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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Riscos dos energéticos

Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins de Maryland, EUA, constataram que não há limite para a quantidade de cafeína nas chamadas bebidas energéticas, e devem trazer alertas para a proteção de jovens ao risco de superdosagem de cafeína, um estimulante.
O aviso surgiu de uma pesquisa com 28 marcas de energéticos dos Estados Unidos. Alguns produtos contém até 14 vezes mais cafeína que uma lata de refrigerante cola, o equivalente a sete xícaras de café forte.
Na Inglaterra, bebidas com mais de 150 mg por litro devem informar que têm alto conteúdo de cafeína, e não há limite para que possam conter mais. Não informam os riscos do alto consumo de cafeína, e as agências reguladoras de saúde dizem que mulheres grávidas não devem consumir mais de 300 mg diários.
Nos EUA, as doses variam de 50 mg até 505 mg da marca Wired X-505 (wireds significa ligadão). Uma lata de coca-cola tem 35 mg, e uma xícara de café, 75 mg. A famosa marca Red Bull, vendida no Brasil, contém 80 mg.
Na Inglaterra, a propaganda é muito intensa, dirigida aos jovens que apreciam esportes radicais, até mesmo. As chances de ir para na emergência hospitalar, com intoxicação por cafeína, após consumir duas doses de uma destas marcas mais fortes, é real.
As pessoas adultas que consomem chá ou café regularmente desenvolvem tolerância à cafeína, mas jovens geralmente não o fazem porque não costumam tomar bebidas naturais que contêm cafeína.
Os energéticos devem trazer informações sobre os efeitos de altas doses de cafeína, que incluem pulso acelerado, ansiedade e náusea.
O estudo revela os casos de nove pacientes, levados a uma unidade de tratamento de intoxicação e envenenamento, nos EUA, que tomaram o energético Red Line, que contém 250 mg de cafeína. Eles apresentaram dor no peito, náusea, vômito, tremores e taquicardia. O menor deles tinha 13 anos.
Crianças e jovens ingleses estão se tornando dependentes de energéticos para melhorar seu desempenho escolar.
There is no upper limit on the amount of caffeine energy drinks can contain.
Performance-enhancing energy drinks should carry prominent health warnings to protect young people from overdosing on caffeine, doctors said yesterday.
The warning follows research in the US into 28 energy drinks that found some contained up to 14 times as much caffeine as a can of cola, or the equivalent of seven cups of strong coffee.
In the UK, drinks containing more than 150mg caffeine per litre must be labelled as "high caffeine content", but there is no upper limit on the amount of caffeine, nor do drinks need to carry warnings about the potential risks of caffeine overdose.
The Food Standards Agency advises pregnant women not to exceed 300mg of caffeine a day. Surveys for caffeine levels in energy drinks widely available in the US and found they varied from 50mg for a drink called "Whoop Ass" to 505mg in a drink called "Wired X505". A can of cola contains around 35mg and a cup of coffee around 75mg. One of the best-selling energy drinks in the UK, Red Bull, contains 80mg caffeine.
"These drinks are being very aggressively marketed, often to kids interested in extreme sports, and some of them are making overt appeals to the illicit drug culture. You can easily imagine people consuming a couple of these drinks and running smack into caffeine intoxication. People can end up not only feeling lousy, but in ER thinking they're having a heart attack."
People who drink tea and coffee regularly build up a tolerance to caffeine, but younger people are at risk of overdosing if they consume highly caffeinated energy drinks at an early age.
Energy drinks should carry the same kinds of warnings as caffeine pills, which can be bought over the counter at chemists to alleviate drowsiness. Those labels highlight the risks of having too much caffeine, including anxiety attacks, nervousness, rapid heart beat and nausea.
The study highlights the cases of nine patients treated by a US poisons unit after having an energy drink called Redline, which contains 250mg caffeine. Eight of the nine were boys, with the youngest aged 13. Their symptoms ranged from nausea and vomiting to tremors, chest pain and a racing pulse.
The anti-drugs advisory group Drug Education UK warned that schoolchildren are becoming dependent on energy drinks to boost their performance.

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