Pesquisar conteúdo deste blog

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

IC 342: The Hidden Galaxy | IC 342: A galaxia oculta


De tamanho similar a grandes e brilhantes galaxias espirais em nossas vizinhanças, IC 342 está distante apenas 10 milhões de anos-luz, na constelação da Girafa (Camelopardalis), ao norte. 

Um universo-ilha espraiado, IC 342 poderia ser uma destacada galaxia em nosso ceu noturno, não fosse o fato de estar oculta à nossa visão, mal podendo apenas ser  vista através do véu de estrelas, gas e nuvens de poeira ao longo do plano da Via Lactea. 

Muito embora a luz de IC 342 seja atenuada e avermelhada por nuvens cosmicas  interferentes, esta nitida imagem telescopica traça a poeira onscurecedora da propria galaxia, jovens aglomerados estelares e brilhantes róseas regiões de formação estelar ao longo dos braços espirais que se desenrolam longe do nucleo galactico. 

IC 342 pode ter sofrido um recente surto de atividade de formação estelar e está suficientemente proxima para ter influenciado gravitacionalmente a evolução do Grupo Local de Galaxias e a Via Lactea.

Tradução de L M Leitão da Cunha

Similar in size to large, bright spiral galaxies in our neighborhood, IC 342 is a mere 10 million light-years distant in the long-necked, northern constellation Camelopardalis. 

A sprawling island universe, IC 342 would otherwise be a prominent galaxy in our night sky, but it is hidden from clear view and only glimpsed through the veil of stars, gas and dust clouds along the plane of our own Milky Way galaxy. 

Even though IC 342's light is dimmed and reddened by intervening cosmic clouds, this sharp telescopic image traces the galaxy's own obscuring dust, young star clusters, and glowing pink star forming regions along spiral arms that wind far from the galaxy's core. 

IC 342 may have undergone a recent burst of star formation activity and is close enough to have gravitationally influenced the evolution of the local group of galaxies and the Milky Way.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

The Heart and Soul Nebulas | As Nebulosas do Coração e da Alma


Estão o coração e a alma de nossa galaxia localizados em Cassiopeia? Possivelmente, não, mas é la que duas  brilhantes nebulosas de emissão apelidadas de Coração e Alma podem ser encontradas. A Nebulosa do Coração, oficialmente denominada IC 1805 e visivel nesta imagem no canto inferior direito, tem um formato que lembra o simbolo classico de um coração. 

A Nebulosa da Alma é oficialmente designada IC 1871 sendo visivel no canto superior esquerdo. Ambas as nebulosas brilham forte na luz vermelha do  hidrogenio energizado. Também mostrada nesta montagem de tres cores há a luz emitida pelo enxofre, mostrada em amarelo, e pelo oxigenio, em azul. 

Inumeros jovens aglomerados estelares abertos são visiceis proximos aos centros das nebulosas. A luz vinda dessas nebulosas leva cerca de 6.000 anos para chegar até nós, as quais, juntas, estendem-se por cerca de 300 anos-luz. 

Estudos de estrelas e aglomerados como aqueles encontrados nas nebulosas do Coração e da Alma se concentraram em compreender como as estrelas de grande massa se formam e em como elas afetam seu meio ambiente.

Tradução de L M Leitão da Cunha

Is the heart and soul of our Galaxy located in Cassiopeia? Possibly not, but that is where two bright emission nebulas nicknamed Heart and Soul can be found. The Heart Nebula, officially dubbed IC 1805 and visible in the featured image on the bottom right, has a shape reminiscent of a classical heart symbol. 

The Soul Nebula is officially designated IC 1871 and is visible on the upper left. Both nebulas shine brightly in the red light of energized hydrogen. Also shown in this three-color montage is light emitted from sulfur, shown in yellow, and oxygen, shown in blue. 

Several young open clusters of stars are visible near the nebula centers. Light takes about 6,000 years to reach us from these nebulas, which together span roughly 300 light years. 

Studies of stars and clusters like those found in the Heart and Soul Nebulas have focused on how massive stars form and how they affect their environment.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Partial Eclipse over Beijing | Eclipse parcial sobre Pequim


Em 6 de janeiro, a Lua Nova elevou-se em silhueta, com o Sol visivel do nordeste da Asia. Proximo ao maximo, o emocionante eclipse parcial solar foi captado nesta vista de telefoto atraves do ceu enevoados. 

Em primeiro plano, o pavilhão Wanchun no topo da montanha que dá vista para a popular Cidade Proibida no centro de Pequim, abriga madrugadores observadores de eclipses. Este foi o primeiro dos cinco eclipses de 2019, três solares e dois lunares. O proximo será um eclipse total lunar  durante a Lua Cheia de Perigeu deste mês. 

