Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
AE Aurigae and the Flaming Star Nebula | AE Aurigae e a Nebulosa da Estrela Flamejante
Por que AE Aurigae é chamada a estrela flamejante? Um dos motivos é o fato de a nebulosa circundante IC 405 ser denominada Nebulosa da Estrela Flamejante porque a região parece conter fumaça, muito embora nada por lá esteja pegando fogo, nem mesmo a estrela interior AE Aurigae.
O fogo, que é definido como rápida aquisição molecular de oxigenio, só ocorre na presença de oxigenio em quantidade suficiente, não sendo importante nesses ambientes de altas energias e baixos niveis de oxigenio.
O material que aparece como se fosse fumaça é, na maior parte, hidrogenio interestelar, mas contém, sim, filamentos escuros de grãos de poeira ricos em carbono. A brilhante estrela AE Aurigae é visivel perto do centro da nebulosa, sendo tão quente que é azul, emitindo luz tão energetica que arranca eletrons dos atomos no gas circundante.
Quando um atomo recaptura um eletron, há emissão de luz, criando a nebulosa de emissões no entorno. A Nebulosa da Estrela Flamejante situa-se a cerca de 1.500 anos-luz, espalha-se por uns 5 anos-luz, e é visivel atraves de pequenos telescopios, na direção da constelação do Cocheiro (Auriga).
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Why is AE Aurigae called the flaming star? For one reason, the surrounding nebula IC 405 is named the Flaming Star Nebula because the region seems to harbor smoke, even though nothing is on fire, including interior star AE Aurigae.
Fire, typically defined as the rapid molecular acquisition of oxygen, happens only when sufficient oxygen is present and is not important in such high-energy, low-oxygen environments.
The material that appears as smoke is mostly interstellar hydrogen, but does contain smoke-like dark filaments of carbon-rich dust grains. The bright star AE Aurigae is visible near the nebula center and is so hot it is blue, emitting light so energetic it knocks electrons away from atoms in the surrounding gas.
When an atom recaptures an electron, light is emitted creating the surrounding emission nebula. The Flaming Star nebula lies about 1,500 light years distant, spans about 5 light years, and is visible with a small telescope toward the constellation of the Charioteer (Auriga).
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domingo, 25 de fevereiro de 2018
In the Heart of the Heart Nebula | No coração da Nebulosa do Coração
O que é aquilo dentro da Nebulosa do Coração? |Primeiro, a grande nebulosa de emissões denominada IC 1805 parece, no todo, um coração humano. Com seu formato, talvez adequado ao Dia de São Valentim, este coração brilha intensamente em luz vermelha emitida pelo seu mais destacado elemento: hidrogenio.
O brilho vermelho e o formato maior são todos criados por um pequeno grupo de estrelas próximo ao centro da nebulosa. No coração da Nebulosa do Coração há jovens estrelas do aglomerado estelar aberto Melotte 15 que estão erodindo vários pitorescos pilares de poeira com sua luz e ventos energeticos.
O aglomerado estelar aberto contém algumas estrelas brilhantes com aproximadamente 50 vezes mais massa que o Sol, muitas estrelas de baixa luminosidade com apenas uma fração da massa do Sol, em um ausente microquasar que foi expelido há milhões de anos. A Nebulosa do Coração está localizada a cerca de 7.500 anos-luz de distância, na direção da mitologica Rainha da Etiopia (Cassiopeia).
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What's that inside the Heart Nebula? First, the large emission nebula dubbed IC 1805 looks, in whole, like a human heart. It's shape perhaps fitting of the Valentine's Day, this heart glows brightly in red light emitted by its most prominent element: hydrogen.
The red glow and the larger shape are all created by a small group of stars near the nebula's center. In the heart of the Heart Nebula are young stars from the open star cluster Melotte 15 that are eroding away several picturesque dust pillars with their energetic light and winds.
The open cluster of stars contains a few bright stars nearly 50 times the mass of our Sun, many dim stars only a fraction of the mass of our Sun, and an absent microquasar that was expelled millions of years ago. The Heart Nebula is located about 7,500 light years away toward the constellation of the mythological Queen of Aethiopia (Cassiopeia).
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sábado, 24 de fevereiro de 2018
A Partial Solar Eclipse over Buenos Aires | Um eclipse parcial solar sobre Buenos Aires
O que aconteceu com o topo do Sol? Na semana passada, partes do hemisferio sul da Terra foram brindadas com um eclipse parcial solar, quando a Lua bloqueia parte do Sol. Esta imagem foi registrada proximo ao final do eclipse, na costa do Uruguai, com vista para Buenos Aires, Argentina.
A Ilha Farallón, adornada por um farol maritimo, aparece em primeiro plano, com um avião visivel logo à esquerda do Sol. A imagem é, na verdade, uma combinação digital de duas exposições consecutivas registradas com a mesma camera, utilizando-se os mesmos ajustes — uma da paisagem e outra do Sol no plano de fundo.
O proximo eclipse solar visivel na Terra será novamente parcial, ocorrendo em meados de julho, sendo visivel em partes do sul da Australia, inclusive a Tasmania.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What's happened to top of the Sun? Last week, parts of Earth's southern hemisphere were treated to a partial solar eclipse, where the Moon blocks out part of the Sun. The featured image was taken toward the end of the eclipse from the coast of Uruguay overlooking Argentina's Buenos Aires.
Light-house adorned Farallón Island is seen in the foreground, and a plane is visible just to the left of the Sun. The image is actually a digital combination of two consecutive exposures taken with the same camera using the same settings — one taken of the landscape and another of the background Sun.
The next solar eclipse visible on Earth will be another partial eclipse occurring in mid-July and visible from parts of southern Australia including Tasmania.
