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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Recycling Cassiopeia A | Reciclando Cassiopeia A


As estrelas de grande massa na Via Lactea vivem vidas espetaculares. Colapsando a partir de vastas nuvens cosmicas, suas fornalhas nucleares entram em ignição e criam elementos pesados em seus nucleos. Após alguns milhões de anos, o material enriquecido é atirado de volta ao espaço interestelar, onde a formação estelar pode recomeçar. 

A nuvem de destroços em expansão chamada Cassiopeia A é um exemplo desta fase final do ciclo de vida das estrelas. A luz da explosão que criou estes remanescentes da supernova teria sido vista pela primeira vez na no céu do planeta Terra há uns 350 anos, tendo levado cerca de 11.000 anos para chegar até nós. 

Esta imagem em cores artificiais, composta de dados de imagens opiticos e de raios X do Observatorio Chandra de Raios X e do Hubble, mostra os ainda quentes filamentos e nós nos remanescentes. Eles se espalham por 30 anos-luz à distancia estimada de Cassiopeia A. 

Emissões de raios-X de altas energias de elementos especificos foram codificadas por cores, sendo o silicio em vermelho, enxofre em amarelo, calcio em verde e ferro em purpura, para ajudar os astronomos a explorar a reciclagem da materia das estrelas de nossa galaxia. 

Ainda em expansão, a onda de explosão externa é visivel em tons de azul. O ponto brilhante proximo ao centro é uma estrela de neutrons, os incrivelmente densos restos resultantes do colapso do nucleo de estrelas de grande massa.

Tradução L M Leitão da Cunha

Massive stars in our Milky Way Galaxy live spectacular lives. Collapsing from vast cosmic clouds, their nuclear furnaces ignite and create heavy elements in their cores. After a few million years, the enriched material is blasted back into interstellar space where star formation can begin anew. 

The expanding debris cloud known as Cassiopeia A is an example of this final phase of the stellar life cycle. Light from the explosion which created this supernova remnant would have been first seen in planet Earth's sky about 350 years ago, although it took that light about 11,000 years to reach us. 

This false-color image, composed of X-ray and optical image data from the Chandra X-ray Observatory and Hubble Space Telescope, shows the still hot filaments and knots in the remnant. It spans about 30 light-years at the estimated distance of Cassiopeia A. 

High-energy X-ray emission from specific elements has been color coded, silicon in red, sulfur in yellow, calcium in green and iron in purple, to help astronomers explore the recycling of our galaxy's star stuff. 

Still expanding, the outer blast wave is seen in blue hues. The bright speck near the center is a neutron star, the incredibly dense, collapsed remains of the massive stellar core.

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