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sábado, 16 de agosto de 2014

Ausência de raios X em SN 2014J


Em janeiro passado, os telescópios de  observatórios ao redor do planeta Terra foram intensamente  utilizados para a observação do surgimento de SN 2014J, uma brilhante supernova na galáxia próxima M82

No entanto, as mais importantes observações podem ter sido da órbita onde o Observatório Chandra de Raios X não viu nada. Acredita-se que a explosão de SN2014J, identificada como uma supernova Tipo Ia, tenha sido disparada pelo acúmulo de massa em uma estrela  anã branca continuamente agregando material de uma estrela  companheira. 

Aquele modelo prevê que raios X seriam gerados quando a onda de choque da explosão atingisse o material ao redor da anã branca. No entanto não foram vistos raios X vindos da supernova. 

Os close-ups, na maioria vazios, centralizados na posição da supernova, são mostrados nos insertos quadrados de antes e depois, nesta imagem Chandra em cores artificiais de raios X da galáxia  M82. A impressionante ausência de raios X de SN 2014J é um fato que exigirá dos astrônomos a exploração de outros modelos para explicar o que desencadeia essas explosões cósmicas.

Tradução de Luiz Leitão

Last January, telescopes in observatories around planet Earth were eagerly used to watch the rise of SN 2014J, a bright supernova in nearby galaxy M82. Still, the most important observations may have been from orbit where the Chandra X-ray Observatory saw nothing. Identified as a Type Ia supernova, the explosion of SN2014J was thought to be triggered by the buildup of mass on a white dwarf star steadily accreting material from a companion star. 

That model predicts X-rays would be generated when the supernova blastwave struck the material left surrounding the white dwarf. But no X-rays were seen from the supernova. 

The mostly blank close-ups centered on the supernova's position are shown in the before and after inset panels of Chandra's false color X-ray image of the M82 galaxy. The stunning lack of X-rays from SN 2014J will require astronomers to explore other models to explain what triggers these cosmic explosions.

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