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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O segredo das supernovas / Supernovae's secret

Supernovas são geralmente usadas por astrônomos como 'marcadores de milhas cósmicas' para medir a expansão do universo.
Uma 'jovem' galáxia, cheia de estrelas quentes, recém-nascidas, e supernovas explodindo.
As supernovas são vistas como flashes brancos de luz.
Lançado em 1999 do Ônibus Espacial, o Observatório Chandra de raios-X custou US$1,5 bilhão.
Cientistas usaram o laboratório Chandra de raios-X da NASA para estudar supernovas em cinco galáxias elípticas próximas e a região central da galáxia de Andrômeda, uma galáxia espiral mais próxima da nossa, a Via Láctea.
Marat Gilfanov do Instituto Max Planck de Astrofísica na Alemanha disse: "seria muito embaraçoso de não soubéssemos como elas funcionavam. Nós agora começamos a entender o que acende o pavio dessas explosões."
O estudo, publicado no jornal Nature, sugere que a maioria das supernovas do Tipo 1a são acesas pela fusão de duas estrelas anãs brancas - o nome dado aos restos de uma velha estrela colapsada.
As estrelas tornam-se instáveis quando excedem seu limite de peso, o que causa uma explosão estelar. Antes, pensava-se que as supernovas do tipo1a fossem também causadas pelo crescimento - quando a gravidade de uma estrela suga material suficiente de uma companheira semelhante ao Sol, tornando-se instável.
Contudo, Akos Bogdan, do Instituto Max Planck disse: "Se as supernovas fossem produzidas pelo crescimento, acúmulo, as galáxias seriam no máximo 50 vezes mais brilhantes nos raios-x do que atualmente se observa."
Não está claro se a mesclagem é também a causa primária de supernovas em galáxias espirais. Pares de anãs brancas são extremamente difíceis de encontrar. Uma vez que as anãs brancas espiralam-se a distâncias quando estão a ponto de fundir-se, leva apenas alguns décimos de segundos para que explodam.
Supernovas são geralmente usadas pelos astrônomos como "marcadores de milhas cósmicos" para medir a expansão do universo.
Supernovas are often used by astronomers as 'cosmic mile markers' to measure the expansion of the universe.
A 'young' galaxy, teeming with hot, newborn stars and exploding supernovas. The supernovas are seen as white flashes of light.
Launched in 1999 from the Space Shuttle the Chandra X-ray Observatory cost $1.5 billion Scientists used Nasa's Chandra X-Ray laboratory to study supernovas in five nearby elliptical galaxies and the central region of the Andromeda galaxy, a spiral galaxy closest to our own, the Milky Way.
Marat Gilfanov of the Max Planck Institute for Astrophysics in Germany said: "It was a major embarrassment that we did not know how they worked. Now we are beginning to understand what lights the fuse of these explosions."
The study published in the journal Nature suggests that most Type 1a supernovas are sparked by the merging of two white dwarf stars - the name given to the collapsed remnant of an old star.
The stars become unstable when they exceed their weight limit which causes a stellar explosion. Previously it was thought that Type 1a supernovas were also caused by accretion - when the gravity of a star draws in enough material from a sun-like companion and becomes unstable.
However, Akos Bogdan, from the Max Planck Institute, said: "If the supernovas were produced by accretion, the galaxies would be roughly 50 times brighter in x-rays than actually observed."
It is not clear whether merging is also the primary cause of supernovas in spiral galaxies. Pairs of white dwarfs are extremely difficult to find. Once the white dwarfs spiral into distances when they are about to merge, it takes just a few tenths of a second for them to explode. Supernovas are often used by astronomers as "cosmic mile markers" to measure the expansion of the universe.

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