Uma decisão polêmica permitirá à China comprar lotes de marfim de elefantes africanos.
Ativistas dos direitos dos animais são veementemente contra a venda.
As 108 toneladas de marfim foram colhidas de animais em areas superpopuladas, ou de animais mortos.
Por causas naturais ou caça, estão sendo oferecidas à venda por Botsuana, Namíbia, África do Sul e Zimbábue.
O comércio internacional de marfim é uma atividade lagal desde 1989, mas, em 2006, a Convenção de Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (Cities), concordou com uma venda em especial. Um exceção, digamos.
Apenas o Japão foi aprovado como comprador até aqui, e uma data para a venda ainda será estabelecida. Mas é consenso que os quatro países africanos estão querendo a aprovação da China, uma jogada para levar á concorrência e ao aumento dos preços.
A China tem a recomendação do secretariado da Cites, que diz estar tendo eficácia a iniciativa da China, o maior mercado negro de marfim do mundo, contra o contrabando.
Embora este apoio à aprovação de venda à China possa dar a impressão de que o suprimento legal pode reduzir os negócios fora-da-lei, grupos de conservação da vida selvagem dizem que o efeito poderá ser o oposto, pelo estímulo à demanda.
O International Fund for Animal Welfare (Ifaw) diz que apenas o banimento total do comércio doméstico na China frearia a demanda no país, que é o maior destino do marfim ilegal.
Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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segunda-feira, 14 de julho de 2008
Tráfico de marfim
Uma decisão polêmica permitirá à China comprar lotes de marfim de elefantes africanos.
Ativistas dos direitos dos animais são veementemente contra a venda.
As 108 toneladas de marfim foram colhidas de animais em areas superpopuladas, ou de animais mortos.
Por causas naturais ou caça, estão sendo oferecidas à venda por Botsuana, Namíbia, África do Sul e Zimbábue.
O comércio internacional de marfim é uma atividade lagal desde 1989, mas, em 2006, a Convenção de Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (Cities), concordou com uma venda em especial. Um exceção, digamos.
Apenas o Japão foi aprovado como comprador até aqui, e uma data para a venda ainda será estabelecida. Mas é consenso que os quatro países africanos estão querendo a aprovação da China, uma jogada para levar á concorrência e ao aumento dos preços.
A China tem a recomendação do secretariado da Cites, que diz estar tendo eficácia a iniciativa da China, o maior mercado negro de marfim do mundo, contra o contrabando.
Embora este apoio à aprovação de venda à China possa dar a impressão de que o suprimento legal pode reduzir os negócios fora-da-lei, grupos de conservação da vida selvagem dizem que o efeito poderá ser o oposto, pelo estímulo à demanda.
O International Fund for Animal Welfare (Ifaw) diz que apenas o banimento total do comércio doméstico na China frearia a demanda no país, que é o maior destino do marfim ilegal.
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