Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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segunda-feira, 20 de maio de 2013
A Supernova de Kepler em raios X
O que teria causado esta bagunça? Algum tipo de estrela explodiu para criar a nebulosa de forma incomum conhecida como restos da supernova de Kepler, mas qual tipo?
A luz da explosão estelar que criou esta nuvem cósmica energizada foi vista pela primeira vez no planeta Terra em outubro de 1604, apenas quatrocentos anos atrás. A supernova produziu uma brilhante nova estrela no céu do começo do século 17, na constelação de Ofiuco.
Ela foi estudada pelo astrônomo Johannes Kepler e seus contemporâneos, sem a vantagem de dispor de um telescópio, quando buscavam uma explicação para a aparição celestial.
Com a compreensão atual a respeito da evolução estelar, os astrônomos do começo do século 21 continuam a explorar a nuvem de detritos em expansão, agora dispondo de telescópios orbitais de pesquisas para explorar os restos da supernova (SNR) de Kepler ao longo do espectro eletromagnético.
Dados e imagens recentes em raios X dos restos da supernova de Kepler obtidos por meio do Observatório Orbital Chandra de Raios X mostraram a abundância relativa de elementos típica de supernovas Tipo Ia, além de indicarem que a estrela que os gerou era uma anã branca que explodiu quando acumulou matéria em excesso de uma estrla companheira Gigante Vermelha, ultrapassando o limite de Chandrasekhar (a máxima massa possível para estrelas do tipo anã branca).
Distante cerca de 13.000 anos-luz, a supernova de Kepler representa a mais recente explosão estelar observada a ocorrer na galáxia da Via Láctea.
What caused this mess? Some type of star exploded to create the unusually shaped nebula known as Kepler's supernova remnant, but which type?
Light from the stellar explosion that created this energized cosmic cloud was first seen on planet Earth in October 1604, a mere four hundred years ago. The supernova produced a bright new star in early 17th century skies within the constellation Ophiuchus.
It was studied by astronomer Johannes Kepler and his contemporaries, without the benefit of a telescope, as they searched for an explanation of the heavenly apparition. Armed with a modern understanding of stellar evolution, early 21st century astronomers continue to explore the expanding debris cloud, but can now use orbiting space telescopes to survey Kepler's supernova remnant (SNR) across the spectrum.
Recent X-ray data and images of Kepler's supernova remnant taken by the orbiting Chandra X-ray Observatory has shown relative elemental abundances typical of a Type Ia supernova, and further indicated that the progenitor was a white dwarf star that exploded when it accreted too much material from a companion Red Giant star and went over Chandrasekhar's limit (the maximum amount of mass for white dwarf stars).
About 13,000 light years away, Kepler's supernova represents the most recent stellar explosion seen to occur within our Milky Way galaxy.
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