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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Jupiter in Infrared from Hubble | Jupiter visto pelo Hubble em infravermelho
Jupiter parece um pouco diferente sob luz infravermelha. Para melhor compreender os movimentos da nuvens de Jupiter e ajudar a espaçonave robótica Juno da NASA a entender isso, o Hubble está sendo direcionado para fotografar regularmente todo o gigante joviano.
As cores de Jupiter quando são monitoradas vão além da faixa de alcance normal da visão humana, de forma a incluir as frequencias de luz ultravioleta e infravermelho. Nesta foto, em 2016, três faixas de luz proxima ao infravermelho foram digitalmente redesignadas em uma imagem mapeada colorida.
Jupiter parece diferente em infravermelho em parte porque a quantidade de luz solar refletida de volta é distinta, dando a nuvens de diferentes alturas e latitudes intensidades de brilho discrepantes.
Não obstante, muitas caracteristicas familiares de Jupiter permanecem, inclusive as zonas de luz e os cinturões escuros que circundam o planeta próximo ao equador, com a Grande Mancha Vermelha embaixo, à esquerda, e os sistemas de tempestades de colar de perolas ao sul da Grande Mancha Vermelha.
Os polos brilham porque a bruma a grande altitute lá existente é energizada pelas particulas carregadas da magnetosfera de Jupiter. A Juno completou agora 10 das 12 orbitas cientificas planejadas de Jupiter, e continua a registrar dados que estão ajudando a humanidade a compreender não só o clima de Jupiter, mas também o que há sob suas espessas nuvens.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Jupiter looks a bit different in infrared light. To better understand Jupiter's cloud motions and to help NASA's robotic Juno spacecraft understand the Hubble Space Telescope is being directed to regularly image the entire Jovian giant.
The colors of Jupiter being monitored go beyond the normal human visual range to include both ultraviolet and infrared light. Featured here in 2016, three bands of near-infrared light have been digitally reassigned into a mapped color image.
Jupiter appears different in infrared partly because the amount of sunlight reflected back is distinct, giving differing cloud heights and latitudes discrepant brightnesess.
Não obstante, muitas caracteristicas familiares em Jupiter permanecem, inclusive as zonas de luz e cinturões escuros que circundam o planeta proximo ao equador, com a Grande Mancha Vermelha embaixo, à esquerda, e os sistemas de tempestades colar de perolas ao sul da Grande Mancha Vermelha.
Os polos brilham devido à bruma a grande altitude lá e energizada por particulas carregadas da magnetosfera de Jupiter. A Juno completou agora 10 de 12 orbitas cientificas planejadas ao redor de Jupiter e continua a registrar dados que estão ajudando a humanidade a compreender não só o clima de Jupiter, mas também o que há sob suas espessas nuvens.
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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Comet PanSTARRS is near the Edge | O Cometa PanSTARRS está próximo à borda
O cometa PanSTARRS, também denominado o cometa azul (C/2016 R2), está realmente proximo à borda inferior esquerda desta deslumbrante visão de campo amplo registrada em 13 de janeiro.
Espalhando-se pelo ceú por cercade de 20 graus, a paisagem cosmica é explorada por fotos bem expostas e processadas através de uma sensivel camera digital. ela consiste em nuvens coloridas e nebulosas de poeira escuras, no entanto, normalmente demasiado esmaecidas para serem visiveis a olho nu.
No topo, à direita, a Nebulosa da California (NGC 1499) tem um formato familiar. Sua linha costeira tem mais de 60 anos-luz de extensão e situa-se a uns 1.500 anos-luz de distancia. O pronunciado brilho avermelhado da nebulosa provém de atomos de hidrogenio ionizados pela luminosa estrela azul Xi Persei, logo abaixo dela.
No fundo, proximo ao centro, o famoso aglomerado estelar das Pleiade está distante cerca de 400 anos-luz e tem aproximadamente 15 anos-luz de diametro. Sua espetacular cor azul se deve ao reflexo de luz estelar pela poeira interestelar dust.
No meio há estrelas quentes da associação Perseu OB2 e nenbulosas de poeira escuras ao longo da borda das grandes e proximas nuvens moleculares Taurus and Perseu. Emissões de incomumente abundantes moleculas de monoxido de carbono ionizado (CO+) fluorescentes sob a luz solar são amplamente responsaveis pela caracteristica tonalidade azul da notavel cauda do cometa. O cometa estava distante da Terra cerca de 17 minutos-luz.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
The comet PanSTARRS, also known as the blue comet (C/2016 R2), really is near the lower left edge of this stunning, wide field view recorded on January 13.
Spanning nearly 20 degrees on the sky, the cosmic landscape is explored by well-exposed and processed frames from a sensitive digital camera. It consists of colorful clouds and dusty dark nebulae otherwise too faint for your eye to see, though.
At top right, the California Nebula (aka NGC 1499) does have a familiar shape. Its coastline is over 60 light-years long and lies some 1,500 light-years away. The nebula's pronounced reddish glow is from hydrogen atoms ionized by luminous blue star Xi Persei just below it.
Near bottom center, the famous Pleiades star cluster is some 400 light-years distant and around 15 light-years across. Its spectacular blue color is due to the reflection of starlight by interstellar dust.
In between are hot stars of the Perseus OB2 association and dusty, dark nebulae along the edge of the nearby, massive Taurus and Perseus molecular clouds. Emission from unusually abundant ionized carbon monoxide (CO+) molecules fluorescing in sunlight is largely responsible for the telltale blue tint of the remarkable comet's tail. The comet was about 17 light minutes from Earth.
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Bow Tie Moon and Star Trails | Lua Gravata Borboleta e trilhas de estrelas
Em 31 de janeiro, um vagaroso eclipse lunar foi apreciado em todo o lado do planeta Terra em que era noite, o primeiro de três eclipses totais lunares. Esta impressionante imagem de lapso temporal ocorreu em seguida à exibição celestial durante mais de três horas em uma série combinada de exposições na provincia de Hebei, no norte da China.
