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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Liquid condom/ Camisinha líquida

A "liquid condom" that can physically trap semen and protect women against sexually transmitted diseases including HIV, is being developed by scientists.
The contraceptive gel remains in liquid form while in contact with acidity levels normally found in the vagina.
But the vaginal condom becomes solid and traps sperm, when it encounters semen, which is slightly alkaline.
Furthermore, any particles wider than 50 nanometres, which include the HIV, herpes and papilloma viruses, would also be trapped.
This means the gel is both a protectant and contraceptive and provides a cheap way to protect women in the Third World from pregnancy and HIV.
Patrick Kiser, and assistant professor at the University of Utah in Salt Lake City, whose team has helped develop the gel, says clinical trials could begin in as little as three years.
"We did it to develop technologies that can enable women to protect themselves against HIV without the approval of their partner," he said.
The gel has only been tested in the lab so far but Dr Kiser, whose research was published in New Scientist, and his team have already proved it can trap HIV by staining virus particles with a fluorescent dye.
He is also hoping to improve the gel by impregnating it with an anti-HIV drug which would kill the virus after it has solidified.
Pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo uma “camisinha molecular” para mulheres em forma de gel para proteger contra a infecção pelo vírus HIV, causador da Aids.
Segundo os cientistas que participam do projeto, a camisinha em gel seria aplicada na vagina antes da relação sexual.
Ao entrar em contato com o esperma, o gel liberaria uma substância anti-viral que atacaria o HIV e formaria uma rede que impediria a passagem do vírus.
Em um estudo publicado na revista científica Advanced Functional Materials, os cientistas testaram o material em células vaginais humanas e comprovaram que ele bloqueia a passagem das partículas de HIV.
A equipe de pesquisadores vem trabalhando no desenvolvimento da camisinha feminina em gel há vários anos.
Segundo Patrick Kiser, que coordena a pesquisa, o gel seria particularmente útil para os países africanos, onde o uso de preservativos tradicionais é relativamente baixo.
Primeira versão
A equipe de pesquisadores havia desenvolvido em 2006 uma primeira versão do gel, que se transformava em uma capa gelatinosa ao entrar em contato com a pele e voltava ao estado líquido ao entrar em contato com o sêmen.
Porém o maior problema que encontraram para essa primeira versão era que na África, continente onde estão os países com os maiores índices de contaminação pelo HIV, as altas temperaturas impediam que o gel voltasse ao estado líquido.
Para corrigir isso, o que eles fizeram foi gerar um processo exatamente oposto: por meio de mudanças na composição química relacionadas ao PH (o índice de acidez ou alcalinidade) do esperma, o novo gel fica mais sólido em vez de mais líquido.
“Nossa pesquisa não põe ênfase no remédio, mas sim no veículo usado para transportá-lo”, afirma Kiser.
A equipe de cientistas estima que ainda serão necessários vários anos de testes para que o produto possa estar disponível para uso generalizado.
Tendência
O projeto da Universidade de Utah faz parte de uma tendência internacional de investigar e desenvolver sistemas de liberação de substâncias microbicidas como géis, anéis, esponjas e cremes para prevenir infecções pelo vírus da Aids ou por outras doenças sexualmente transmissíveis.
Esses sistemas são vistos como uma forma de que as mulheres tenham um maior poder de se proteger a si mesmas do HIV, particularmente em regiões onde o índice de contaminação seja alto, onde haja um grande número de estupros, onde os preservativos tradicionais sejam um tabu ou não estejam disponíveis ou onde os homens sejam reticentes a usá-los.

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