Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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domingo, 21 de abril de 2019
Spiral Aurora over Icelandic Divide | Aurora em espiral sobre a divisa islandesa
Admire a beleza mas tema a besta. A beleza é a aurora acima, aqui assumindo a forma de uma grande espiral verde, vista em meio a nuvens pitorescas com a Lua brilhante ao lado e estrelas no plano de fundo. E a besta é a onda de particulas carregadas que criam a aurora mas poderiam, um dia, prejudicar a civilização.
Em 1859, após notaveis auroras terem sido vistas por todo o globo, um pulso de particulas carregadas oriundas de uma ejeção de massa coronal (CME) associada a uma labareda solar afetou a magnetosfera da Terra de forma tão intensa que criou Evento Carrington. Uma trajetoria relativamente direta entre o Sol e a Terra pode ter sido percorrida por uma CME precedente.
O que se sabe ao certo é que o Evento Carrington comprimiu tão violentamente o campo magnetico da Terra ao ponto de gerar correntes tão fortes em fios telegraficos que varios deles soltaram faiscas e deram choques em operadores de telegrafo.
Especula-se que, se um evento da classe Carrington atingisse a Terra atualmente, poderia causar danos às redes de transmissão de energia em ambito global e a equipamentos eletronicos em uma escala jamais antes vista.
A aurora aqui mostrada foi fotografada em 2016 sobre o Lago Thingvallavatn, na Islandia, um lago que preenche parcialmente a falha que divide as grandes placas tecnotnicas terrestres Eurasiana e Norte Americana.
Tradução de L M Leitão da Cunha
Admire the beauty but fear the beast. The beauty is the aurora overhead, here taking the form of great green spiral, seen between picturesque clouds with the bright Moon to the side and stars in the background. The beast is the wave of charged particles that creates the aurora but might, one day, impair civilization.
In 1859, following notable auroras seen all across the globe, a pulse of charged particles from a coronal mass ejection (CME) associated with a solar flare impacted Earth's magnetosphere so forcefully that they created the Carrington Event. A relatively direct path between the Sun and the Earth might have been cleared by a preceding CME.
What is sure is that the Carrington Event compressed the Earth's magnetic field so violently that currents were created in telegraph wires so great that many wires sparked and gave telegraph operators shocks. Were a Carrington-class event to impact the Earth today, speculation holds that damage might occur to global power grids and electronics on a scale never yet experienced. The featured aurora was imaged in 2016 over Thingvallavatn Lake in Iceland, a lake that partly fills a fault that divides Earth's large Eurasian and North American tectonic plates.
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