O gás metano, um dos que mais contribuem para o agravamento do efeito estufa, pode tornar-se um substituto para o petróleo. É o velho e conhecido gás dos pântanos, que pode também ser extraído do lixo e de qualquer material orgânico em decomposição.
Blocos de metano estão presentes nos litorais, abaixo do solo marinho, especialmente no Ártico, e sete potências mundiais pesquisam este que pode ser um bom substituto para o óleo cru.
A forma mais comum em que é encontrado o gás é o hidrato de metano, no qual 20 moléculas de H2O se dispõem nos 20 vértices de um docecaedro, formando uma jaula que aprisiona uma molécula de metano (CH4). Um espécie de gelo, que ocupa os poros dos sedimentos oceânicos, e só é estãvel a mais de 500 metros de profundidade de água.
Pesquisadores calculam que os hidratos de gás de todo o planeta contêm mais de 20 bilhões de toneladas de carbono, em forma de metano, o que dá o dobro ou o triplo da reserva mundial de combustíveis fósseis, onde o carbono se encontra na forma de petróleo, carvão e gás natural. Na verdadem os hidratos de gás também são combustíveis fósseis, porque seu metano é oriundo da atividade de antigas bactérias. estes depósitos estão por todo o sedimento oceânico dos litorais continentais, muitas vezes enterrados 1000 metros sob o solo marinho.
Até agora, os depósitos terrestres da região Ártica são os únicos que têm uma saturação de hidratos nos sedimentos alta o suficiente para serem considerados economicamente viáveis, especialmente no Mar de Bering.
Os dodecaedros que formam uma cápsula, ou jaula, são um modo especial de congelamento da água, que ocorre a temperaturas acima de 0ºC, graças às altas pressões a grandes profundidades. Baixando-se a pressão, a cápsula se desagrega, deixando escapar a molécula de metano. O gás, então, sobe por uma tubulação.
Outros método de recuperar este metano chama-se injeção térmica, e consiste em bombear água quente para dentro do sedimento. Equivalente à redução da pressão, o aumento da temperatura desestabiliza a estrutura do hidrato do gás, e o metano é liberado.
Pode-se, ainda, injetar dióxido de carbono (CO2) para substituí-lo pelo metano no interior das cápsulas, com a vantagem de servir como um método de seqüestro do carbono atmosférico, causador do efeito estufa.
O problema com a utilização dos hidratos de gás é que ocorrem em minas pequenas, dispersas pelo solo oceânico.
Os governos do Canadá, Alemanha, Rússia. Austrália e Japão também pesquisam os hidratos de gás. Reservas do Alaska são especialmente visadas.
Os hidratos de gás podem liberar borbulhas enormes de metano, que podem ser a causa dos misteriosos naufrágios do Triângulo das Bermudas.
Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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domingo, 6 de julho de 2008
Um substituto do petróleo?
O gás metano, um dos que mais contribuem para o agravamento do efeito estufa, pode tornar-se um substituto para o petróleo. É o velho e conhecido gás dos pântanos, que pode também ser extraído do lixo e de qualquer material orgânico em decomposição.
Blocos de metano estão presentes nos litorais, abaixo do solo marinho, especialmente no Ártico, e sete potências mundiais pesquisam este que pode ser um bom substituto para o óleo cru.
A forma mais comum em que é encontrado o gás é o hidrato de metano, no qual 20 moléculas de H2O se dispõem nos 20 vértices de um docecaedro, formando uma jaula que aprisiona uma molécula de metano (CH4). Um espécie de gelo, que ocupa os poros dos sedimentos oceânicos, e só é estãvel a mais de 500 metros de profundidade de água.
Pesquisadores calculam que os hidratos de gás de todo o planeta contêm mais de 20 bilhões de toneladas de carbono, em forma de metano, o que dá o dobro ou o triplo da reserva mundial de combustíveis fósseis, onde o carbono se encontra na forma de petróleo, carvão e gás natural. Na verdadem os hidratos de gás também são combustíveis fósseis, porque seu metano é oriundo da atividade de antigas bactérias. estes depósitos estão por todo o sedimento oceânico dos litorais continentais, muitas vezes enterrados 1000 metros sob o solo marinho.
Até agora, os depósitos terrestres da região Ártica são os únicos que têm uma saturação de hidratos nos sedimentos alta o suficiente para serem considerados economicamente viáveis, especialmente no Mar de Bering.
Os dodecaedros que formam uma cápsula, ou jaula, são um modo especial de congelamento da água, que ocorre a temperaturas acima de 0ºC, graças às altas pressões a grandes profundidades. Baixando-se a pressão, a cápsula se desagrega, deixando escapar a molécula de metano. O gás, então, sobe por uma tubulação.
Outros método de recuperar este metano chama-se injeção térmica, e consiste em bombear água quente para dentro do sedimento. Equivalente à redução da pressão, o aumento da temperatura desestabiliza a estrutura do hidrato do gás, e o metano é liberado.
Pode-se, ainda, injetar dióxido de carbono (CO2) para substituí-lo pelo metano no interior das cápsulas, com a vantagem de servir como um método de seqüestro do carbono atmosférico, causador do efeito estufa.
O problema com a utilização dos hidratos de gás é que ocorrem em minas pequenas, dispersas pelo solo oceânico.
Os governos do Canadá, Alemanha, Rússia. Austrália e Japão também pesquisam os hidratos de gás. Reservas do Alaska são especialmente visadas.
Os hidratos de gás podem liberar borbulhas enormes de metano, que podem ser a causa dos misteriosos naufrágios do Triângulo das Bermudas.
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