Fixada a um tripé, a camera registra a Lua Cheia deslizando pelo límpido ceu noturno. Demasiado brilhante logo antes e depois do eclipse, a trilha da Lua em formato de arco cresce estreita e vermelha durante a fase total do eclipse, mais escura, que durou uma hora e 16 minutos. No distante plano de fundo estão as coloridas riscas de estrelas em arcos concentricos acima e abaixo do equador celestial.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
On January 31, a leisurely lunar eclipse was enjoyed from all over the night side of planet Earth, the first of three consecutive total eclipses of the Moon. This dramatic time-lapse image followed the celestial performance for over three hours in a combined series of exposures from Hebei Province in Northern China.
Fixed to a tripod, the camera records the Full Moon sliding through a clear night sky. Too bright just before and after the eclipse, the Moon's bow tie-shaped trail grows narrow and red during the darker total eclipse phase that lasted an hour and 16 minutes. In the distant background are the colorful trails of stars in concentric arcs above and below the celestial equator.
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
Galaxy Formation in a Magnetic Universe | Formação galactica em um universo magnetico
Como nós chegamos aqui? Sebemos que vivemos num planeta que orbita uma estrela, a qual orbita uma galaxia, mas como foi que tudo isso se formou? Para entender melhor os detalhes, astrofisicos atualizaram o famoso Illustris Simulation para IllustrisTNG — atualmente o mais sofisticado modelo de computador de como as galaxias evoluiram em nosso universo.
Especificamente, este video rastreia campos magneticos do universo primordial (desvio para o vermelho 5) até o presente (desvio para o vermelho 0). Aqui, o azul representa campos magneticos relativamente fracos, enquanto o branco representa os fortes.
Esses campos B estão intimamente combinados com galaxias e aglomerados galacticos. Quando a simulação se inicia, uma camera virtual circunda o universo virtual IllustrisTNG mostrando que uma jovem região — com 30 milhões de anos-luz de diamtero — é muito filamentar. A gravidade faz com que as galaxias se formem e fundam à medida que o universo se expande e evolui.
Ao final, o universo simulado IllustrisTNG revela-se uma boa semelhança estatistica com nosso universo real atual, embora surjam algumas diferenças interessantes — por exemplo, uma discrepancia envolvendo a força em ondas de radio emitidas por particulas carregas em movimento rapido.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
How did we get here? We know that we live on a planet orbiting a star orbiting a galaxy, but how did all of this form? To understand details better, astrophysicists upgraded the famous Illustris Simulation into IllustrisTNG -- now the most sophisticated computer model of how galaxies evolved in our universe.
Specifically, this featured video tracks magnetic fields from the early universe (redshift 5) until today (redshift 0). Here blue represents relatively weak magnetic fields, while white depicts strong.
These B fields are closely matched with galaxies and galaxy clusters. As the simulation begins, a virtual camera circles the virtual IllustrisTNG universe showing a young region -- 30-million light years across -- to be quite filamentary. Gravity causes galaxies to form and merge as the universe expands and evolves.
At the end, the simulated IllustrisTNG universe is a good statistical match to our present real universe, although some interesting differences arise -- for example a discrepancy involving the power in radio waves emitted by rapidly moving charged particles.
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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
LL Ori and the Orion Nebula | LL Orio e a Nebulosa de Orion
Estrelas podem produzir ondas no mar de gás e poeira da Nebulosa de Orion Nebula. Este estético close-up de nuvens e ventos estelares cosmicos mostra LL Orionis, interagindo com o fluxo da Nebulosa de Orion.
À deriva no nascedouro estelar de Orion, a ainda em seus anos de formação, a estrela variavel LL Orionis produz um vento mais energetico que aquele do nosso Sol de meia-idade. Quando o veloz vento estelar vai de encontro ao gas em movimento lento, forma-se uma frente de choque, analoga à onda de arco formada por um barco movendo-se na água, ou de uma avião voando a velocidade supersonica.
A pesquena e graciosa estrutura arqueada logo acima e à esquerda do centro é o arco de choque de LL Ori, medindo cerca de metade de um ano-luz de diametro. O gas mais lento está fluindo para longe do quente aglomerado estelar central da Nebulosa de Orion, o Trapezio, localizado ao largo do canto superior esquerdo da foto.
Em três dimensões, LL a envolvente frente de choque de Ori tem o formato de um arco que parece mais brilhante quando visto ao longo da extremidade "inferior". Esta bela foto que lembra uma pintura é parte de uma vista em grande mosaico do complexo criadouro estelar em Orion, que contém uma miriade de formas fluidas associadas à formação estelar.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Stars can make waves in the Orion Nebula's sea of gas and dust. This esthetic close-up of cosmic clouds and stellar winds features LL Orionis, interacting with the Orion Nebula flow.
Adrift in Orion's stellar nursery and still in its formative years, variable star LL Orionis produces a wind more energetic than the wind from our own middle-aged Sun. As the fast stellar wind runs into slow moving gas a shock front is formed, analogous to the bow wave of a boat moving through water or a plane traveling at supersonic speed.
The small, arcing, graceful structure just above and left of center is LL Ori's cosmic bow shock, measuring about half a light-year across. The slower gas is flowing away from the Orion Nebula's hot central star cluster, the Trapezium, located off the upper left corner of the picture.
In three dimensions, LL Ori's wrap-around shock front is shaped like a bowl that appears brightest when viewed along the "bottom" edge. This beautiful painting-like photograph is part of a large mosaic view of the complex stellar nursery in Orion, filled with a myriad of fluid shapes associated with star formation.
