Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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quarta-feira, 31 de maio de 2017
Approaching the Bubble Nebula | Approaching the Bubble Nebula
Como seria aproximar-se da Nebulosa da Bolha? Soprada pelo vento e radiação de uma estrela de grande massa, essa bolha espalha-se atualmente por sete anos-luz de diâmetro.
A estrela quente no interior é milhares de vezes mais luminosa do que o Sol, e está agora deslocada do centro da nebulosa. A visualização começa com uma aproximação direta em direção à Nebulosa da Bolha (NGC 7635), e então move-se ao redor dela enquanto continua a aproximação.
Esta visualização de lapso temporal é extrapolada de imagens com o telescópio orbital espacial Hubble e o WIYN, em Kitt Peak, Arizona, EUA. O modelo 3D em computador, no qual essa visualização se baseia inclui interpretações artísticas, e as distãncias são bastante comprimidas.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What would it look like to approach the Bubble Nebula? Blown by the wind and radiation from a massive star, this bubble now spans seven light-years in diameter.
The hot star inside is thousands of times more luminous than our Sun, and is now offset from the nebula's center. The visualization starts with a direct approach toward the Bubble Nebula (NGC 7635) and then moves around the nebula while continuing the approach.
The featured time-lapse visualization is extrapolated from images with the orbiting Hubble Space Telescope and the WIYN telescope on Kitt Peak in Arizona, USA. The 3D-computer model on which this visualization is based includes artistic interpretations, and distances are significantly compressed.
Collapse in Hebes Chasma on Mars | Colapso em Hebes Chasma em Marte
O que aconteceu em Hebes Chasma, em Marte? Hebes Chasma é uma depressão bem ao norte do enorme cânion Valles Marineris. Uma vez que a depressão não está conectada a outras particularidades da superfície, não está claro onde o material interno foi parar.
No interior de Hebes Chasma está Hebes Mensa, uma plataforma de 5 quilômetros de altura que parece ter sofrido um incomum colapso parcial — um colapso que pode estar fornecendo pistas. Esta imagem, registrada pela espaçonave robótica Mars Express da Agência Espacial Europeia, atualmente orbitando Marte, mostra grandes detalhes do abismo e a incomum indentação em forma de ferradura na plataforma central.
Material da plataforma parece ter fluído para o solo do abismo, enquanto uma possível camada escura parece ter se acumulado como tinta escorrida por uma encosta. Uma hipótese recente é a de que rochas salinas compõem algumas camadas inferiores de Hebes Chasma, com o sal se dissolvendo em fluxos de gelo derretido drenado através de buracos para um aquífero subterrâneo.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What's happened in Hebes Chasma on Mars? Hebes Chasma is a depression just north of the enormous Valles Marineris canyon. Since the depression is unconnected to other surface features, it is unclear where the internal material went.
Inside Hebes Chasma is Hebes Mensa, a 5 kilometer high mesa that appears to have undergone an unusual partial collapse — a collapse that might be providing clues. The featured image, taken by ESA's robotic Mars Express spacecraft currently orbiting Mars, shows great details of the chasm and the unusual horseshoe shaped indentation in the central mesa.
Material from the mesa appears to have flowed onto the floor of the chasm, while a possible dark layer appears to have pooled like ink on a downslope landing. A recent hypothesis holds that salty rock composes some lower layers in Hebes Chasma, with the salt dissolving in melted ice flows that drained through holes into an underground aquifer.
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terça-feira, 30 de maio de 2017
Wish You Were Here | Time
I got this soooo amazing video from my cousin, and wanna share it with you guys.
Needless to say "hope you enjoy it", right?
So, so you think you can tell Heaven from Hell, blue skies from pain.
Can you tell a green field from a cold steel rail?
A smile from a veil?
Do you think you can tell?
Did they get you to trade your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?
Cold comfort for change?
Did you exchange a walk on part in the war for a lead role in a cage?
How I wish, how I wish you were here.
We're just two lost souls swimming in a fish bowl, year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears.
Wish you were here.
In the Center of the Lagoon Nebula | No centro da nebulosa da Lagoa
O centro da Nebulosa da Lagoa é Nebula um redemoinho de espetaculares formações estelares. Visíveis embaixo, à esquerda, ao menos duas nuvens em formato de um longo funil, cada qual com cerca de meio ano-luz de comprimento, foram formadas por extremos ventos estelares e intensa luz estelar energética.
A tremendamente brilhante estrela próxima, Hershel 36, ilumina a área. Vastas paredes de poeira ocultam e avermelham outras jovens estrelas quentes. Quando a energia dessas estrelas cai nos frios gás e poeira, grandes diferenças de temperatura em regiões adjacentes podem ser criadas, gerando tesouras de vento, que podem causar os funis.
Esta foto, que se abrange cerca de 5 anos-luz, foi tirada em 1995 pelo telescópio orbital terrestre Hubble. A nebulosa da Lagoa, também chamada M8, está distante da Terra cerca de 5.000 anos luz, na direção da constelação de Sagitário, o Arqueiro.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
The center of the Lagoon Nebula is a whirlwind of spectacular star formation. Visible on the lower left, at least two long funnel-shaped clouds, each roughly half a light-year long, have been formed by extreme stellar winds and intense energetic starlight.
The tremendously bright nearby star, Hershel 36, lights the area. Vast walls of dust hide and redden other hot young stars. As energy from these stars pours into the cool dust and gas, large temperature differences in adjoining regions can be created generating shearing winds which may cause the funnels. This picture, spanning about 5 light years, was taken in 1995 by the orbiting Hubble Space Telescope. The Lagoon Nebula, also known as M8, lies about 5000 light years distant toward the constellation of Sagittarius.
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Spiral Galaxy NGC 6744 | A galáxia espiral NGC 6744
A grande e bela galáxia espiral NGC 6744 tem aproximadamente 175.000anos-luz de diâmetro, maior do que a Via Láctea. Situa-se à distância de uns 30 milhões de anos-luz , na constelação do Pavão aparecendo como um esmaecido objeto estendido em pequenos telescópios.
Nós vemos o disco do universo-ilha próximo inclinado em direção à nossa linha de visão. Este notavelmente distinto e detalhado retrato galáctico cobre uma área semelhante ao tamanho angular da Lua cheia.
