa realidade. A guerra contra as drogas não está perdida; tornou-se obsoleta. 

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

domingo, 16 de junho de 2013

Sinais de mudanças na política de proibição de drogas


Amanda Feiding

Até nos EUA, o modelo de proibição está se desfazendo à medida em que os estados votam pela legalização da posse de quantidades limitadas de cannabis. 



Os dois últimos meses foram um período incrivelmente movimentado e produtivo para a reforma da política global de drogas e pesquisas científicas sobre drogas psicodélicas. Nunca em meus 15 anos como diretora da Beckley Foundation assisti a um progresso tão rápido nesses campos complementares.

No começo desta semana, o Imperial College e a Fundação realizaram um fórum sobre pesquisas com drogas psicodélicas, em que se discutiram os avanços obtidos pelo research programme (programa de pesquisas) de nossa organização e foram feitas apresentações de cientistas de todo o mundo. E em abril, a Psychedelic Science Conference de três dias de duração, realizou-se em São Francisco, também tendo como co-anfitriã a Beckley Foundation.

Pelo menos o valor potencial desses compostos está começando a ser explorado. Eles não apenas são os caminhos para a compreensão da própria consciência, mas também – isoladamente ou com auxiliares à psicoterapia – abrem caminho para o tratamento de várias doenças humanas, como  depressão, cefaleia em salvas, ansiedade, vício e distúrbio de estresse pós-traumático. Depois de muitos anos nas sombras, estamos finalmente começando a descobrir o potencial desses compostos, que estão tão intimamente inter-relacionados com a neuroquímica humana  causadora de mudanças  radicais na consciência que – com um manuseio cuidadoso – podem ser direcionadas para o tratamento de doenças e transformar a conscientização.

As pesquisas sobre o potencial dessas drogas foram  bloqueadas durante os últimos quarenta anos por elas serem consideradas "substâncias controladas". Isso as cercou de tabus e regulamentações que ainda tornam as pesquisas extremamente difíceis e caras, impedindo o trabalho de todos, exceto os mais  determinados.Tenho a felicidade de ter colaborado durante os últimos anos com os principais pesquisadores, entre os quais David Nutt do Imperial College, Valerie Curran da UCL e Roland Griffiths da Johns Hopkins University, em Maryland, EUA.

Após décadas escondida, a Cinderella da ciência está se aprontando para o baile.

No dia anterior à conferência em  Londres eu retornei da Guatemala,onde havia sido convidada pelo  presidente Otto Pérez Molina para comparecer à Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos, na bela e antiga capital de La Antigua. 

A assembleia discutiu um relatório sobre O Problema  das Drogas nas Américas, comissionado pela OEA no ano passado e lançado em uma cerimônia no palácio presidencial em Bogotá, à qual eu compareci em maio.

O relatório e o encontro marcam um  paradigma de mudança ao iniciar um diálogo intergovernamental que reconhece a necessidade de maior flexibilidade, pragmatismo e respeito por opiniões divergentes. Como disse o secretário-geral da OEA, "Nós estamos tocando em temas delicados, mas precisamos  questionar a política de drogas."

Até o representante dos EUA,  o secretário de estado John Kerry, disse que os esforços devem se concentrar no tratamento dos usuários e na educação, em vez de jogá-los nas prisões. Finalmente, um importante organismo internacional está reconhecendo que o abordagem dominante do proibicionismo para controlar o uso de drogas estabelecido nas convenções da ONU de 1961, 1971 e 1988 precisa ser revista. Há uma concordância quase unânime  na América Latina de que a "guerra contra as drogas" está perdida, com os líderes sendo cada vez mais enfáticos a respeito de sua determinação em "apertar o botão de reset", isto é, parar e recomeçar de outra forma a cuidar dessa questão.

Agora presidentes e ex-presidentes de vários países, e outras figuras importantes, reconhecem publicamente a necessidade de mudança – como expresso pela Commissão Global de Políticas sobre Drogas e pelos signatários  da Carta Pública da Beckley Foundation.O  Presidente Santos da Colômbia lançou um apelo mundial para se que se busque novas formas de lidar com o flagelo do comércio ilegal de drogas, incluindo a possibilidade de legalização e regulamentação.

O presidente  Pérez Molina, que no ano passado convidou a Beckley Foundation a aconselhá-lo a respeito de uma reforma da política de drogas, é o  principal defensor em âmbito internacional da  urgente necessidade de uma nova abordagem. Ele é acompanhado pelo presidente Santos outros líderes latino-americanos, como os  presidentes Mujica, do Uruguai, e Evo Morales, da Bolívia, cujos países sofreram tão profundamente em decorrência da abordagem proibicionista dos últimos 50 anos, e que agora buscam novas soluções para melhorar a saúde, segurança, desenvolvimento e educação.