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domingo, 18 de fevereiro de 2018
Car Orbiting Earth | Um carro orbitando a Terra
Na semana passada, um carro orbitou a Terra. O carro, criado na Terra por humanos e robôs, foi lançado pela Companhia SpaceX para demonstrar a capacidade de seu foguete Falcon Heavy de levar espaçonaves ao espaço, no Sistema Solar.
Propositalmente feito para ser extravagante, o iconico carro foi considerado um objeto de demonstração melhor que blocos de concreto. Um manequim vestindo um traje espacial — chamado Starman — está sentado no banco do motorista. Esta imagem é um quadro de um video registrado por uma de tres cameras montadas no carro. Essas cameras, conectadas à bateria do carro, estão agora já sem energia.
O carro, preso a um segundo estagio impulsionador, logo deixou a orbita terrestre e irá orbitar indefinidamente o Sol entre a Terra e o cinturão de asteroides — talvez até daqui a alguns bilhões de anos, quando o Sol se expandir numa Gigante Vermelha. Caso um dia seja a ser recuperado, o que restar do carro poderá se tornar uma incomparável visão das tecnologias desenvolvidas na Terra no seculo 20 e no começo do seculo 21.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Last week, a car orbited the Earth. The car, created by humans and robots on the Earth, was launched by the SpaceX Company to demonstrate the ability of its Falcon Heavy Rocket to place spacecraft out in the Solar System.
Purposely fashioned to be whimsical, the iconic car was thought a better demonstration object than concrete blocks. A mannequin clad in a spacesuit -- dubbed the Starman -- sits in the driver's seat. The featured image is a frame from a video taken by one of three cameras mounted on the car. These cameras, connected to the car's battery, are now out of power.
The car, attached to a second stage booster, soon left Earth orbit and will orbit the Sun between Earth and the asteroid belt indefinitely -- perhaps until billions of years from now when our Sun expands into a Red Giant. If ever recovered, what's left of the car may become a unique window into technologies developed on Earth in the 20th and early 21st centuries.
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Manhattan Skylines | Linhas no céu de Manhattan
As luzes da cidade brilham ao longo do lado leste de Manahattan superior nesta impressionante paisagem celeste noturna urbana de 13 de fevereiro.
Composta por uma serie de exposições digitais, a imagem monocromática é remanescente do tempo em que o filme preto e branco sensivel era uma opção popular para noites de pouca luminosidade e astrofotografia. Com 2 minutos e 40 segundos de duração, os 22 quadros combinados olham através do reservatorio do Central Park de Nova York.
Estrelas formam trilhas nesta visão de lapso temporal enquanto nuvens à deriva formam figuras no ceu. Traçada de cima para baixo, a linha pontilhada nesta cena surreal é a Estação Espacial Internacional ainda sob a luz solar e rumo ao horizonte sudeste. Os curtos intervalos de tempo entre as exposições deixam falhas no brilhante rastro da estação.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
City lights shine along the upper east side of Manahattan in this dramatic urban night skyscape from February 13.
Composed from a series of digital exposures, the monochrome image is reminiscent of the time when sensitive black and white film was a popular choice for dimly lit night and astro-photography. Spanning 2 minutes and 40 seconds, the combined 22 frames look across the reservoir in New York City's Central Park.
Stars trail in the time-lapse view while drifting clouds make patterns in the sky. Traced from top to bottom, the dashed line in the surreal scene is the International Space Station still in sunlight and heading for the southeast horizon. The short time intervals between the exposures leave gaps in the space station's bright trail.
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Enceladus in Silhouette | Encelado em silhueta
Um dos mais atraentes astros do Sistema Solar, Encelado é iluminado por trás pelo Sol nesta imagem da espaçonave Cassini, obtida em 1 de novembro de 2009. A impressionante iluminação revela as nuvens que fluem continuamente para o espaço a partir do polo sul desta lua saturnina de 500 quilômetros de diametro.
Descobertas pela Cassini em 2005, as colunas de gelo estão, provavelmente, conectadas a um oceano sob a capa de gelo de Encelado. Elas fornecem material diretamente para o tênue anel externo E de Saturno, e tornam a superficie de Encelado tão refletica quanto a neve.
Através do cenário, os aneis gelados de Saturno espalham a luz solar na direção das cameras da Cassini. Além dos aneis, o lado noturno da Lua Pandora, de 80 quilometros de diametro, é levemente iluminado pela luz de Saturno.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
One of our Solar System's most tantalizing worlds, Enceladus is backlit by the Sun in this Cassini spacecraft image from November 1, 2009. The dramatic illumination reveals the plumes that continuously spew into space from the south pole of Saturn's 500 kilometer diameter moon.
Discovered by Cassini in 2005, the icy plumes are likely connected to an ocean beneath the ice shell of Enceladus. They supply material directly to Saturn's outer, tenuous E ring and make the surface of Enceladus as reflective as snow.
Across the scene, Saturn's icy rings scatter sunlight toward Cassini's cameras. Beyond the rings, the night side of 80 kilometer diameter moon Pandora is faintly lit by Saturnlight.
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Roadster, Starman, Planet Earth | Roadster, Starman, Planeta Terra
Não se assuste. É apenas um maniquem em traje espacial chamado Starman. Enquanto o crescente do planeta Terra iluminado pela luz solar retrocede no plano de fundo, Starman está confortavelmente sentado ao volante de um Tesla Roadster nesta imagem final da carga lançada por foguete Falcon Heavy, em 6 de fevereiro.
Internacionalmente designado 2018-017A, o roadster e Starman vão rumo ao espaço além da orbita de Marte. O bem-sucedido foguete Falcon Heavy tornou-se agora o mais potente foguete em operação, e o roadster, um dos quatro carros eletricos lançados do planeta Terra.