Nele, o núcleo amarelado da gigantesca galáxia é dominado pela luz de velhas estrelas frias. Além do núcleo, braços espirais recheados de aglomerados de jovens estrelas azuis e regiões rosadas de formação estelar passam por uma galáxia satélite menor, embaixo, à esquerda, reminiscência da galáxia satélite da Via Láctea, a Grande Nuvem de Magalhães.
Tradução de Luiz Leitão da Cunha
Big, beautiful spiral galaxy NGC 6744 is nearly 175,000 light-years across, larger than our own Milky Way. It lies some 30 million light-years distant in the southern constellation Pavo appearing as a faint, extended object in small telescopes.
We see the disk of the nearby island universe tilted towards our line of sight. This remarkably distinct and detailed galaxy portrait covers an area about the angular size of the full moon.
In it, the giant galaxy's yellowish core is dominated by the light from old, cool stars. Beyond the core, spiral arms filled with young blue star clusters and pinkish star forming regions sweep past a smaller satellite galaxy at the lower left, reminiscent of the Milky Way's satellite galaxy the Large Magellanic Cloud.
domingo, 28 de maio de 2017
Comet Clark is near the Edge | O Cometa Clark está próximo à borda
Voando através deste estonteante campo de visão, o Cometa 71P/Clark realmente está no primeiro plano dessas nuvens cósmicas. O mosaico telescópico de 2 paineis tem as cores realçadas e cerca de 5 graus (10 Luas cheias) de diâmetro.
Ele capta a posição do esmaecido cometa na noite de 23/24 de maio a mais de 5 minutos-luz da Terra, muito próximo à linha de visão da brilhante estrela Antares e do complexo de nuvens Rô Ofiuco. No quadro, Antares, também chamada Alpha Scorpii, está embaixo ao centro, circundada por uma nuvem de poeira cósmica refetindo a luz amarelada da gigantesca estrela vermelha.
O aglomerado estelar globular M4 brilha logo à direita de Antares, mas M4 situa-se a cerca de 7.000 anos-luz de distância em comparação aos 500 anos-luz de distância de Antares.
Ligeiramente mais próxima do que Antares, a luz estelar azulada de Rô Ofiuco é refletida pela poeira em nuvens moleculares na direção do topo. É possível identificar a pequena coma e a curta cauda do cometa como um esmaecido borrão próximo ao centro da borda esquerda do quadro. Veja a impressionante cor esverdeada do cometa, produzida quando moléculas diatômicas de carbono que fluorescem sob a luz solar.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Sweeping through this stunning field of view, Comet 71P/Clark really is in the foreground of these cosmic clouds. The 2 panel telescopic mosaic is color enhanced and is about 5 degrees (10 full moons) across.
It captures the faint comet's position on the night of May 23/24 over 5 light-minutes from Earth, very near the line-of-sight to bright star Antares and the Rho Ophiuchi cloud complex. In the frame Antares, also known as Alpha Scorpii, is at bottom center surrounded by a dusty cosmic cloud reflecting the cool giant star's yellowish light.
Globular star cluster M4 shines just right of Antares, but M4 lies some 7,000 light-years away compared to Antares' 500 light-year distance.
Slightly closer than Antares, Rho Ophiuchi's bluish starlight is reflected by the dust in molecular clouds toward the top. You can spot the small coma and short tail of the comet as a faint smudge near the center of the left edge of the frame. Just look for the comet's striking greenish color, produced as diatomic carbon molecules fluoresce in sunlight.
sábado, 27 de maio de 2017
A View Toward M101 | Um olhar em direção a M101
A grande e bela galáxia espiral M101é um dos últimos registros do famoso catálogo de Charles Messier, porém definitivamente não um dos mesno importantes. Com cerca de 170.000 anos-luz de diâmetro, esta galáxia é enorme, com quase duas vezes o tamanho da Via Láctea.
M101 era também uma das nebulosas espirais originais observadas através do grande telescópio de Lord Rosse, no século 19th, o Leviatã de Parsontown. M101 divide este moderno campo de visão telescópica com pontudas estrelas em primeiro plano no interior da Via Láctea, e mais distantes galáxias de fundo.
As cores das estrelas da Via Láctea também podem ser encontradas na luz estelar do grande universo-ilha. Seu núcleo é dominado pela luz de frias estrelas amareladas. Juntamente com seus grandes braços espirais há as cores azuis de jovens estrelas mais quentes, misturadas com trilhas de poeira obscurecedora e rosadas regiões de fomação estelar. Também chamada Galáxia do Catavento, M101 situa-se dentro dos limites da constelação da Ursa maior, ao norte, distante cerca det 25 milhões de anos-luz.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Big, beautiful spiral galaxy M101 is one of the last entries in Charles Messier's famous catalog, but definitely not one of the least. About 170,000 light-years across, this galaxy is enormous, almost twice the size of our own Milky Way galaxy.
M101 was also one of the original spiral nebulae observed by Lord Rosse's large 19th century telescope, the Leviathan of Parsontown. M101 shares this modern telescopic field of view with spiky foreground stars within the Milky Way, and more distant background galaxies.
The colors of the Milky Way stars can also be found in the starlight from the large island universe. Its core is dominated by light from cool yellowish stars. Along its grand spiral arms are the blue colors of hotter, young stars mixed with obscuring dust lanes and pinkish star forming regions. Also known as the Pinwheel Galaxy, M101 lies within the boundaries of the northern constellation Ursa Major, about 25 million light-years away.
sexta-feira, 26 de maio de 2017
A Whole New Jupiter | Um Júpiter totalmente novo
Esta imagem msotra o polo sul de Júpiter, visto pela espaçonave Juno da NASA, de uma altitude de 52.000 quilômetros. os detalhes ovais são ciclones de até 1.000 quilômetros de diâmetro. Múltiplas imagens obtidas com o instrumento JunoCam em três órbitas separadas foram combinadas para mostrar todas as áreas sob luz do dia, com cores realçadas e projeção estereográfica.
os primeiros resultados científicos da missão Juno a Júpiter mostram o maior planeta do sistema solar como um mundo complexo, giganttesco e turbulento, com ciclones polares do tamanho da Terra, sistemas de tempestades que mergulham profundamente até o coração do gigante gasoso, e um enorme, granuloso campo magnético que pode indicar que ele foi gerado mais próximo à superfície do planeta do que anteriormente se pensava.
