Visual and auditory deficits are apparent in teenagers developing schizophrenia, and identifying and treating these deficits might restore sensory function and limit the impact of the disease, researchers reported today at the annual meeting of the American College of Neuropsychopharmacology.
Scientists from the Nathan Kline Institute at New York University found that impairment of basic sensory processes - the way people see and hear - may cause some of the problems linked to schizophrenia, a severe mental illness that usually develops in late adolescence or early adulthood.
Their studies, based on measuring electrical responses from the scalp surface (referred to as biomarkers for the disease), suggest that this low level of visual and auditory functioning erodes peoples' ability to pay attention, understand social cues and read. People with schizophrenia have to overcompensate to pay attention and may not clearly hear or understand words or voice pitch. They may only see isolated objects in their field of vision.
Researchers don't know why or how these sensory processes break down in people with schizophrenia."The big hope is that these biomarkers could be a method for early detection and intervention," said the lead author of the study, Dr. Daniel C. Javitt, in a news release. "Using these measures of cognition we can increase the predictability of who is at risk for schizophrenia, and that can be extremely important in guiding treatment for those who are affected."
Déficits visuais e auditivos são evidentes em adolescentes que desenvolvem esquizofrenia, e identificar e tratar estes déficits poderia restaurar a função sensorial e limitar o impacto da doença, disseram pesquisadores na reunião anual do American College of Neuropsychopharmacology.
Cientistas do instituto Nathan Kline da Universidade de Nova York descobriram que a insuficiência da base processos sensoriais - a maneira como as pessoas vêem e ouvem - pode causar alguns problemas ligados à esquizofrenia, uma doença mental grave que se desenvolve normalmente no final da adolescência ou início da idade adulta. Seus estudos, baseados na medição das respostas elétricas da superfície do couro cabeludo (referido como biomarcadores para a doença), sugerem que esse baixo nível de funcionamento visual e auditivo compromete a capacidade das pessoas para prestar atenção, entender e ler sinais sociais. Pessoas com esquizofrenia têm que compensar prestando atenção e não podem ouvir claramente ou compreender palavras ou o tom de voz. Eles só podem ver objetos isolados em seu campo de visão.
Os pesquisadores não sabem por que ou como estes processos sensoriais ficam prejudicados em pessoas com esquizofrenia.
"A grande esperança é que estes biomarcadores poderão ser um método de detecção precoce e intervenção", disse o principal autor do estudo, o Dr. Daniel C. Javitt, em uma nota de imprensa. "Utilizando estas medidas de cognição, podemos aumentar a previsibilidade de quem está em risco de desenvolver esquizofrenia, o que pode ser extremamente importante na orientação do tratamento."
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