This diagram shows an unusual galaxy with bent jets (see inset). O diagrama mostra uma galáxia incomum com jatos curvos (veja o detalhe).
Astronomers have caught sight of an unusual galaxy that has illuminated new details about a celestial "sandbar" connecting two massive islands of galaxies. The research was conducted in part with NASA's Spitzer Space Telescope.
These "sandbars," or filaments, are known to span vast distances between galaxy clusters and form a lattice-like structure known as the cosmic web. Though immense, these filaments are difficult to see and study in detail. Two years ago, Spitzer's infrared eyes revealed that one such intergalactic filament containing star-forming galaxies ran between the galaxy clusters called Abell 1763 and Abell 1770.
Now these observations have been bolstered by the discovery, inside this same filament, of a galaxy that has a rare boomerang shape and unusual light emissions. Hot gas is sweeping the wandering galaxy into this shape as it passes through the filament, presenting a new way to gauge the filament's particle density. Researchers hope that other such galaxies with oddly curved profiles could serve as signposts for the faint threads, which in turn signify regions ripe for forming stars.
"These filaments are integral to the evolution of galaxy clusters -- among the biggest gravitationally bound objects in the universe -- as well as the creation of new generations of stars," said Louise Edwards, a postdoctoral researcher at the California Institute of Technology in Pasadena, and lead author of a study detailing the findings in the Dec. 1 issue of the Astrophysical Journal Letters. Her collaborators are Dario Fadda, also at Caltech, and Dave Frayer from the National Science Foundation's National Radio Astronomy Observatory, based in Charlottesville, Virginia.
Astrônomos obtiveram um vislumbre de uma galáxia incomum, o que ajudou a
descobrir novos detalhes a respeito de um "banco de areia" celestial que conecta
duas grandes ilhas de galáxias. A pesquisa foi realizada com o Telescópio
Espacial Spitzer.
Deformação nos jatos de material de galáxia
revela resistência da teia cósmica.
Esses "bancos", ou filamentos, cobrem vastas distâncias entre aglomerados de
galáxias e formam uma espécie de treliça conhecida como a teia cósmica. Embora
imensos, os filamentos são difíceis de ver e estudar em detalhe. Há dois anos, o
Spitzer revelou que desses fios intergalácticos, contendo galáxias em processo
de formação de estrelas, ligava os aglomerados Abell 1763 e Abell 1770.
Agora, essas observações foram reforçadas pela descoberta, no interior do
mesmo filamento, de uma galáxia que tem um raro formato de bumerangue e que
emite luz de modo incomum. Gás quente está golpeando a galáxia errante,
forçando-a a assumir a forma atual à medida que cruza o filamento, o que oferece
um novo modo de medir a densidade desse fio da teia cósmica.
Cientistas esperam que outras galáxias semelhantes, com forma recurvada,
possam sinalizar a presença da teia.
Astrônomos avistaram a galáxia torta a cerca de 11 milhões de anos-luz do
centro de Abell 1763. A galáxia-bumerangue apresentava uma proporção incomum
entre suas emissões de ondas de rádio e infravermelho.
Isso se deve, em parte, ao fato de a galáxia ter jatos de material sendo
emitidos em direções opostas por um buraco negro supermassivo em seu centro.
Esses jatos expandem-se em gigantescos volumes de material emissor de ondas de
rádio.
Cientistas notaram que as zonas de emissão parecem dobradas para trás em
relação á trajetória da galáxia através do filamento. Esse desvio, raciocinaram
os astrônomos, é causado pelas partículas do filamento, que empurram o gás e a
poeira dos jatos.
Ao medir o ângulo de desvio dos jatos, os pesquisadores calcularam a pressão
exercida pelo filamento e determinaram a densidade do meio. De acordo com os
dados, a densidade no interior do filamento é cerca de 100 vezes superior à
densidade média do Universo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário