Um pastor Tibetano caminha pelas pastagens, com nuvens pelo céu, nas cercanias de Nagqu, Tibete.A China irá construir o aeroporto à maior altitude do mundo, 4.436 metros (ASL), ou 14.500 pés, no Tibete. A construção, em Nagqu, será uma tarefa árdua, tanto pela altitude quanto e clima quanto pelas temperaturas médias, que permanecem abaixo de zero a ano todo.
O aeroporto estará apenas 764 metros abaixo da base do acmpo do Monte Evereste, do lado chinês, localizado a 5.200 metros ASL.
Nagqu é o centro do paltô Qinghai-Tibet, umas 186 milhas da capital, Lhasa, com população de meros 400.000.
O aeroporto será o sexto do Tibete.
A China anunciou, em 2008, a construção de 97 novos aeroportos, até 2020, de forma que quatro quintos da população estará a 90 minutos de distância, por estrada, de um aeroporto.
Nagqu, incluída na linha férrea Qinghai-Tibete, deverá tornar-se um centro econômico na região do platô.
O objetivo seguinte é desenvolver rotas diretas do Tibet para países sul-asiáticos.
Os planos ressaltam a impressionante velocidade com que a China executa seu ambicioso plano de infraestrutura, geralmente sob condições desafiadoras, com o acelerado desenvolvimento do Tibete.
Uma extraordinária ferrovia ligando o Tibete ao resto da China foi inaugurada há 4 anos, e o governo constrói mais seis linhas, tanto na região como em seu entorno, e o motivo é a sua enorme quantidade de recursos naturais.
Opositores reclamam que o desenvolvimento nesse ritmo está prejudicando o estilo de vida local e danificando o frágil meio ambiente.
Mas a ferrovia é mesmo uma façanha de engenharia. Em seu ponto mais alto, a linha Qinghai-Tibet chega à altitude de 5.072 metros – uma altitude acima do pico de qualquer montanha europeia.
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