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sábado, 9 de janeiro de 2010

Me engana que eu gosto

Rafale: custo absurdo,tanto unitário quanto da hora vôo. Alcance: cerca de 2.180km. Metade do território brasileiro.
F18 mais barato, alcance semelhante, testado em mais de 2o batalhas.
Gripen; E dái que é monomotor?
Os brasileiros Supertucanos, embora turboélices, nunca tiveram problemas sérios, e são um sucesso de vendas internacional.
Cuso de operação infinitamente menor, e, maior alcance, cerca de 4.o00 km, que praticamente cobre o território do Brasil, de ponta a ponta.
O suecos se comprometem a desenvolver o avião, cujos protótipo já voa, em conjunto ao Brasil, e fabricar mais de 80% das encomendas no Brasil. E expectativa é de milhares de encomendas, criando empregos no País.
Afinal, numa definicão clara, honesta , límpida, o quê são, exatamente, esses "interesses" políticos de norteiam a decisião monocrática de Lula, contrariando um relatório de 30 mil páginas da Força Aérea Brasileira, favorecendo o Gripen?
Saiba o leitor que o presidente Sarkozy é grande amigo de Marcel Dassault, dono da Avions Marcel Dassault, fabricante do fracassado Rafale.
Não existe decisão política em assunto técnico de altíssima relevâncas para os custos do País e da FAB, sempre contingenciados. Que voa, testa; quem testa, escolhe.
Interesses estragéticos, ora bolas, uma vaga promessa de assento no Conselho de Segurança da ONU, para as calendas? Quem tem maiores interesses no Brasil é a França, com os trens da Alsthom, objetos de suspeitas, aqui e alhures, os caríssimos submarinos; Não chega, não?

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