Qual é o problema com este aglomerado de galáxias? Para descobrir o que forma a matéria no aglomerado Abell 1689 é necessário não só imagens profundas de telescópios como o Hubble, mas também detalhados modelos de computador. Para começar, quase tod mancha vagamente amarelada na imagem é uma galáxia inteira. Um exame mais acurado, no entanto, mostra que várias galáxias de fundo estão ampliadas de uma maneira estranha e distorcidas em longos arcos encurvados pela defleção das lentes gravitacionais do aglomerado. Análises de computador da disposição e suavidade desses arcos indicam que além da matéria visível nas galáxias, o aglomerado também deve conter uma significativa quantidade de matéria escura, como o modelo digitalmente superpôs em púrpura. Mas o Abell 1689 permanece enigmático porque os arcos são tantos e tão diversos que nenhum modelo individual de matéria escura que já se conhece pode explicar todas elas e ainda permanecem consistentes com os modelos de matéria escura necessários para conter seu movimento. Assim mesmo, as informações detalhadas disponíveis de aglomerados galácticos como o Abell 1689 dão esperanças de que um dia soluções completas serão encontradas que não apenas revelarão completamente a matéria escura em aglomerados, mas também as quantidades de energia escura no universo necessárias para manter na linha de visão os distantes arcos.
What's the matter with this cluster of galaxies? To find out what forms matter takes in the Abell 1689 cluster requires not only deep images from telescopes like the Hubble Space Telescope, but detailed computer modeling as well. To start, almost every fuzzy yellow patch in the above image is an entire galaxy. A close inspection, however, shows that many background galaxies are strangely magnified and distorted into long curving arcs by the gravitational lens deflections of the cluster. Computer analyses of the placement and smoothness of these arcs indicate that in addition to the matter in the galaxies you can see, the cluster must also contain a significant amount of dark matter such as the model digitally superposed in purple. Now Abell 1689 remains enigmatic because the arcs are so numerous and diverse that no single dark matter model has emerged that can explain them all and still remain consistent with dark matter models needed to constrain their motion. Still, the detailed information available from clusters of galaxies like Abell 1689 gives hope that one day full solutions will be found that will not only fully reveal the dark matter in clusters, but also reveal the amounts of dark energy in the universe needed to lie along the line of sight to the distant arcs.
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