John Forbes Nash, Jr, matemático ganhador do prêmio Nobel de Economia de 1994, que teve a vida retratada no filme "Uma mente maravilhosa", tem fé inabalável na ciência.
O dono desta mente privilegiada é portador de esquizofrenia, e luta contra o preconceito que envolve as enfemidades mentais, muito bem ilustrado na mania que a mídia tem de usar os termos "esquizofrênico" e "autismo" como adjetivação negativa - "o autismo de fulano em relação ao assunto..."; " a atitude esquizofrênica do governo tal...". "Os progressos da ciência ajudarão a reduzir o estigma das enfermidades mentais, como aconteceu com outros males, tais como as úlceras estomacais, que se acreditava terem origem psicossomática, e depois descobriu-se que sua causa é uma bactéria (Helicobacter pylori).
Hoje com 80 anos, Nash foi quem elaborou as complexas teorias dos jogos matemáticos de estratégia, mas durante 40 anos esteve gravemente afetado pela esquizofrenia. Na década de 50 ele começou ter delírios persecutórios, e via espiões por todos os lados, tendo chegado ao ponto de pedir asilo político na Europa.
Graças ao tempo, diz ele, conseguiu sair desta armadilha que atrapalhou sua carreira acadêmica.
Um gênio o Nash, e gênial o filme"Uma mente brilhante".
ResponderExcluirAbraços,
Vitor Lopes.
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