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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Aos genéricos!

Marcas de prestigio de companhias farmacêuticas de renome outrora refratárias aos altos volumes e baixos preços dos medicamento genéricosas estão agora mergulhando de cabeça nesse mecrcado crescente.

A Sanofi-Aventis, que comprou a Medley no Brasil, tem agora sua marca genérica.

Gigantes como a Sanofi e a Glaxo pretendem atuar nos Estados unidos, onde os genéricos são commodities (produtos amplamente negociados, sem marca) e redes de farmácias costumam determinar quais genéricos irão oferecer, baseadas no menor preço possível — e onde os consumidores costumam ver os fabricantes de genéricos como intercambiáveis, i.e., não importa quem fabrica, mas o preço.

Em vez disso, os grandes fabricantes buscam uma base crescente de consumidores nos mercados emergentes do Leste Europeu, Ásia e América Latina, onde muitos não podem pagar por medicamentos de marcas caras.

E, em alguns mercados emergentes, onde o medo de drogas falsificadas ou de baixa qualidade é grande, consumidores que não podem pagar se dispõem a optar por genéricos premium, de marcas conhecidas. Esses produtos são chamados genéricos de marca. Podem ostentar o nome de um fabricante de confiança local ou estrangeiro, sinal de autenticidade e controle de qualidade.

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