O universo continuará se expandindo para sempre, concluíram cientistas daNasa em um novo estudo, que lança uma luz sobre um dos maiores quebra-cabeças astronômicos, “a energia escura”.
A força gravitacional massiva da matéria escura (mostrada em azul) em um gigantesco aglomerado de galáxias, Abell 1689, encurva a luz do distante fundo de galáxias, dando pistas aos astrônomos da natureza da energia escura.
Pesquisadores da agência espacial utilizaram o Telescópio Espacial Hubble para “estreitar” no que eles acreditam compreender a energia, que empurra nosso universo para a expansão a uma velocidade sempre crescente.
Descoberta em 1998, astrônomos não têm sido capazes de determinar o que é a misteriosa força, exceto que é invisível e compreende "um bom pedaço de nosso universo", ou 72 % de seu tamanho.
Quase um quarto, 24 %, acredita-se ser "matéria escura", que também é misteriosa, porém mais fácil de estudar que a energia escura, por causa de sua "influência gravitacional”.
O restante do universo, meros quatro por cento, é composto por “essa coisa que compõe as pessoas, os planetas, estrelas e tudo o que é feito de átomos”.
Ao utilizar a enorme “ lente de aumento galáctica” a equipe internacional de cientistas, liderada pelo Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em Pasadena, Califórnia, concluiu que a distribuição da energia escura significaria que o universo nunca pararia de crescer.
O estudo, publicado quinta-feira na revista Science, also found it would eventually become a dead and cold wasteland.
Os cientistas utilizaram o Hubble E o Grande Telescópio do Observatório Espacial Europeu para observar como a luz de estrelas distantes se distorcia em torno de um aglomerado de galáxias próximo, chamado Abell 1689.
As galáxias, encontradas na constelação de Virgem, formam um dos maiores aglomerados galácticos conhecidos da ciência.
Devido à sua enorme massa, cientistas dizem que atua como “uma lente de aumento cósmica”, fazendo a luz curvar-se ao seu redor.
"Temos de lidar com o problema da energia escura de todos os lados," disse o professor Eric Jullo, cientista do JPL que conduziu o estudo internacional.
"É importante ter vários métodos, e nós agora temos um novo, bastante potente.
"O que eu gosto nesse nosso novo método é que é muito visual. Pode-se literalmente ver a gravitação e a energia escura encurvando as imagens no plano de fundo das galáxias em arcos.”
Ele disse que as conclusões do estudo significaram que cientistas poderiam dizer, pela primeira vez, que a expansão do universo “irá continuar a se acelerar e o universo irá se expandir para sempre”.
Priya Natarajan, cosmólogo da Universidade de Yale, que integrou a equipe, acrescentou: “Nós podemos agora aplicar nossas técnicas a outras lentes gravitacionais.
The universe will continue to expand forever, Nasa scientists concluded in a new study that sheds light on one of the greatest astronomical puzzles, “dark energy”. The massive gravitational force of the dark matter (shown in blue) in giant galaxy cluster Abell 1689 bends the light from distant background galaxies, giving astronomers clues to the nature of dark energy.
Space agency researchers used the Hubble Space Telescope to “narrow in” on what they believe comprises the energy, which pushes our universe apart at ever-increasing speed.Discovered it in 1998, astronomers have been unable to say what the mysterious force is, except that it is invisible and makes up a “large chunk of our universe”, or 72 per cent of its size.
Almost a quarter, 24 per cent, is thought to be "dark matter", which is also mysterious but easier to study than dark energy because of its “gravitational influence”.
The rest of the universe, a mere four per cent, is made of “the stuff that makes up people, planets, stars and everything made up of atoms”.
By using the huge “galactic magnifying lens” the international team of scientists, led by Nasa's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, California, concluded the distribution of dark energy would mean the universe would never stop growing.
The study, published in the journal Science on Thursday, also found it would eventually become a dead and cold wasteland.The scientists used Hubble and European Space Observatory's Very Large Telescope to observe how light from distant stars became distorted around a nearby cluster of galaxies called Abell 1689.
The galaxies, found in the constellation of Virgo, is one of the biggest galactic clusters known to science.Due to its huge mass, scientists say it “acts as a cosmic magnifying glass”, causing light to bend around it."We have to tackle the dark energy problem from all sides," said Prof Eric Jullo, a JPL scientist who led the international study."It's important to have several methods, and now we've got a new, very powerful one."What I like about our new method is that it's very visual.
You can literally see gravitation and dark energy bend the images of the background galaxies into arcs.”He said the study’s conclusion meant scientists could say for the first time that the expansion of the universe “will continue to accelerate and the universe will expand forever”.
Priya Natarajan, a cosmologist at Yale University, who was part of the team, added: “We can now apply our technique to other gravitational lenses.
Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
The universe 'will expand forever' / O universo se expandirá "para sempre"
O universo continuará se expandindo para sempre, concluíram cientistas daNasa em um novo estudo, que lança uma luz sobre um dos maiores quebra-cabeças astronômicos, “a energia escura”.
A força gravitacional massiva da matéria escura (mostrada em azul) em um gigantesco aglomerado de galáxias, Abell 1689, encurva a luz do distante fundo de galáxias, dando pistas aos astrônomos da natureza da energia escura.
Pesquisadores da agência espacial utilizaram o Telescópio Espacial Hubble para “estreitar” no que eles acreditam compreender a energia, que empurra nosso universo para a expansão a uma velocidade sempre crescente.
Descoberta em 1998, astrônomos não têm sido capazes de determinar o que é a misteriosa força, exceto que é invisível e compreende "um bom pedaço de nosso universo", ou 72 % de seu tamanho.
Quase um quarto, 24 %, acredita-se ser "matéria escura", que também é misteriosa, porém mais fácil de estudar que a energia escura, por causa de sua "influência gravitacional”.
O restante do universo, meros quatro por cento, é composto por “essa coisa que compõe as pessoas, os planetas, estrelas e tudo o que é feito de átomos”.
Ao utilizar a enorme “ lente de aumento galáctica” a equipe internacional de cientistas, liderada pelo Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, em Pasadena, Califórnia, concluiu que a distribuição da energia escura significaria que o universo nunca pararia de crescer.
O estudo, publicado quinta-feira na revista Science, also found it would eventually become a dead and cold wasteland.
Os cientistas utilizaram o Hubble E o Grande Telescópio do Observatório Espacial Europeu para observar como a luz de estrelas distantes se distorcia em torno de um aglomerado de galáxias próximo, chamado Abell 1689.
As galáxias, encontradas na constelação de Virgem, formam um dos maiores aglomerados galácticos conhecidos da ciência.
Devido à sua enorme massa, cientistas dizem que atua como “uma lente de aumento cósmica”, fazendo a luz curvar-se ao seu redor.
"Temos de lidar com o problema da energia escura de todos os lados," disse o professor Eric Jullo, cientista do JPL que conduziu o estudo internacional.
"É importante ter vários métodos, e nós agora temos um novo, bastante potente.
"O que eu gosto nesse nosso novo método é que é muito visual. Pode-se literalmente ver a gravitação e a energia escura encurvando as imagens no plano de fundo das galáxias em arcos.”
Ele disse que as conclusões do estudo significaram que cientistas poderiam dizer, pela primeira vez, que a expansão do universo “irá continuar a se acelerar e o universo irá se expandir para sempre”.
Priya Natarajan, cosmólogo da Universidade de Yale, que integrou a equipe, acrescentou: “Nós podemos agora aplicar nossas técnicas a outras lentes gravitacionais.
The universe will continue to expand forever, Nasa scientists concluded in a new study that sheds light on one of the greatest astronomical puzzles, “dark energy”. The massive gravitational force of the dark matter (shown in blue) in giant galaxy cluster Abell 1689 bends the light from distant background galaxies, giving astronomers clues to the nature of dark energy.
Space agency researchers used the Hubble Space Telescope to “narrow in” on what they believe comprises the energy, which pushes our universe apart at ever-increasing speed.Discovered it in 1998, astronomers have been unable to say what the mysterious force is, except that it is invisible and makes up a “large chunk of our universe”, or 72 per cent of its size.
Almost a quarter, 24 per cent, is thought to be "dark matter", which is also mysterious but easier to study than dark energy because of its “gravitational influence”.
The rest of the universe, a mere four per cent, is made of “the stuff that makes up people, planets, stars and everything made up of atoms”.
By using the huge “galactic magnifying lens” the international team of scientists, led by Nasa's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, California, concluded the distribution of dark energy would mean the universe would never stop growing.
The study, published in the journal Science on Thursday, also found it would eventually become a dead and cold wasteland.The scientists used Hubble and European Space Observatory's Very Large Telescope to observe how light from distant stars became distorted around a nearby cluster of galaxies called Abell 1689.
The galaxies, found in the constellation of Virgo, is one of the biggest galactic clusters known to science.Due to its huge mass, scientists say it “acts as a cosmic magnifying glass”, causing light to bend around it."We have to tackle the dark energy problem from all sides," said Prof Eric Jullo, a JPL scientist who led the international study."It's important to have several methods, and now we've got a new, very powerful one."What I like about our new method is that it's very visual.
You can literally see gravitation and dark energy bend the images of the background galaxies into arcs.”He said the study’s conclusion meant scientists could say for the first time that the expansion of the universe “will continue to accelerate and the universe will expand forever”.
Priya Natarajan, a cosmologist at Yale University, who was part of the team, added: “We can now apply our technique to other gravitational lenses.
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