Álbuns de figurinhas inspirados em uma série de TV sobre o traficante colombiano Pablo Escobar Ortiz têm despertado o receio entre a população de que possam enaltecer o criminoso falecido.
Na maior parte do mundo a garotada coleciona figurinhas de astros dos esportes, da música e de personagens de histórias em quadrinhos, mas na cidade colombiana de Medellín, do Cartel de mesmo nome, as coisas são hoje diferentes.
O álbum de 20 páginas, que oferece prêmios como aparelhos de MP3, e relogios aos colecionadores foi inspirado em uma série de televisão em rede nacional sobre a vida de Escobar, morto a tiros sobre um telhado em 1993.
Embora a procura pelos álbuns seja grande, as autoridades disseram que vão retirá-lo de circulação.
A série de TV, intitulada, Escobar, o Chefe do Mal, no ar desde maio, está gerando polêmica em torno do legado do rei da cocaína. Muitos colombianos dizem que a série enaltece Escobar, que declarou guerra ao estado Colombiano e ordenou um atentado a bomba contra o prédio do jornal El Espectador e contra um avião comercial, além do assassinato de políticos e autoridades.
O álbum de 20 páginas, que oferece prêmios como aparelhos de MP3, e relogios aos colecionadores foi inspirado em uma série de televisão em rede nacional sobre a vida de Escobar, morto a tiros sobre um telhado em 1993.
Embora a procura pelos álbuns seja grande, as autoridades disseram que vão retirá-lo de circulação.
A série de TV, intitulada, Escobar, o Chefe do Mal, no ar desde maio, está gerando polêmica em torno do legado do rei da cocaína. Muitos colombianos dizem que a série enaltece Escobar, que declarou guerra ao estado Colombiano e ordenou um atentado a bomba contra o prédio do jornal El Espectador e contra um avião comercial, além do assassinato de políticos e autoridades.

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