“Estamos excitados por compartilhar essas primeiras descobertas, que nos ajudam a melhor compreender o que torna Júpiter tão fascinate,” disse Diane Brown, executiva do programa Juno na sede da NASA em Washington. "Foi uma longa viagem até Júpiter, mas esses primeiros resultados já demonstram que a jornada valeu a pena.”
Juno foi lançada em 5 de agosto de 2011, entrando em órbita de Júpiter somente em 4 de julho de 2016. As descobertas da primeira passagem de coleta de dados, que voou entre 4.200 quilômetros dos topos de nuvens giratórias de Júpiter em 27 de agosto,estão sendo publicadas nesta semana na revista Science, asssim como em 44 artigos na Geophysical Research Letters.
“Nós sabíamos, ao entrar, que Júpiter nos surpreenderia,”disse Scott Bolton, principal investigador da Juno do Southwest Research Institute emSan Antonio, Texas. “Mas agora que estamos aqui, estamos descobrindo que Júpiter pode nos surpreender com coisas muito estranhas. Há tanta coisa acontecendo aqui que nós não esperávamos que tivéssemos tido de dar um passo atrás e começar a repensar sobre esse Júpiter inteiramente novo.”
Entre as descobertas que desafiam as suposições são aquelas fornecidas pela câmera da Juno, a JunoCam. As imagens mostram que ambos os polos de Júpiter são cobertos por tempestades giratórias do tamanho da Terr, que são densamente aglomeradas e se atritando.
“Estamos intrigados aobre como eles podem ter se formado, com o quão estável é a configuração, e por que o polo norte de Júpiter não se parece como o polo sul,” disse Bolton. “Estamos questionando se este é um sistema dinâmico, e se estamos vendo somente um estágio, ese durante o próximo ano,iremos vê-lo desaparecer,ou se essa é uma configuração estável e essas tempestades estão circulando ao redor umas das outras”
Outra surpresa vem do Radiômetro de Micro-ondas da Juno (MWR), que toma amostras da radiação térmica de micro-ondas da atmosfera de Júpiter, do topo das nuvens de amônia até bem fundo em sua atmosfera. Os dados do MWR indicam que os icônicos cinturões e zonas de Júpiter são misteriosos, com o cinturão próximo ao equador penetrando direto para baixo, enquanto os cinturões e zonas em outras latitudes parecem evoluir para outras estruturas. Os dados sugeram que a amônia é bastante variável e continua a aumentar tanto para baixo quanto podemos vê-la com o MWR, que são algumas centenas de milhas ou quilômetros.
Antes da missão Juno, sabia-se que Júpiter tinha o mais intenso campo magnético do sistema solar. Medições da magnetosfera do enorme planeta, pela Investigação de Magnetosfera da Juno (MAG), indicam que o campo magnético de Júpiter é ainda mais forte do que os modelos previam, e de formato mais irregular. dados do MAG indicam que o campo magnético excedeu em muito as expectativas a 7.766 Gauss, cerca de 10 vezes mais forte do que o mais potente campo magnético encontrado na Terra.
“Juno está nos proporcionando uma visão do campo magnético próximo a Júpiter que nunca antes tínhamos tido,” disse Jack Connerney, principal investigador delegado da Juno e chefe da investigação de campo magnético para a missão no Centro Goddard de Voos Espaciais em Greenbelt, Maryland. “Nós já vemos que o campo magnético parece rugoso:é mais forte em alguns lugares e mais fraco em outros. Essa distribuição desigual sugere que o campo pode ser gerate do por ação de dínamo mais próxima à superfície, aciman da camada de hidrogênio metálico. Todo sobrevoo que fazemos nos leva para mais perto de determinar onde e como o dínamo de Júpiter funciona.”
Juno também foi projetada para estudar a magnetosfera polar e a origem das potentes auroras de Júpiter—suas luzes do norte e do sul. Essas emissões de auroras são causadas por partículas que captam energia, chocando-se com moléculas atmosféricas. As observações iniciais da Juno indicam que o processo parece funcionar de forma diferente em Júpiter do que na Terra.
Juno está numa órbita polar ao redor de Júpiter, e a maioria de cada órbita é despendida bem longe do gigante gasoso. Mas, uma vez a cada 53 dias, sua trajetória se aproxima de Júpiter de acima do polo norte, onde ela inicia um trânsito de duas horas (de polo a polo) voando de norte para sul com seus oito instrumentos científicos coletando dados e sua câmera JunoCam de divulgaçao pública tirando fotos. O download dos seis megabytes de dados coletados durante o trânsito pode levar 1,5 dia.
“A cada 53 dias, gritamos por Júpiter, somos apagados por uma mangueira de incêndio de ciência Joviana, e há sempre algo novo,” disse Bolton. “Em nosso próximo sobrevoo em 11 de julho, voaremos diretamente sobre uma das mais simbólicas particularidades de todo o sistema solar — uma que todo colegial conhece — A Grande Mancha Vermelha de Júpiter. Se alguém está chegando ao fundo do que está acontecendo abaixo desses gigantescos topos de nuvens giratórias carmins, é Juno com seus instrumentos científicos que penetram nuvens.”
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
This image shows Jupiter’s south pole, as seen by NASA’s Juno spacecraft from an altitude of 32,000 miles (52,000 kilometers). The oval features are cyclones, up to 600 miles (1,000 kilometers) in diameter. Multiple images taken with the JunoCam instrument on three separate orbits were combined to show all areas in daylight, enhanced color, and stereographic projection.
Early science results from NASA’s Juno mission to Jupiter portray the largest planet in our solar system as a complex, gigantic, turbulent world, with Earth-sized polar cyclones, plunging storm systems that travel deep into the heart of the gas giant, and a mammoth, lumpy magnetic field that may indicate it was generated closer to the planet’s surface than previously thought.
“We are excited to share these early discoveries, which help us better understand what makes Jupiter so fascinating,” said Diane Brown, Juno program executive at NASA Headquarters in Washington. "It was a long trip to get to Jupiter, but these first results already demonstrate it was well worth the journey.”
