Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Simeis 147
É fácil se confundir ao tentar acompanhar os intrincados filamentos deste detalhado mosaico formado pela imagem dos esmaecidos restos da supernova Simeis 147 (S147).
Também catalogada como Sh2-240, ela se estende por cerca de 3 graus, ou o equivalente a seis luas cheias no céu. Isso corresponde a cerca de 150 anos-luz, com uma distância estimada de 3.000 anos luz em relação à Terra. À direita da imagem pode-se ver a brilhante estrela Elnath (Beta Tauri), na direção das consteações vizinhas do Touro e de Auriga, O Cocheiro, quase diametralmente oposta ao centro galáctico no céu da Terra.
Esta nítida imagem composta é formada por dados obtidos através de um filtro de banda estreita que ressalta as emissões de átomos de hidrogênio percorrendo a massa de gás incandescente.
Os restos da supernova têm uma idade aproximada de 40.000 anos, o que significa que luz da explosão da estrela de grande massa chegou à Terra há 40 mil anos. Mas os restos em expansão que se vê na foto não são tudo. A catástrofe cósmica também criou uma estrela de nêutros giratória, ou pulsar, que é tudo o que restou do núcleo original da estrela.
It's easy to get lost following the intricate filaments in this detailed mosaic image of faint supernova remnant Simeis 147 (S147). Also cataloged as Sh2-240, it covers nearly 3 degrees or 6 full moons on the sky.
That's about 150 light-years at the stellar debris cloud's estimated distance of 3,000 light-years. Anchoring the frame at the right, bright star Elnath (Beta Tauri) is seen towards the boundary of the constellations Taurus and Auriga, almost exactly opposite the galactic center in planet Earth's sky.
This sharp composite includes image data taken through a narrow-band filter to highlight emission from hydrogen atoms tracing the shocked, glowing gas. The supernova remnant has an estimated age of about 40,000 years, meaning light from the massive stellar explosion first reached Earth 40,000 years ago.
But the expanding remnant is not the only aftermath. The cosmic catastrophe also left behind a spinning neutron star or pulsar, all that remains of the original star's core.
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