Nós nos sentimos honrados em prestar aconselhamento ao presidente Molina e seu  governo, já que do meu ponto de vista a abordagem inapropriada do controle de drogas ilícitas causou muito mais danos do que as drogas propriamente ditas. A Beckley Foundation sempre defendeu uma abordagem baseada em provas,orientada para a saúde, redução de danos e  boa relação custo-benefício que respeite os direitos humanos.A marca de uma política de drogas bem-sucedida não deve ser a quantidade de drogas apreendidas ou a quantidade de pessoas encarceradas, mas a segurança e estabilidade das instituições de estado, além da saúde e bem-estar de seus cidadãos.

Vale lembrar que, segundo estimativas da ONU, apenas 5% da população mundial faz uso de drogas, e menos de 12% desta parcela se tornam usuários problemáticos. O mau uso de drogas deve ser tratado como problema de saúde. As pessoas que usam drogas sem prejudicar as demais não deveriam mais ser criminalizadas do que bebedores moderados de bebidas alcoólicas.

Mesmo nos EUA, o modelo de proibição está começando a ruir: em novembro passado, os estados do Colorado e Washington votaram pela legalização da posse de quantidades limitadas de cannabis – mesmo para uso recreativo. A política em relação  à cannabis está caminhando progressivamente na direção da descriminalização e regulamentação. Não poderiam todos os danos relacionados a drogas ser reduzidos com maior eficácia em um mercado estritamente regulado do que no atual regime de ilegalidade, que é completamente  sem regras (com drogas falsificadas, batizadas)?

Depois de 50 anos de proibição, o fato é que as drogas estão mais baratas e mais disponíveis do que antes. O dano colateral – particularmente em países que produzem as drogas e aqueles através dos quais elas são transportadas – é devastador. Certamente os governos em todo o mundo podem fazer um trabalho melhor para limitar os danos do que os cartéis, cuja única motivação é o lucro, e que são os principais beneficiários da atual abordagem.

domingo, 2 de junho de 2013

Efeitos da descriminalização da maconha


O policial do Departamento de Polícia do Estado de Washington Duke Roessel com Dusty. A lei passou a permitir a posse de até uma onça (28,3 gramas) de maconha por indivíduos maiores de 21 anos law decriminalized possession of up to an ounce of the drug for individuals over 21. 


