Durante 16 anos, Widner foi um "agente da lei" de alguns dos mais notórios e violentos grupos racistas de skinheads dos Estados Unidos. Ele, de repente, ficou desesperado para se livrar das tatuagens de cunho racista que lhe cobriam o rosto. Um doador anônimo financiou o tratamento de remoção com laser.
Moral da história: Todo ser humano, por pior que seja, ou que possa parecer, deve ser tratado com humanidade - mais não seja, para que os que o julgam ou mantêm preso não se igualem ao criminoso -, porque sempre há tempo para mudar.
Por isso, todo juízo razoavelmente honesto deve ser provisório.
This combination of eight photos shows the progress of tattoo removal treatments for former skinhead Bryon Widner. For 16 years, Widner was an "enforcer" for some of America’s most notorious and violent racist skinhead groups (Pls. refer to a previous post, today).
He was desperate to rid himself of the racist tattoos that covered his face. An anonymous donor supplied the funds for him to have laser treatment to remove his tattoos.
So, this proves that all human beings, bad as they may be, or appear to be, they must be treated humanly - at least, so that those who keep them arrested or judge them do not equal to them -, for it's always time to change, never loo late to review one's behaviour.
Therefore, every reasonably fair judgement must be provisional.

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