Juno launched on Aug. 5, 2011, entering Jupiter’s orbit on July 4, 2016. The findings from the first data-collection pass, which flew within about 2,600 miles (4,200 kilometers) of Jupiter's swirling cloud tops on Aug. 27, are being published this week in two papers in the journal Science, as well as 44 papers in Geophysical Research Letters.
“We knew, going in, that Jupiter would throw us some curves,” said Scott Bolton, Juno principal investigator from the Southwest Research Institute in San Antonio. “But now that we are here we are finding that Jupiter can throw the heat, as well as knuckleballs and sliders. There is so much going on here that we didn’t expect that we have had to take a step back and begin to rethink of this as a whole new Jupiter.”
Among the findings that challenge assumptions are those provided by Juno’s imager, JunoCam. The images show both of Jupiter's poles are covered in Earth-sized swirling storms that are densely clustered and rubbing together.
“We're puzzled as to how they could be formed, how stable the configuration is, and why Jupiter’s north pole doesn't look like the south pole,” said Bolton. “We're questioning whether this is a dynamic system, and are we seeing just one stage, and over the next year, we're going to watch it disappear, or is this a stable configuration and these storms are circulating around one another?”
Another surprise comes from Juno’s Microwave Radiometer (MWR), which samples the thermal microwave radiation from Jupiter’s atmosphere, from the top of the ammonia clouds to deep within its atmosphere. The MWR data indicates that Jupiter’s iconic belts and zones are mysterious, with the belt near the equator penetrating all the way down, while the belts and zones at other latitudes seem to evolve to other structures. The data suggest the ammonia is quite variable and continues to increase as far down as we can see with MWR, which is a few hundred miles or kilometers.
Prior to the Juno mission, it was known that Jupiter had the most intense magnetic field in the solar system. Measurements of the massive planet’s magnetosphere, from Juno’s magnetometer investigation (MAG), indicate that Jupiter’s magnetic field is even stronger than models expected, and more irregular in shape. MAG data indicates the magnetic field greatly exceeded expectations at 7.766 Gauss, about 10 times stronger than the strongest magnetic field found on Earth.
“Juno is giving us a view of the magnetic field close to Jupiter that we’ve never had before,” said Jack Connerney, Juno deputy principal investigator and the lead for the mission’s magnetic field investigation at NASA's Goddard Space Flight Center in Greenbelt, Maryland. “Already we see that the magnetic field looks lumpy: it is stronger in some places and weaker in others. This uneven distribution suggests that the field might be generated by dynamo action closer to the surface, above the layer of metallic hydrogen. Every flyby we execute gets us closer to determining where and how Jupiter’s dynamo works.”
Juno also is designed to study the polar magnetosphere and the origin of Jupiter's powerful auroras—its northern and southern lights. These auroral emissions are caused by particles that pick up energy, slamming into atmospheric molecules. Juno’s initial observations indicate that the process seems to work differently at Jupiter than at Earth.
Juno is in a polar orbit around Jupiter, and the majority of each orbit is spent well away from the gas giant. But, once every 53 days, its trajectory approaches Jupiter from above its north pole, where it begins a two-hour transit (from pole to pole) flying north to south with its eight science instruments collecting data and its JunoCam public outreach camera snapping pictures. The download of six megabytes of data collected during the transit can take 1.5 days.
“Every 53 days, we go screaming by Jupiter, get doused by a fire hose of Jovian science, and there is always something new,” said Bolton. “On our next flyby on July 11, we will fly directly over one of the most iconic features in the entire solar system -- one that every school kid knows -- Jupiter’s Great Red Spot. If anybody is going to get to the bottom of what is going on below those mammoth swirling crimson cloud tops, it’s Juno and her cloud-piercing science instruments.”
Details of TRAPPIST-1’s Least Understood Planet | Detalhes do planeta menor compreendido de TRAPPIST-1
TRAPPIST-1 tem somente 8 por cento da massa do Sol, sendo, assim, uma estrela mais fria e menos luminosa. Abriga sete planetas de tamanho semelhante ao da Terra, três dos quais na zona habitável de sua estrela-mãe — o espectro de distâncias de uma estrela onde água em estado líquido pode se acumular na superfície de planetas rochosos. O sistema está localizado à distância de, aproximadamente, 40 anos-luz, na constelação de Aquário, e calcula-se que tenha uma idade entre 3 bilhões e 8 bilhões de anos.
Cientistas anunciaram, na coletiva de imprensa da NASA em 22 de fevereiro, que o sistema tem sete planetas do tamanho da Terra. O Telescópio espacial Spitzer da NASA, o TRAPPIST (Pequeno Telecópio de Planetas em Trãnsito e Planetesimais) no Chile e outros telescópios baseados em solo foram usados para detectar e caracterizar os planetas. Mas a colaboração só deu uma estimativa para o período de TRAPPIST-1h.
Astrônomos da Universidade de Washington utilizaram dados da espaçonave Kepler para confirmar que TRAPPIST-1h orbita sua estrela a cada 19 dias. A seis milhões de milhas de sua fria estrela anã, TRAPPIST-1h está localizado além da borda externa da zona habitável, sendo, provavelmente, demasiado frio para formas de vida como as que conhecemos.
A quantidade de energia (por unidade de área) que o planeta recebe de sua estrela é comparável à que o planeta anão Ceres, localizado no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, recebe do Sol.
A quantidade de energia (por unidade de área) que o planeta recebe de sua estrela é comparável à que o planeta anão Ceres, localizado no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, recebe do Sol.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
TRAPPIST-1 is only eight percent the mass of our sun, making it a cooler and less luminous star. It’s home to seven Earth-size planets, three of which orbit in their star's habitable zone—the range of distances from a star where liquid water could pool on the surface of a rocky planet. The system is located about 40 light-years away in the constellation of Aquarius and is estimated to be between 3 billion and 8 billion years old.
Scientists announced that the system has seven Earth-sized planets at a NASA press conference on Feb. 22. NASA's Spitzer Space Telescope, the TRAPPIST (Transiting Planets and Planetesimals Small Telescope) in Chile and other ground-based telescopes were used to detect and characterize the planets. But the collaboration only had an estimate for the period of TRAPPIST-1h.
