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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

La coca en Peru / Coca peruana / Peruvian Coca

Rómulo Pizarro, presidente de Devida, el zar antidrogas peruano, señala que cuando una persona aspira una línea de cocaína se está cargando tres metros cuadrados de bosque virgen.
Es una estadística diseñada para alarmar, pero esencialmente certera, si se toma en cuenta que para producir un kilo de cocaína de alta pureza se necesitan unos 360 kilos de hoja de coca, y una hectárea de terreno produce, en promedio, mil kilos por cosecha.
Las fotografías que muestra Pizarro confirman el efecto nefasto del narcotráfico sobre el ambiente: las tomas aéreas revelan lunares de desierto en medio de la tupida selva amazónica, oasis al revés en los que, luego de la coca, no crece nada más. Se estima que en las últimas cuatro décadas, el narcotráfico ha convertido en desierto 2,5 millones de hectáreas de la selva amazónica peruana. En los últimos años, incluso ha invadido algunos parques nacionales y zonas protegidas.
Los agricultores saben que la mayor parte del suelo de la Amazonia peruana es ácido, poco apto para los cultivos intensivos. También saben que después de la coca no queda nada. Los productores, casi siempre migrantes de la región andina extremadamente pobres, ocupan los terrenos ilegalmente, cultivan en ellos durante no más de cinco años y, cuando ven que la tierra ha dado todos sus nutrientes, buscan otro terreno para repetir la operación.
Lo que dejan detrás es suelo pelado, a merced de las lluvias torrenciales de la selva amazónica que producen una acelerada erosión. "En un año, una hectárea de terreno puede perder hasta 40 toneladas de suelo", señala Lucio Batallanos, gerente de conservación del medio ambiente de Devida. http://www.devida.gob.pe/
Romulo Pizarro, president of Devida, the peruvian anti-drug agent, says that when someone sniffs a line of cocaine, three square meters of virgin jungle are devastated. Statitics are alarming, but certain, when one takes into account that the production of one kilo of high purity drug requires about 360 kilos of coca leaves, and one hectare (2,5 acres) of land to produce, in average, one tonne per harvest.
The pictures shown by mr. Pizarro shows the disastrous effect of drug dealing on the environment: aerial images show desert, barren land in the middle of the humid amazon jungle, once after coca, nothing else will flourish or grow in those sites. It is estimated that drug producers have transformed into desert 2,5 million hectares (6.2 acres) of the peruvian Amazon. In the last few years, even national parks and protected land have been invaded.
Agricultors are aware that the major part of the Amazon soil is acid, not much fit for intensive cultures. They also know that after coca nothing is left. Producers, mostly migrants from the andean region, are extremely poor and occupy the land ilegally, cultivating them for no longer that five years, and when the soil is eventually exausted they abandon the terrain and look for another to start it over again.
What they left behind is barren land, which torrential amazon jungle rain quickly erodes. In one year’s time or so, one hectare of land might lose up to 40 tonnes of soil, says Lucio Batallanos, environment conservation manager at Devida. http://www.devida.gob.pe/
Romulo Pizarro, presidente da Devida, agente peruano antidrogas, diz que quando alguém cheira uma carreira de cocaína, três metros quadrados de mata virgem são devastados. As estatísticas são alarmantes, mas certeiras, quando se leva em conta que a produção de um quilo de cocaína de alta pureza requer 360 kg de folhas de coca, e um hectare de terra para se produzir, em média, uma tonelada a cada safra.
As fotos exibidas por Pizarro mostram os efeitos desastrosos que a produção e o tráfico de drogas exercem sobre o meio ambiente: imagens aéreas de terras desertas e devastadas, no meio da umidade amazônica, onde, após a coca, nada mais floresce ou cresce. Estima-se que a droga tenha transformado em deserto 2,5 milhões de hectares da Amazônia peruana. Nos últimos cinco anos, até parques nacionais e áreas protegidas têm sido invadidos.
Os agricultores sabem que a maior parte do solo amazônico é ácido, pouco propício a culturas intensivas. Também sabem que após a coca nada mais resta. Os produtores, a maioria migrantes da região andina, extremamente pobres, ocupam as áreas ilegalmente e as cultivam durante não mais de cinco anos, e quando o solo está finalmente exaurido, eles abandonam a terra e partem em busca de outros locais.
Deixam para trás terra devastada, que as chuvas torrenciais da região rapidamente erodem. Em cerca de um ano, um hectare de terra pode perder até 40 toneladas de solo, diz Lucio Batallanos, gerente de conservação ambiental da Devida. http://www.devida.gob.pe/

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