A maioria se recorda do barulhento e acalorado debate em torno da opção do governo Lula de comprar os caças franceses Rafale, contra a preferência da Aeronáutica por outros modelos, melhores, mais baratos e eficientes. Em setembro de 2009, o governo Lula anunciou a decisão de adquirir 36 aviões Rafale F-3.
Como tanta coisa nesse Brasil, gastou-se muito verbo, quilômetros de papel de imprensa, recursos públicos, e nada aconteceu. Nem o país envolto na megalomania irrefreada de Lula comprou os aviões franceses, nem quaisquer outros.
Agora, a indústria aeronáutica francesa anuncia "enfim" um bom negócio: "Ao final de uma disputa feroz, eliminando os concorrentes americanos (Boeing, com o F18) e suecos (Saab, com o Gripen NG), o Rafale, do grupo Dassault Aviation (propriedade do grupo dono do jornal Le Figaro e de um amigão do presidente Nicolas Sarkozy), foi escolhido pela Índia para participar da última etapa do certame, que poderá resultar num contrato de 12 bilhões de dólares pelo fornecimento de 126 aparelhos.
Segundo quem entende do riscado, os militares da FAB, as boas opções para o Brasil de um caça de quinta geração, hoje, seriam duas: Sukhoi (Rússia) T-50 PAK-FA, e Lockheed Martin F-36 Lightning II (Estados Unidos).
Como querer nem sempre é poder, O Brasil fica sem nenhum deles, como sempre ficou sem bons hospitais e escolas públicas em quantidade suficiente. Há bons hospitais e escolas dos governos estaduais e municipais, mas são exceções. E os ruins não o são porque os funcionários não sejam bons, pois a maioria é composta de gente muito competente. Os bons são exceções porque, de novo, querer nem sempre é poder; por mais idealista e comprometido que sejam professores, médicos, enfermeiros, ninguém consegue fazer as coisas sem ter os meios materiais necessários.
Mas, como querer é poder quando se trata de autopromoção em matéria de dar circo ao povo, e algum pão, dinheiro para estádios na Copa (e muita roubalheira), isso tem de sobra.
E na questão do querer-poder, a crítica aqui não é só contra o governo federal, mas contra todos, de qualquer partido.
Como tanta coisa nesse Brasil, gastou-se muito verbo, quilômetros de papel de imprensa, recursos públicos, e nada aconteceu. Nem o país envolto na megalomania irrefreada de Lula comprou os aviões franceses, nem quaisquer outros.
Agora, a indústria aeronáutica francesa anuncia "enfim" um bom negócio: "Ao final de uma disputa feroz, eliminando os concorrentes americanos (Boeing, com o F18) e suecos (Saab, com o Gripen NG), o Rafale, do grupo Dassault Aviation (propriedade do grupo dono do jornal Le Figaro e de um amigão do presidente Nicolas Sarkozy), foi escolhido pela Índia para participar da última etapa do certame, que poderá resultar num contrato de 12 bilhões de dólares pelo fornecimento de 126 aparelhos.
Segundo quem entende do riscado, os militares da FAB, as boas opções para o Brasil de um caça de quinta geração, hoje, seriam duas: Sukhoi (Rússia) T-50 PAK-FA, e Lockheed Martin F-36 Lightning II (Estados Unidos).
Como querer nem sempre é poder, O Brasil fica sem nenhum deles, como sempre ficou sem bons hospitais e escolas públicas em quantidade suficiente. Há bons hospitais e escolas dos governos estaduais e municipais, mas são exceções. E os ruins não o são porque os funcionários não sejam bons, pois a maioria é composta de gente muito competente. Os bons são exceções porque, de novo, querer nem sempre é poder; por mais idealista e comprometido que sejam professores, médicos, enfermeiros, ninguém consegue fazer as coisas sem ter os meios materiais necessários.
Mas, como querer é poder quando se trata de autopromoção em matéria de dar circo ao povo, e algum pão, dinheiro para estádios na Copa (e muita roubalheira), isso tem de sobra.
E na questão do querer-poder, a crítica aqui não é só contra o governo federal, mas contra todos, de qualquer partido.

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