Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
sábado, 27 de janeiro de 2018
Clouds in the LMC | Nuvens na Grande Nuvem de Magalhães
Uma visão cativante no ceu do sul, a Grande Nuvem de Magalhães (LMC) é vista neste profundo e detalhado mosaico telescopico. Registrada através de filtros de banda larga e estreita, a cena se espalha por uns 5 graus, o equivalente a 10 vezes o tamanho da Lua cheia.
Os filtros de banda estreita são projetados para transmitier somente luz emitida por atomos de hidrogenio e oxigenio. Ionizados pela energetica luz estelar, os atomos emitem sua luz caracteristica quando os eletrons são recapturados, e os atomos transitam para um estado de energia mais baixo.
Como resultado disso, nesta image a LMC parece estar coberta por suas proprias nuvens de gás ionizado circundando suas grandes e jovens estrelas. Esculpidas pelos fortes ventos estelares e radiação ultravioleta, as nuvens incandescentes, dominadas por emissões originadas do hidrogenio, são chamadas regiões H II (hidrogenio ionizado).
Sendo a propria Nebulosa da Tarantula composta de varias regiões H II sobrepostas, a Nebulosa da Tarantula é a grande região de formação estelar à esquerda. Maior galaxia satelite da Via Lactea, a LMC tem cerca de 15.000 anos-luz de diametro, e situa-se a apenas 160.000 anos-luz da Terra, na direção da constelação de Dourado.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
An alluring sight in southern skies, the Large Magellanic Cloud (LMC) is seen in this deep and detailed telescopic mosaic. Recorded with broadband and narrowband filters, the scene spans some 5 degrees or 10 full moons.
The narrowband filters are designed to transmit only light emitted by hydrogen, and oxygen atoms. Ionized by energetic starlight, the atoms emit their characteristic light as electrons are recaptured and the atoms transition to a lower energy state.
As a result, in this image the LMC seems covered with its own clouds of ionized gas surrounding its massive, young stars. Sculpted by the strong stellar winds and ultraviolet radiation, the glowing clouds, dominated by emission from hydrogen, are known as H II (ionized hydrogen) regions.
Itself composed of many overlapping H II regions, the Tarantula Nebula is the large star forming region at the left. The largest satellite of our Milky Way Galaxy, the LMC is about 15,000 light-years across and lies a mere 160,000 light-years away toward the constellation Dorado.
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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
Blue Comet in the Hyades | Cometa azul nas Híades
Estrelas do aglomerado de Híades estão espalhadas por este mosaico que abrange mais de 5 graus no ceu, na direção da constelação do Touro. Atualmente viajando através do Sistema Solar, o notavelmente azul cometa C/2016 R2 PanSTARRS está localizado no amplo campo de visão obtido com o uso de dados de imagem de 12 de janeiro.
Com o ápice da forma em V no aglomerado de Híades posicionado próximo ao topo, no centro, a brilhante Aldebaran, estrela alfa de Touro, ancora o quadro da imagem no canto inferior direito. Uma fria gigante vermelha, Aldebaran é visível em laranja nese colorido campo estelar.
Embora as estrelas de Híades estejam reunidas à distancia de 151 anos-luz, Aldebaran situa-se a apenas 65 anos-luz de distancia e, portanto, está separada das estrelas do aglomerado.
Em 12 de janeiro, C/2016 R2 estava a mais de 17 minutos-luz do planeta Terra, e a aproximadamente 24 minutos-luz do Sol. Sua cauda de tonalidade azul, em grande parte devido ao gas CO+ fluorescente sob a luz solar, a cabeça ou cabeleira do cometa aparece com um leve tom estevrdeado, provavelmente emissão originada por carbono diatomico.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Stars of the Hyades cluster are scattered through this mosaic spanning over 5 degrees on the sky toward the constellation Taurus. Presently cruising through the Solar System, the remarkably blue comet C/2016 R2 PanSTARRS is placed in the wide field of view using image data from January 12.
With the apex of the V-shape in the Hyades cluster positioned near the top center, bright Aldebaran, alpha star of Taurus, anchors the frame at the lower right. A cool red giant, Aldebaran is seen in orange hues in the colorful starfield.
While the stars of the Hyades are gathered 151 light-years away, Aldebaran lies only 65 light-years distant and so is separate from the cluster stars.
On January 12, C/2016 R2 was over 17 light-minutes from planet Earth and nearly 24 light-minutes from the Sun. Its blue tinted tail largely due to CO+ gas fluorescing in sunlight, the head or coma of the comet appears with a slightly greenish hue, likely emission from diatomic carbon.
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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Ribbons and Pearls of Spiral Galaxy NGC 1398 | Fitas e perolas da galaxia espiral NGC 1398
Por que algumas galáxias espirais têm um anel ao redor do centro? A galaxia espiral NGC 1398 não só tem um anel de estrelas que lembram perolas, gas e poeira ao redor de seu centro, mas também uma barra de estrelas e gas atraves de seu centro, e braços espirais que parecem fitas mais externas distantes.
Esta imagem foi obtida através do Ultra Grande Telescopio da Agencia Espacial Europeia, no Observatorio Paranal, no Chile, e mostra esta grande espiral em detalhes impressionantes.
NGC 1398 situa-se a cerca de 65 milhões de anoz-luz, o que significa que a luz que vemos hoje saiu daquela galaxia quando os dinossaursos estavam desaparecendo da Terra.
A fotogenica galáxia é visivel através de pequenos telescopios na direção da constelação de Fornax, o Forno. O anel proximo ao centro é, provavelmente, uma onda de densidade em expansão, ou formação estelar, causada ou por um encontro gravitacional com outra galaxia, ou pelas proprias assimetrias gravitacionais da galaxia.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Why do some spiral galaxies have a ring around the center? Spiral galaxy NGC 1398 not only has a ring of pearly stars, gas and dust around its center, but a bar of stars and gas across its center, and spiral arms that appear like ribbons farther out. The featured image was taken with ESO's Very Large Telescope at the Paranal Observatory in Chile and resolves this grand spiral in impressive detail.
NGC 1398 lies about 65 million light years distant, meaning the light we see today left this galaxy when dinosaurs were disappearing from the Earth. The photogenic galaxy is visible with a small telescope toward the constellation of the Furnace (Fornax). The ring near the center is likely an expanding density wave of star formation, caused either by a gravitational encounter with another galaxy, or by the galaxy's own gravitational asymmetries.
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
An Immersive Visualization of the Galactic Center | Uma visualização imersiva do centro galactico
Imagine se voce pudesse olhar para o exterior a partir do centro da nossa galaxia — o que veria? Duas possibilidade cientificamente determinadas são mostradas neste video, uma visão imersiva de 360 graus que lhe permite olhar ao redor em todas as direções.
A simulação por computador aqui mostrada é baseada em dados em infravermelho do Ultra Grande Telescópio da Agencia Espacial Europeia no Chile, em em dados de raios X-do Observatorio Orbital Chandra de Raios X.
Quando o video começa, o espectador rapidamente se aproxima de Sgr A*, o buraco negro supermassivo no centro galactico. Então, olhando para fora, essa simulação de lapso temporal de 500 anos mostra gás incandescente e varios pontos de luz orbitando ao redor do espectador.
Muitos desses pontos são jovens estrelas Wolf-Rayet, que têm ventos quentes visiveis soprando para dentro de nebulosas ao redor. Nuvens chegando perto se tornam alongadas, enquanto objetos paroximando-se demais caem dentro.
Proximo ao final do video, a simulação se repete, mas desta vez com a região dinamica que circunda Sgr A* expelindo gás quente que empurra de volta o material em aproximação.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What if you could look out from the center of our Galaxy -- what might you see? Two scientifically-determined possibilities are shown in the featured video, an immersive 360-degree view which allows you to look around in every direction.
The pictured computer simulation is based on infrared data from ESO's Very Large Telescope in Chile and X-ray data from NASA's orbiting Chandra X-ray Observatory.
As the video starts, you quickly approach Sgr A*, the supermassive black hole in the Galactic center. Then looking out, this 500-year time-lapse simulation shows glowing gas and many points of light orbiting all around you.
Many of these points are young Wolf-Rayet stars that have visible hot winds blowing out into surrounding nebulas. Clouds approaching close become elongated, while objects approaching too close fall in.
Toward the video's end the simulation repeats, but this time with the dynamic region surrounding Sgr A* expelling hot gas that pushes back against approaching material.
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terça-feira, 23 de janeiro de 2018
A Tether in Space | Uma amarra no espaço
Uma das maiores lendas não correspondidas do espaço sideral é a amarra. As amarras, longos fios de materiais, ostentam a promessa de estabilizar satelites, gerar eletricidade e faciliar o transporte.
Possivelmente a mais ambiciosa visão de amarra espacial seja o elevador espacial popularizado por Arthur C. Clarke, quando uma amarra é construída, conectando o solo à orbita geossíncrona.
Um dos problemas é a resistencia - é dificil fazer uma longa e util amarra que não se arrebente. Esta foto mostra o lançamento do Sistema de Satélites Ancorados 1 (TSS-1), pelo onibus espacial Atlantis, em 1992.
Assim como outras amarras testadas, TSS-1 não se revelou tão boa como prometido, embora muitas lições uteis tenham sido aprendidas.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
One of the greatest unrequited legends of outer space is the tether. Tethers, long strands of material, hold the promise of stabilizing satellites, generating electricity, and allowing easy transportation.
Possibly the most ambitious vision of the space tether is the space elevator popularized by Arthur C. Clarke, where a tether is constructed that connects the ground to geosynchronous orbit.
One problem is strength - it is difficult to make a long useful tether that does not snap. Pictured here is the deployment of the Tethered Satellite System 1 (TSS-1) by the space shuttle Altantis in 1992.
Like other tested tethers, TSS-1 failed to live up to its promise, although many valuable lessons were learned.
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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
An Elephant's Trunk in Cepheus | Uma tromba de elefante em Cefeu
Com dados de imagens de grandes e pequenos telescopios, este close-up mostra a poeirenta Nebulosa da Tromba de Elefante. Ela serpenteia através da nebulosa de emissões e do complexo de jovens aglomerados estelares IC 1396, na alta e distante constelação de Cefeu.
Também denominada vdB 142, a tromba de elefante cosmica tem mais de 20 anos-luz de comprimento. A vista colorida destaca brilhantes, cordilheiras encurvadas para trás que delineiam os bolsões de poeira e gás interestelares frios da região.
Essas nuvens encrustradas, escuras, em formato de gavinha, contêm materia prima para a formação de estrelas e e escondem protoestrelas em seu interior. Distante cerca de 3.000 anos-luz, o relativamente esmaecido complexo IC 1396 cobre uma grande região do ceu, espalhando-se por mais de cinco graus. Esta cena impressionante estende-se por um campo de um grau de diametro, o que praticamente equivale ao tamanho de duas Luas cheias.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
With image data from telescopes large and small, this close-up features the dusty Elephant's Trunk Nebula. It winds through the emission nebula and young star cluster complex IC 1396, in the high and far off constellation of Cepheus.
Also known as vdB 142, the cosmic elephant's trunk is over 20 light-years long. The colorful view highlights bright, swept-back ridges that outline the region's pockets of cool interstellar dust and gas.
Such embedded, dark, tendril-shaped clouds contain the raw material for star formation and hide protostars within. Nearly 3,000 light-years distant, the relatively faint IC 1396 complex covers a large region on the sky, spanning over 5 degrees. This dramatic scene spans a 1 degree wide field, about the size of 2 Full Moons.
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domingo, 21 de janeiro de 2018
The Upper Michigan Blizzard of 1938 | A grande nevasca de 1938 em Michigan superior
Pode uma tempestade fazer isso? Na Tempestade do Século de 1938 em Michigan Superior, a neve chegou ao topo dos postes de eletricidade. Cerca de um metro de nova e inesperada camada de neve caiu ao longo de dois dias numa tempestade iniciada neste mesma semana, há 80 anos.
Quando houve a nevasca e ventos fortíssimos causaram o acumulo de neve a alturas surreais, muitas estradas se tornaram intrafegáveis e impossíveis de desimpedir; pessoas ficaram presas; carros, onibus escolares e um trem ficaram ilhados, e até mesmo um perigoso incendio se alastrou.
Felizmente, digamos assim, apenas duas pessoas morreram, embora alguns estudantes tivessem sido forçados a permanecer por varios dias no interior das escolas. Esta foto foi tirada por um morador, logo após a tempestade. Embora toda aquela neve tenha acabado se derretendo, repetidas nevascas como aquela contribuiram para a formação de duradouros glaciares em regiões de nevascas em nosso planeta Terra.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Yes, but can your blizzard do this? In Upper Michigan's Storm of the Century in 1938, some snow drifts reached the level of utility poles. Nearly a meter of new and unexpected snow fell over two days in a storm that started 80 years ago this week.
As snow fell and gale-force winds piled snow to surreal heights; many roads became not only impassable but unplowable; people became stranded; cars, school buses and a train became mired; and even a dangerous fire raged.
Fortunately only two people were killed, although some students were forced to spend several consecutive days at school. The featured image was taken by a local resident soon after the storm. Although all of this snow eventually melted, repeated snow storms like this help build lasting glaciers in snowy regions of our planet Earth.
Old Moon in the New Moon's Arms | Velha Lua nos Braços da Lua Nova
Também chamado "brilho pálido" Lunar, ou" a Velha Lua nos Braços da Lua Nova", o brilho da Terra é a luz terrestre refletida do lado da Lua em que é noite. Esta impressionante imagem do brilho terrestre de uma jovem Lua crescente foi obtida através do Observatorio de Las Campanas, no deserto Atacama, no Chile, planeta Terra, próximo ao pôr da Lua, em 18 de janeiro.
Impressionantes camadas de inversão atmosférica aparecem sobre o Oceano Pacifico, colorido pelo pôr-do-sol no horizonte oeste do planeta. Mas a vista a partir da Lua também seria impressionante. Quando a Lua aparece no ceu da Terra como um fino crescente, um brilho ofuscante, uma Terra quase cheia seria visivel da superficie lunar.
Uma descrição do brilho terrestre, em termos de luz solar refletida pelos oceanos da Terra, por sua vez iluminando a superficie escura da Lua, foi escrita há 500 anos, por Leonardo da Vinci.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Also known as the Moon's "ashen glow" or the "Old Moon in the New Moon's arms", earthshine is earthlight reflected from the Moon's night side. This stunning image of earthshine from a young crescent moon was taken from Las Campanas Observatory, Atacama Desert, Chile, planet Earth near moonset on January 18.
Dramatic atmospheric inversion layers appear above the Pacific Ocean, colored by the sunset at the planet's western horizon. But the view from the Moon would have been stunning, too. When the Moon appears in Earth's sky as a slender crescent, a dazzlingly bright, nearly full Earth would be seen from the lunar surface.
A description of earthshine, in terms of sunlight reflected by Earth's oceans in turn illuminating the Moon's dark surface, was written 500 years ago by Leonardo da Vinci.
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sábado, 20 de janeiro de 2018
In the Valley of Orion | No vale de Orion
Esta emocionante e pouco conhecida vista da Nebulosa de Orion é uma visualização baseada em dados astronomicos e técnicas de renderização de videos. Bem próximas e diretamente relacionadas a um famoso nascedouro estelar visto à distancia de 1.500 anos-luz, vemos as transições de quadros digitalmente modeladas de uma representação em luz visivel baseada em dados do Hubble à esquerda até dados em infravermelho do Telescopio Espacial Spitzer, à direita.
A perspectiva ao centro passa ao longo de um vale com mais de um ano-luz de largura, na muralha da gigantesca nuvem molecular da região. O vale de Orion termina em uma cavidade esculpida pelos ventos energeticos e a radiação das grandes estrelas centrais do aglomerado estelar do Trapezio.
O quadro unico é parte de um video tridimensional em multiplos comprimentos de onda que proporciona ao espectador um voo imersivo de tres minutos atraves da Grande Nebulosa de Orion.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
This exciting and unfamiliar view of the Orion Nebula is a visualization based on astronomical data and movie rendering techniques. Up close and personal with a famous stellar nursery normally seen from 1,500 light-years away, the digitally modeled frame transitions from a visible light representation based on Hubble data on the left to infrared data from the Spitzer Space Telescope on the right.
The perspective at the center looks along a valley over a light-year wide, in the wall of the region's giant molecular cloud. Orion's valley ends in a cavity carved by the energetic winds and radiation of the massive central stars of the Trapezium star cluster.
The single frame is part of a multiwavelength, three-dimensional video that lets the viewer experience an immersive, three minute flight through the Great Nebula of Orion.
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
Rigel and the Witch Head Nebula | Rigel e a nebulosa da Feiticeira
Pela luz estelar, este estranho rosto brilha no escuro, um perfil malévolo que evoca seu nome popular name, A Nebulosa da Cabeça de Bruxa. Na verdade, este impressionante retrato telescopico dá a impressão de que a bruxa fixou o olhar em Rigel, a estrela supergigante de Orion.
Mais formalmente conhecida como IC 2118, a Nebulosa da Cabeça de Bruxa espalha-se por cerca de 50 anos-luz, sendo composta de grãos de poeira interestelar que refletem a luz da estrela Rigel.
A cor azul da Nebulosa da cabeça de Bruxa e a poeira ao redor de Rigel deve-se não só à intensa luz azul de Rigel, mas também ao fato de que os grãos de poeira espalham com mais eficiencia a luz azul do que a vermelha.
Este mesmo processo físico faz com que o ceu diurno da Terra pareça azul, com a diferença de que o que causa essa difusão na atmosfera da Terra são moleculas de nitrogenio e oxigenio. Rigel, a Nebulosa da Cabeça de Bruxa, e o gas e a poeira que os rodeiam situam-se à distancia de uns 800 anos-luz.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
By starlight this eerie visage shines in the dark, a crooked profile evoking its popular name, the Witch Head Nebula. In fact, this entrancing telescopic portrait gives the impression that the witch has fixed her gaze on Orion's bright supergiant star Rigel.
More formally known as IC 2118, the Witch Head Nebula spans about 50 light-years and is composed of interstellar dust grains reflecting Rigel's starlight. The blue color of the Witch Head Nebula and of the dust surrounding Rigel is caused not only by Rigel's intense blue starlight but because the dust grains scatter blue light more efficiently than red.
The same physical process causes Earth's daytime sky to appear blue, although the scatterers in Earth's atmosphere are molecules of nitrogen and oxygen. Rigel, the Witch Head Nebula, and gas and dust that surrounds them lie about 800 light-years away.
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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
NGC 2623: Merging Galaxies from Hubble | Galáxias em fusão vistas através do Hubble
Onde as estrelas se formam quando galáxias colidem? Para ajudar a descobri a resposta, astronomos fotografaram a fusão proxima da galaxia NGC 2623 em alta resolução através do Hubble.
Analises desta e de outras imagens do Hubble, assim como imagens de NGC 2623 em luz infravermelha através do Telescópio Espacial Spitzer, em luz de raios X pelo XMM-Newton, e em luz ultravioleta pelo GALEX, indicam que ambas as galaxias originalmente espirais paracem agora estar muito envolvidas e que seus nucleos se unificaram em um só nucleo galactico ativo (AGN).
A formação estelar continua ao redor deste nucleo proximo ao centro da imagem, juntamente com as caudas de maré gravitacional alongadas visiveis em ambos os lados e, talvez surpreendentemente, em uma região externa ao núcleo no canto superior esquerdo, onde aglomerados de estrelas azuis aparecem. Colisões galacticas podem durar centenas de milhões de anos e requerer vários passos gravitacionalmente destrutivos.
NGC 2623, também denominada Arp 243, estende-se por uns 50.000 anos-luz e situa-se a cerca de 250 milhões de anos-luz da Terra, na direção da constelação do Caranguejo. Reconstruir as galaxias originais e como fusões galacticas ocorrem são coisas que costumam ser um desafio, às vezes impossivel, mas geralmente importante para a compreensão da evolução do universo.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Where do stars form when galaxies collide? To help find out, astronomers imaged the nearby galaxy merger NGC 2623 in high resolution with the Hubble Space Telescope.
Analysis of this and other Hubble images as well as images of NGC 2623 in infrared light by the Spitzer Space Telescope, in X-ray light by XMM-Newton, and in ultraviolet light by GALEX, indicate that two originally spiral galaxies appear now to be greatly convolved and that their cores have unified into one active galactic nucleus (AGN).
Star formation continues around this core near the featured image center, along the stretched out tidal tails visible on either side, and perhaps surprisingly, in an off-nuclear region on the upper left where clusters of bright blue stars appear. Galaxy collisions can take hundreds of millions of years and take several gravitationally destructive passes.
NGC 2623, also known as Arp 243, spans about 50,000 light years and lies about 250 million light years away toward the constellation of the Crab (Cancer). Reconstructing the original galaxies and how galaxy mergers happen is often challenging, sometimes impossible, but generally important to understanding how our universe evolved.
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terça-feira, 16 de janeiro de 2018
RCW 114: A Dragon's Heart in Ara | RCW 114: Um coração de dragão em Ara
Grande e com um formato espetacular, esta nuvem cosmica estende-se por cerca de 7 graus, o equivalente a 14 vezes o tamanho da Lua cheia através do céu do planeta Terra, na direção da constelação de Ara, ao sul.
Difícil de fotografar, a aparição filamentar está catalogada como RCW 114, sendo rastreada neste mosaico telescopico pela caracteristica emissão avermelhada de atomos de hidrogenio ionizados.
Na verdade, RCW 114 foi reconhecida como remanescente de uma supernova. Seus longos filamentos de emissões são produzidos quando a onda de choque ainda em expansão de explosão mortifera de uma estrela de grande massa varre o meio interestelar circundante.
Estimativas consistentes situam sua distancia a mais de 600 anos-luz, indicando um diametro de uns 100 anos-luz. A luz vinda da explosão de supernova que criou RCW 114 teria chegado à Terra há uns 20.000 anos. Uma estrela de neutrons ou pulsar foi recentemente identificada como sendo os restos colapsados do nucleo estelar.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Large and dramatically shaped, this cosmic cloud spans nearly 7 degrees or 14 full moons across planet Earth's sky toward the southern constellation Ara.
Difficult to image, the filamentary apparition is cataloged as RCW 114 and traced in this telescopic mosaic by the telltale reddish emission of ionized hydrogen atoms.
In fact, RCW 114 has been recognized as a supernova remnant. Its extensive filaments of emission are produced as the still expanding shockwave from the death explosion of a massive star sweeps up the surrounding interstellar medium.
Consistent estimates place its distance at over 600 light-years, indicating a diameter of about 100 light-years or so. Light from the supernova explosion that created RCW 114 would have reached Earth around 20,000 years ago. A neutron star or pulsar has recently been identified as the collapsed remains of the stellar core.
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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Clouds of Andromeda | Nuvens de Andromeda
O que são aquelas nuvens ao redor da galaxia de Andromeda? Esta galaxia, M31, é frequentemente fotografada por astronomos baseados no planeta Terra. Sendo a mais proxima grande galaxia espiral, ela é uma vista familiar com escuras trilhas de poeira, um brilhante nucleo amarelado e braços espirais tracejados por nuvens de brilhantes estrelas azuis.
Um mosaico de dados de imagens de boa exposição em banda larga e estreita, este retrato colorido de nosso vizinho universo-ilha contém impressionantes caracteristicas pouco familiares, no entanto; esmaecidas nuvens avermelhadas de gas hidrogenio ionizado incandescente no mesmo campo de visão.
Essas nuvens de hidrogenio ionizado seguramente situam-se em primeiro plano na cena, bem no interior da Via Lactea. Elas são, provavelmente, associadas às penetrantes nuvens cirrus interestelares de poeira espalhadas a centenas de anos-luz acima do nosso plano galactico.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What are those red clouds surrounding the Andromeda galaxy? This galaxy, M31, is often imaged by planet Earth-based astronomers. As the nearest large spiral galaxy, it is a familiar sight with dark dust lanes, bright yellowish core, and spiral arms traced by clouds of bright blue stars.
A mosaic of well-exposed broad and narrow-band image data, this colorful portrait of our neighboring island universe offers strikingly unfamiliar features though, faint reddish clouds of glowing ionized hydrogen gas in the same wide field of view.
These ionized hydrogen clouds surely lie in the foreground of the scene, well within our Milky Way Galaxy. They are likely associated with the pervasive, dusty interstellar cirrus clouds scattered hundreds of light-years above our own galactic plane.
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domingo, 14 de janeiro de 2018
Three Galaxies and a Comet | Três galaxias e um cometa
Luz estelar difusa e escuras nebulosas ao longo do sul da Via Lactea traçam um arco sobre o horizonte e se espalham diagonalmente através desta deslumbrante paisagem noturna. O mosaico de tirar o folego abrange amplos 100 graus, com o terreno acidentado da Patagonia, na Argentina, a região em primeiro plano.
Juntamente com a visão interna de nossa galaxia, a imagem mostra nossa perspectiva externa de duas galaxias satélites irregulares - a Grande a a Pequena Nuvem de Magalhães. A cena também capta a ampla cauda e a brilhante cabeleira do Cometa McNaught, o Grande Cometa de 2007.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Diffuse starlight and dark nebulae along the southern Milky Way arc over the horizon and sprawl diagonally through this gorgeous nightscape. The breath-taking mosaic spans a wide 100 degrees, with the rugged terrain of the Patagonia, Argentina region in the foreground.
Along with the insider's view of our own galaxy, the image features our outside perspective on two irregular satellite galaxies - the Large and Small Magellanic Clouds. The scene also captures the broad tail and bright coma of Comet McNaught, the Great Comet of 2007.
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sábado, 13 de janeiro de 2018
Launch and Landing | Lançamento e pouso
Uma composição de três exposições consecutivas, esta paisagem celeste noturna acompanha o lançamento de 7 de janeiro e o pouso do primeiro estágio de um foguete Falcon 9 de uma praia no planeta Terra.
Com o lançamento Da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral, a risca brilhante que se inicia à extrema esquerda deixou traços da fase inicial do voo do foguete. Uma curva em direção ao alto mostra o primeiro estágio começando sua trajetoria de retorno com "uma queima de aceleração de retorno" próximo ao topo do arco, enquanto o segundo estágio se separa e continua em direção à orbita.
Acima do topo do arco, devido à perspectiva, uma faixa brilhante mostra o primeiro estagio retornando, desacelerando-se e descendo em direção ao Cabo. Centralizada abaixo, a faixa no horizonte é uma queima de 17 segundos, finalmente desacelerando o primeiro estágio para um bem-sucedido pouso vertical, cerca de 8 minutos após o lançamento na Zona de Lançamento 1. Durante o longo tempo efetivo de exposição da cena, as estrelas de fundo deixam curtas trilhas no céu noturno do planeta em rotação.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
A composite of three consecutive exposures, this night skyscape follows the January 7 launch and first stage landing of a Falcon 9 rocket from a beach on planet Earth's space coast.
With the launch from Cape Canaveral Air Force Station, the bright streak beginning farthest left traces the initial phase of the rocket's flight. A visible upward hook marks the first stage beginning its return trajectory with a "boostback burn" near the top of the arc, while the second stage separates and continues toward orbit.
Above the top of the launch arc due to perspective, a bright streak shows the returning first stage slowing and descending toward the Cape. Centered below, the streak at the horizon is a 17 second burn finally slowing the first stage to a successful vertical landing about 8 minutes after launch at Landing Zone 1. During the scene's effective long exposure time, the background stars leave short trails in the night sky of the rotating planet.
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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Blue Comet PanSTARRS | O cometa azul PanSTARRS
Descoberto com o telescópio PanSTARRS em 7 de setembro de 2016, este Cometa PanSTARRS, C/2016 R2, está, no momento, a cerca de 24 minutos-luz (3 AU) do Sol, passando pelo céu do planeta Terra através do plano de fundo de estrelas na constelação do Touro.
Visitante vindo da distante Nuvem de Oort no Sistema Solar, sua bela e complexa cauda de ions apresenta um notável tom azulado. Ainda relativamente distante do Sol, a bem desenvolvida cauda de ions é muito impressionante. Emissões de incomumente abundantes atomos de monoxido de carbono ionizado (CO+) fluorescendo sob a cada vez mais intensa luz solar são em grande parte responsáveis pela bonita coloração azul.
Esta imagem colorida do cometa azul é uma combinação de dados obtidos através de dois diferentes telescopios durante a noite de 7 de janeiro. Localizada no ápice do aglomerado estelar das Híades, em formato de V, em Touro, a brilhante estrela Gamma Tauri é responsável pelo brilho no canto inferior esquerdo da imagem.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Discovered with the PanSTARRS telescope on September 7, 2016, this Comet PanSTARRS, C/2016 R2, is presently about 24 light minutes (3 AU) from the Sun, sweeping through planet Earth's skies across the background of stars in the constellation Taurus.
An inbound visitor from our Solar System's distant Oort Cloud, its beautiful and complex ion tail is a remarkable shade of blue. Still relatively far from the Sun, the comet's already well-developed ion tail is very impressive. Emission from unusually abundant ionized carbon monoxide (CO+) atoms fluorescing in the increasing sunlight is largely responsible for the pretty blue tint.
This color image of the blue comet is a combination of data taken from two different telescopes during the night of January 7. Located at the apex of the V-shaped Hyades star cluster in Taurus, bright star Gamma Tauri is responsible for the glow at the bottom left corner of the frame.
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terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Sun Halo over Sweden | Halo solar sobre a Suécia
O que aconteceu com o Sol? às vezes, parece que o Sol está sendo visto através de uma lente gigantesca. Neste video, no entanto, há, na verdade, milhões de minusculas lentes: cristais de gelo. A água pode congelar na atmosfera, formando pequenos cristais de gelo achatados, de seis lados.
Quando esses cristais caem em direção ao solo, muito tempo é despendido com suas faces achatadas e paralelas ao solo. Um observador poderia encontrá-las no mesmo plano que muitos dos cristais de gelo cadentes proximo ao nascer-do-sol ou ao pôr-do-sol.
Durante esse alinhamento, cada cristal pode atuar como lente em miniatura, refractando a luz solar para nossa visão e criando fenomenos como o periélio, nome técnico dos sundogs. Este video foi gravado há um mes, no lado de uma montanha no Vemdalen Ski Resort, proximo a Estocolmo, Suécia.
Visivel ao centro está a mais direta imagem do Sol, enquanto dois brilhantes sundogs se destacam da esquerda e da direita. Também visivel está o brilhante halo de 22 graus — asssim como o mais raro e muito mais esmaecido halo de 46 graus — também criado pela luz solar refletindo de cristais de gelo atmosfericos.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What's happened to the Sun? Sometimes it looks like the Sun is being viewed through a giant lens. In the featured video, however, there are actually millions of tiny lenses: ice crystals. Water may freeze in the atmosphere into small, flat, six-sided, ice crystals.
As these crystals flutter to the ground, much time is spent with their faces flat and parallel to the ground. An observer may find themselves in the same plane as many of the falling ice crystals near sunrise or sunset.
During this alignment, each crystal can act like a miniature lens, refracting sunlight into our view and creating phenomena like parhelia, the technical term for sundogs. The featured video was taken a month ago on the side of a ski hill at the Vemdalen Ski Resort near Stockholm, Sweden.
Visible in the center is the most direct image of the Sun, while two bright sundogs glow prominently from both the left and the right. Also visible is the bright 22 degree halo -- as well as the rarer and much fainter 46 degree halo -- also created by sunlight reflecting off of atmospheric ice crystals.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Carina over Lake Ballard | Carina sobre o Lago Ballard
Uma joia no ceu do Sul, a Grande Nebulosa de Carina, também chamada NGC 3372, é uma das maiores regiões de formação estelar de nossa galáxia. Facilmente visivel a olho nu, ela situa-se bem alto acima da colina caracteristica do Lago Ballard, o efêmero lago salino no estado de Australia Ocidental, nesta serena paisagem noturna de 25 de dezembro de 2017.
A Via Lactea se estende além do horizonte sul. Juntamente com ela, as brilhantes estrelas Alfa e Beta Centauro situam-se bem acima do flanco direito da colina, com o Cruzeiro do Sul e a escura nebulosa do Saco de Carvão sobre o topo da colina.
Baseada em um mosaico de 22 paineis, a cena foi cortada para revelar mais detalhadamente a beleza dessa região do sul da Via Lactea. Naquela curta manhã de verão, uma montagem de camera para rastrear estrelas foi usada para registrar as imagens de mosaico do ceu, mas desativada para fotografar o primeiro plano em luar.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
A jewel of the southern sky, the Great Carina Nebula, also known as NGC 3372, is one of our galaxy's largest star forming regions. Easily visible to the unaided eye it stands high above the signature hill of Lake Ballard, ephemeral salt lake of Western Australia, in this serene night skyscape from December 25, 2017.
The Milky Way itself stretches beyond the southern horizon. Along the Milky Way, bright stars Alpha and Beta Centauri lie just above the hill's right flank, with the Southern Cross and dark Coalsack Nebula above the hill top.
Based on a 22 panel mosaic, the scene was cropped to reveal more closely the beauty of this region of the southern Milky Way. On that short summer night, a star tracking camera mount was used to record the mosaic images of the sky, but turned off to image the foreground in moonlight.
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astronomia
domingo, 7 de janeiro de 2018
Unexpected X-Rays from Perseus Galaxy Cluster | Inesperados raios X do aglomerado galactico Perseu
Por que o aglomerado galactico Perseu brilha tão estranhamente em cor especifica de raios X? Não se sabe ao certo o motivo, mas uma hipotese muito discutida é a de que esses raios X são uma pista para a há tanto tempo procurada identidade da materia escura.
No centro desse misterio está a cor de um raio X de 3,5 quilo-eletronvolts (KeV) que parece brilhar excessivamente apenas quando regiões bem distantes do centro do aglomerado são observadas, enquanto a area que envolve diretamente um provavel buraco negro central supermassivo e, na verdade, deficiente em raios X de 3,5 KeV.
Uma solução proposta — muito controvertida — é a de que algo nunca antes visto pode estar presente: materia escura fluorescente (FDM). Esta forma de particula de raios X pode ser capaz de absorver radiação de raios x de 3,5 KeV X. Se estiver operando, a FDM, após a absorção, pode mais tarde emitir esses raios X de todos os cantos do aglomerado, criando uma linha de emissões.
