Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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sábado, 4 de maio de 2019
Clouds of the Large Magellanic Cloud | Nuvens da Grande Nuvem de Magalhães
A Grande Nuvem de Magalhães (LMC) é uma visão cativante no céu do sul. Entretanto, esta profunda e detalhada visão telescopica, que levou mais de 10 meses para ser feita, vai além do que é visivel para a maioria do circumnavegadores no planeta Terra.
Abrangendo mais de 5 graus, ou o equivalente a 10 vezes o tamanho da Lua cheia, o painel de mosaico 4x4 foi construído com 3.900 fotografias, num total de 1.060 horas tempo de exposição, com filtros de banda larga e estreita. Os filtros de banda estreita são projetados para transmitir apenas a luz emitida por atomos de enxofre, hidrogenio e oxigenio.
Ionizados por luz estelar energetica, os atomos emitem sua luz caracteristica quando os eletrons são recapturados e os atomos transitam para um estado de energia mais baixo. Em consequencia disso, nesta imagem a LMC parece coberta com suas proprias nuves de gas ionizado que circundam suas jovens estrelas de grande massa.
Esculpidas pelos fortes ventos e a radiação ultravioleta, a nuvens brilhantes, dominadas pelas emissões do hidrogenio, são chamadas regiões H II (hidrogenio ionizado). |Composta ela propria de muitas regiões H II sobrepostas, a Nebulosa da Tarantula é a grande região de formação estelar à esquerda. Maior satelite da Via Lactea, a LMC tem cerca de 15.000 anos-luz de diametro e situa-se a apenas 160.000 anos-luz de distancia, na direção da constelação de Dourado.
Tradução de L M Leitão da Cunha
The Large Magellanic Cloud (LMC) is an alluring sight in southern skies. But this deep and detailed telescopic view, over 10 months in the making, goes beyond what is visible to most circumnavigators of planet Earth.
Spanning over 5 degrees or 10 full moons, the 4x4 panel mosaic was constructed from 3900 frames with a total of 1,060 hours of exposure time in both broadband and narrowband filters. The narrowband filters are designed to transmit only light emitted by sulfur, hydrogen, and oxygen atoms.
Ionized by energetic starlight, the atoms emit their characteristic light as electrons are recaptured and the atoms transition to a lower energy state. As a result, in this image the LMC seems covered with its own clouds of ionized gas surrounding its massive, young stars.
Sculpted by the strong stellar winds and ultraviolet radiation, the glowing clouds, dominated by emission from hydrogen, are known as H II (ionized hydrogen) regions. Itself composed of many overlapping H II regions, the Tarantula Nebula is the large star forming region at the left. The largest satellite of our Milky Way Galaxy, the LMC is about 15,000 light-years across and lies a mere 160,000 light-years away toward the constellation Dorado.
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