Hugo Chávez, com seu destempero verbal, conseguiu uma rara proeza: tirou do sério do rei de Espanha. O verborrágico presidente venezuelano, na reunião de Cúpula Ibero-americana, não se conteve, e, pensando que estava em um botequim, ignorou o caráter solene da Cúpula e partiu para a baixaria explícita, sua especialidade. Chávez chamou o ex-presidente da Espanha José Maria Aznar de fascista, e o rei Juan Carlos, indignado, perguntou-lhe por que não se calava.Não bastasse isso, em tom menos grosseiro, o nicaraguense Daniel Ortega disparou ofensas contra empresas espanholas. Foi demais para o rei, que levantou-se e abandonou a reunião. Esses dois alucinados, Chávez e Ortega andam precisando freqüentar umas aulas de boas maneiras.
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