Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Alpine Superga Moonset | Pôr-da-lua alpino em Superga
A fase de Lua cheia de dezembro ocorreu próxima ao perigeu, o ponto mais próximo em sua orbita ao redor do nosso agradavel planeta. Grande e brilhante, o disco lunar totalmente iluminado se põe sobre acidentadas montanhas nesta paisagem matinal em Turim, Itália.
Captada pouco antes do nascer-do-sol no horizonte oposto, a luz solar espalhada próxima à borda da sombra da Terra proporciona o belo brilho avermelhado dos picos alpinos. As colinas em primeiro plano ainda estão na sombra.
Mas a luz solar espalhada só ilumina o dome e as torres da historica Basilica de Superga em Turim, no topo de uma montanha próxima ao canto inferior direito da telefoto.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
December's Full Moon phase occurred near perigee, the closest point in its orbit around our fair planet. Big and bright, the fully illuminated lunar disk sets over rugged mountains in this early morningscape from Turin, Italy.
Captured just before sunrise on the opposite horizon, scattered sunlight near the edge of Earth's shadow provides the beautiful reddish glow of the alpine peaks. Hills in the foreground are still in shadow.
But the scattered sunlight just illuminates the dome and towers of Turin's historic Basilica of Superga on a hilltop near the lower right in the telephoto frame.
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curiosidades
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
Solstice Sun and Milky Way | Sol de solsticio e a Via Lactea
Bem vindo ao dia do solsticio de dezembro, o primeiro dia de inverno no norte, e de verão no hemisferio sul. Marcadores astronomicos das estações, as datas de solsticio e equinocio são baseadas no local do Sol em sua jornada anual ao longo da ecliptica, através do ceu do planeta Terra.
Neste solsticio, o Sol atinge sua máxima declinação para o sul, de -23,5 graus, hoje, às 16h28 UTC, enquanto sua correta coordenada de ascensão na esfera celestial é 18 horas. Isso situa o Sol na constelação de Sagitario, em uma direção próxima ao centro da Via Lactea. Na verdade, se voce pudesse ver o Sol do solsticio de hoje contra um esmaecido plano de fundo de estrelas e nebulosas (isso é algo realmente difícil de fazer, especialmente de dia ...) sua vista poderia ser meio parecida com esse panorama composto.
Para faze-lo, imagens de nossa galaxia foram obtidas sob o escuro ceu noturno da Namibia, e então reunidas em uma visão panoramica.De uma foto tirada em 21 de dezembro de 2015, o Sol foi digitalmente sobreposto como uma brilhante estrela na posição do solsticio de hoje, de inveno no norte, proximo ao centro da Via Lactea.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Welcome to December's solstice, first day of winter in the north and summer for the southern hemisphere. Astronomical markers of the seasons, solstice and equinox dates are based on the Sun's place in its annual journey along the ecliptic, through planet Earth's sky.
At this solstice, the Sun reaches its maximum southern declination of -23.5 degrees today at 16:28 UTC, while its right ascension coordinate on the celestial sphere is 18 hours. That puts the Sun in the constellation Sagittarius in a direction near the center of our Milky Way galaxy. In fact, if you could see today's Solstice Sun against faint background stars and nebulae (that's really hard to do, especially in the daytime ...) your view might look something like this composited panorama.
To make it, images of our fair galaxy were taken under dark Namibian night skies, then stitched together in a panoramic view. From a snapshot made on December 21, 2015, the Sun was digitally overlayed as a brilliant star at today's northern winter solstice position, close to the center of the Milky Way.
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astronomia
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
The Spiral North Pole of Mars | O polo norte espiral de Marte
Por que há uma espiral ao redor do Polo Norte de Marte? A cada inverno, esse polo desenvolve uma nova camada externa com cerca de um metro de espessura, composta de dioxido de carbono congelado a partir da fina atmosfera marciana.
Essa nova camada é então depositada em uma camada de gelo de agua que existe durante o ano todo. Fortes ventos sopram do alto do cantro da calota, e giram devido à rotação do planeta vermelho — contribuindo para a estrutura espiral do Planum Boreum.
Esta imagem é um mosaico em perspectiva gerado anteriormente neste ano a partir de inumeras imagens obtidas pela Mars Express da ESA (Agencia espacial Europeia) e por elevações extraidas do altimetro a laser a bordo da missão da NASA Mars Global Surveyor.
Entre as novas missões a Marte planejadas nos proximos anos incluem-se a Insight, com planos de fazer perfurações no planeta, a ExoMars, e o jipe-sonda Mars 2020, com planos de procurar sinais de formas de vida marcianas microscopicas — passadas e presentes.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Why is there a spiral around the North Pole of Mars? Each winter this pole develops a new outer layer about one meter thick composed of carbon dioxide frozen out of the thin Martian atmosphere.
This fresh layer is deposited on a water-ice layer that exists year round. Strong winds blow down from above the cap's center and swirl due to the spin of the red planet -- contributing to Planum Boreum's spiral structure.
The featured image is a perspective mosaic generated earlier this year from numerous images taken by ESA's Mars Express and elevations extracted from the laser altimeter aboard NASA's Mars Global Surveyor mission.
New missions to Mars planned in the next few years include Insight with plans to drill into Mars, and ExoMars and the Mars 2020 Rover with plans to search for signs of microscopic Martian life -- past and present.
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astrogeologia
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
A Wintry Shower | Uma chuva invernal
Quatro Geminidas formam um clarão através do céu do norte nesta paisagem celeste invernal. A brilhante bola de fogo e 3 meteoros mais apagados foram registrados em uma só exposição de 10 segundos, próximo ao auge da chuva de meteoros de dezembro das Geminidas.
Refletindo a luz esverdeada da bola de fogo, um parcialmente congelado Lago Edith, no Parque Nacional Jasper de Alberta, no Canadá, aparece em primeiro plano, com as Montanhas Rochosas Canadenses ao longo do horizonte norte.
É claro que o lago glacial é frio até mesmo no verão. Mas o fotografo Jack Fusco informa ter se submetido a uma temperatura de -9 graus C naquela noite enquanto apreciava uma dss mais ativas chuvas de meteoros que já viu.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Four Geminids flash through northern skies in this wintry night skyscape. The bright fireball and 3 fainter meteors were captured in a single 10 second exposure, near the peak of December's Geminid meteor shower.
Reflecting the fireball's greenish light, a partially frozen Lake Edith in Alberta Canada's Jasper National Park lies in the foreground, with the Canadian Rocky Mountains ranging along the northern horizon.
Of course, the glacial lake is cold even in summer. But photographer Jack Fusco reports that he experienced -9 degree C temperatures that night while enjoying one of the most active meteor showers he's ever seen.
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curiosidades
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
The Kepler-90 Planetary System | O sistema planetário Kepler-90
Teriam outras estrelas sistemas planetarios como o nosso? Sim — um desses sistemas é Kepler-90. Catalogado pelo satelite orbital Kepler, um oitavo planeta foi descoberto agora, de forma que Kepler-90 tem o mesmo numero de planetas conhecidos que o nosso Sistema Solar. Entre as similaridades entre Kepler-90 e nosso sistema estão a estrela Tipo G, comparavel ao Sol, planetas rochosos comparáveis à Terra, e grandes planetas comparáveis em tamanho a Jupiter e Saturno.
Entre as diferenças temos que todos os planetas conhecidos de Kepler-90 orbitam relativamente próximos à estrela — mais próximos que a orbita da Terra ao redor do Sol — o que os torna possivelmente quentes demais para abrigar formas de vida.
Entretanto, observações durante periodos de tempo maiores poderão descobrir planetas mais frios, mas distantes da estrela-mãe. Kepler-90 situa-se a cerca de 2.500 anos-luz da Terra, e, à magnitude 14, é visivel através de telescopios de tamanho medio na direção da constelação do Dragão (Draco). As missões à procura de exoplanetas cujos lançamentos estão programados para a proxima decada são TESS, JWST, WFIRST, e PLATO.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Do other stars have planetary systems like our own? Yes — one such system is Kepler-90. Cataloged by the orbiting Kepler satellite, an eighth planet has now been discovered giving Kepler-90 the same number of known planets as our Solar System. Similarities between Kepler-90 and our system include a G-type star comparable to our Sun, rocky planets comparable to our Earth, and large planets comparable in size to Jupiter and Saturn.
Differences include that all of the known Kepler-90 planets orbit relatively close in -- closer than Earth's orbit around the Sun — making them possibly too hot to harbor life.
However, observations over longer time periods may discover cooler planets further out. Kepler-90 lies about 2,500 light years away, and at magnitude 14 is visible with a medium-sized telescope toward the constellation of the Dragon (Draco). Exoplanet-finding missions planned for launch in the next decade include TESS, JWST, WFIRST, and PLATO.
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Astrofísica,
astronomia
domingo, 17 de dezembro de 2017
Geminids of the North | Geminidas do norte
A chuva anual de meteoros das Geminidas na Terra não desapontou, quando nosso agradavel planeta passou através da poeira do asteroide ativo 3200 Phaethon. Captados nesta paisagem celeste noturna do hemisferio norte, os meteoros saem do radiante da chuva em Gemini.
Para criar a imagem, 37 fotos individuais registrando rastros de meteoros foram tiradas durante um periodo de 8,5 horas durante a noite de 12/13 de dezembro. Na composição final eles foram selecionados e registrados contra o ceu estrelado sobre o prato de um radiotelescopio do MUSER, um conjunto de radiotelescopios dedicados ao Sol na Estação astromicamente denominada Estação Mingantu, na Mongolia Interior, China, a cerca de 400 quilometros de Pequim.
Siria, a estrela alfa do Cão Maior, brilha intensamente acima do prato de radio, e a Via Lactea se estende em direção ao Zênite. A amarelada Betelgeuse sobressai em Orion à direita do norte da Via Lactea. O radiante da chuva está no alto, à esquerda, muito acima do horizonte, proximo a Castor e Polux, as estrelas gemeas de Gemeos.
O efeito radiante é causado pela perspectiva quando as trilhas de meteoros paralelas parecem convergir ao longe. Os meteoros de Gemeos entra na atmosfera da Terra a cerca de 22 quilometros por segundo.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Earth's annual Geminid meteor shower did not disappoint as our fair planet plowed through dust from active asteroid 3200 Phaethon. Captured in this northern hemisphere nightscape, the meteors stream away from the shower's radiant in Gemini.
To create the image, 37 individual frames recording meteor streaks were taken over period of 8.5 hours during the night of December 12/13. In the final composite they were selected and registered against the starry sky above a radio telescope dish of MUSER, a solar-dedicated radio telescope array at astronomically-named Mingantu Station in Inner Mongolia, China, about 400 kilometers from Beijing.
Sirius, alpha star of Canis Major, shines brightly just above the radio dish and the Milky Way stretches toward the zenith. Yellowish Betelgeuse is a standout in Orion to the right of the northen Milky Way. The shower's radiant is at top left, high above the horizon near Castor and Pollux the twin stars of Gemini.
The radiant effect is due to perspective as the parallel meteor tracks appear to converge in the distance. Gemini's meteors enter Earth's atmosphere traveling at about 22 kilometers per second.
sábado, 16 de dezembro de 2017
Jupiter Diving | Mergulho em Jupiter
Faça esse mergulho simulado e penetre na atmosfera superior de Jupiter, o gigante gasoso que domina o Sistema Solar. A impressionante animação se baseia em dados de imagens obtidos através da JunoCam, e do radiometro de micro-ondas a bordo da espaçonave Juno, orbitanto Jupiter.
Sua visão começará cerca de 3.000 quilometros acima dos topos das nuvens Jovianas do sul, mas voce podera acompanhar seu progresso no mostrador à esquerda. À medida que a altitude dimunui, a temperatura aumenta eqnaunto voce mergulha mais fundo no local da famosa Grande Mancha Vermelha de Jupiter.
Na verdade, dados da Juno indicam que a Grande Mancha Vermelha, o maior sistema de tempestades do Sistema Solar, penetra cerca de 300 quilometros na atmosfera do planeta gigante. A titulo de comparação, o ponto mais profundo dos oceanos do planeta Terra está apenas 11 quilometros abaixo. Mas não se assuste, voce irá voar de volta para fora.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Take this simulated plunge and dive into the upper atmosphere of Jupiter, the Solar System's ruling gas giant. The awesome animation is based on image data from JunoCam, and the microwave radiometer on board the Jupiter-orbiting Juno spacecraft.
You're view will start about 3,000 kilometers above the southern Jovian cloud tops, but you can track your progress on the display at the left. As altitude decreases, temperature increases while you dive deeper at the location of Jupiter's famous Great Red Spot.
In fact, Juno data indicates the Great Red Spot, the Solar System's largest storm system, penetrates some 300 kilometers into the giant planet's atmosphere. For comparison, the deepest point for planet Earth's oceans is just under 11 kilometers down. Don't panic though, you'll fly back out again.
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astrogeologia
Mercury Visualized from MESSENGER | Mercurio visto da MESSENGER
Como seria sobrevoar o planeta Mercurio? Imagens e dados obtidos pela espaçonave robotica MESSENGER, que orbitou Mercurrio entre 2011 e 2015, foram combinados digitalmente para simular um voo virtual que destaca boa parte da superficie daquele planeta quente.
Em geral,o astro mais interno do Sistema Solar parece ser similar à Lua, por ser coberto por um terreno cinza cheio de crateras. A MESSENGER descobriu muito sobre Mercurio, inclusive que as sombras próximas a seus polos provavelmente abrigam gelo de agua.
Este video se inicia com Mercurio visto do lado voltado para o Sol e termina com a espaçonave virtual mergulhando na noite de Mercurio. Mercurio, na verdade, gira tão lentamente que só completa três rotações a cada duas órbitas ao redor do Sol. Em 2018, a Europa e o Japão planejam lançar BepiColombo para melhor mapear a superficie de Mercurio e sondar seu campo magnetico.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What would it be like to fly over the planet Mercury? Images and data taken from NASA's robotic MESSENGER spacecraft that orbited Mercury from 2011 to 2015 have been digitally combined to envision a virtual flight that highlights much of the hot planet's surface.
In general, the Solar System's innermost world appears similar to Earth's Moon as it is covered by a heavily cratered gray terrain. MESSENGER discovered much about Mercury including that shadows near its poles likely host water ice.
The featured video opens as Mercury is viewed from the Sun-facing side and concludes with the virtual spacecraft retreating into Mercury's night. Mercury actually rotates so slowly that it only completes three rotations for every two trips around the Sun. In 2018, Europe and Japan plan to launch BepiColombo to better map Mercury's surface and probe its magnetic field.
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astronomia
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Stardust in Aries | Poeira estelar em Aries
Esta composição de poeira estelar cobre mais de 8 graus no ceu do norte. O campo de visão em mosaico está a oeste do familiar aglomerado estelar das Pleiades, na direção da contelação zodiacal de Aries e do plano da Via Lactea.
À direita na profunda paisagem celeste está a azulada Epsilon Arietis, uma estrela visivel a olho nu, distante cerca de 330 anos-luz. Refletiondo a luz estelar na região, as nebulosas de poeira LBN762, LBN753, e LBN743 se espalham da esquerda para a direita no campo, mas estão distantes, provavelmente, cerca de 1.000 anos-luz.
Àquela distancia estimada, o tecido cosmico tem mais de 140 anos-luz de diametro. Perto da borda de uma grande nuvem molecular, seus interiores escuros pode ocultar estrelas recem-formadase jovens objetos estelares, ou protoestrelas, da visão de telescopios opticos.
Colapsando devido à propria gravidade, a protoestrelas formam ao redor densos nucleos incrustrados na nuvem molecular.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
This composition in stardust covers over 8 degrees on the northern sky. The mosaicked field of view is west of the familiar Pleiades star cluster, toward the zodiacal constellation Aries and the plane of our Milky Way Galaxy.
At right in the deep skyscape is bluish Epsilon Arietis, a star visible to the naked-eye and about 330 light-years away. Reflecting starlight in the region, dusty nebulae LBN762, LBN753, and LBN743 sprawl left to right across the field, but are likely some 1,000 light-years away.
At that estimated distance, the cosmic canvas is over 140 light-years across. Near the edge of a large molecular cloud, their dark interiors can hide newly formed stars and young stellar objects or protostars from prying optical telescopes.
Collapsing due to self-gravity, the protostars form around dense cores embedded in the molecular cloud.
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Astrofísica,
astronomia
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
In Green Company: Aurora over Norway | Em meio ao verde: Aurora sobre a Noruega
Levante seus braços se voce vir uma aurora.Com essas instruções, duas noites se passaram com, bem, nuvens — na maior parte. Na terceira noite de volta aos mesmos picos, no entanto, o ceu não apenas clareou como se iluminou com uma espetacular aurora.
Braços se ergueram, e a paciencia e a experiencia valeram a pena, tendo esta criativa imagem sido registrada como uma composição de três exposições distintas. O loval é um cume do fiorde Austnesfjorden, próximo á cidade de Svolvear, nas ilhas Lofoten, no norte da Noruega.
Era cedo em 2014. Embora o Sol esteja proximo ao Solar Minimo e, portanto, mostrando relativamente baixa atividade superficial, buracos na corona superior proporcionaram belas aparições de auroras durante os ultimos meses.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Raise your arms if you see an aurora. With those instructions, two nights went by with, well, clouds — mostly. On the third night of returning to same peaks, though, the sky not only cleared up but lit up with a spectacular auroral display.
Arms went high in the air, patience and experience paid off, and the creative featured image was captured as a composite from three separate exposures. The setting is a summit of the Austnesfjorden fjord close to the town of Svolvear on the Lofoten islands in northern Norway.
The time was early 2014. Although our Sun is nearing Solar Minimum and hence showing relatively little surface activity, holes in the upper corona have provided some nice auroral displays over the last few months.
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curiosidades
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
Meteors over Inner Mongolia | Meteoros sobre a Mongolia Interior
Você já se viu em meio a uma chuva de meteoros? Se já esteve, então, mais ou menos a cada minuto o céu faiscou com breves clarões de luz. Foi isso que aconteceu com o astrofotógrafo besta imagem, durante a chva de meteoros das Perseidas do ano passado. Durante esta imagem composta de três horas, cerca de 90 Perseidas choveram sobre o Lago Duolun da Mongolia Interior, na China.
Se você rastrear de volta as riscas dos meteoros, irá descobrir que a maioria delas parece se irradiar de uma só constelação — no caso, Perseu. Na verdade, é possivel até mesmo dizer quais meteoros não são Perseidas porque seus rastros são diferentes.
Esta noite promete ser outra boa ocasião para ser pego por uma chuva de meteorosm porque é o auge das Gemínidas. Gemini, o radiante da chuva, deverá nascer logo após o pôr-do-sol, e permanecerá visível durante a maior parte da noite.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Did you ever get caught in a meteor shower? If yes, then every minute or so the sky sparked with fleeting flashes of light. This was the fate of the pictured astrophotographer during last year's Perseids meteor shower. During the featured three-hour image composite, about 90 Perseids rained down above Lake Duolun of Inner Mongolia, China.
If you trace back the meteor streaks, you will find that most of them appear to radiate from a single constellation — in this case Perseus. In fact, you can even tell which meteors are not Perseids because they track differently. Tonight promises to be another good night to get caught in a meteor shower because it is the peak for the Geminids. Gemini, the shower radiant, should rise shortly after sunset and be visible most of the night.
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astronomia
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
A Horizon with Blue and Red | Um horizonte com azul e vermelho
O que está acontecendo no horizonte? O horizonte em si, atras de uma plantação de espinafre na Guatemala, mostra não só arvores, como também um grande vulcão: o Volcán de Fuego (Vulcão de Fogo).
O brilho vermelho no topo do vulcão é lava quente. Mas seu olhar também pode ser atraído pelo circulo azul acima do horizonte, à esquerda. este circulo circunda a Lua e, juntamente com outras cores, é chamado corona.
Coronas são causadas plea difração de luz — aqui, luar — por pequenas goticulas de água na atmosfera intermediaria da Terra. Uma brecha nas nuvens à direita mostra estrelas, e até mesmo o planeta Saturno, muito além do vulcão.
Embora o Volcán de Fuego frequentemente passe por periodos de atividade de baixa intensidade, o astrofotografo se considerou um sortudo por captar a cena justamente durante uma erupção explosiva, no final de setembro.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What's happening on the horizon? The horizon itself, past a spinach field in Guatemala, shows not only trees but a large volcano: the Volcán de Fuego (Volcano of Fire).
The red glow at the top of the volcano is hot lava. But your eye may also be drawn to the blue circle above the horizon on the left. This circle surrounds the Moon and, together with other colors, is called a corona.
A corona is caused by diffraction of light -- here moonlight — by small water droplets in the Earth's intervening atmosphere. A break in the clouds on the right shows stars and even the planet Saturn far beyond the volcano.
Although Volcán de Fuego frequently undergoes low-level activity, the astrophotographer considered himself lucky to capture the scene just during an explosive eruption in late September.
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curiosidades
domingo, 10 de dezembro de 2017
HH 666: Carina Dust Pillar with Jet | HH 666: Pilar de poeira com jato em Carina
Para alguns, ela pode parecer uma colmeia abrigando uma ableha do mal. Na realidade, esta imagem do Hubble capta um pilar de poeira cosmica com dois anos-luz de extensão, dentro do qual está Herbig-Haro 666 — uma jovem estrela que emite potentes jatos.
A estrutura situa-se no interior de uma das maiores regiões de formação estelar da nossa galaxia, a Nebulosa de Carina, brilhando no céu do sul à distancia de uns 7.500 anos-luz. Os contornos em camadas do pilar são definidos pelos ventos e radiação das jovens, quentes e massivas estrelas de Carina, algumas das quais ainda em formação em seu interior.
Uma visão em luz infravermelha, que penetra a poeira, mostra melhor os dois estreitos jatos energeticos soprando para fora de uma ainda oculta estrela infantil.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
To some, it may look like a beehive harboring an evil bee. In reality, the featured Hubble image captures a cosmic pillar of dust, two-light years long, inside of which is Herbig-Haro 666 -- a young star emitting powerful jets.
The structure lies within one of our galaxy's largest star forming regions, the Carina Nebula, shining in southern skies at a distance of about 7,500 light-years. The pillar's layered outline are shaped by the winds and radiation of Carina's young, hot, massive stars, some of which are still forming inside the nebula.
A dust-penetrating view in infrared light better shows the two, narrow, energetic jets blasting outward from a still hidden infant star.
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Astrofísica
sábado, 9 de dezembro de 2017
All the Eclipses of 2017 | Todos os eclipses de 2017
Vistos do planeta Terra, todos os eclipses lunares e solares de 2017 estão representados na mesma escala nestes quatro paineis. O espetaculo celestial de sombras do ano foi acompanhado através de quatro paises diferentes por um aventuroso caçador de eclipses.
Iniciando a temporada de eclipses, no canto superior esquerdo, a Lua Cheia de fevereiro foi capturada na Republica Checa. Sua sombra sutil, uma eclipse lunar penumbral, deve-se à sobra externa da terra, mais clara. Mais tarde naquele mes, a Lua Nova no canto superior direito foi circundada por um anel de fogo, registrado em filme na Argentina, proximo ao ponto mediano de um impressionante eclipse solar anelar.