Astronomers from the University of Washington have used data from the Kepler spacecraft to confirm that TRAPPIST-1h orbits its star every 19 days. At six million miles from its cool dwarf star, TRAPPIST-1h is located beyond the outer edge of the habitable zone, and is likely too cold for life as we know it. The amount of energy (per unit area) planet h receives from its star is comparable to what the dwarf planet Ceres, located in the asteroid belt between Mars and Jupiter, gets from our sun.
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Ganymede: The Largest Moon | Ganimedes: a maior Lua
Como é a maior lua do Sistema Solar? A lua Ganimedes de Jupite, maior até mesmo do que Mercúrio e Plutão, tem uma superfície gelada ponteada por brilhantes jovens crateras sobrepostas a uma mistura de terreno mais velho, escuro e mais cheio de crateras laceradas com sulcos e cordilheiras.
O grande detalhe circular no canto superior direito, denominado Galileo Regio, é uma antiga região de origem desconhecida. Acredita-se que Ganimedes tenha uma camada de oceano que contém mais água do que a existente na Terra, e poderia abrigar formas de vida. Assim como a Lua da Terra, Ganimedes mantém a mesma face voltada para seu planeta central, Júpiter, no caso.
Esta imagem foi registrada cerca de 20 anos atrás pela sonda Galileu da NASA, que encerrou sua missão mergulhando na atmosfera de Júpiter, em 2003. Atualmente, a espaçonave Juno da NASA orbita Júpiter e está estudando a estrutura interna do planeta gigante, entre vários atributos.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What does the largest moon in the Solar System look like? Jupiter's moon Ganymede, larger than even Mercury and Pluto, has an icy surface speckled with bright young craters overlying a mixture of older, darker, more cratered terrain laced with grooves and ridges.
The large circular feature on the upper right, called Galileo Regio, is an ancient region of unknown origin. Ganymede is thought to have an ocean layer that contains more water than Earth and might contain life. Like Earth's Moon, Ganymede keeps the same face towards its central planet, in this case Jupiter.
The featured image was taken about 20 years ago by NASA's Galileo probe, which ended its mission by diving into Jupiter's atmosphere in 2003. Currently, NASA's Juno spacecraft orbits Jupiter and is studying the giant planet's internal structure, among many other attributes.
quarta-feira, 24 de maio de 2017
Approaching Jupiter | Aproximando-se de Júpiter
Como seria a aproximação ao planeta Júpiter? Para ajudar a responder essa pergunta, uma equipe de 91 astrofotógrafos amadores tirou mais de 1.000 fotos de Júpiter a partir da Terra, com as imagens resultantes alinhadas e digitalmente fundidas neste vídeo de lapso temporal.
A obtenção das imagens começou em dezembro de 2014 e durou pouco mais de três meses. A sequência de aproximação fictícia resultante tem similaridades com o que foi visto pela espaçonave robótica Juno da NASA quando ela se aproximou pela primeira vez do astro Joviano, em julho do ano passado.
O vídeo começa com Júpiter aparecendo como uma pequena esfera próxima ao centro da imagem. Quando Júpiter se aproxima vindo de baixo, vai ficando cada sempre maior, enquanto a rotação de suas faixas de nuvens torna-se aparente.
A Grande Mancha Vermelha de Júpiter, que está se encolhendo, gira duas vezes para dentro do campo de visão, às vezes mostrando uma atividade incomum. Muitas ovais brancas são visíveis movendo-se ao redor do planeta gigante. O vídeo termina quando a espaçonave imaginária passa sobre o polo norte de Júpiter.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What would it look like to approach Jupiter? To help answer this, a team of 91 amateur astrophotographers took over 1,000 pictures of Jupiter from the Earth with the resulting images aligned and digitally merged into the featured time-lapse video.
Image taking began in 2014 December and lasted just over three months. The resulting fictitious approach sequence has similarities to what was seen by NASA's robotic Juno spacecraft as it first approached the Jovian world last July.
The video begins with Jupiter appearing as a small orb near the image center. As Jupiter nears from below, the planet looms ever larger while the rotation of its cloud bands becomes apparent.
Jupiter's shrinking Great Red Spot rotates into view twice, at times showing unusual activity. Many white ovals are visible moving around the giant planet. The video ends as the imaginary spacecraft passes over Jupiter's North Pole.
terça-feira, 23 de maio de 2017
A Zodiacal Sky over Horseshoe Bend | Um céu zodiacal sobre Horseshoe Bend
O que está causando o incomum raio de luz branca estendendo-se para cima a partir do horizonte central? É poeira orbitando o Sol. Em certas épocas do ano, uma faixa de poeira refletindo o Sol oriunda o Sistema Solar interno ergue-se proeminentemente antes do nascer-do-sol, e é chamada luz zodiacal.
A poeira se origina na maior parte de esmaecidos cometas da família Júpiter e espirala lentamente para o Sol. Na foto, diante da luz zodiacal, há uma espetacular vista de Horseshoe Bend, no Rio Colorado, EUA.
Emitida de logo abaixo, a luz zodiacal é um céu espetacular que inclui muitas estrelas brilhantes, como a Síria, inúmeros aglomerados de estrelas azuis, incluindo as Plêiades, e uma variedade de nebulosas vermelhas, dentre as quais O Laço de Barnard em Orion. A composição de 30 imagens foi obtida no começo deste mês em uma escuridão quase total a apenas seis polegadas da borda de um perigoso despenhadeiro.
Tradução de Luiz Leitão da Cunha
What's causing the unusual ray of white light extending upward from the central horizon? Dust orbiting the Sun. At certain times of the year, a band of sun-reflecting dust from the inner Solar System rises prominently before sunrise and is called zodiacal light.
The dust originates mostly from faint Jupiter-family comets and slowly spirals into the Sun. Pictured, in front of the zodiacal light, is a spectacular view of Horseshoe Bend of the Colorado River.
Emitted from well behind the zodiacal light is a spectacular sky that includes many bright stars including Sirius, several blue star clusters including the Pleiades, and an assortment of red nebula including Barnard's Loop in Orion. The 30-image composite was taken earlier this month in nearly complete darkness only six inches from the edge of a dangerous cliff.