Os outros três foram lançados à Lua pelos historicamente mais potentes (mas não reutilizáveis) foguetes Saturn V. Ainda assim, o roadster de Starman é, provavelmente, o unico que seria considerado com permissão para circular pelas ruas.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Don't panic. It's just a spacesuited mannequin named Starman. As the sunlit crescent of planet Earth recedes in the background, Starman is comfortably seated at the wheel of a Tesla Roadster in this final image of the payload launched by a Falcon Heavy rocket on February 6.
Internationally designated 2018-017A, roadster and Starman are headed for space beyond the orbit of Mars. The successful Falcon Heavy rocket has now become the most powerful rocket in operation and the roadster one of four electric cars launched from planet Earth.
The other three were launched to the Moon by historically more powerful (but not reusable) Saturn V rockets. Still, Starman's roadster is probably the only one that would be considered street legal.
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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
Blue Comet Meets Blue Stars | O cometa azul encontra estrelas azuis
O que é aquilo indo em direção ao aglomerado estelar das Pleiades? Parece ser o Cometa C/2016 R2 (PanSTARRS), mas aqui, as aparencias enganam. À direita e ao longe, no plano de fundo, o famoso aglomerado estelar das Pleiades é dominado pela luz azul de jovens estrelas de grande massa.
À esquerda, em visita ao Sistema Solar interno, está o Cometa PanSTARRS, um tumbling bloco de gelo vindo da parte mais externa do Sistema Solar, o qual atualmente ostenta uma longa cauda de ions dominada pela luz azul de uma incomumente alta abundancia de monoxido de carbono ionizado.
O Cometa PanSTARRS está, na verdade, movendo-se em direção ao topo da imagem, e sua cauda de ions aponta para longe do Sol, mas é afetada por um complexo vento solar de particulas saindo do Sol. Visivel através de pequenos telescopios, o cometa está se esmaecendo à medida que se afasta da Terra, muito embora ele vá atingir seu ponto mais proximo do Sol no começo de Maio.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What's that heading for the Pleiades star cluster? It appears to be Comet C/2016 R2 (PanSTARRS), but here, appearances are deceiving. On the right and far in the background, the famous Pleiades star cluster is dominated by blue light from massive young stars.
On the left and visiting the inner Solar System is Comet PanSTARRS, a tumbling block of ice from the outer Solar System that currently sports a long ion tail dominated by blue light from an unusually high abundance of ionized carbon monoxide. Comet PanSTARRS is actually moving toward the top of the image, and its ion tail points away from the Sun but is affected by a complex solar wind of particles streaming out from the Sun. Visible through a small telescope, the comet is fading as it recedes from the Earth, even though it reaches its closest point to the Sun in early May.
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domingo, 11 de fevereiro de 2018
A Partial Eclipse Over Manila Bay | Eclipse parcial sobre a Baía de Manila
O que aconteceu com o Sol poente? Um eclipse! No começo de 2009, a Lua eclipsou parte do Sol, num evento que foi visivel em partes da Africa, Australia e Asia. Em particular, esta imagem, obtida no paredão maritimo Mall of Asia, captou o Sol poente parcialmente eclipsado sobre a Baía de Manila, nas Filipinas.
Atracadouros são visiveis em silhueta em primeiro plano. Observadores de eclipses e entusiastas de astronomia bem localizados captaram muitas outras imagens interessantes e artisticas do único eclipse anelar solar daquele ano, inclusive videos, conjuntos de sombras de eclipse, e aneis de fogo.
Na quinta-feira, partes do Sol serão nova e brevemente bloqueadas pela Lua, um episódio novamente visivel para alguns como um eclipse solar parcial. O eclipse desta quinta-feira, no entanto, só será visivel em algumas partes da America do Sul e Antartica.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What's happened to the setting Sun? An eclipse! In early 2009, the Moon eclipsed part of the Sun as visible from parts of Africa, Australia, and Asia. In particular the featured image, taken from the Mall of Asia seawall, caught a partially eclipsed Sun setting over Manila Bay in the Philippines.
Piers are visible in silhouette in the foreground. Eclipse chasers and well placed sky enthusiasts captured many other interesting and artistic images of the year's only annular solar eclipse, including movies, eclipse shadow arrays, and rings of fire.
On Thursday parts of the Sun again will become briefly blocked by the Moon, again visible to some as a partial eclipse of the Sun. Thursday's eclipse, however, will only be visible from parts of southern South America and Antarctica.
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sábado, 10 de fevereiro de 2018
NGC 7635: The Bubble Nebula Expanding | NGC 7635: A Nebulosa da Bolha expandindo-se
É a Bolha versus a nuvem. NGC 7635, a Nebulosa da Bolha, está sendo empurrada para fora pelo vento estelar da grande estrela BD+602522, visivel em azul em direção à direita, dentro da nebulosa.
Ao lado, no entanto, há uma gigantesca nuvem molecular, visivel à extrema direita em vermelho. Neste lugar do espaço, uma força irresistivel encontra um objeto inamovível de forma interessante. A nuvem é capaz de conter a expansão da bolha de gas, mas é atingida pela radiação quente vinda da estrela central da bolha.
A radiação aquece regiões densas da nuvem molecular, fazendo-a brilhar. A Nebulosa da Bolha, aqui fotografada, tem cerca de 10 anos-luz de diâmetro e faz parte de um muito maior complexo de estrelas e envoltorios.
A Nebulosa da Bolha pode ser vista através de pequenos telescópios, na direção da constelação da Rainha da Etiopia (Cassiopeia).
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
It's the bubble versus the cloud. NGC 7635, the Bubble Nebula, is being pushed out by the stellar wind of massive star BD+602522, visible in blue toward the right, inside the nebula.
Next door, though, lives a giant molecular cloud, visible to the far right in red. At this place in space, an irresistible force meets an immovable object in an interesting way. The cloud is able to contain the expansion of the bubble gas, but gets blasted by the hot radiation from the bubble's central star.