Entretanto, quando vista superposta diante da região central que circunda o buraco negro, a absorção da FDM seria mais proeminente, craindo uma linha de absorção. Na foto, uma imagem composta do aglomerado galactico Perseu mostra luz visivel e de radio em vermelho, e luz de raios X do Observatorio Orbital Terrestre Chandra, em azul.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Why does the Perseus galaxy cluster shine so strangely in one specific color of X-rays? No one is sure, but a much-debated hypothesis holds that these X-rays are a clue to the long-sought identity of dark matter. At the center of this mystery is a 3.5 Kilo-electronvolt (KeV) X-ray color that appears to glow excessively only when regions well outside the cluster center are observed, whereas the area directly surrounding a likely central supermassive black hole is actually deficient in 3.5 KeV X-rays.
One proposed resolution -- quite controversial -- is that something never seen before might be present: florescent dark matter (FDM). This form of particle dark matter might be able to absorb 3.5 KeV X-radiation. If operating, FDM, after absorption, might later emit these X-rays from all over the cluster, creating an emission line.
However, when seen superposed in front of the central region surrounding the black hole, FDM's absorption would be more prominent, creating an absorption line. Pictured, a composite image of the Perseus galaxy cluster shows visible and radio light in red, and X-ray light from the Earth-orbiting Chandra Observatory in blue.
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Astrofísica
sábado, 6 de janeiro de 2018
Planets on the Wing | Planetas na asa
Ultimamente, o brilhante Jupiter e o mais apagado Marte têm sido facilmente localizáveis por observadores celestes matinais. Antes do alvorecer de 7 de janeiro, os dois planetas a olho nu atingirão uma conjunção próxima erto do horizonte, separados por apenas 1/4 de grau no céu do pré-alvorecer do leste.
Aquela separação aparente corresponde a cerca de metade do diâmetro angular de uma Lua cheia. Logo após a ponta da asa de um avião voando a grande altitude nesta foto de começo de manhã em 5 de janeiro, Jupiter (esq.) e Marte (centro) estão também alinhados à bem equilibrada Zubenelgenubi (direita), estrela alfa da constelação de Libra, a Balança. Abaixo estão as luzes da Europa central, próximo a Praga, Republica Checa, planeta Terra.
Tradução da Luiz M. Leitão da Cunha
Lately, bright Jupiter and fainter Mars have been easy to spot for early morning skygazers. Before dawn on January 7 the two naked-eye planets will reach a close conjunction near the horizon, only 1/4 degree apart in predawn eastern skies.
That apparent separation corresponds to about half the angular diameter of a Full Moon. Just off the wing of a high-flying aircraft in this snapshot from early morning January 5, Jupiter (left) and Mars (middle) are also lined-up with the well-balanced Zubenelgenubi (right), alpha star of the constellation Libra. Below are lights from central Europe near Prague, Czech Republic, planet Earth.
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astronomia
M1: The Incredible Expanding Crab | M1: O Incrivel Caranguejo em expansão
A Nebulosa do Caranguejo está catalogada como M1, a primeira da famosa lista de Charles Messier de coisas que não são cometas. Na verdade, sabe-se agora que o Caranguejo são os restos de uma supernova, a nuvem de detritos em expansão resultante da explosão de uma estrela de grande massa.
O violento nascimento do Caranguejo foi testemunhado por astronomos no ano 1054. Hoje com mais ou menos 10 light anos-luz de diâmetro, a nebulosa ainda está em expansão, a um ritmo superior a 1.000 quiilometros por segundo.
Na decada passada, sua expansão foi documenta neste impressionante video de lapso temporal. Em cada ano, de 2008 a 2017, uma imagem foi registrada com o mesmo telescopio e camera de um remoto observatorio na Austria.
Combinadas no video de lapso temporal, a 10 imagens representam 32 horas de tempo total de integração. Os nitidos quadro processados revelam até a dinamica emissão energetica no interior do Caranguejo em expansão. A Nebulosa do Caranguejo situa-se a cerca de 6.500 anos-luz de distancia, na constelação do Touro.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
The Crab Nebula is cataloged as M1, the first on Charles Messier's famous list of things which are not comets. In fact, the Crab is now known to be a supernova remnant, an expanding cloud of debris from the explosion of a massive star.
The violent birth of the Crab was witnessed by astronomers in the year 1054. Roughly 10 light-years across today, the nebula is still expanding at a rate of over 1,000 kilometers per second.
Over the past decade, its expansion has been documented in this stunning time-lapse movie. In each year from 2008 to 2017, an image was produced with the same telescope and camera from a remote observatory in Austria.
Combined in the time-lapse movie, the 10 images represent 32 hours of total integration time. The sharp, processed frames even reveal the dynamic energetic emission within the incredible expanding Crab. The Crab Nebula lies about 6,500 light-years away in the constellation Taurus.
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Astrofísica
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Apollo 17 VIP Site Anaglyph | Anáglifo do local VIP da Apollo 17
Pegue seus óculos vermelhos/azuis e veja esta cena estereo do Vale Taurus-Littrow, na Lua! O anáglifo colorido mostra uma visão 3D detalhada do jipe lunar da Apollo 17 em primeiro plano — atrás do qual estão o Modulo Lunar e distantes colinas lunares.
Como o munto todo poderia ver o estágio de subida do Modulo Lunar através da camera de TV do jipe, este local de estacionamento foi também chamado o local VIP. Em Dezembro de 1972, os astronautas da Apollo 17 Eugene Cernan e Harrison Schmitt passaram cerca de 75 horas na Lua, enquanto o colega Ronald Evans a orbitava.
A tripulação retornou à Terra com 110 quilogramas de amostras de rochas e solo, mais que qualquer outra nos demais locais de pouso na Lua. Cernan e Schmitt são até hoje as últimas pessoas e caminhar (ou dirigir) na Lua.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Get out your red/blue glasses and check out this stereo scene from Taurus-Littrow valley on the Moon! The color anaglyph features a detailed 3D view of Apollo 17's Lunar Rover in the foreground -- behind it lies the Lunar Module and distant lunar hills.
