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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Details of TRAPPIST-1’s Least Understood Planet | Detalhes do planeta menor compreendido de TRAPPIST-1


TRAPPIST-1 tem somente 8 por cento da massa do Sol, sendo, assim, uma estrela mais fria e menos luminosa. Abriga sete planetas de tamanho semelhante ao da Terra, três dos quais na zona habitável de sua estrela-mãe — o espectro de distâncias de uma estrela onde água em estado líquido pode se acumular na superfície de planetas rochosos. O sistema está localizado à distância de, aproximadamente, 40 anos-luz, na constelação de Aquário, e calcula-se que tenha uma idade entre 3 bilhões e 8 bilhões de anos.
Cientistas anunciaram, na coletiva de imprensa da NASA em 22 de fevereiro, que o sistema tem sete planetas do tamanho da Terra. O Telescópio espacial Spitzer da NASA, o TRAPPIST (Pequeno Telecópio de Planetas em Trãnsito e Planetesimais) no Chile e outros telescópios baseados em solo foram usados para detectar e caracterizar os planetas. Mas a colaboração só deu uma estimativa para o período de TRAPPIST-1h.
Astrônomos da Universidade de Washington utilizaram dados da espaçonave Kepler para confirmar que TRAPPIST-1h orbita sua estrela a cada 19 dias. A seis milhões de milhas de sua fria estrela anã, TRAPPIST-1h está localizado além da borda externa da zona habitável, sendo, provavelmente, demasiado frio para formas de vida como as que conhecemos. 

A quantidade de energia (por unidade de área) que o planeta recebe de sua estrela é comparável à que o planeta anão Ceres, localizado no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, recebe do Sol.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
TRAPPIST-1 is only eight percent the mass of our sun, making it a cooler and less luminous star. It’s home to seven Earth-size planets, three of which orbit in their star's habitable zone—the range of distances from a star where liquid water could pool on the surface of a rocky planet. The system is located about 40 light-years away in the constellation of Aquarius and is estimated to be between 3 billion and 8 billion years old.
Scientists announced that the system has seven Earth-sized planets at a NASA press conference on Feb. 22. NASA's Spitzer Space Telescope, the TRAPPIST (Transiting Planets and Planetesimals Small Telescope) in Chile and other ground-based telescopes were used to detect and characterize the planets. But the collaboration only had an estimate for the period of TRAPPIST-1h.
Astronomers from the University of Washington have used data from the Kepler spacecraft to confirm that TRAPPIST-1h orbits its star every 19 days. At six million miles from its cool dwarf star, TRAPPIST-1h is located beyond the outer edge of the habitable zone, and is likely too cold for life as we know it. The amount of energy (per unit area) planet h receives from its star is comparable to what the dwarf planet Ceres, located in the asteroid belt between Mars and Jupiter, gets from our sun.




quinta-feira, 25 de maio de 2017

Ganymede: The Largest Moon | Ganimedes: a maior Lua


Como é a maior lua do Sistema Solar? A lua Ganimedes de Jupite, maior até mesmo do  que Mercúrio e Plutão, tem uma superfície gelada ponteada por brilhantes jovens crateras sobrepostas a uma mistura de terreno mais velho, escuro e mais cheio de crateras laceradas com sulcos  e cordilheiras. 

O grande detalhe circular no canto superior direito, denominado Galileo Regio, é uma antiga região de origem desconhecida. Acredita-se que Ganimedes tenha uma camada de oceano que contém mais água do que a existente na Terra, e poderia abrigar formas de vida. Assim como a Lua da Terra, Ganimedes mantém a mesma face voltada para seu planeta central, Júpiter, no caso. 

Esta imagem foi registrada cerca de 20 anos atrás pela sonda Galileu da NASA, que encerrou sua missão mergulhando na atmosfera de Júpiter, em 2003. Atualmente, a espaçonave Juno da NASA orbita Júpiter e está estudando a estrutura interna do planeta gigante, entre vários atributos.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What does the largest moon in the Solar System look like? Jupiter's moon Ganymede, larger than even Mercury and Pluto, has an icy surface speckled with bright young craters overlying a mixture of older, darker, more cratered terrain laced with grooves and ridges. 

The large circular feature on the upper right, called Galileo Regio, is an ancient region of unknown origin. Ganymede is thought to have an ocean layer that contains more water than Earth and might contain life. Like Earth's Moon, Ganymede keeps the same face towards its central planet, in this case Jupiter. 

The featured image was taken about 20 years ago by NASA's Galileo probe, which ended its mission by diving into Jupiter's atmosphere in 2003. Currently, NASA's Juno spacecraft orbits Jupiter and is studying the giant planet's internal structure, among many other attributes.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Approaching Jupiter | Aproximando-se de Júpiter



Como seria a aproximação ao planeta Júpiter? Para ajudar a responder essa pergunta, uma equipe de 91 astrofotógrafos amadores tirou mais de 1.000 fotos de Júpiter a partir da Terra, com as imagens resultantes alinhadas e digitalmente fundidas neste vídeo de lapso temporal. 