The radiation heats up dense regions of the molecular cloud causing it to glow. The Bubble Nebula, pictured here is about 10 light-years across and part of a much larger complex of stars and shells.
The Bubble Nebula can be seen with a small telescope towards the constellation of the Queen of Aethiopia (Cassiopeia).
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NGC 7331 Close-Up | Close-Up de NGC 7331
A grande e bela galaxia espiral NGC 7331 é frequentemente aclamada como uma analoga à Via Láctea. Distante cerca de 50 milhões de anos-luz, na constelação de Pegaso, ao norte, NGC 7331 foi de inicio reconhecida como uma nebulosa espiral, sendo, na verdade, uma das mais brilhantes galaxias não inclusas no famoso catalogo de Charles Messier, do seculo 18.
Como o disco galactico está inclinado para a nossa linha de visão, longas exposições telescopicas frequentemente resultam em uma imagem que evoca um forte sentido de profundidade.
Neste close-up do Hubble, os magnificos braços espirais da galaxia exibem escuras trilhas de poeira obscurecedora, brilhantes aglomerados azulados de jovens estrelas de grande massa, e o caracteristico brilho avermelhado de regiões ativas de formação estelar. As brilhantes regiões centrais amareladas abrigam populações de estrelas mais antigas e frias. Assim como na Via Lactea, há um buraco negro supermassivo no nucleo da galaxia espiral NGC 7331.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Big, beautiful spiral galaxy NGC 7331 is often touted as an analog to our own Milky Way. About 50 million light-years distant in the northern constellation Pegasus, NGC 7331 was recognized early on as a spiral nebula and is actually one of the brighter galaxies not included in Charles Messier's famous 18th century catalog.
Since the galaxy's disk is inclined to our line-of-sight, long telescopic exposures often result in an image that evokes a strong sense of depth.
In this Hubble Space Telescope close-up, the galaxy's magnificent spiral arms feature dark obscuring dust lanes, bright bluish clusters of massive young stars, and the telltale reddish glow of active star forming regions. The bright yellowish central regions harbor populations of older, cooler stars. Like the Milky Way, a supermassive black hole lies at the core of of spiral galaxy NGC 7331.
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
Total Solar Lunar Eclipse | Eclipse Total Solar Lunar
Esta foto digitalmente processada e composta compara de forma criativa dois famosos eclipses em um; o eclipse total lunar (esq) de 31 de janeiro, e o eclipse total solar de 21 de agosto de 2017.
A Lua aparece próxima à meia totalidade em ambos os eclipses totais em sequencia. No eclipse lunar, sua superficie permanece fracamente iluminada na sombra escura avermelhada da Terra.
Mas no eclipse solar a Lua está em silhueta contra o brilhante disco solar, onde a normalmente escura superficie lunar é levemente visivel devido ao brilho da Terra.
Também visiveis na imagem do par lunar alinhado estão estrelas esmaecidas no ceu noturno circundando a Lua eclipsada. Impressionantes detalhes de proeminencias e filetes coronais circundam o Sol eclipsado.
A fase total do Grande Eclipse Americano de 21 de agosto durou cerca de 2 minutos ou menos, no caso de localidades ao longo da trajetoria da sombra lunar. Do lado da Terra em que era noite, a totalidade para a Super Lua de Sangue Azul de 31 de janeiro durou mais de uma hora.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
This digitally processed and composited picture creatively compares two famous eclipses in one; the total lunar eclipse (left) of January 31, and the total solar eclipse of August 21, 2017.
The Moon appears near mid-totality in both the back-to-back total eclipses. In the lunar eclipse, its surface remains faintly illuminated in Earth's dark reddened shadow.
But in the solar eclipse the Moon is in silhouette against the Sun's bright disk, where the otherwise dark lunar surface is just visible due to earthshine.
Also seen in the lunar-aligned image pair are faint stars in the night sky surrounding the eclipsed Moon. Stunning details of prominences and coronal streamers surround the eclipsed Sun.
The total phase of the Great American Eclipse of August 21 lasted about 2 minutes or less for locations along the Moon's shadow path. From plaet Earth's night side, totality for the Super Blue Blood Moon of January 31 lasted well over an hour.
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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
The First Explorer | O primeiro Explorer
Sessenta anos atras, em 31 de janeiro de 1958, o Primeiro Explorer foi lançado pela Pela Agencia de Misseis Balisticos em um foguete Jupiter-C. Inaugurando a era da exploração espacial para os Estados Unidos, o Explorer I era um satélite de 15 quilos que carregava instrumentos de medição de temperatura, e impactos de micrometeoritos, além de um experimento projetado por James A. Van Allen para medir a densidade de eletrons e ions no espaço.
As medições feitas pelo experimento de Van Allen permitiram uma inexperada e então incomum descoberta de dois cinturões de eletrons e ions de alta energia presos na magnetosfera que envolve a Terra.
Agora conhecidos como citurões de Radiação de Van Allen, as regiões estão localizadas na magnetosfera inferior, além da baixa orbita terrestre. O Explorer I cessous as transmissões em 28 de fevereiro de 1958, mas permaneceu em orbita até março de 1970.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Sixty years ago, on January 31, 1958, the First Explorer was successfully launched by the Army Ballistic Missile Agency on a Jupiter-C rocket. Inaugurating the era of space exploration for the United States, Explorer I was a thirty pound satellite that carried instruments to measure temperatures, and micrometeorite impacts, along with an experiment designed by James A. Van Allen to measure the density of electrons and ions in space.
The measurements made by Van Allen's experiment led to an unexpected and then startling discovery of two earth-encircling belts of high energy electrons and ions trapped in the magnetosphere.
Now known as the Van Allen Radiation belts, the regions are located in the inner magnetosphere, beyond low Earth orbit. Explorer I ceased transmitting on February 28, 1958, but remained in orbit until March of 1970.
