A próxima geração de computadores poderá se beneficiar de uma novidade: o nanotransistor, do tamanho de uma molécula bem pequena, de apenas 10 átomos. Para se ter uma idéia, uma molécula de açúcar tem mais que o dobro disso. Pesquisadores da Universidade de Manchester, Reino Unido, estão fazendo os transístores com um material chamado graphene, ou grafeno (vem de grafite), que consiste de átomos de carbono, em um arranjo hexagonal. Este nanotransistor permitirá o desenvolvimento de chips de computador ultra rápidos.
Nas últimas décadas, os componentes dos microchips têm tido cada vez mais transistores na mesma área, dobrando a cada dois anos, segundo a Lei de Moore. A continuação da miniaturização dos equipamentos eletrônicos enfrentará maiores obstáculos dentro de 10 a 20 anos, porque o problema com a nanoescala é que materiais como silicone reagem com oxigênio, sofrendo mudanças em suas propriedades, movendo-se e se decompondo.
O grafeno tem propriedade elétricas pouco comuns, e comporta-se como se a corrente elétrica não fosse transportada por elétrons normais, mas por partículas sem massa. O grafeno aproxima os cientistas do ponto de conseguirem fabricar os chamados "transístores balísticos", nome dado em referência ao fato de que neles, os elétrons disparam através deles sem colidirem com os átomos de seus componentes.
Os transístores feitos de grafeno começam a apresentar vantagens a partir de tamanhos abaixo de 10 nanômetros, o limite de miniaturização a partir do qual a tradicional tecnologia, baseada no silicone começa a falhar. Não se espera que os cricuitos de grafenos estejam comercialmente disponíveis antes de 2025, mas esta tecnologia deverá ser a única maneira viável para se encolher os microeletrônicos após o fim da era do silicone.
Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
Nanotransistor
A próxima geração de computadores poderá se beneficiar de uma novidade: o nanotransistor, do tamanho de uma molécula bem pequena, de apenas 10 átomos. Para se ter uma idéia, uma molécula de açúcar tem mais que o dobro disso. Pesquisadores da Universidade de Manchester, Reino Unido, estão fazendo os transístores com um material chamado graphene, ou grafeno (vem de grafite), que consiste de átomos de carbono, em um arranjo hexagonal. Este nanotransistor permitirá o desenvolvimento de chips de computador ultra rápidos.
Nas últimas décadas, os componentes dos microchips têm tido cada vez mais transistores na mesma área, dobrando a cada dois anos, segundo a Lei de Moore. A continuação da miniaturização dos equipamentos eletrônicos enfrentará maiores obstáculos dentro de 10 a 20 anos, porque o problema com a nanoescala é que materiais como silicone reagem com oxigênio, sofrendo mudanças em suas propriedades, movendo-se e se decompondo.
O grafeno tem propriedade elétricas pouco comuns, e comporta-se como se a corrente elétrica não fosse transportada por elétrons normais, mas por partículas sem massa. O grafeno aproxima os cientistas do ponto de conseguirem fabricar os chamados "transístores balísticos", nome dado em referência ao fato de que neles, os elétrons disparam através deles sem colidirem com os átomos de seus componentes.
Os transístores feitos de grafeno começam a apresentar vantagens a partir de tamanhos abaixo de 10 nanômetros, o limite de miniaturização a partir do qual a tradicional tecnologia, baseada no silicone começa a falhar. Não se espera que os cricuitos de grafenos estejam comercialmente disponíveis antes de 2025, mas esta tecnologia deverá ser a única maneira viável para se encolher os microeletrônicos após o fim da era do silicone.
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