O nobres senadores brasileiros se reuniram para levar a cabo a espinhosa missão de decidir se acatavam ou arquivavam a representação que o Psol fizera contra o senador Gim Argello, suplente que assumiu o mandato no lugar do renunciante Joaquim Roriz (PTB-DF), sobre quem pesavam, e ainda pesam, graves denúncias de grilagem de terras e desvio de dinheiro público.
O argumento para tão generosa decisão foi de que os fatos teriam ocorrido quando Sua Excelência ainda não havia assumido o mandato. Numa agressão à lógica ou, pelo menos, ao bom senso, que mandaria que a Casa apurasse os fatos, mais não fosse, para que não pairassem mais dúvidas do que já pairam sobre a honorabilidade de boa parte de seus integrantes, os senadores mantiveram a tradição de impunidade do Congresso.
O voto de Minerva, adivinhem de quem foi? Sim, dele mesmo, Renan Calheiros o presidente da Casa, que se equilibra no fio de uma navalha para manter-se no posto e segurar seu mandato. Vejam, na foto, a cara de felicidade do moço.
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