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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018
Earthshadow and the Beehive | A sombra da terra e a Colmeia
A escura sombra umbral da Terra tem o formato de um cone projetando-se para o espaço. É claro ue sua seção em corte à distancia da Lua é mais facilmente visivel durante um eclipse lunar.
Na verdade, nesta imagem de telefoto composta do lado noturno da Terra, em 31 de janeiro, a sombra terrestre assumiu um tom avermelhado. A extensão da sombra ao longo da orbita lunar é ilustrada alinhando-se três quadros registrados pouco antes do incicio, proximo ao meio da fase total do eclipse, e logo apos seu final, que durou cerca de 76 minutos.
No canto superior direito a mais facilmente visivel durante a fase total, mais ecura, do eclipse, está M44, um dos mais proximos grandes aglomerados estelares. Distante apenas 600 anos-luz, M44 é também chamado o Presepio, ou o aglomerado da Colmeia.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
The Earth's dark umbral shadow is shaped like a cone extending into space. Of course its circular cross section at the distance of the Moon is more easily seen during a lunar eclipse.
In fact, in this composite telephoto image from Earth's night side on January 31, the Earth's shadow has taken on a reddish tinge. The extent of the shadow along the lunar orbit is illustrated by aligning three frames taken just before the start, near the middle of, and just after the end of the total eclipse phase that lasted about 76 minutes.
At the upper right and more easily seen during the eclipse's darker total phase is M44, one of the closest large star clusters. A mere 600 light-years away, M44 is also known as the Praesepe or the Beehive Cluster.
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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Moonrise Eclipse | Eclipse ao nascer da Lua
Esta foto atmosferica de um horizonte distante está voltada para os picos Trisul dos Montes nevados do Himalaia indiano. Tirada em uma localidade remota em 31 de janeiro,a intensamente brilhante estrela Siria está no canto superior direito.
A Lua vermelha em ascensão está gliding através da sombra da Terra durante o longamente esperado eclipse total lunar daquela noite. Apreciado em todo os lados do planeta onde era noite, o eclipse foi o primeiro de dois eclipses totais lunares de 2018, dando inicio a um bom ano para os observadores lunares. Mas aquele foi um raro presente.
A Lua eclipsada também assomou grande próximo ao perigeu, o ponto mais proximo de sua orbita, durante a segunda Lua Cheia do mês, também chamada Lua Azul. Por ocasião do eclipse total lunar de 27 de julho de 2018, a Lua cheia estará bem proxima ao apogeu.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
This atmospheric picture of a distant horizon looks toward the tall Trisul peaks of India's snowy Himalayan mountains. Taken from a remote location on January 31, brightest star Sirius shines at the upper right.
The red Moon rising is gliding through Earth's shadow during the evening's much anticipated total lunar eclipse. Enjoyed across the planet's night side, the eclipse was the first of two total lunar eclipses in 2018, kicking off a good year for moonwatchers. But this was a rare treat.
The eclipsed Moon also loomed large near perigee, the closest point in its orbit, during the second Full Moon of the month, also known as a Blue Moon. For the July 27, 2018 total lunar eclipse, the Full Moon will be very near apogee.
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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Moonset Eclipse | Eclipse ao pôr-da-lua
Quase no ponto mais proximo de sua orbita, a segunda Lua Cheia do mês ocorreu em 31 de janeiro. Assim também foi o primeiro Eclipse Total Lunar de 2018, quando a Lua deslizou pela sombra do planeta Terra.
Em um cartão postal do planeta Terra, esta foto telescopica capta a Lua totalmente eclipsada, quando ela se pôs sobre o horizonte oeste e as Montanhas Chiricahua, no sul do Arizona.
O evocativo tom avermelhado da Lua se deve à luz solar espalhada pela sombra. Ainda assim, a sombra do planeta torna-se visivelmente mais escura próximo ao centro, na direção do topo do disco lunar.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Near the closest point in its orbit, the second Full Moon of the month occurred on January 31. So did the first Total Lunar Eclipse of 2018, as the Moon slid through planet Earth's shadow.
In a postcard from planet Earth, this telescopic snapshot captures the totally eclipsed Moon as it set above the western horizon and the Chiricahua Mountains of southern Arizona.
The Moon's evocative reddened hue is due to sunlight scattered into the shadow. Still, the planet's shadow visibly grows darker near the center, toward the top of the lunar disk.
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domingo, 4 de fevereiro de 2018
Venus and the Triply Ultraviolet Sun | Venus e o Sol triplamente ultravioleta
Um raro tipo de eclipse solar ocorreu em 2012. Normalmente, é a Lua da Terra que eclipsa o Sol. Naquele ano, muito surpreendentemente, o planeta Venus foi dar uma volta.Como um eclipse solar pela Lua, a fase de vênus Venus tornou-se um crescente continuamente mais fino, à medida que o planeta se tornava cada vez melhor alinhado ao Sol.
Finalmente, o alinhamento se tornou perfeito e a fase de Venus caiu para zero. A mancha escura de Venus cruzou nossas estrela-mãe. A situação poderia ser tecnicamente classificada como um eclipse anelar Venusiano com extraordinariamente grande anel de fogo.
Fotografado aqui durante a ocultação, o Sol foi mostrado em três cores de luz ultravioleta pelo Observatorio Orbital de Dinamica Solar, com a região escura próxima à esquerda correspondendo ao burado coronal. Horas depois, com Venus prosseguindo em sua orbita, surgiu novamente uma ligeira fase crescente. O proximo transito Venusiano pelo Sol ocorrerá em... 2117.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
An unusual type of solar eclipse occurred in 2012. Usually it is the Earth's Moon that eclipses the Sun. That year, most unusually, the planet Venus took a turn. Like a solar eclipse by the Moon, the phase of Venus became a continually thinner crescent as Venus became increasingly better aligned with the Sun.
