A Voyager 1 foi lançada com sua irmâ gêmea Voyager 2 pela Nasa, em 1977.
A Voyager 1 viaja a velocidade pouco abaixo de 11 milhas por segundo (11,7 km/s), enviando informações de uma distância de quase 11 billhões de milhas em relação ao Sol.
Ela está preses a se tornar o primeiro objeto feito pelo homem a sair do Sistema Solar,
embora a Nasa a diga que a Voyager 1 ainda deverá levar vários meses a anos antes de penetrar completamento no espaço interstelar. Depois, será a vez da Voyager 2.
Ed Stone, scientista do projeto Voyager do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Caltech, em Pasadena, disse: "A Voyager nos informa agora que estamos numa região de estagnação, sem progressos, na camada mais externa da bolha ao redor do nosso sistema solar. A Voyager está mostrando que o há no exterior dali a está empurrando de volta.
"Não devemos ter de esperar muito para descobrir como é o espaço interestelar."
A missão inicial, principal, das espaçonaves foi a exploração de Júpiter e Saturno.
Após realizar importantas descobertas a missão foi estendida, por conta da duração maior do que o esperado do contato via rádio com a missão.
Rob Decker, co-investigator do Instrumento de Partículas Carregadas de Baixa Energia da Voyager, do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, disse: "Nós utilizamos o fluxo de partículas energeticamente carregadas da Voyager 1 como uma espécie de biruta (de vento) para estimar a velocidade do vento solar. Nós descobrimos que a velocidade do vento é baixa nessa região e tem rajadas erráticas. Pela primeira vez, o vento chega a soprar de volta, contra nós. Nós estamos claramente viajando por um território totalmente novo para nós. Cientistas haviam sugerido anteriormente que poderia haver uma camada de estagnação, mas não tinha certeza disso até agora."
As Voyager 1 e 2 carregam ambas gravador fonógrafo de cobre folheado a ouro.
O gravador guarda mais de 100 fotografias da Terra, uma seleção de cumprimentos em idiomas variados e inúmeros sons da Terra.
Carl Sagan e Ann Druyan escreveram numa introdução de uma versão em CD uma versão da gravação que "daqui a bilhões de anos, quando tudo que nós fizemos na Terra houver virado pó (esse é o nosso destino inexorável), quando os continentes tiverem se modificado tanto que terão se tornado irreconheciveis, e nossa espécie houver sofrido mutações inimagináveis ou se extinguido, a gravação na Voyager falará por nós."
As Voyagers têm combustível e energia suficientes para operar ao menos até 2020.
Está previsto que naquela data a Voyager 1 estará a 12,4 bilhões de milhas do Sol, enquanto a Voyager 2 estará distante 10,5 bilhões de milhas.
Como se vê nesse caso, as Voyagers terão levado cerca de 40 anos para ir da Terra ao início do espaço interestelar. São, assim, nulas as nossas chances de chegar a outros planetas, como o recém-descoberto Kepler-22b, distante 600 mil anos-luz.
A humanidade teve começo, tem meio, e terá, irremediavelmente, um fim.
A missão inicial, principal, das espaçonaves foi a exploração de Júpiter e Saturno.
Após realizar importantas descobertas a missão foi estendida, por conta da duração maior do que o esperado do contato via rádio com a missão.
Rob Decker, co-investigator do Instrumento de Partículas Carregadas de Baixa Energia da Voyager, do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, disse: "Nós utilizamos o fluxo de partículas energeticamente carregadas da Voyager 1 como uma espécie de biruta (de vento) para estimar a velocidade do vento solar. Nós descobrimos que a velocidade do vento é baixa nessa região e tem rajadas erráticas. Pela primeira vez, o vento chega a soprar de volta, contra nós. Nós estamos claramente viajando por um território totalmente novo para nós. Cientistas haviam sugerido anteriormente que poderia haver uma camada de estagnação, mas não tinha certeza disso até agora."
As Voyager 1 e 2 carregam ambas gravador fonógrafo de cobre folheado a ouro.
O gravador guarda mais de 100 fotografias da Terra, uma seleção de cumprimentos em idiomas variados e inúmeros sons da Terra.
Carl Sagan e Ann Druyan escreveram numa introdução de uma versão em CD uma versão da gravação que "daqui a bilhões de anos, quando tudo que nós fizemos na Terra houver virado pó (esse é o nosso destino inexorável), quando os continentes tiverem se modificado tanto que terão se tornado irreconheciveis, e nossa espécie houver sofrido mutações inimagináveis ou se extinguido, a gravação na Voyager falará por nós."
As Voyagers têm combustível e energia suficientes para operar ao menos até 2020.
Está previsto que naquela data a Voyager 1 estará a 12,4 bilhões de milhas do Sol, enquanto a Voyager 2 estará distante 10,5 bilhões de milhas.
Como se vê nesse caso, as Voyagers terão levado cerca de 40 anos para ir da Terra ao início do espaço interestelar. São, assim, nulas as nossas chances de chegar a outros planetas, como o recém-descoberto Kepler-22b, distante 600 mil anos-luz.
A humanidade teve começo, tem meio, e terá, irremediavelmente, um fim.
The Voyager 1 spacecraft is close to leaving the Solar System and into the uncharted
territory of the Milky Way after more than three decades in space.
Voyager 1 was launched with its twin, Voyager 2, by the US National
Aeronautics and Space Administration (Nasa) in 1977.
Voyager 1 is travelling at just under 11 miles per second and sending
information from nearly 11 billion miles away from the sun.
It is about to become the first man-made object to leave the Solar System,
although Nasa expects it to take between several months and years before it
completely enters interstellar space. Voyager 2 will follow later.
Ed Stone, the Voyager project scientist at the California Institute of
Technology in Pasadena, said: "Voyager tells us now that we're in a
stagnation region in the outermost layer of the bubble around our solar
system. Voyager is showing that what is outside is pushing back.
"We shouldn't have long to wait to find out what the space between stars
is really like."
The primary mission for the spacecrafts was the exploration of Jupiter and
Saturn.
After uncovering important findings the mission was extended, with the radio
contact with mission control lasting longer than had been expected.
Rob Decker, a Voyager Low-Energy Charged Particle Instrument co-investigator
from the Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory, said: "We've
been using the flow of energetic charged particles at Voyager 1 as a kind of
wind sock to estimate the solar wind velocity. We've found that the wind
speeds are low in this region and gust erratically. For the first time, the
wind even blows back at us. We are evidently traveling in completely new
territory. Scientists had suggested previously that there might be a
stagnation layer, but we weren't sure it existed until now."
Voyager 1 and 2 both hold a a gold-coated copper phonograph record.
The record contains over 100 photographs of earth, a selection of greetings
from languages around the world and a variety of sounds from the Earth.
Carl Sagan and Ann Druyan wrote in an introduction to a CD version of the
record that "billion years from now, when everything on Earth we've
ever made has crumbled into dust, when the continents have changed beyond
recognition and our species is unimaginably altered or extinct, the Voyager
record will speak for us."
The Voyagers have enough power and fuel to operate until at least 2020.
It is predicted by that point that Voyager 1 will be 12.4 billion miles from
the Sun, whilst Voyager 2 will be 10.5 billion miles away.
As one can see in this case, the Voyagers will have taken about 40 years to go from Earth to the very edge of the interstellar space.
Thus, the chances are none that we reach other planets, like the newly discovered
Kepler-22b, 600 thousand light-years distant from Earth.
Humanity had a beginning; it is, say, in the middle of its existence, and will inexorably come to an end.

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