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domingo, 18 de novembro de 2018

Hayabusa2 Ascends from Asteroid Ryugu | Hayabusa2 decola do Asteroide Ryugu



Conseguirá a espaçonave Hayabusa2 pousar em segurança no asteroide Ryugu? Desde sua chegada, em junho, fotos mostram que a superficie de Ryugu, com cerca de um quilômetro de extensão, é coberta por rochedos, de forma que encontrar uma area suficientemente plana para o pouso da espaçonave do tamanho de um ônibus é um desafio. 

Neste video, a sombra da espaçonava robotica japonesa Hayabusa2 é visivel na  face irregular de Ryugu enquanto subia, na semana passada, após um ensaio de pouso apenas 20 metros acima da superficie. 

Anteriormente, pequenos aterrisadores do tamanho de discos de frisbee desprendidos de Hayabusa2 fizeram contato com a superficie em forma de diamante do asteroide, e começaram a pular pelos arredores. O estudo de Ryugu poderá revelar à humanidade não só coisas a respeito da superficie e interior do pequeno planeta, mas também sobre quais materiais estavam disponiveis no Sistema Solar primordial para o desenvolvimento de vida. 

O pouso da nave-mãe Hayabusa2 está previsto para o começo do ano que vem, e espera-se que na ocasião seja feita a coleta de uma amostra do solo para ser trazida à Terra.

Tradução de LM Leitão da Cunha

Will spacecraft Hayabusa2 be able to land safely on asteroid Ryugu? Since arriving in June, pictures show that the surface of kilometer-sized Ryugu is covered with boulders, so that finding a flat enough area for the bus-sized spacecraft to touch down is proving a challenge. 

In the featured video, the shadow of Japan's robotic Hayabusa2 can be seen on the rugged face of Ryugu while ascending last week from a touchdown rehearsal only 20 meters over the surface. 

Previously, small frisbee-sized landers detached from Hayabusa2, made contact with the diamond-shaped asteroid's surface, and started hopping around. Studying Ryugu could tell humanity not only about the minor planet's surface and interior, but about what materials were available in the early Solar System for the development of life. 

The touchdown of the Hayabusa2 mother ship is slated for early next year, hopefully followed by a soil sample collection for return to Earth.

sábado, 17 de novembro de 2018

The Hill, The Moon, and Saturn | A colina, a Lua e Saturno


Domingo passado, quando a Lua era nova, seu crescente iluminado pelo sol pairava baixo proximo ao horizonte oeste, ao pôr-do-sol. Com forte brilho terrestre, ela estava acompanhada de Saturno brilhando no céu de começo de noite numa bela conjunção visivel por observadores celestes por todo o nosso agradavel planeta. 

Naquela noite clara em uma colina proxima a Veszprem, Hungria, mãe e filha, o brilhante  planeta e a jovem Lua foram fotografados nesta tranquila paisagem celeste noturna fotografada com lente de telefoto. 

A Lua, claro, envelhece muito rapidamente para alguns, e hoje à noite a parte iluminada pelo sol atingiu sua fase quarto crescente. Neste fim de semana, observadores celestes dedicando seu tempo sob a Lua e as estrelas poderão esperar ver a chuva anual de poeira de cometa normalmente chamada a chuva de meteoros das Leonidas.

Tradução de LM Leitão da Cunha


Last Sunday when the Moon was young its sunlit crescent hung low near the western horizon at sunset. With strong earthshine it was joined by Saturn shining in the early evening sky for a beautiful conjunction visible to skygazers around our fair planet. 

On that clear evening on a hill near Veszprem, Hungary mother, daughter, bright planet, and young Moon are framed in this quiet night skyscape taken with a telephoto lens. 

Of course the Moon ages too quickly for some, and by tonight the sunlit part has reached its first quarter phase. This weekend skygazers spending quality time under Moon and stars might expect to see the annual rain of comet dust otherwise known as the Leonid meteor shower.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

The Cave Nebula in Hydrogen, Oxygen, and Sulfur | A Nebulosa da Caverna em hidrogenio, oxigenio e enxofre


O que há no interior desta caverna cosmica? Um criadou estelar com 10 anos-luz de profundidade. Esta paisagem celeste é dominada pela poeirenta Sh2-155, a Nebulosa da Caverna. 

Na imagem telescopica, dados obtidos atraves de filtros de banda estreita rastreiam o brilho nebular de hidrogenio, oxigenio e enxofre, cores que, juntas, formam a Paleta do Hubble. 
Distante cerca de 2.400 anos-luz, a cena situa-se ao longo do plano da Via Lactea, na direção da constelação de Cefeu. 

Explorações astronomicas da região revelam que ela se formou na fronteira da grande nuvem molecular Cefeu B e na associação de quentes e jovens estrelas de Cefeu OB 3. 

A brilhante borda de gas hidrogenio ionizado é energizada por radiação das estrelas quentes, dominada pela estrela brilhante logo à esquerda da entrada da caverna. Frentes de ionização alimentada por radiação estão, provavelmente, desencadeando o colapso de nucleos e nova formação de estrelas no interior.