Eventually the alignment became perfect and the phase of Venus dropped to zero. The dark spot of Venus crossed our parent star. The situation could technically be labeled a Venusian annular eclipse with an extraordinarily large ring of fire.
Pictured here during the occultation, the Sun was imaged in three colors of ultraviolet light by the Earth-orbiting Solar Dynamics Observatory, with the dark region toward the right corresponding to a coronal hole. Hours later, as Venus continued in its orbit, a slight crescent phase appeared again. The next Venusian transit across the Sun will occur in... 2117.
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sábado, 3 de fevereiro de 2018
The Spider and The Fly | A Aranha e a Mosca
Conseguirá a aranha algum dia pegar a mosca? Não, se ambas forem grandes nebulosas de emissões proximas à constelação do Cocheiro (Auriga).
A nuvem de gas em formato de aranha à esquerda é, na verdade, uma nebulosa de emissões, designada IC 417, enquanto a nuvem menor, em formato de mosca, à direita, é denominada NGC 1931, sendo tanto uma nebulosa de emissões quanto de reflexões.
Distantes cerca de 10.000 anos-luz, ambas as nebulosas abrigam jovens aglomerados estelares abertos. Para escala, a mais compacta NGC 1931 (Mosca) tem cerca de 10 anos-luz de diâmetro.
Tradução de
Will the spider ever catch the fly? Not if both are large emission nebulas toward the constellation of the Charioteer (Auriga).
The spider-shaped gas cloud on the left is actually an emission nebula labelled IC 417, while the smaller fly-shaped cloud on the right is dubbed NGC 1931 and is both an emission nebula and a reflection nebula.
About 10,000 light-years distant, both nebulas harbor young, open star clusters. For scale, the more compact NGC 1931 (Fly) is about 10 light-years across.
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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Bright Planetary Nebula NGC 7027 from Hubble | A brilhante nebulosa planetaria NGC 7027 vista atraves do Hubble
Esta é uma das mais brilhantes nebulosas planetarias do firmamento — como ela deveria ser denominada? Descoberta em 1878, a nebulosa NGC 7027 pode ser vista na direção da constelação do Cisne (Cygnus) através de telescópios padrão de fundo de quintal.
Em parte devido ao fato de ela aparecer apenas como uma mancha indistinta, raramente costuma ser mecionada com um apelido. Quando fotografada através do Hubble, no entanto, grandes detalhes são revelados.
O estudo de imagens de NGC 7027 obtidas com o Hubble levaram à compreensão de que se trata de uma nebulosa planetaria que começou a se expandir há cerca de 600 anos, e que a nuvem de gás e poeira é incomumente grande, já que parece conter cerca de tres vezes a massa do sol.
Nesta foto, em cores atribuídas, os detalhes separados, em camadas, e pontilhados de poeira de NGC 7027 podem lembrar aos entusiastas de astronomia um ícone familiar que poderia ser a base de um nome informal. Uma das principais sugestões prévias foi Nebulosa do Travesseiro, mas sinta-se à vontade para fazer novas sugestões — por exemplo, em um forum de discusões online.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
It is one of the brightest planetary nebulae on the sky -- what should it be named? First discovered in 1878, nebula NGC 7027 can be seen toward the constellation of the Swan (Cygnus) with a standard backyard telescope.
Partly because it appears there as only an indistinct spot, it is rarely referred to with a moniker. When imaged with the Earth-orbiting Hubble Space Telescope, however, great details are revealed.
Studying Hubble images of NGC 7027 have led to the understanding that it is a planetary nebula that began expanding about 600 years ago, and that the cloud of gas and dust is unusually massive as it appears to contain about three times the mass of our Sun.
Pictured here in assigned colors, the resolved, layered, and dust-laced features of NGC 7027 might remind sky enthusiasts of a familiar icon that could be the basis for an informal name. A leading previous suggestion was the Pillow Nebula, but please feel free to make new suggestions -- for example, in an online APOD discussion forum.
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Selfie at Vera Rubin Ridge Selfie | Autoretrato na cordilheira Vera Rubin
No sol 1943 de sua jornada exploratoria pela superficie de Marte, o jipe-sonda Curiosity registrou este autoretrato na borda sul da Cordilheira Vera Rubin. É claro que um sol é um dia solar marciano, derca de 40 minutos mais longo que o dia na Terra.
O sol 1943 da Curiosity corresponde à data na Terra de 23 de janeiro de 2018. Também composto como um VR interativo de 360 graus, o panorama de mosaicos combina 61 exposições registradas pelo Mars Hand Lens Imager (MAHLI) do jipe-sonda, de tamanho semelhante ao de um carro.
Os quadros com o braço do instrumento de imagens foram editados, sendo removidos, enquanto o plano de fundo estendido utilizado foi fotografado com a Mastcam do jipe-sonda no sol 1903. No alto do mastro do jipe-sonda, situado acima da Mastcam, o receptaculo da ChemCam, que dispara laser, bloqueia a visão do distante pico do Monte Sharp.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
On sol 1943 of its journey of exploration across the surface of Mars, the Curiosity Rover recorded this selfie at the south rim of Vera Rubin Ridge. Of course a sol is a Martian solar day, about 40 minutes longer than an Earth day.
Curiosity's sol 1943 corresponds to Earth date January 23, 2018. Also composed as an interactive 360 degree VR, the mosaicked panorama combines 61 exposures taken by the car-sized rover's Mars Hand Lens Imager (MAHLI).
Frames containing the imager's arm have been edited out while the extended background used was taken by the rover's Mastcam on sol 1903. At the top of the rover's mast, sitting above the Mastcam, the laser-firing ChemCam housing blocks out the distant peak of Mount Sharp.
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