Dizem alguns que a ditadura militar vivida no Brasil entre 1964 e 1985 não era lá muito severa, ao ponto de alguns, brincando, dizerem que era uma "ditabranda". E quem haveria de imaginar que os tempos da ditabranda estão sorrateiramente voltando? E se, com dona Dilma Rousseff, virar ditadura, das duras mesmo? Os sinais já estão no ar: não se pode nem mais fazer piada nas eleições. Nem os presidentes-generais chegaram tão longe. Brasil, País de tollos!
Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Ditabranda
Dizem alguns que a ditadura militar vivida no Brasil entre 1964 e 1985 não era lá muito severa, ao ponto de alguns, brincando, dizerem que era uma "ditabranda". E quem haveria de imaginar que os tempos da ditabranda estão sorrateiramente voltando? E se, com dona Dilma Rousseff, virar ditadura, das duras mesmo? Os sinais já estão no ar: não se pode nem mais fazer piada nas eleições. Nem os presidentes-generais chegaram tão longe. Brasil, País de tollos!
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Recomendo que assista ao video abaixo, para que entenda o que Dilma Rousseff pensa sobre o que algumas pessoas como você diz, "brincando", consideram "ditabranda". Acredito que, quem perdeu parentes, torturados e assassinados nos porões da ditaDURA, ficaria ainda mais triste em constatar que alguns infelizmente pensam deste jeito. Acho covardia desmerecer agora, no momento em que temos uma democracia consolidada e podemos nos expressar da forma como fazemos neste instante, o sacrifício destas pessoas nesta luta.
ResponderExcluirNão faça coro aos donos de jornais como Folha de São Paulo, que na época que classificam de ditabranda, emprestavam carros de reportagem para os agentes que fiscalizavam o povo, para garantir que os generais continuassem tolhendo os nossos mais básicos e fundamentais direitos.
Não tenha medo. Garanto ao senhor que, somente as pessoas que não entendem ou querem minimizar o que realmente aconteceu na época dos militares no poder, o que não é absolutamente o caso de Dilma, deixariam que voltássemos a presenciar as tentativas de castrações mentais desta época.
Desejo muita paz, maior serenidade, e toda liberdade de expressão para você.
http://www.youtube.com/watch?v=bm4r_ISScUw&feature=related
Tampouco eu faço distinção entre candiatos por pura implicância ou desinformação, mas Dilma não almejava implantar uma democracia no Brasil.
ResponderExcluirSeria a troca de uma ditadura por outra. Não vejo o Brasil como democracia consolidada quando jornais são censurados, um presidente protege e elogia José Sarney e outros que, antigamente, chamava dos piores nomes.
Eu sei muito bem o houve na época dos militares, estava presente no local onde Marighella foi morto, na Alameda Casa Branca, em SP.
Mas também me recordo do assassinato cruel e traiçoeiro do soldado Mário Kozel Filho, sentinela no QG do II Exército, aos 18 anos. Ele foi promovido portumamente a sargento, enquanto Lamarca, desertor, foi a general, ou coronel.
Pense, imagine se tivesse um filho de 18 anos, como eu tenho, cumprindo srviço militar compulsório, e ele fosse morto assim. Seus recebem uma miséria de pensão, enquanto os parentes de Lamarca ganha o soldo de general de brigada, se não me engano.