Pesquisar conteúdo deste blog

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Tráfico de marfim

Uma decisão polêmica permitirá à China comprar lotes de marfim de elefantes africanos.
Ativistas dos direitos dos animais são veementemente contra a venda.
As 108 toneladas de marfim foram colhidas de animais em areas superpopuladas, ou de animais mortos.
Por causas naturais ou caça, estão sendo oferecidas à venda por Botsuana, Namíbia, África do Sul e Zimbábue.
O comércio internacional de marfim é uma atividade lagal desde 1989, mas, em 2006, a Convenção de Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (Cities), concordou com uma venda em especial. Um exceção, digamos.
Apenas o Japão foi aprovado como comprador até aqui, e uma data para a venda ainda será estabelecida. Mas é consenso que os quatro países africanos estão querendo a aprovação da China, uma jogada para levar á concorrência e ao aumento dos preços.
A China tem a recomendação do secretariado da Cites, que diz estar tendo eficácia a iniciativa da China, o maior mercado negro de marfim do mundo, contra o contrabando.
Embora este apoio à aprovação de venda à China possa dar a impressão de que o suprimento legal pode reduzir os negócios fora-da-lei, grupos de conservação da vida selvagem dizem que o efeito poderá ser o oposto, pelo estímulo à demanda.
O International Fund for Animal Welfare (Ifaw) diz que apenas o banimento total do comércio doméstico na China frearia a demanda no país, que é o maior destino do marfim ilegal.

Nenhum comentário:

Postar um comentário