Evo Morales, presidente da Bolívia, está em greve de fome há quatro dias, numa espécie de chantagem eleitoral para que o Congresso aprove a lei eleitoral que lhe permitirá concorrer à reeleição, em 6 de dezembro.
Alguém precisa ensinar a esse cara que não é assim que a democracia funciona. Ah, bom, mas a Bolívia não é exatamente uma democracia.
O último político a recorrer a uma ridícula greve de fome foi o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho.
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