Quando Dusty, um labrador preto de 19 meses, passou batido por um cachimbo cheio de marijuana durante buscas realizadas recentemente em uma casa, agiu  exatamente conforme seu parceiro esperava.
O mais novo cão farejador de drogas da polícia de Bremerton,perto de Seattle,é um dos poucos cães policiais do Estado de Washington que não são treinados para apontar a presença de maconha nas buscas. Outros departamentos de policia estão considerando ou já retreinando seus cães para também ignorarem a presença de maconha, parte da nova realidade em um estado cujos eleitores votaram pela legalização do uso da maconha antes do final do ano passado.
"Nós queríamos treinar nossos cães para detectar substâncias realmente ilegais, como heríina, metanfetamina e cocaína," disse o cuidador de Dusty, o policial Duke Roessel, que disse que Dusty encontrou 2,5 kg de metanfetamina em uma busca recente.
Os Departamentos de Polícia de Bremerton, Bellevue e Seattle, além da patrulha estadual de Washington, submeteram os cães a um treinamento de dessensibilização para a maconha ou planejam não treinar os novos para a detecção de marijuana.
A lei passou a permitir a posse de até uma onça (28,3 g) da droga para por pessoas maiores de 21 anos. Entretanto, também impediu a distribuição e o cultivo de marijuana fora do sistema aprovado.
A Polícia diz que ter uma unidade  K-9 (canina) que não  alerta para a presença de maconha irá reduzir os obstáculos para se obter um mandado de busca, pois o cão não irá indicar possíveis quantidades legais da droga. Tradicionalmente, os cães são treinados para alertar para o cheiro de marijuana, heroína, crack, cocaína e metanfetamina. Eles não são capazes de dizer qual é qual, nem a quantidade de cada droga.
Em dezembro, a Associação de Advogados de Acusação de Washington  disse aos policiais em um memorando de orientação que os cães  que alertam sobre maconha enfrentam limitações quando um mandado de busca é cumprido, mas estas "não são fatais para a determinação de causa provável."
O grupo de policiais foi instruído a salientar que o cão foi trainado para farejar maconha e o como isso é relevante para outras  informações quando eles pedem um mandado, e que um alerta de cão treinado para narcóticos ainda será relevante para equacionar a causa provável.
Em Pierce County, entretanto, o promotor Mark Lindquist disse que as autoridades estão sendo mais cautelosas com a nova lei porque os juízes poderão excluir de sua análise de causa provável a prova  farejada pelo cão. Ele tampouco está convencido de que os cães poderão ser retreinados. "Nós vamos precisar de novos cães para alertar sobre  substâncias  ilegais," disse.
Em janeiro, a Comissão de Treinamento da Justiça Criminal do Estado de Washington  excluiu a detecção de marijuana de seus padrões de certificação de equipes caninas. A mudança não proíbe os treinadores de fazê-lo, mas isso não é mais exigido.
No entanto, alguns departamentos de polícia não vão fazer nenhuma modificação. E alguns observadores dizem que uma decisão estadual da Suprema Corte em 2010, na qual  juízes se posicionaram contra pacientes que faziam uso médico da marijuana, que disseram que os policiais não tinham mais uma causa provável para para efetuar prisões imediatamente ou investigar, devido à legalização do uso medicinal da maconha.
A recente legalização  "apenas tornou lícito o porte de uma onça (28,3 gramas) de maconha por adultos. Portanto, qualquer quantidade acima disso permanece ilegal, assim como a plantação da erva e sua comercialização, e também dar um baseado (cigarro) a alguém," disse o defensor da marijuana para uso terapêutico e advogado  Douglas Hiatt.
Por motivos diferentes, o treinador Fred Helfers da Pacific Northwest Detection Dog Association concorda com Hiatt.
Mas, tendo trabalhado 20 anos como investigador de narcóticos, Helfers disse que os departamentos que abandonaram o treinamento para maconha estão tendo uma reação "impensada". Ele disse que podem deixar de tomar conhecimento da ocorrência de crimes de fato. "E o tráfico? E as pessoas portando mais de uma onça?", disse.
Apesar dissp, Helfers está ajudando os departamentos que desejam proceder ao treinamento de "extinção", que ele diz ser um método comum de modificar quais substâncias para as quais os cães devem  alertar. Isso leva cerca de 30 dias inicialmente, além de reforços diários para modificar o comportamento do cão.
"Em geral, penso que há ainda vários departamentos esperando o desenrolar dos acontecimentos para decidir o que farão com seus cães," disse Helfers.
Tudo isso provavelmente irá se repetir no Colorado, onde o uso medicinal da marijuana é permitido desde 2000e, agora, os cidadãos poderão plantar até seis pés de cannabis em suas casas. Em janeiro de 2014, as primeiras lojas autorizadas a vender maconha a maiores de 21 anos começarão a funcionar.

Há vantagens nisso, ao menos no caso do Colorado, onde as vendas serão tributadas em 15%, após a aprovação da Emenda 64, por votação popular (nos EUA, os cidadãos comuns também legislam, através de votações).

A maior prova de que a repressão ao tráfico desta droga é inútil é o fato de ela ser consumida anualmente por 25 milhões de americanos, num total de 14.000 toneladas, um mercado de valor entre US$ 45 bilhões e US$ 100 bilhões. A manutenção de prisioneiros condenados por tráfico ou uso de maconha custa ao governo US$ 1 bilhão por ano, e estima-se que haveria uma economia de US$ 13,7 bilhões anuais para os cofres públicos, considerando-se os gastos com a repressão ao tráfico e os impostos que passariam a ser arrecadados.

Entretanto, a droga vendida no Colorado, cuja qualidade varia bastante, não é barata, custando entre US$ 10,00 e US$ 335,00 o grama, de acordo com o tipo.

Aliás, neste quesito, o Colorado é um pioneiro, tendo banido a proibição ao álcool em 1932, na época da lei seca, um ano antes de sua liberação em todo o país.

Além da questão dos cães farejadores, há outros problemas, como os bafômetros, chamados breathalizers, que só detectam a presença de álcool no hálito.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A rota da cocaína



Este mapa mostra a rota do tráfico internacional de cocaína da América do Sul para a África, e de lá para a Europa. A "Via Expressa 10" é o trajeto mais curto entre os dois continentes no paralelo 10.

Calcula-se que 18 toneladas de cocaína sejam transportadas através do oeste da África, a partir de Timbuctu, no Mali.

Hordas de jovens malis são aliciadas por traficantes para levar a droga por terra em comboios pelo deserto, viajando sem parar, 24 horas por dia.

