O rumo, eu decido, mas nem sempre consigo mantê-lo, porque o imponderável rege as circunstâncias.
E nem sempre adianta ter um plano B; quem garante que irá funcionar? Que rumo tomamos, então?
O do individualismo - às vezes saudável, com moderação -, ou o do altruísmo, da solidariedade, redentores?
A humanidade é uma gigantesca, improbabilíssima singularidade no universo, e nós a desperdiçamos com guerras, ganância, pequenices.
Aonde temos a ilusão de chegar, com tais atitudes?
Haverá um Deus contemplando a nossa insanidade, permeada de momentos contraditórios, nos quais nos santificamos aos nos sacrificamos pelos outros? Eu não sou mais, nem menos, do que você que, eventualmente, cruza o meu caminho. Somos, com nossas idiossincrasias, bastante semelhantes.
Nossos rumos são os mesmos; embora as trajetórias sejam outras - todos os caminhos levam a Roma. O destino é um só, a compreeensão de nossa existência.
Fafá Conta: não consegui seu email. Obrigado por seguir o blogue, seja bem-vinda, elogie, mas desça o pau, também, quado for o caso, que aqui não tem censura nem hipocrisia.
Abraços carinhosos de Luiz Leitão.
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