A obtenção das imagens começou em dezembro de 2014 e durou pouco mais de três meses. A sequência de aproximação fictícia resultante tem similaridades com o  que foi visto pela espaçonave robótica Juno da NASA quando ela se aproximou pela primeira vez do astro Joviano, em julho do ano passado. 

O vídeo começa com Júpiter aparecendo como uma pequena esfera próxima ao centro da imagem. Quando Júpiter se aproxima vindo de baixo, vai ficando cada sempre maior, enquanto a rotação de suas faixas de nuvens torna-se aparente. 

A Grande Mancha Vermelha de Júpiter, que está se encolhendo, gira duas vezes para dentro do campo de visão, às vezes mostrando uma atividade incomum. Muitas ovais brancas são visíveis movendo-se ao redor do planeta gigante. O vídeo termina quando a espaçonave imaginária passa sobre o polo norte de Júpiter.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What would it look like to approach Jupiter? To help answer this, a team of 91 amateur astrophotographers took over 1,000 pictures of Jupiter from the Earth with the resulting images aligned and digitally merged into the featured time-lapse video. 

Image taking began in 2014 December and lasted just over three months. The resulting fictitious approach sequence has similarities to what was seen by NASA's robotic Juno spacecraft as it first approached the Jovian world last July. 

The video begins with Jupiter appearing as a small orb near the image center. As Jupiter nears from below, the planet looms ever larger while the rotation of its cloud bands becomes apparent. 

Jupiter's shrinking Great Red Spot rotates into view twice, at times showing unusual activity. Many white ovals are visible moving around the giant planet. The video ends as the imaginary spacecraft passes over Jupiter's North Pole.

terça-feira, 23 de maio de 2017

A Zodiacal Sky over Horseshoe Bend | Um céu zodiacal sobre Horseshoe Bend


O que está causando o incomum raio de luz branca estendendo-se para cima a partir do horizonte central? É poeira orbitando o Sol. Em certas épocas do ano, uma faixa de poeira refletindo o Sol oriunda o Sistema Solar interno ergue-se proeminentemente antes do nascer-do-sol, e é chamada luz zodiacal. 

A poeira se origina na maior parte de esmaecidos cometas da família Júpiter e espirala lentamente para o Sol. Na foto, diante da luz zodiacal, há uma espetacular vista de Horseshoe Bend, no Rio Colorado, EUA. 

Emitida de logo abaixo, a luz zodiacal é um céu espetacular que inclui muitas estrelas brilhantes, como a Síria, inúmeros aglomerados de estrelas azuis, incluindo as Plêiades, e uma variedade de nebulosas vermelhas, dentre as quais O Laço de Barnard em Orion. A composição de 30 imagens foi obtida no começo deste mês em uma escuridão quase total a apenas seis polegadas da borda de um perigoso despenhadeiro.

Tradução de Luiz Leitão da Cunha

What's causing the unusual ray of white light extending upward from the central horizon? Dust orbiting the Sun. At certain times of the year, a band of sun-reflecting dust from the inner Solar System rises prominently before sunrise and is called zodiacal light. 

The dust originates mostly from faint Jupiter-family comets and slowly spirals into the Sun. Pictured, in front of the zodiacal light, is a spectacular view of Horseshoe Bend of the Colorado River. 

Emitted from well behind the zodiacal light is a spectacular sky that includes many bright stars including Sirius, several blue star clusters including the Pleiades, and an assortment of red nebula including Barnard's Loop in Orion. The 30-image composite was taken earlier this month in nearly complete darkness only six inches from the edge of a dangerous cliff.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Wolf-Lundmark-Melotte


Com o nome dos três astrônomos responsáveis pela sua descoberta e identificação, Wolf - Lundmark - Melotte (WLM) e uma solitária galáxia anã. Visível da direção da basicamente sulina constelação Cetus, o Monstro Marinho, distante cerca de 3 milhões de anos-luz da Via Láctea, é um dos membros mais remotos do nosso grupo local de galáxias. 

Na verdade, ela pode jamais ter interagido com qualquer outro grupo galáctico local. Ainda assim, características regiões rosadas de formação estelar e quentes jovens estrelas azuis pontilham o isolado universo-ilha. 

Estrelas mais velhas e amareladas desaparecem no halo da pequena galáxia, que se estende por cerca de 8.000 anos-luz de diâmetro. este nítido retrato de WLM  foi obtido pela câmera grande angular e telescópio de pesquisas de 268-megapixels OmegaCAM, no Observatório Paranal da ESO.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Named for the three astronomers instrumental in its discovery and identification, Wolf - Lundmark - Melotte (WLM) is a lonely dwarf galaxy. Seen toward the mostly southern constellation Cetus, about 3 million light-years from the Milky Way, it is one of the most remote members of our local galaxy group. 

In fact, it may never have interacted with any other local group galaxy. Still, telltale pinkish star forming regions and hot, young, bluish stars speckle the isolated island universe. 

Older, cool yellowish stars fade into the small galaxy's halo, extending about 8,000 light-years across. This sharp portrait of WLM was captured by the 268-megapixel OmegaCAM widefield imager and survey telescope at ESO's Paranal Observatory.