Uma gigantesca tempestade revela o passado de Júpiter
Cientistas por todo o planeta observaram uma impressionante e rara mudança na atmosfera de Júpiter - um enorme perturbação nas latitudes do meio-norte do planeta , quando duas gigantescas tempestades foram desencadeadas. Os ventos de Júpiter são mais fortes nestas latitudes, atingindo inacreditáveis 600 km/h.
Fenômenos parecidos ocorreram em 1975 e 1990, nenhum havia sido observado com telescópios modernos de alta resolução. A tempestade havia sido captada no final de amrço de 2007 pelo telescópio espacial Hubble, pelo telescópio infravermelho da NASA no Havaí e por outros telescópios nas Ilhas Canárias, Espanha.
Uma rede de telescópios menores em torno da Terra também ajudou nas observações. Um grupo internacional, coordenado por Agustín Sánchez-Lavega, da Universidade do País Basco, Espanha, apresentou suas descobertas na edição do dia 24/1 da revista Nature.
Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
O passado de Júpiter
Uma gigantesca tempestade revela o passado de Júpiter
Cientistas por todo o planeta observaram uma impressionante e rara mudança na atmosfera de Júpiter - um enorme perturbação nas latitudes do meio-norte do planeta , quando duas gigantescas tempestades foram desencadeadas. Os ventos de Júpiter são mais fortes nestas latitudes, atingindo inacreditáveis 600 km/h.
Fenômenos parecidos ocorreram em 1975 e 1990, nenhum havia sido observado com telescópios modernos de alta resolução. A tempestade havia sido captada no final de amrço de 2007 pelo telescópio espacial Hubble, pelo telescópio infravermelho da NASA no Havaí e por outros telescópios nas Ilhas Canárias, Espanha.
Uma rede de telescópios menores em torno da Terra também ajudou nas observações. Um grupo internacional, coordenado por Agustín Sánchez-Lavega, da Universidade do País Basco, Espanha, apresentou suas descobertas na edição do dia 24/1 da revista Nature.
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