Em 1980, a australiana Lindy Chamberlain-Creighton foi injustamente condenada à prisão perpétua pelo assassinato de sua filha de dois meses, após ter dito à polícia de seu país que a criança havia sido levada por um dingo, cão selvagem australiano (Canis dingo), quando acampava numa área rural isolada. O corpo jamais foi encontrado, mas ela foi condenada com base em provas "circunstanciais". A condenação foi anulada em 1988, após peças de roupa da menina, chamada Azaria, terem sido encontradas.
Um terrível erro judiciário em um caso que encontra um possível paralelo com o de Maddie McCann, cujos pais estão sendo julgados por antecipação pela mídia portuguesa e por parte da população local. Em defesa dos McCann, Lindy disse que eles podem estar sendo vítimas de um erro parecido. Em suas palavras: " O que aquele casal está passando se assemelha ao que aconteceu comigo". " Minta e diga-lhes que você fez aquilo, e sairá livre; diga-nos a verdade e você não escapará, dirá a polícia". De fato, a Polícia Judiciária portuguesa tentou obter uma confissão dos McCann.
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