Pesquisar conteúdo deste blog

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Charon Flyover from New Horizons | A New Horizon sobrevoa Caronte



E se você pudesse sobrevoar a lua Caronte de Plutão — o que veria? A espaçonave New Horizons fez exatamente isso em julho de 2015, ao passar por Plutão a Caronte com câmeras filmando. 

As imagens registradas permitiram uma reconstrução digital de boa parte da superfície de Caronte, permitindo a criação de voos fictícios sobre Caronte, criados a partir desses dados. 

Um fantasioso video de lapso temporal assim, de um minuto de duração, aparece aqui com elevações verticais e caracteristicas de cores de superficie digitalmente aprimoradas. Sua jornada começa sobre um amplo abismo que divide diferentes tipos de paisagens de Caronte, um abismo que pode ter se formado quando Caronte congelou. 

Logo você vira para o norte e sobrevoa uma colorida depressão chamada Mordor que, segundo uma hipótese, é um incomum remanescente de um antigo impacto. Sua viagem continua sobre uma paisagem alienigena cheia de crateras nunca antes vistas, montanhas e fendas. A espaçonave robotica New Horizons tem agora como objetivo o objeto 2014 MU 69 do Cinturão de Kuiper, pelo qual deverá passar no dia de Ano Novo de 2019.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

What if you could fly over Pluto's moon Charon — what might you see? The New Horizons spacecraft did just this in 2015 July as it zipped past Pluto and Charon with cameras blazing.

The images recorded allowed for a digital reconstruction of much of Charon's surface, further enabling the creation of fictitious flights over Charon created from this data. 

One such fanciful, minute-long, time-lapse video is shown here with vertical heights and colors of surface features digitally enhanced. Your journey begins over a wide chasm that divides different types of Charon's landscapes, a chasm that might have formed when Charon froze through. 

You soon turn north and fly over a colorful depression dubbed Mordor that, one hypothesis holds, is an unusual remnant from an ancient impact. Your voyage continues over an alien landscape rich with never-before-seen craters, mountains, and crevices. The robotic New Horizons spacecraft has now been targeted at Kuiper Belt object 2014 MU 69, which it should zoom past on New Year's Day 2019.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Nebula Close-up | Close-up da Nebulosa do Pelicano


A  destacada cordilheira de emissões que aparece nesta vívida paisagem celeste é denominada IC 5067. Parte de uma região de emissões maior com um formato diferenciado, popularmente chamada Nebulosa do Pelicano, a cordilheira de estende por cerca de 10 anos-luz e acompanha a curvatura da cabeça e pescoço do pelicano cósmico. As fantásticas formas escuras que se vê na imagem são nuvens de gás e poeira frios esculpidas po radiação energética vinda de jovens estrelas de grande massa. 

Mas há também estrelas em formação no interior das formas escuras. jatos duplos que emergem do ponta da longa e escura gavinha à esquerda do centro são os sinais indicadores de uma protoestrela incrustada, catalogada como Herbig-Haro 555 (HH 555). 

Na verdade, há outros objetos Herbig-Haro  indicativos da presença de protoestrelas na mesma imagem. A Nebulosa do Pelicano em si, também denominada IC 5070, está distante cerca de 2.000 anos-luz. Para encontrá-la, olhe para nordesteb da brilhante estrela Deneb, na constelação do Cisne.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

The prominent ridge of emission featured in this vivid skyscape is designated IC 5067. Part of a larger emission region with a distinctive shape, popularly called The Pelican Nebula, the ridge spans about 10 light-years and follows the curve of the cosmic pelican's head and neck. Fantastic, dark shapes inhabiting the view are clouds of cool gas and dust sculpted by energetic radiation from young, hot, massive stars. 

But stars are also forming within the dark shapes. Twin jets emerging from the tip of the long, dark tendril left of center are the telltale signs of an embedded protostar cataloged as Herbig-Haro 555 (HH 555). 

