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Onze pessoas foram acusadas pela Justiça americana de roubar os números de 40 milhões de cartões de crédito e débito, o maior caso do gênero já registrado no país.
Os presos são um estônio, um bielorusso,dois chineses, três americanos e três ucranianos. Eles são acusados de conspiração, fraude, roubo de identidades, e invasão de computadores, segundo as promotorias de Boston, Nova York e California.
A gangue agia percorrendo vários bairros, em busca de redes sem-fio. Quando as detectavam, invadiam-nas e conseguiam entrar nos sistemas de grandes empresas de varejo, como a TJX, a Office Max e as livrarias Barnes & Noble.
Uma vez na rede, capturavam os dados bancários de milhões de pessoas, além dos números de cartões de crédito e débito com as respectivas senhas.
Os dados furtados eram armazenados em servidores do Leste Europeu e dos estados Unidos, para ser depois vendidos a outros deliqüentes cibernéticos pela internet. No fim do processo, essas informações eram gravadas em cartões novos e usadas em caixas automáticos para o saque de quantias variadas.
A promotoria aponta Albert Segvec Gonzalez como o cabeça da organização criminosa, condenado à prisão perpétua por delitos variados.
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