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Wolf-Lundmark-Melotte
Com o nome dos três astrônomos responsáveis pela sua descoberta e identificação, Wolf - Lundmark - Melotte (WLM) e uma solitária galáxia anã. Visível da direção da basicamente sulina constelação Cetus, o Monstro Marinho, distante cerca de 3 milhões de anos-luz da Via Láctea, é um dos membros mais remotos do nosso grupo local de galáxias.
Na verdade, ela pode jamais ter interagido com qualquer outro grupo galáctico local. Ainda assim, características regiões rosadas de formação estelar e quentes jovens estrelas azuis pontilham o isolado universo-ilha.
Estrelas mais velhas e amareladas desaparecem no halo da pequena galáxia, que se estende por cerca de 8.000 anos-luz de diâmetro. este nítido retrato de WLM foi obtido pela câmera grande angular e telescópio de pesquisas de 268-megapixels OmegaCAM, no Observatório Paranal da ESO.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Named for the three astronomers instrumental in its discovery and identification, Wolf - Lundmark - Melotte (WLM) is a lonely dwarf galaxy. Seen toward the mostly southern constellation Cetus, about 3 million light-years from the Milky Way, it is one of the most remote members of our local galaxy group.
In fact, it may never have interacted with any other local group galaxy. Still, telltale pinkish star forming regions and hot, young, bluish stars speckle the isolated island universe.
Older, cool yellowish stars fade into the small galaxy's halo, extending about 8,000 light-years across. This sharp portrait of WLM was captured by the 268-megapixel OmegaCAM widefield imager and survey telescope at ESO's Paranal Observatory.
domingo, 21 de maio de 2017
Galaxy Group Hickson 90 | O Grupo Galáctico Hickson 90
Varrendo o céu à procura de galáxias, o astrônomo canadense Paul Hickson e seus colegas identificaram cerca de 100 grupos compactos de galáxias, agora apropriadamente denominados Grupos Compactos Hickson (HCGs).
Esta nítida imagem do Hubble mostra um desses grupos galácticos, HCG 90, em surpreendentes detalhes. Três galáxias — duas delas visíveis aqui — são reveladas em uma forte interação: uma poeirenta galáxia espiral esticada e destorcida ao centro da imagem, e duas grandes galáxias elípticas.
O encontro próximo irá desencadear uma furiosa formação estelar. Em uma escala de tempo cósmica, o cabo de guerra gravitacional irá acabar resultando na fusão do trio em uma só grande galáxia.
O processo de fusão é agora compreendido como sendo uma parte normal da evolução de galáxias, inclusive da Via Láctea. HCG 90 situa-se a cerca de 100 milhões de anos-luz da Terra, na direção da constelação do Peixe Sulino (Piscis Austrinus).
Esta imagem do Hubble estende-se por cerca de 40.000 anos-luz àquela distância estimada. É claro que os Grupos Compactos Hickson também possibilitam uma gratificante visão para astrônomos na Terra equipados com telescópios de tamanhos menores.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Scanning the skies for galaxies, Canadian astronomer Paul Hickson and colleagues identified some 100 compact groups of galaxies, now appropriately called Hickson Compact Groups (HCGs).
This sharp Hubble image shows one such galaxy group, HCG 90, in startling detail. Three galaxies — two visible here — are revealed to be strongly interacting: a dusty spiral galaxy stretched and distorted in the image center, and two large elliptical galaxies.
The close encounter will trigger furious star formation. On a cosmic timescale, the gravitational tug of war will eventually result in the merger of the trio into a large single galaxy.
The merger process is now understood to be a normal part of the evolution of galaxies, including our own Milky Way. HCG 90 lies about 100 million light-years away toward the constellation of the Southern Fish (Piscis Austrinus).
This Hubble view spans about 40,000 light-years at that estimated distance. Of course, Hickson Compact Groups also make for rewarding viewing for Earth-bound astronomers with more modest sized telescopes.
sábado, 20 de maio de 2017
Simeis 147: Supernova Remnant | Simeis 147: Remanescente de Supernova
É fácil se perder ao seguir intrincados filamentos nesta detalhada imagem do esmaecido remanescente de supernova Simeis 147. Também catalogado como Sharpless 2-240, ele tem o apelido popular de Nebulosa do Espaguete.
Visível na direção da fronteira das constelações do Touro e de Auriga, o Cocheiro, ela ocupa cerca de 3 graus ou 6 luas cheias no céu. Isso significa cerca de 150 anos-luz à distância estimada de 3.000 anos-luz da nuvem de detritos cósmicos.
Esta composição inclui dados de imagem obtidos através de filtros de banda estreita, intensificando a emissão avermelhada de átomos de hidrogênio para rastrear o gás incandescente colidido.
Os remanescentes da supernova têm uma idade estimada de 40.000 anos, o que significa que a luz da grande explosão estelar chegou à Terra há 40.000 anos. Mas os remanescentes em expansão não são a único consequência. A catástrofe cósmica também deixou para trás uma estrela de nêutrons giratória, ou pulsar, tudo o que restou do núcleo original da estrela.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
It's easy to get lost following intricate filaments in this detailed image of faint supernova remnant Simeis 147. Also cataloged as Sharpless 2-240 it goes by the popular nickname, the Spaghetti Nebula.
Seen toward the boundary of the constellations Taurus and Auriga, it covers nearly 3 degrees or 6 full moons on the sky. That's about 150 light-years at the stellar debris cloud's estimated distance of 3,000 light-years. This composite includes image data taken through narrow-band filters, enhancing the reddish emission from ionized hydrogen atoms to trace the shocked, glowing gas. The supernova remnant has an estimated age of about 40,000 years, meaning light from the massive stellar explosion first reached Earth 40,000 years ago. But the expanding remnant is not the only aftermath. The cosmic catastrophe also left behind a spinning neutron star or pulsar, all that remains of the original star's core.
sexta-feira, 19 de maio de 2017
Big Dipper Above and Below Chilean Volcanoes | A Grande Concha acima e abaixo de vulcões chilenos
Você consegue vê-la? Essa pergunta comum frequentemente precede a redescoberta de uma das mais comumente reconhecidas configurações de estrelas no céu do norte: A Grande Concha.