In fact, other Herbig-Haro objects indicating the presence of protostars are found within the frame. The Pelican Nebula itself, also known as IC 5070, is about 2,000 light-years away. To find it, look northeast of bright star Deneb in the high flying constellation Cygnus.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Detailed View of a Solar Eclipse Corona | View Detailed Corona Eclipse Solar


Somente na escuridão fugaz de uma eclipse total solar a luz da coroa solar torna-se facilmente visível. Normalmente encoberta pelo brilho do disco solar, a extensa coroa, que é a atmosfera externa do Sol, é uma visão encantadora. 

Entretanto, os detalhes sutis e a extrema faixa de intensidade de brilho da coroa, embora perceptíveis ao olhar, são notavelmente difíceis de fotografar. No entanto, aqui nesta foto, com o emprego de múltiplas imagens e processamento digital, vemos uma imagem detalhada da coroa solar, obtida durante a eclipse total solar de agosto de 2008, na Mongolia. 

Há camadas  intricadas e cáusticos brilhantes de uma mistura de gas quente e campos magneticos em constante mudança claramente visiveis

Brilhantes proeminências rosadas em forma de laço aparecerão logo acima da borda do Sol.Uma coroa solar similar poderá ser vista através de céu límpido em uma estreita faixa através dos EUA, durante a  eclipse total solar que ocorrerá exatamente dentro de uma semana a partir de amanhã.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Only in the fleeting darkness of a total solar eclipse is the light of the solar corona easily visible. Normally overwhelmed by the bright solar disk, the expansive corona, the sun's outer atmosphere, is an alluring sight. But the subtle details and extreme ranges in the corona's brightness, although discernible to the eye, are notoriously difficult to photograph. Pictured here, however, using multiple images and digital processing, is a detailed image of the Sun's corona taken during the 2008 August total solar eclipse from Mongolia. 

Clearly visible are intricate layers and glowing caustics of an ever changing mixture of hot gas and magnetic fields. Bright looping prominences appear pink just above the Sun's limb. A similar solar corona might be visible through clear skies in a thin swath across the USA during a total solar eclipse that occurs just one week from tomorrow.

domingo, 13 de agosto de 2017

A Day in the Life of a (mostly) Human Sundial | Um dia na vida de um relogio de sol (sobretudo) humano



Voce algum dia quis ser um gnomon? Claro, o gnomon é a parte alta de um relogio de Sol que projeta uma sombra. A sombra do gnomon se move à medida que o Sol cruza o céu, indicando o tempo pela posição da sombra na face do mostrador. 

Assim, em 19 de julho, o Grupo de Astronomia do Progymnasium Rosenfeld criou um relógio de Sol humano, com cada participante pacientemente fazendo o papel do gnomon oor 10 minutos. 

Neste video de lapso temporal de sua viagem de descoberta, uma imagem foi registrada a cada 20 segundos, das 8h às 14h, no Horario de Verão Central Europeu. Desenhadas no chão estão as marcas das horas do relogio de Sol, calculadas para mostrar a hora local para aquela data especifica. Atras, o relogio da torre mostra a hora para conferência. 

Você consegue encontrar o meio dia solar no horario local? (Dica: No meio dia solar, o Sol está no meridiano) O persistente grupo planeja uma repetição da exibição do relogio de Sol humano no proximo inverno para comparar a duração do dia e a altitude do Sol.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

Have you ever wanted to be a gnomon? Of course, a gnomon is the tall part of a sundial that casts a shadow. The gnomon's shadow moves as the Sun moves across the sky, indicating time by the shadow's position on the dial face. 

So on July 19th, the Astronomy Group of the Progymnasium Rosenfeld created a human sundial, each participant patiently playing the role of the gnomon for 10 minutes. 

In this timelapse video of their temporal voyage of discovery, one image was taken every 20 seconds from 8 am until 4 pm Central European Summer Time. Drawn on the ground are the dial hour marks calculated to show the local time for that specific date. Behind, the tower clock offers a time check. 

