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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

About satellites collisions / Sobre colisões de satélites

Com que frequência satélites colidem? Embora minúsculas partes de sucata espacial possam atingir qualquer satélite ocasionalmente, a primeira colisão conhecida entre dois satélites inteiros ocorreu somente semana passada.
Embora milhares de satélites tenham sido lançados, a baixa taxa de colisões se deve à vastidão do espaço.
Mas, na semana que passou, um satélite de comunicações russo desativado, denominado Cosmos 2251, chocou-se contra um satélite de comunicações americano ativo, o Iridium 33, sobre a Sibéria, na Rússia. Ambos foram destruídos.
A grande quantidade de partículas massivas em uma nuvem de detritos em dispersão, mostrada no detalhe inserido na imagem acima, aumenta o risco de outros satélites em operação serem atingidos por um perigoso projétil a grande velocidade.
A colisão se deu em órbita baixa terrestre, apenas 750 quilômetros acima, uma altitude partilhada por muitos satélites, mas significativamente mais alta que os 350 km a que orbita a Estação Espacial Internacional, a ISS, tripulada por pessoas.
Como satélites podem se desintegrar quando atingidos por lixo espacial a alta velocidade, a colisão recente traz a preocupação de que uma futura, dramática colisão de satélites possa desencadear uma cascata de colisões, num crescendo. A consequência poderia ser o risco cada vez maior para os voos espaciais tripulados e a diminuição do tempo de vida dos satélites.
How often do satellites collide? Although minuscule space debris may strike any satellite on occasion, the first known collision between time two full satellites occurred only last week. Even though thousands of satellites have been launched, the low collision rate is caused by the great vastness of space.
Last week, however, a defunct Russian communications satellite named Cosmos 2251 smashed right into an operational US communications satellite named Iridium 33 over Siberia, Russia. Both satellites were destroyed.
The sheer number of massive particles in a dispersing debris cloud, depicted in an inset image above, increases the risk that other operating satellites might be struck by a harmful fast-moving projectile. The collision occurred in low Earth orbit only 750 kilometers up, a height shared by many satellites but significantly higher than the 350-km high human-occupied International Space Station.
Since satellites may disintegrate when struck by fast-moving space jun, the crash focuses concern that a future dramatic satellite collision may one day start an ablation cascade of increasingly more collisions.
The resut could then render future human space flights increasingly risky and expensive satellite lifetimes increasingly short.

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