Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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sexta-feira, 1 de setembro de 2017
Hubble's Megamaser Galaxy | A galaxia megamaser do Hubble
Fenomenos atraves do Universo emitem radiação por todo o espectro eletromagnetico — desde raios gama de alta energia, que fluem da maioria dos mais energeticos eventos do cosmos, até micro-ondas de baixa energia e ondas de radio.
Micro-ondas, a mesmissima radiação que aquece sua comida, são produzidas por uma variedade de fontes astrofisicas, inclusive fortes emissores chamados masers (lasers de micro-ondas), emissores ainda mais potentes com o um tanto infame nome de megamasers e os centros de algumas galaxies. Centros galacticos especialmente intensos e luminonos são denominados nucleos galacticos ativos. Acredita-se que eles, por sua vez, sejam alimentados pela presença de buracos negros supermassivos, que atraem para dentro a materia ao redor e expelem brilhantes jatos e radiação ao fazerem isso.
As duas galaxias aqui mostradas, fotografadas pelo Hubble, são denominadas MCG+01-38-004 (a superior, avermelhada) e MCG+01-38-005 (a inferior, azulada). MCG+01-38-005 (tambem denominada NGC 5765B) é um tipo especial de megamaser; o nucleo ativo da galaxia leva para fora enormes quantidades de energia, a qual estimula nuvens de água circundantes. So atomos de hidrogenio e oxigenio constituintes da água têm a capacidade de absorver parte dessa energia e reemiti-la em comprimentos de onda especificos, um dos quais situa-se dentro do regime de micro-ondas, invisível para o Hubble, porém detectavel por telescopios de micro-ondas. MCG+01-38-005 é, assim, denominado um megamaser de água!
Astronomos podem usar tais objetos para sondar as propriedades fundamentais do Universo. As emissões de micro-ondas de MCG+01-38-005 foram usadas para calcular um valor refinado para a constante de Hubble, uma medida da velocidade de expansão do Universo. Essa constante recebeu o nome do astronomo Edwin Hubble, cujas observações foram responsaveis pela descoberta do Universo em expansão, e que também deu nome ao Telescopio Espacial Hubble.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Phenomena across the Universe emit radiation spanning the entire electromagnetic spectrum — from high-energy gamma rays, which stream out from the most energetic events in the cosmos, to lower-energy microwaves and radio waves.
Microwaves, the very same radiation that can heat up your dinner, are produced by a multitude of astrophysical sources, including strong emitters known as masers (microwave lasers), even stronger emitters with the somewhat villainous name of megamasers and the centers of some galaxies. Especially intense and luminous galactic centers are known as active galactic nuclei. They are in turn thought to be driven by the presence of supermassive black holes, which drag surrounding material inwards and spit out bright jets and radiation as they do so.
The two galaxies shown here, imaged by the NASA/ESA Hubble Space Telescope, are named MCG+01-38-004 (the upper, red-tinted one) and MCG+01-38-005 (the lower, blue-tinted one). MCG+01-38-005 (also known as NGC 5765B) is a special kind of megamaser; the galaxy’s active galactic nucleus pumps out huge amounts of energy, which stimulates clouds of surrounding water. Water’s constituent atoms of hydrogen and oxygen are able to absorb some of this energy and re-emit it at specific wavelengths, one of which falls within the microwave regime, invisible to Hubble but detectable by microwave telescopes. MCG+01-38-005 is thus known as a water megamaser!
Astronomers can use such objects to probe the fundamental properties of the Universe. The microwave emissions from MCG+01-38-005 were used to calculate a refined value for the Hubble constant, a measure of how fast the Universe is expanding. This constant is named after the astronomer whose observations were responsible for the discovery of the expanding Universe and after whom the Hubble Space Telescope was named, Edwin Hubble.
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