Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Atirar primeiro / Shoot first
Soldados israelenses que serviram na Faixa de Gaza durante a ofensiva de dezembro e janeiro falaram a respeito das ordens recebidas para atirar sem hesitação, destruindo casas e mesquitas, com um disseminado desprezo pelas vidas de palestinos. Admitiram, enfim a política de "atirar primeiro" na ofensiva em Gaza. Testemunhas anônimas arroladas por grupos de direitos humanos também alegam que palestinos teriam sido usados como escudos humanos. Em testemunhos que deverão despertar a exigência árabe e internacional pela investigação de crimes de guerra, 30 soldados combatentes relataram que a prioridade do exército era reduzir suas baixas para manter o apoio do público israelense à operação Cast Lead (Chumbo Quente).
Uma alegação específica é que pelastinos teriam sido usados pelo exército como "escudos humanos", não obstante uma decisão da Suprema Corte de Israel, que considerou ilegal a prática. "Não se falou muita coisa a respeito do assunto civis inocentes," disse um soldado. "Não havia necessidade de usar armamentos como morteiros ou bombas de fósforo", completou outro. "Tenho a impressão de que o exército estava à procura de uma oportunidade para demonstrar sua força".
As 54 testemunhas anônimas foram arroladas pela Breaking the Silence (Quebrando o Silêncio), um grupo que reúne informações sobre abusos de direitos humanos pelos militares israelenses. Muitos dos soldados estão ainda cumprindo o serviço militar obrigatório. Os palestinos contaram 1.400 mortos, mas Israel considerou o saldo de mortos como sendo 1.166, e estimou que 295 mortos eram civis. Dez soldados e três civis israelenses foram mortos no total.
Israeli soldiers who served in the Gaza Strip during the offensive of December and January have spoken out about being ordered to shoot without hesitation, destroying houses and mosques with a general disregard for Palestinian lives.
Israeli soldiers admit 'shoot first' policy in Gaza offensive Anonymous testimonies collated by human rights group also contain allegations that Palestinians were used as human shields.
In testimony that will fuel international and Arab demands for war crime investigations, 30 combat soldiers report that the army's priority was to minimise its own casualties to maintain Israeli public support for the three-week Operation Cast Lead.
One specific allegation is that Palestinians were used by the army as "human shields" despite a 2005 Israeli high court ruling outlawing the practice. "Not much was said about the issue of innocent civilians," a soldier said. "There was no need to use weapons like mortars or phosphorous," said another. "I have the feeling that the army was looking for the opportunity to show off its strength."
The 54 anonymous testimonies were collated by Breaking the Silence, a group that collects information on human rights abuses by the Israeli military. Many of the soldiers are still doing their compulsory national service.Palestinians counted 1,400 dead but Israel put the death toll at 1,166 and estimated 295 fatalities were civilians. Ten soldiers and three Israeli civilians were killed.
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