Tradução de LM Leitão da Cunha

What's inside this cosmic cave? A stellar nursery 10 light-years deep. The featured skyscape is dominated by dusty Sh2-155, the Cave Nebula. 

In the telescopic image, data taken through a narrowband filters tracks the nebular glow of hydrogen, oxygen, and sulfur, colors that together form the Hubble Palette. About 2,400 light-years away, the scene lies along the plane of our Milky Way Galaxy toward the royal northern constellation of Cepheus. 

Astronomical explorations of the region reveal that it has formed at the boundary of the massive Cepheus B molecular cloud and the hot, young stars of the Cepheus OB 3 association. 

The bright rim of ionized hydrogen gas is energized by radiation from the hot stars, dominated by the bright star just to the left of the cave entrance. Radiation driven ionization fronts are likely triggering collapsing cores and new star formation within.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Comet 46P/Wirtanen | O Cometa 46P/Wirtanen


O cometa periodico 46P/Wirtanen é atualmente o mais brilhante cometa no ceu noturno, mas demasiadamente esmaecido para ser visivel a olho nu. Em locais de ceu escuro, no entanto, ele até poderia se tornar visivel a olho nu, quando sua orbita de 5,4 anos de duração o levar à sua máxima aproximação da Terra e do Sol, em meados de dezembro. 

Fluorescente sob a luz solar, sua cabeleira esferica tem aproximadamente a metade do tamanho angular de uma Lua cheia nesta vista telescopica a partir do hemisferio sul, em 7 de novembro. Naquele momento, o cometa estava distante cerca de 2 lminutos-luz, ou 35 milhões de quilometros dos telescopios localizados na Terra, de forma que a bonita cabeleira esverdeada visivel aqui tem 150.000 quilometros de diametro. 

Ou seja, metade do tamanho de Jupiter. A pilha de imagens  digitais também revela uma cauda muito esmaecida estendendo-se na direção de 4 horas com um distante plano de fundo de galaxias notavel no canto superior esquerdo. Como visitante regular da parte mais interna do Sistema Solar, o cometa 46P/Wirtanen já foi um dia o  ponto de encontro alvo favorito para a missão de exploração de cometas Rosetta, da Agencia Espacial Europeia.

Tradução de LM Leitão da Cunha

Periodic Comet 46P/Wirtanen is now the brightest comet in the night sky, but too faint to be seen by eye. From dark sky sites it could just become naked-eye visible though, as it's 5.4 year long looping orbit takes it closest to Earth and the Sun in mid December. 

Fluorescing in sunlight, its spherical coma is about half the angular size of a full moon in this southern hemisphere telescopic view from November 7. Then the comet was about 2 light-minutes away or 35 million kilometers from Earth-bound telescopes, so the pretty greenish coma seen here is around 150,000 kilometers across. 

That makes it about the size of Jupiter. The stack of digital images also reveals a very faint tail extending toward 4 o'clock with a distant background galaxy notable at the upper left. As a regular visitor to the inner Solar System, comet 46P/Wirtanen was once the favored rendezvous target for ESA's comet exploring Rosetta mission.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

The Lagoon Nebula is Stars, Gas, and Dust | A nebulosa da Lagoa é composta de estrelas, gás e poeira


A majestosa Nebulosa da Lagoa é recheada de gás quente, e abriga inumeras jovens estrelas. Espalhando-se por 100 anos-luz de diametro e situando-se à distancia de apenas uns 5.000 anos-luz, a Nebulosa da Lagoa é tão grande e brilhante que pode ser vista sem o emprego de telescópios, na direção da constelação do Arqueiro (Sagitario). 

Muitas estrelas brilhantes são visiveis de NGC 6530, um aglomerado aberto que se formou na nebulosa há apenas vários milhões de anos. A nebulosa maior, também denominada M8 e NGC 6523, é chamada "Lagoa" devido à faixa de poeira visivel à esquerda do centro do aglomerado aberto. 

Esta imagem, obtida em três cores com detalhes  que são trazidos pela luz emitida pela formação da  Estrela de Hidrogenio continua na Nebulosa da Lagoa, conforme testemunhado pelos varios globulos  cheios de poeira que existem lá.

Tradução de LM Leitão da Cunha


The majestic Lagoon Nebula is filled with hot gas and the home for many young stars. Spanning 100 light years across while lying only about 5000 light years distant, the Lagoon Nebula is so big and bright that it can be seen without a telescope toward the constellation of the Archer (Sagittarius). 

Many bright stars are visible from NGC 6530, an open cluster that formed in the nebula only several million years ago. The greater nebula, also known as M8 and NGC 6523, is named "Lagoon" for the band of dust seen to the left of the open cluster's center. 

The featured image was taken in three colors with details are brought out by light emitted by Hydrogen Star formation continues in the Lagoon Nebula as witnessed by the many dark dust-laden globules that exist there.