A ONU calcula que 18 toneladas de cocaína, com um valor de varejo de rua estimado em US$ 1, 25 bilhão, cruze o oeste da África anualmente – cerca de 50% de toda a cocaína não destinada aos Estados Unidos. A maior parte segue da Colômbia, Peru e Bolivia, levada para o oeste africano a bordo de jatos particulares, barcos pesqueiros e aviões cargueiros pela notória "Via Expressa 10".
No começo, o tráfico era dominado por Tuaregues e intermediários que guiavam os traficantes até locais com água e depósitos de combustível no deserto. Mas, depois que a al-Qaida tomou conta da região, cerca de 10 anos atrás, houve um grande aumento na quantidade de cocaína. Eles tinham a infra-estrutura, a rede de contatos e o conhecimento logístico.
A falta de policiamento no Saara permitiram o florescimento do islamismo e do tráfico de cocaína, com  vastas fronteiras montanhosas e inóspitas, impossíveis de patrulhar. 
Os traficantes são muito organizados, e tornam sua presença cada vez mais dificil de detectar . A drogas são também transportadas por camelos, que cruzam o deserto sem guias até um lugar entre montanhas chamado 'al-Hanq'. Os animais foram treinados sendo privados de alimento e levados várias vezes pelo mesmo trajeto, e alimentados quando chegavam a al-Hanq, até aprenderem a fazer a jornada sozinhos.



terça-feira, 23 de abril de 2013

Plantação de papoula


Um soldado afegão destrói plantações de papoula, a planta da qual se faz o ópio, em Noor Gal, província de Kunar.

Uma florzinha aparentemente tão  inocente permite produzir uma droga tão potente!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Álbum de figurinhas



Álbuns de figurinhas inspirados em uma série de TV sobre o traficante colombiano Pablo Escobar Ortiz têm despertado o receio entre a população de que possam enaltecer o criminoso falecido.

Na maior parte do mundo a garotada coleciona figurinhas de astros dos esportes, da música e de personagens de histórias em quadrinhos, mas na cidade colombiana de Medellín, do Cartel de mesmo nome, as coisas são hoje diferentes.

O álbum de 20 páginas, que oferece prêmios como aparelhos de MP3, e relogios aos colecionadores foi inspirado em uma série de televisão em rede nacional sobre a vida de Escobar, morto a tiros sobre um telhado em 1993.



Embora a procura pelos álbuns seja grande, as autoridades disseram que vão retirá-lo de circulação.

A série de TV, intitulada, Escobar, o Chefe do Mal, no ar desde maio, está gerando polêmica em torno do legado do rei da cocaína. Muitos colombianos dizem que a série enaltece Escobar, que declarou guerra ao estado Colombiano e ordenou um atentado a bomba contra o prédio do jornal El Espectador e contra um avião comercial, além do assassinato de políticos e autoridades.


terça-feira, 31 de julho de 2012

Apreensão multimilionária


Homens da polícia federal australiana vigiam um carregamento da droga crystal (metanfetamina) e heroína, avaliado em US$ 523 milhões, depois de desbaratear a ramificação em Sydney de uma quadrilha internacional de drogas de Hong Kong.

Foi o maior carregamento de crystal metanfetamina (306 quilos) já apreendido no país, e a terceira maior apreensão de  heroína (252 quilos), em uma operação que durou 11 meses, baseada em pistas fornecidas pela agência americana antidrogas DEA,  Drug Enforcement Administration.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Túnel de drogas | Drug tunnel


Esta imagem divulgada pela Agência de Repressão ao Tráfico de Drogas dos EUA, " Drug Enforcement Administration" (DEA), mostra um túnel sob a fronteira ligando um prédio comercial em San Luis, Arizona, ao México.

A passagem, de 219 metros, era equipada com iluminação e ventilação. Agentes do Departamento de Justiça dos EUA dizem que o túnel era usado para o transporte de drogas do México para o prédio comercial do lado do Arizona.



This image provided by the US Drug Enforcement Administration (DEA) shows a cross-border tunnel linking a commercial building in San Luis, Arizona to Mexico. 

The 240-yard (219m) passageway was equipped with lighting and ventilation. US Justice Department officials say the tunnel was used to transport drugs from Mexico to the commercial building on the Arizona side.



quarta-feira, 30 de maio de 2012

River patrol


Em Buenaventura, Colômbia, soldados da Marinha Colombiana patrulham o Rio Cajambre, onde um submersível de fundo de quintal com capacidade de transportar até cinco toneladas de drogas foi apreendido.


Soldiers patrol the Cajambre river. A homemade submersible with a capacity to transport up to five tonnes of drugs was seized.

 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A máquina de vender maconha


Uma firma dos Estados Unidos lançou uma máquina de vender maconha.

O dispositivo, ativado por um cartão, permite aos usuários retirar a droga, com receita médica.