Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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quinta-feira, 16 de maio de 2013
Quatro labaredas classe X
Dançando ao redor da borda leste do Sol segunda-feira passada,um grupo de manchas solares denominado região ativa AR1748 produziu as primeiras quatro labaredas solares Classe X de 2013, em menos de 48 horas.
Em sequência temporal no sentido horário a partir do canto superior esquerdo, aparecem clarões das quatro labaredas, captados em imagens de ultravioleta extremo pelo Observatório de Dinâmica Solar (SDO).
Classificadas de acordo com seu grau de brilho máximo em raios X, as labaredas da classe X são as mais potentes, e são frequentemente acompanhadas de ejeções de massa coronal (CMEs), enormes nuvens de plasma de alta energia lançadas para o espaço.
Entretanto, as CMEs das três primeiras labaredas não foram dirigidas à Terra, enquanto uma, associada à quarta labareda poderá chegar por um breve momento ao campo magnético da Terra em 18 de maio.
Também causadora de blecautes temporários de rádio, AR1748 provavelmente não terminou. Ainda considerada com alta probabilidade de produzir fortes labaredas, a região ativa está girando e irá tornar visível mais diretamente através do lado do Sol voltado para a Terra.
Swinging around the Sun's eastern limb on Monday, a group of sunspots labeled active region AR1748 has produced the first four X-class solar flares of 2013 in less than 48 hours.
In time sequence clockwise from the top left, flashes from the four were captured in extreme ultraviolet images from the Solar Dynamics Observatory.
Ranked according to their peak brightness in X-rays, X-class flares are the most powerful class and are frequently accompanied by coronal mass ejections (CMEs), massive clouds of high energy plasma launched into space.
But CMEs from the first three flares were not Earth-directed, while one associated with the fourth flare may deliver a glancing blow to the Earth's magnetic field on May 18.
Also causing temporary radio blackouts, AR1748 is likely not finished. Still forecast to have a significant chance of producing strong flares, the active region is rotating into more direct view across the Sun's nearside.
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