Because the world was going to be able to watch the Lunar Module's ascent stage liftoff via the rover's TV camera, this parking place was also known as the VIP Site. In December of 1972, Apollo 17 astronauts Eugene Cernan and Harrison Schmitt spent about 75 hours on the Moon, while colleague Ronald Evans orbited overhead.
The crew returned with 110 kilograms of rock and soil samples, more than from any of the other lunar landing sites. Cernan and Schmitt are still the last to walk (or drive) on the Moon.
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astronomia,
História
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
The Helix Nebula from CFHT | A nebulosa da Helice pelo CFHT
Sera que o Sol será assim um dia? A Nebulosa da Helice é um dos mais brilhantes e proximos exemplos de nebulosa planetaria, uma nuvem de gas criada no final da vida de estrelas semelhantes ao Sol.
Os gases externos expelidos para o espaço aparecem de nosso ponto de vista como se nós esivessemos olhando para baixo de uma helice. O nucleo central estelar remanescente, destinado a se tornar uma estrela anã branca, brilha com uma luz tão energetica que faz com que o gas anteriormente expelido se torne fluorescente.
A nebulosa da Helice, que recebeu a designação tecnica de NGC 7293, situa-se a cerca de 700 anos-luz, na direção da constelação de Aquario, e espalha-se por cerca de 2,5 anos-luz.
Esta foto foi tirada com o Telescopio Canada-França-Havaí (CFHT), localizado no topo de um vulcão adormecido, no Havaí, EUA. Um close-up da borda interna da Nebulosa da Helice mostra complexos nós de gas de origem desconhecida.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Will our Sun look like this one day? The Helix Nebula is one of brightest and closest examples of a planetary nebula, a gas cloud created at the end of the life of a Sun-like star.
The outer gasses of the star expelled into space appear from our vantage point as if we are looking down a helix. The remnant central stellar core, destined to become a white dwarf star, glows in light so energetic it causes the previously expelled gas to fluoresce.
The Helix Nebula, given a technical designation of NGC 7293, lies about 700 light-years away towards the constellation of the Water Bearer (Aquarius) and spans about 2.5 light-years.
The featured picture was taken with the Canada-France-Hawaii Telescope (CFHT) located atop a dormant volcano in Hawaii, USA. A close-up of the inner edge of the Helix Nebula shows complex gas knots of unknown origin.
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Astrofísica
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
To Fly Free in Space | Voando solto no espaço
Come seria a sensação de voar livre no espaço? A cerca de 100 metros do atracadouro de carga do onibus espacial Challenger, Bruce McCandless II viveu este sonho — flutuar, indo mais longe do que qualquer outra pessoa jamais esteve.
Guiado por uma Unidade de Manobra Trtipulada — Manned Maneuvering Unit (MMU), o astronauta McCandless, nesta foto, flutuava livre no espaço. McCandless e o colega astronauta da NASA Robert Stewart foram os primeiros a experimentar uma "caminhada espacial sem amarras" durante a missão 41-B do Onibus espacial, in 1984.
A MMU funcionava expelindo jatos de nitrogenio, e era usada para lançar e resgatar satelites. Com uma massa superior a 140 quilogramas, uma MMU é pesada na Terra, porém, como tudo o mais, não tem peso quando flutuando em orbita. A MMU foi substituida pela unidade mochila de propulsão SAFER.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What would it be like to fly free in space? At about 100 meters from the cargo bay of the space shuttle Challenger, Bruce McCandless II was living the dream -- floating farther out than anyone had ever been before.
Guided by a Manned Maneuvering Unit (MMU), astronaut McCandless, pictured, was floating free in space. McCandless and fellow NASA astronaut Robert Stewart were the first to experience such an "untethered space walk" during Space Shuttle mission 41-B in 1984.
The MMU worked by shooting jets of nitrogen and was used to help deploy and retrieve satellites. With a mass over 140 kilograms, an MMU is heavy on Earth, but, like everything, is weightless when drifting in orbit. The MMU was replaced with the SAFER backpack propulsion unit.
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astronomia,
tecnologia
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Grand Spiral Galaxy NGC 1232 | A grande galaxia espiral NGC 1232
Galaxias são fascinantes não só pelo que se vê, mas também por aquilo que, nelas, é invisivel. A grande galaxia espiral NGC 1232, captada em detalhes por uma Telescópios Ultra Grandes, é um bom exemplo.
A parte visivel é dominada por milhões de estrelas brilhantes e poeira escura, pegas em um redemoinho gravitacional de braços espirais girando perto do centro. Aglomerados abertos contendo brilhantes estrelas azuis podem ser vistos espalhados ao longo desses braços espirais, enquanto trilhas de densa poeira interestelar podem ser vistas espalhadas entre eles.
Menos visiveis, porém detectaveis, bilhões de tênues estrelas normais e vastas areas de gás interestelar gas, manipulando juntas uma massa tão grande que dominam a dinamica da galaxia interna. As principais teorias indicam que mesmo maiores quantidades de materia são invisiveis, em uma forma que ainda desconhecemos. Essa penetrante materia escura é postulada, em parte, para explicar os movimentos da materia visivel nas regiões externas de galaxias.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Galaxies are fascinating not only for what is visible, but for what is invisible. Grand spiral galaxy NGC 1232, captured in detail by one of the Very Large Telescopes, is a good example.
The visible is dominated by millions of bright stars and dark dust, caught up in a gravitational swirl of spiral arms revolving about the center. Open clusters containing bright blue stars can be seen sprinkled along these spiral arms, while dark lanes of dense interstellar dust can be seen sprinkled between them.
Less visible, but detectable, are billions of dim normal stars and vast tracts of interstellar gas, together wielding such high mass that they dominate the dynamics of the inner galaxy. Leading theories indicate that even greater amounts of matter are invisible, in a form we don't yet know. This pervasive dark matter is postulated, in part, to explain the motions of the visible matter in the outer regions of galaxies.
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astronomia
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