À noite, em 21 de janeiro, aquela cena de sombra celestial será visivel do hemisferio do planeta Terra que inclui as Americas, a Europa e o oeste da Africa.

Tradução de L M Leitão da Cunha

On January 6 the New Moon rose in silhouette with the Sun seen from northeastern Asia. Near maximum, the dramatic partial solar eclipse is captured in this telephoto view through hazy skies. 

In the foreground, the hill top Wanchun pavilion overlooking central Beijing's popular Forbidden City hosts eclipse-watching early morning risers. This was the first of five, three solar and two lunar, eclipses for 2019. Next up is a total lunar eclipse during this month's Full Perigee Moon. At night on January 21, that celestial shadow play will be visible from the hemisphere of planet Earth that includes the Americas, Europe, and western Africa.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Milky Way Falls | As quedas da Via Láctea


Pode ser o local mais seco do planeta Terra, mas a água ainda corre no deserto Chileno de Atacama, no alto das montanhas. Após descobrir esse pequeno afluente com água corrente, o fotografo retornou ao local para observar a Via Lactea elevar-se no escuro céu do sul, calculando o momento em que ela e a preciosa água corrente se encontrariam. 

Na paisagem celeste panoramica noturna, estrelas e  nebulosas imersas no brilho ao longo da propria Via Lactea também compartilharam aquele momento com as galaxias satelites da Via Lactea, a Pequena e a Grande Nuvem de Magalhães sobre o horizonte, à direita. 

A brilhante estrela Beta Centauri paira bem no alto da queda d'água. Acima dela situam-se a escura vastidão da Nebulosa do Saco de Carvão e as estrelas do Cruzeiro do Sul.

Tradução de L M Leitão da Cunha

It can be the driest place on planet Earth, but water still flows in Chile's Atacama desert, high in the mountains. After discovering this small creek with running water, the photographer returned to the site to watch the Milky Way rise in the dark southern skies, calculating the moment when Milky Way and precious flowing water would meet. 

In the panoramic night skyscape, stars and nebulae immersed in the glow along the Milky Way itself also shared that moment with the Milky Way's satellite galaxies the Large and Small Magellanic clouds above the horizon at the right. 

Bright star Beta Centauri is poised at the very top of the waterfall. Above it lies the dark expanse of the Coalsack nebula and the stars of the Southern Cross.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

HESS Telescopes Explore the High-Energy Sky | Telescopios HESS exploram o céu de altas energias



Eles podem parecer modernos dinossauros mecanicos, porém são enormes olhos giratorios que observam o ceu. O Observatorio Sistema Estereoscopico de Alta Energia (H.E.S.S.) é composto de quatro telescopios com espelhos refletores de 12 metros circundando um telescopio maior que abriga um espelho de 28 metros. 

Eles são projetados para detectar  estranhas piscadas de luz azul -- radiação Cherenkov — emitida quando particulas carregadas se movem ligeiramente acima da velocidade da luz no ar. Esta luz é emitida quando um raio gama vindo de uma fonte distante atinge uma molecula na atmosfera terrestre e inicia uma chuva de particulas carregadas. 

O H.E.S.S. é sensivel a alguns dos fotons de mais alta energia (TeV) que cruzam o universo. Operando desde 2003 na Namibia, o H.E.S.S. vem procurando por materia escura e descobriu mais de 50 fontes de emissão de radiação de altas energias, inclusive remanescentes de supernovas nos centros de galaxias que contêm buracos negros supermassivos. 

Fotografados em setembro passado, os telescopios H.E.S.S. giram e fitam em sequencias de lapso temporal fotografadas em frente à Via Lactea e as Nuvens de Magalhães — quando o satelite ocasional orbitando a Terra passa.

Tradução de L M Leitão da Cunha

They may look like modern mechanical dinosaurs but they are enormous swiveling eyes that watch the sky. The High Energy Stereoscopic System (H.E.S.S.) Observatory is composed of four 12-meter reflecting-mirror telescopes surrounding a larger telescope housing a 28-meter mirror. 

They are designed to detect strange flickers of blue light -- Cherenkov radiation --emitted when charged particles move slightly faster than the speed of light in air. This light is emitted when a gamma ray from a distant source strikes a molecule in Earth's atmosphere and starts a charged-particle shower. H.E.S.S. is sensitive to some of the highest energy photons (TeV) crossing the universe. Operating since 2003 in Namibia, H.E.S.S. has searched for dark matter and has discovered over 50 sources emitting high energy radiation including supernova remnants and the centers of galaxies that contain supermassive black holes. Pictured last September, H.E.S.S. telescopes swivel and stare in time-lapse sequences shot in front of our Milky Way Galaxy and the Magellanic Clouds -- as the occasional Earth-orbiting satellite zips by.