Esse agrupamento de estrelas é uma das poucas coisas que, provavelmente, foram vistas, e serão vistas, por todas as gerações. A Grande Concha em si não é uma constelação. Embora faça parte da constelação da Ursa Maior, a Grande Concha é um asterismo conhecido por diversos nomes por por diferentes sociedades.
Cinco das estrelas da Grande Concha estão, na verdade, proximas umas das outras no espaço e, provavelmente, se formaram aproximadamente ao mesmo tempo. A ligação de duas estrelas na parte extrema da Grande Concha leva a Polaris, a estrela do Norte, que faz parte da Pequena Concha.
Movimentos estelares relativos farão com que a Grande Concha mude lentamente sua configuração durante os próximos 100.000 anos. Fotografada no final de abril, a Grande Concha foi, na verdade, fotografada duas vezes — acima e abaixo de distantes vulcões chilenos, a mais recente refletida de uma incomumente calma lagoa.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Do you see it? This common question frequently precedes the rediscovery of one of the most commonly recognized configurations of stars on the northern sky: the Big Dipper.
This grouping of stars is one of the few things that has likely been seen, and will be seen, by every generation. The Big Dipper is not by itself a constellation. Although part of the constellation of the Great Bear (Ursa Major), the Big Dipper is an asterism that has been known by different names to different societies.
Five of the Big Dipper stars are actually near each other in space and were likely formed at nearly the same time. Connecting two stars in the far part of the Big Dipper will lead one to Polaris, the North Star, which is part of the Little Dipper.
Relative stellar motions will cause the Big Dipper to slowly change its configuration over the next 100,000 years. Pictured in late April, the Big Dipper was actually imaged twice — above and below distant Chilean volcanoes, the later reflected from an unusually calm lagoon.
quinta-feira, 18 de maio de 2017
The Multiwavelength Crab | O Caranguejo em múltiplos comprimentos de onda
A Nebulosa do Caranguejo está catalogada como M1, o primeiro objeto na famosa lista de Charles Messier de coisas que não são cometas. Na verdade, sabe-se agora que o Caranguejo é o remanescente de uma explosão de supernova, detritos em expansão da explosão fatal de uma estrela de grande massa, observada no planeta Terra em 1054 DC.
Esta admirável nova imagem oferece uma visão do século 21 da Nebulosa do Caranguejo através da apresentação de dados de imagem de todos o espectro electromagnético como comprimentos de onda de luz visível.
Do espaço, dados do Chandra (raios X), o XMM-Newton (ultravioleta), o Hubble (visível), e o Spitzer (infravermelho), aparecem em tons de roxo, azul, verde e amarelo. Do solo, dados em comprimento de ondas de rádio do Very Large Array são mostrados em vermelho. Mais exótico objeto conhedido dos astrônomos da atualidade, o Pulsar do Caranguejo, uma estrela de nêutrons que gira 30 vezes por segundo, é a mancha brilhante próxima ao centro da foto.
Como um dínamo cósmico, essas ruínas remanescentes do do núcleo estelar alimenta as amissões do Caranguejo através do espectro eletromagnético. Spanning about 12 light-years, a Nebulosa do Caranguejo está distante cerca de 6.500 anos-luz, na direção da constelação do Touro.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
The Crab Nebula is cataloged as M1, the first object on Charles Messier's famous list of things which are not comets. In fact, the Crab is now known to be a supernova remnant, expanding debris from massive star's death explosion, witnessed on planet Earth in 1054 AD.
This brave new image offers a 21st century view of the Crab Nebula by presenting image data from across the electromagnetic spectrum as wavelengths of visible light.
From space, Chandra (X-ray) XMM-Newton (ultraviolet), Hubble (visible), and Spitzer (infrared), data are in purple, blue, green, and yellow hues. From the ground, Very Large Array radio wavelength data is in shown in red. One of the most exotic objects known to modern astronomers, the Crab Pulsar, a neutron star spinning 30 times a second, is the bright spot near picture center.
Like a cosmic dynamo, this collapsed remnant of the stellar core powers the Crab's emission across the electromagnetic spectrum. Spanning about 12 light-years, the Crab Nebula is 6,500 light-years away in the constellation Taurus.
Iolanda, uma vigarista cínica, cruel e chinfrim
Ex-presidente cometeu crime grave ao criar e-mail falso e vazar mandados de prisão
José Nêumanne, O Estado de S.Paulo
17 Maio 2017
Sete fatos negam a biografia de estadista ilibada e avó inocente da ex-presidente Dilma Rousseff.
1) A pretensa heroína da democracia – Dilma jacta-se de que arriscou a vida, foi presa e torturada na ditadura militar lutando pela democracia. De fato, ela militou num grupo armado que combateu a ditadura, pôs a vida em risco e foi torturada, mas o objetivo de tais grupos não era democrático. Seus planos consistiam em substituir uma ditadura militar de direita por outra, comunista. Isso não justifica os métodos da ditadura, mas expõe uma farsa que convém desmascarar. O jornalista Luiz Cláudio Cunha apurou que, de fato, Dilma foi torturada e pelo menos um oficial do Exército foi acusado de tê-la seviciado, mas isso não a torna mártir da democracia, Aliás, ela nunca exigiu na Justiça punição para esse agressor.
2) Sua importância nos grupos armados – Durante suas campanhas eleitorais, foi acusada pela direita ignorante e de má-fé de haver participado pessoalmente de assaltos, como ao cofre herdado por Ana Caprioli, amante de Ademar de Barros, celebrizada como “doutor Rui”. Não se sabe se Dilma participou de ações armadas. Mas o fato é que ela nunca foi relacionada em nenhuma das listas preparadas pelos chefes dos grupos armados para a troca de companheiros presos por sequestrados. Isso em nada deslustra sua biografia de militante nem reduz a importância dos crimes por ela cometidos, mas mostra que foi mera tarefeira, sem maior relevância, em todos os grupos de que participou. Na luta armada talvez ela só se tenha destacado pela profusão de codinomes que usou: Estela, Vanda, Patrícia e Luíza. Manteve esse gosto pela falsidade ideológica pela vida pública afora, até mesmo durante e após sua passagem pela Presidência.