Can you find the local time of solar noon? (Hint: At solar noon the Sun is on the meridan.) The persistent group plans a repetition of the human sundial performance next winter to compare the length of the day and the altitude of the Sun.

sábado, 12 de agosto de 2017

A Total Solar Eclipse of Saros 145 | Uma eclipse total solar de Saros 145


Um céu escurecido abriga o brilhante planeta Venus, com a Lua nova em silhueta, e a tremeluzente coroa  solar nesta imagem de eclipse total solar. Uma composição de telefoto e fotos grande angulares simultaneas foi obtida na trajetoria de 18 anos atrás, em 11 de agosto de 1999, próximo a Kastamonu, Turquia. 

Aquela eclipse solar em particular é uma membro de Saros 145. Conhecido historicamentes as observações da órbita lunar, o Ciclo Saros prevê quando o Sol, a Terra e a Lua retornarão à mesma geometria para uma eclipse solar (ou lunar). O Ciclo Saros tem um período de 18 anos, 11 meses e 1/3 de dia. 

Eclipses separadas por um periodo Saros pertencem à mesma série numérica e são muito similares. Mas a trajetoria da totalidade para eclipses solares consecutivas no mesmo Saros muda através da Terra porque o planeta gira por mais 8 horas durante o dia fracionário do ciclo. 

Assim, a proxima eclipse solar de Saros 145 tambem será uma eclipse total, e a estreita trajetoria de totalidade irá percorrer os Estados Unidos de costa a costa, em 21 de agosto de 2017.

Tradução de Luiz M.Leitão da Cunha

A darkened sky holds bright planet Venus, the New Moon in silhouette, and the shimmering corona of the Sun in this image of a total solar eclipse. A composite of simultaneous telephoto and wide angle frames it was taken in the path of totality 18 years ago, August 11, 1999, near Kastamonu, Turkey. 

That particular solar eclipse is a member of Saros 145. Known historically from observations of the Moon's orbit, the Saros cycle predicts when the Sun, Earth, and Moon will return to the same geometry for a solar (or lunar) eclipse. The Saros has a period of 18 years, 11 months and 1/3 days. 

Eclipses separated by one Saros period belong to the same numbered Saros series and are very similar. But the path of totality for consecutive solar eclipses in the same Saros shifts across the Earth because the planet rotates for an additional 8 hours during the cycle's fractional day. 

So the next solar eclipse of Saros 145 will also be a total eclipse, and the narrow path of totality will track coast to coast across the United States on August 21, 2017.

A Sagittarius Triplet | Um trio em Sagitário


Essas três nebulosas brilhantes são frequentemente mostradas em tours telescópicos da constelação de Sagitário, e estão cheios de campos estelares da faixa central da Via Láctea. De fato, no século 18, o turista cósmico Charles Messier catalogou duas delas: M8, a grande nebulosa acima e à esquerda do centro, e a colorida M20 próxima à parte inferior da imagem. 

A terceira região de emissões inclui NGC 6559, à direita de M8 e separada da nebulosa maior por uma trilha de poeira escura. Todas as três são criadouros estelares distantes cerca de cinco mil anos-luz. Com mais de cem anos-luz de diâmetro, a grande M8 é também chamada Nebulosa da Lagoa. O nome popular de M20 é o Tridente. 

O gás hidrogênio incandescente cria a cor vermelha predominante da nebulosa de emissões. Em um forte contraste, os tons azuis no Tridente se devem à luz estelar refletida pela poeira. A colorida paisagem estelar composta foi registrada através de dois telescópios diferentes, para captar um amplo campo de imagem da área e close-ups individuais de resolução mais alta.

Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha

These three bright nebulae are often featured on telescopic tours of the constellation Sagittarius and the crowded starfields of the central Milky Way. In fact, 18th century cosmic tourist Charles Messier cataloged two of them; M8, the large nebula above and left of center, and colorful M20 near the bottom of the frame. 

The third emission region includes NGC 6559, right of M8 and separated from the larger nebula by a dark dust lane. All three are stellar nurseries about five thousand light-years or so distant. Over a hundred light-years across the expansive M8 is also known as the Lagoon Nebula. M20's popular moniker is the Trifid. 

Glowing hydrogen gas creates the dominant red color of the emission nebulae. In striking contrast, blue hues in the Trifid are due to dust reflected starlight. The colorful composite skyscape was recorded with two different telescopes to capture a widefield image of the area and individual close-ups at higher resolution.