Chamada de bolha Lyman-alpha, uma enorme nuvem de gás hidrogênio espalha-se por várias centenas de milhares de anos-luz nesta notável imagem (Esq.), uma composição de dados em frequência de onda de raios-x, luz óptica, visível, e infravermelha, de observatórios no espaço e em Terra.
A giagantesca estrutura, com a aparência de uma ameba, é vista quando o universo tinha meros 2 bilhões de anos de idade (cerca de 12 bilhões de anos atrás). As bolhas de Lyman-alfa são assim denominadas porque emitem fortemente radiações devido à linha de emissão de gás hidrogênio Lyman-alfa. Geralmente, a emissão Lyman-alfa está na parte ultravioleta do espectro, mas as bolhas de Lyman-alfa estão tão distantes que a luz sofre um desvio para o vermelho, modificada para comprimentos de onda mais longos, de luz opticamente visível. Os dados em frequência de raios-X, em azul, indicam a presença de um buraco negro supermassivo se alimentando no centro de uma galáxia dentro da bolha. O close up ilustrado na imagem da direita mostra radiação e um fluxo saindo da galáxia ativa, que devem ser fontes de aquecimento do gás hidrogênio da bolha. Na verdade, bolhas de Lyman-alfa podem representar uma fase mais remota da formação da galáxia em que o aquecimento é tão grande que começa a limitar o crescimento rápido posterior das galáxias e de seus buracos negros supermassivos.
Dubbed a Lyman-alpha blob, an enormous cloud of hydrogen gas spans several hundred thousand light-years in this remarkable image (left), a composite of x-ray, optical, and infrared data from space and ground based observatories.
The gigantic, amoeba-like structure is seen as it was when the universe was a mere 2 billion years old (about 12 billion years ago). Lyman-alpha blobs are so called because they strongly emit radiation due to the Lyman-alpha emission line of hydrogen gas. Normally, Lyman-alpha emission is in the ultraviolet part of the spectrum, but Lyman-apha blobs are so distant, their light is redshifted to (longer) optical wavelengths. X-ray data (blue) indicates the presence of a supermassive black hole feeding at the center of an active galaxy embedded in the blob. Illustrated close up in the right hand panel, radiation and outflows from the active galaxy are thought to be a source for energizing and heating the blob's hydrogen gas. In fact, Lyman-alpha blobs could represent an early phase in galaxy formation where the heating is so great it begins to limit further rapid growth of active galaxies and their supermassive black holes.
Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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quinta-feira, 2 de julho de 2009
Lyman-alpha blob / Bolhas de Lyman-alfa
Chamada de bolha Lyman-alpha, uma enorme nuvem de gás hidrogênio espalha-se por várias centenas de milhares de anos-luz nesta notável imagem (Esq.), uma composição de dados em frequência de onda de raios-x, luz óptica, visível, e infravermelha, de observatórios no espaço e em Terra.
A giagantesca estrutura, com a aparência de uma ameba, é vista quando o universo tinha meros 2 bilhões de anos de idade (cerca de 12 bilhões de anos atrás). As bolhas de Lyman-alfa são assim denominadas porque emitem fortemente radiações devido à linha de emissão de gás hidrogênio Lyman-alfa. Geralmente, a emissão Lyman-alfa está na parte ultravioleta do espectro, mas as bolhas de Lyman-alfa estão tão distantes que a luz sofre um desvio para o vermelho, modificada para comprimentos de onda mais longos, de luz opticamente visível. Os dados em frequência de raios-X, em azul, indicam a presença de um buraco negro supermassivo se alimentando no centro de uma galáxia dentro da bolha. O close up ilustrado na imagem da direita mostra radiação e um fluxo saindo da galáxia ativa, que devem ser fontes de aquecimento do gás hidrogênio da bolha. Na verdade, bolhas de Lyman-alfa podem representar uma fase mais remota da formação da galáxia em que o aquecimento é tão grande que começa a limitar o crescimento rápido posterior das galáxias e de seus buracos negros supermassivos.
Dubbed a Lyman-alpha blob, an enormous cloud of hydrogen gas spans several hundred thousand light-years in this remarkable image (left), a composite of x-ray, optical, and infrared data from space and ground based observatories.
The gigantic, amoeba-like structure is seen as it was when the universe was a mere 2 billion years old (about 12 billion years ago). Lyman-alpha blobs are so called because they strongly emit radiation due to the Lyman-alpha emission line of hydrogen gas. Normally, Lyman-alpha emission is in the ultraviolet part of the spectrum, but Lyman-apha blobs are so distant, their light is redshifted to (longer) optical wavelengths. X-ray data (blue) indicates the presence of a supermassive black hole feeding at the center of an active galaxy embedded in the blob. Illustrated close up in the right hand panel, radiation and outflows from the active galaxy are thought to be a source for energizing and heating the blob's hydrogen gas. In fact, Lyman-alpha blobs could represent an early phase in galaxy formation where the heating is so great it begins to limit further rapid growth of active galaxies and their supermassive black holes.
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