3) A falsificação do currículo acadêmico – O repórter Luiz Maklouf de Carvalho revelou, em 2009, que o currículo Lattes de Dilma continha fraudes: nele anotou que era master of science e doutoranda em Economia pela Universidade de Campinas (Unicamp). Maklouf apurou que ela começou, mas nunca concluiu o mestrado e também nunca deu início ao doutorado. O professor Ildo Sauer, da USP, ficou tão impressionado com o tal currículo que contou a amigos, por e-mail, tê-la convidado para participar da mesa na defesa de tese de um orientando dele. Ela respondeu com a má-criação de hábito: “Não tenho tempo para cuidar desse tipo de baboseiras”. Não é mesmo uma fofa?
4) A farsa da gerentona implacável – Analfabeto funcional e completamente jejuno em matérias técnicas ou de administração, Lula desprezou currículos respeitáveis de petistas competentes, como o citado Ildo Sauer e o físico Luiz Pinguelli Rosa, que foi presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Impressionado com a assessora que sempre sacava dados de um laptop, que nunca largava, nomeou-a ministra de Minas e Energia, em vez de um deles. Sauer foi diretor de Gás e Energia da Petrobrás e é o único ex-dirigente da estatal nas gestões do PT que não foi acusado de ter participado da roubalheira. Pinguelli presidiu a Eletrobrás. Ela passou, impávida, pela transformação da petroleira em fornecedora de lama moral e destruiu o sistema elétrico no Brasil. Os especialistas não resistiram ao convívio com seu estilo grosseiro: perderam os cargos subalternos e a possibilidade de avisar ao chefe sobre os desmandos que levaram à descoberta do enorme escândalo de corrupção.
5) O fatiamento da Constituição em seu proveito – Em 2016, os então presidentes do Senado, Renan Calheiros, e do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, rasuraram o artigo 52 da Constituição para lhe garantirem o direito de ser merendeira de escola, o que, aliás, seria arriscado, pois, conforme se revelaria depois, ela talvez fosse até capaz de envenenar a merenda.
6) O estelionato eleitoral – Em suas campanhas eleitorais para a Presidência, em 2010 e 2014, as únicas que disputou na vida, ela ludibriou os eleitores, sob a batuta do marqueteiro João Santana, com a produção de ficção milionária, recheada de mentiras e calúnias contra adversários, bancada por propinas de empreiteiras de obras públicas, não apenas com seu conhecimento, mas também com sua intervenção. Em delação premiada, João e Mônica contaram que, quando o pagamento via caixa 2 atrasava, ela, assim como Lula o fizera antes, cobrava pessoal e duramente. Além das delações, documentos sustentam a acusação, na ação do PSDB contra a reeleição da chapa dela com Temer de vice, com farta exposição de laranjas e abusivo uso de notas frias para forjar serviços não prestados. Será uma ignomínia se o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral deixar tais crimes impunes.
7) Clandestina em palácio – Durante o processo do impeachment, ela execrou delações, delatores (“desprezíveis”) e vazamentos seletivos. Mas, segundo Mônica, beneficiou-se de vazamentos feitos por seu ministro da Justiça e advogado no impeachment, José Eduardo Martins Cardozo. Vangloriava-se de ser honesta e nunca ter praticado atos ilícitos nem ter conta no exterior. Na delação, Mônica desmentiu-a, ao contar que Dilma usou o expediente chinfrim de pré-adolescente de usar e-mail falso e comunicar-se por rascunhos. Batizou o e-mail de Iolanda, referindo-se à mulher do ex-presidente e marechal Costa e Silva, somado a 2606, relativo a 26 de junho, data em que seus “irmãos em armas” executaram com crueldade, no portão do quartel-general do II do Exército, o recruta Mário Kozel Filho, que nunca torturou ninguém nem participou de nada reprovável. Foi morto por acaso, como sói ocorrer em atentados terroristas. Em casa, em Porto Alegre, deposta, ludibria quem lhe telefona dizendo ser Janete, estratégia usada por vigaristas que alugam terrenos na Lua e fogem de credores.
É injusto definir Iolanda/Janete como vigarista cínica, cruel e chinfrim? E dizer o que de Lula, que no-la impingiu?
*Jornalista, poeta e escritor
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quarta-feira, 17 de maio de 2017
Gemini Stars Pollux and Castor | As estrelas Pólux e Castor em Gemini
Quem são os gêmeos de Gemini? Em termos de objetos astronômicos, a famosa constelação é dominada por duas brilhantes estrelas: Pólux (esq.) e Castor (dir.). Na foto, as duas estrelas sobressaem por serem tão brilhantes, tão mutuamente próximas, tanto em ângulo quanto em intensidade de brilho, mas de cores tão diferentes. Pólux, distante 33 anos-luz, é uma gigante vermelha evoluída com o dobro da massa do Sol. Castor, distante 51 anos-luz, é uma estrela azul de sequência principal com cerca de 2,7 vezes a massa do Sol.
Sabe-se que Castor tem ao menos duas companheiras estelares, enquanto sabe-se agora que Pólux é orbitada por ao menos um planeta de grande massa.Na antiga mitologia Babilônia, Grega e Romana, Castor e Pólux representam dois irmãos gêmeos.
Atualmente, a órbita da Terra está fazendo com que o Sol pareça mudar diante da constelação de Gemini, resultando disso que, para boa parte da humanidade, Castor e Pólux permanecerão visíveis na direção oeste ao pôr-do-sol por apenas mais umas poucas semanas.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Who are the twins of Gemini? It terms of astronomical objects, the famous constellation is dominated by two bright stars: Pollux (left) and Castor (right). Pictured, the two stars stand out because they are so bright, so close together both in angle and brightness, but so different in color. Pollux, at 33 light years distant, is an evolved red giant star twice as massive as our Sun.
Castor, at 51 light years distant, is a blue main sequence star about 2.7 times more massive that our Sun. Castor is known to have at least two stellar companions, while Pollux is now known to be circled by at least one massive planet. In terms of ancient Babylonian, Greek, and Roman mythology, Castor and Pollux represent twin brothers.
Currently, the Earth's orbit is causing the Sun to appear to shift in front of the constellation of Gemini, with the result that, for much of humanity, Castor and Pollux will remain visible toward the west at sunset for only a few more weeks.
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