Kim Noble é uma artista de estilos variados.
Ela é portadora de um raro distúrbio de personalidade, chamado Desordem de Identidade Dissociativa (DID) - antigamente conhecido como desordem de personalidade múltipla.
Muitas de suas outras personalidades também pintam, cada qual com estilo próprio. Ela explica: "Algumas tendem a ser mais abstratas, e outras gostam de usar cores diferentes". "Pode ser muito estranho porque eu nem sempre me lembro do que fiz quando outra personalidade estava no controle. A condição deve estar associada a um trauma severo. Tudo começou como meros pesadelos quando eu era mais jovem, mas depois a coisa ficou mais séria quando eu fiz 14 anos", disse.
"Durante anos, diferentes médicos me diagnosticaram como esquizofrênica, anoréxica, depressiva. Sob vários aspectos, alguns deles estavam certos. Uma de minhas personalidades é anoréxica, logo, eles não estavam de todo errados. Mas não enxergavam o problema por completo".
Em 1995 , um psicoterapeuta finalmente conseguiu explicar que seus problemas eram causados pelo DID. Kim aprendeu que sua condição era singularmente severa através de exames na College University, em Londres, com o especialista em memória Professor John Morton.
"Ele fez uma série de testes de memória e me dissse que nunca havia conhecido um portador de DID com tão fortes divisões entre as personalidades. Notou que não haviam memórias entre algumas delas." Durante uma sessão, em 2005, na casa de Kim, a cuidadora Debbie McCoy – hoje uma terapeuta que trabalha com arte - sugeriu a pintura como meio de relaxar, e seis meses depois, encorajou sua paciente a levar a coisa mais a sério. "Ela me levou para comprar tintas e telas e decidimos que eu tentaria pintar mais seriamente, em lugar de apenas fazê-lo como passatempo". Em apenas 10 meses, Kim teve sua primeira obra exposta e agora, quatro anos mais tarde, produziu muitas outras. "A pintura é um meio de algumas daquelas personalidades se reunirem, o que muito me ajudou. É algo comum a muitas delas, e uma maneira de se juntarem", disse. Kim mora com a filha, Aimée, de 12 anos. Um documentário sobre Kim será levado ao ar ano que vem.
Kim Noble is an artist with many distinct styles. She suffers from a rare personality disorder called Dissociative Identity Disorder (DID) - formerly known as multiple personality disorder.
Many of her personalities paint, and each of her personalities has its own style of painting.She explains: "Some tend to be more abstract and some like using different colours. It can be very strange because I don't always remember what I have done when another personality has been in control"
The condition is thought to be related to severe trauma. "It started as just nightmares when I was younger but then it became much more serious when I was 14," she said. "Over the years different doctors have diagnosed me as having schizophrenia, anorexia, depression. In many ways some of them were right. One of my personalities is anorexic so they weren't totally wrong.
But it wasn't getting the whole problem" In 1995 a psychotherapist was finally able to explain her problems as being caused by DID. Kim learned her condition was unusually severe in tests at University College London with memory expert Professor John Morton. "He did a lot of memory tests and told me he had never met a DID sufferer with so such strong divisions between the personalities.
He found no memories existed between some of them" During a session in 2005 at Kim's home, carer Debbie McCoy – now an art therapist - suggested painting as a means of relaxing and six months later encouraged her patient to take it more seriously. "She took me out to buy some paints and a canvass and we decided I would try and do it properly instead of just doodling" In just 10 months Kim had her first art exhibited and now four years later has produced many more"Painting is a way that some of the personalities can come together so it has really helped me.
It is something many of them have in common and a way for them to bond," she said. Kim lives at her home with daughter Aimee, 12.
Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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domingo, 9 de agosto de 2009
Kim Noble
Kim Noble é uma artista de estilos variados.
Ela é portadora de um raro distúrbio de personalidade, chamado Desordem de Identidade Dissociativa (DID) - antigamente conhecido como desordem de personalidade múltipla.
Muitas de suas outras personalidades também pintam, cada qual com estilo próprio. Ela explica: "Algumas tendem a ser mais abstratas, e outras gostam de usar cores diferentes". "Pode ser muito estranho porque eu nem sempre me lembro do que fiz quando outra personalidade estava no controle. A condição deve estar associada a um trauma severo. Tudo começou como meros pesadelos quando eu era mais jovem, mas depois a coisa ficou mais séria quando eu fiz 14 anos", disse.
"Durante anos, diferentes médicos me diagnosticaram como esquizofrênica, anoréxica, depressiva. Sob vários aspectos, alguns deles estavam certos. Uma de minhas personalidades é anoréxica, logo, eles não estavam de todo errados. Mas não enxergavam o problema por completo".
Em 1995 , um psicoterapeuta finalmente conseguiu explicar que seus problemas eram causados pelo DID. Kim aprendeu que sua condição era singularmente severa através de exames na College University, em Londres, com o especialista em memória Professor John Morton.
"Ele fez uma série de testes de memória e me dissse que nunca havia conhecido um portador de DID com tão fortes divisões entre as personalidades. Notou que não haviam memórias entre algumas delas." Durante uma sessão, em 2005, na casa de Kim, a cuidadora Debbie McCoy – hoje uma terapeuta que trabalha com arte - sugeriu a pintura como meio de relaxar, e seis meses depois, encorajou sua paciente a levar a coisa mais a sério. "Ela me levou para comprar tintas e telas e decidimos que eu tentaria pintar mais seriamente, em lugar de apenas fazê-lo como passatempo". Em apenas 10 meses, Kim teve sua primeira obra exposta e agora, quatro anos mais tarde, produziu muitas outras. "A pintura é um meio de algumas daquelas personalidades se reunirem, o que muito me ajudou. É algo comum a muitas delas, e uma maneira de se juntarem", disse. Kim mora com a filha, Aimée, de 12 anos. Um documentário sobre Kim será levado ao ar ano que vem.
Kim Noble is an artist with many distinct styles. She suffers from a rare personality disorder called Dissociative Identity Disorder (DID) - formerly known as multiple personality disorder.
Many of her personalities paint, and each of her personalities has its own style of painting.She explains: "Some tend to be more abstract and some like using different colours. It can be very strange because I don't always remember what I have done when another personality has been in control"
The condition is thought to be related to severe trauma. "It started as just nightmares when I was younger but then it became much more serious when I was 14," she said. "Over the years different doctors have diagnosed me as having schizophrenia, anorexia, depression. In many ways some of them were right. One of my personalities is anorexic so they weren't totally wrong.
But it wasn't getting the whole problem" In 1995 a psychotherapist was finally able to explain her problems as being caused by DID. Kim learned her condition was unusually severe in tests at University College London with memory expert Professor John Morton. "He did a lot of memory tests and told me he had never met a DID sufferer with so such strong divisions between the personalities.
He found no memories existed between some of them" During a session in 2005 at Kim's home, carer Debbie McCoy – now an art therapist - suggested painting as a means of relaxing and six months later encouraged her patient to take it more seriously. "She took me out to buy some paints and a canvass and we decided I would try and do it properly instead of just doodling" In just 10 months Kim had her first art exhibited and now four years later has produced many more"Painting is a way that some of the personalities can come together so it has really helped me.
It is something many of them have in common and a way for them to bond," she said. Kim lives at her home with daughter Aimee, 12.
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