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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Mr. Gay China

Oito homens competem no Mr Gay China, cujos organizadores dizem ser um importante sinal de o quanto as atitudes em relação ao homossexualismo mudaram.

É o primeiro desfile e concurso de beleza gay da China.

O homossexualismo era ilegal até 1997, e considerado doença mental até quatro anos mais tarde, em 2001, quando as luz da razão iluminou a ignorância que se aliava ao preconceito. Agora, uma comunidade gay emergente destrói esses estereótipos.

"Somos inteligentes, profissionais, deslumbrantes – e somos gays," disse o participante Emilio Liu, da Mongólia Interior. "Eu quero que a plateia saiba que há bastante gente vivendo como nós na China. É um belo estilo de vida, não mais levado às escondidas."

Atualmente, existem grupos de apoio e sites auxiliando as pessoas a explorar sua sexualidade e encontrar parceiros potenciais. Há pontos de encontro gay na maioria das cidades; ano passado, o primeiro bar apoiado pelo governo abriu em Kunming, em Yunnan, no sudoeste.

Xangai promoveu o primeira semana da parada do Orgulho Gay, e em Pequim, gente faz campanha em prol do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Agora, vem o Mr Gay China, anuncia em termos de aprovação a mídia estatal, em inglês. Oito finalistas estarão no palco de um nightclub de Pequim desfilando em roupas de banho e casuais, mostrando seu talento e respondendo perguntas.

O vencedor – escolhido pela habilidade em representar as questões gays e suas aptidões, personalidade e aparência – irá à Noruega para a final, nos próximos meses, do Mr Gay Mundial.

"Não creio que as pessoas estivessem prontas antes, " diz Ben Zhang, um dos organizadores, relembrando o "longo e doloroso" processo de descoberta e aceitação de sua sexualidade, há menos de uma década.

There's a swimwear round and a talent section where contestants can show off their singing and dancing. But organisers insist the contest to be held this Friday is a serious business. It is China's first gay pageant.

The event is a striking sign of how far attitudes in China have changed and of gay people's increasing confidence. Gay sex was illegal until 1997. Homosexuality was classed as a mental illness for four years after that, in 2001. Now an emerging gay community is busting stereotypes.

"We are intelligent, we're professionals, we're gorgeous – and we're gay," said contestant Emilio Liu, from Inner Mongolia. "I want the audience to know there are a whole bunch of people like us living in China. It's a wonderful life and it's not hidden any more."

These days there are gay support groups and websites helping people to explore their sexuality and meet potential partners.

There are gay venues in most major cities; last year, the first government-backed bar opened in Kunming, in south-western Yunnan. Shanghai held the first Gay Pride week and in Beijing, campaigners called for same-sex marriages.

Now comes Mr Gay China, reported in approving terms in English-language state media. Eight finalists will take to the stage of a Beijing nightclub to strut their stuff in casual clothes and swimwear, exhibit their talents and answer questions.

The winner – picked for his ability to represent gay issues as well as his skills, personality and looks – will head to Norway for next month's finals of Worldwide Mr Gay.

"I don't think people were ready before," said Ben Zhang, one of the organisers, recalling the "long and painful" process of discovering and accepting his sexuality, less than a decade ago.

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