O par de eclipses de agosto abaixo mostra a sombra umbral da Terra em um eclipse parcial na Alemanha, à esquerda, e a vibrante coroa solar envolvendo um Sol totalmente eclipsado, no oeste dos EUA. Se você estiver contando pontuações, os numeros Saros (ciclos de eclipses) para todos os eclipses de 2017 estão embaixo, à esquerda em cada painel.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
As seen from planet Earth, all the lunar and solar eclipses of 2017 are represented at the same scale in these four panels. The year's celestial shadow play was followed through four different countries by one adventurous eclipse chaser.
To kick off the eclipse season, at top left February's Full Moon was captured from the Czech Republic. Its subtle shading, a penumbral lunar eclipse, is due to Earth's lighter outer shadow. Later that month the New Moon at top right was surrounded by a ring of fire, recorded on film from Argentina near the midpoint of striking annular solar eclipse.
The August eclipse pairing below finds the Earth's dark umbral shadow in a partial eclipse from Germany at left, and the vibrant solar corona surrounding a totally eclipsed Sun from the western USA. If you're keeping score, the Saros numbers (eclipse cycles) for all the 2017 eclipses are at bottom left in each panel.
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astronomia
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
Earth and Moon | A Terra e a Lua
Em raras ocasiões, a Terra e a Lua são fotografadas juntas. Uma das ocasiões mais populares em que isso aconteceu foi há neste mês, há 25 anos, quando a espaçonave Galieleu, rumo a Jupiter, passou pelo nosso sistema planetario Terra-Lua.
Então, a sonda robotica Galileu observou de uma distancia equivalente a cerca de 15 vezes a que separa Terra e Lua, nosso unico satelite natural passar diante da Terra. este video combina 52 imagens historicas com cores realçadas. Embora a Lua possa perecer pequena próxima à Terra, nenhum outro planeta do Sistema Solar tem um satelite tão comparavel em tamanho.
O Sol, distante ao lago, à direita, iluminava cerca de metade de cada esfera, e mostra as nuvens brancas da terra em rotação, oceanos azuis e continentes marrons. Naquela noite, uma superlua de carvalho quase cheia foi visivel de todos os lugares da Terra, do pôr-do-sol ao nascer-do-sol.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
On rare occasions, the Earth and Moon are photographed together. One of most spectacular times this occurred was 25 years ago this month when the Jupiter-bound Galileo spacecraft zoomed past our home planetary system.
Then, robotic Galileo watched from about 15-times the Earth-Moon separation as our only natural satellite glided past our home world. The featured video combines 52 historic color-enhanced images. Although our Moon may appear small next to the Earth, no other planet in our Solar System has a satellite so comparable in size .
The Sun, far off to the right, illuminated about half of each sphere, and shows the spinning Earth's white clouds, blue oceans, and tan continents. On that night, a nearly full Oak supermoon was be visible from all of Earth from sunset to sunrise.
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astronomia
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Most Distant Black Hole | O mais distante buraco negro
Cientistas descobriram uma rara reliquia do universo primordial: o mais distante buraco negri supermassivo. Essa besta devoradora de materia tem uma massa 800 mihões de vezes maior que a do Sol, que é impressionantemente grande para sua pouca idade.
"Este buraco negro cresceu muito mais do que o esperado em apenas 690 milhões de anos após o Big Bang, o que desafia nossas teorias sobre como os buracos negros se formam," disse o coautor do estudo, Daniel Stern, do Jet Propulsion Laboratory da NASA em Pasadena, California.
Astronomos combinaram dados do Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE) da NASA com pesquisas baseadas em solo para identificar potenciais objetos distantes para estudá-los, e então os acompanharam com os telescopios Magalhães dos Observatorios Carnegie no Chile. O astronomo do Carnegie Eduardo Bañados liderou os esforços para identificar candidatos em meio a centenas de milhões de objetos encontrados pelo WISE que merecessem ser acompanhados com o Magalhães.
Para se tornarem tão grandes, os buracos negros no universo primordial, astronomos especulam que deve ter havido condições especiais para permitir o rapido crescimento — mas a razão subjacente permanece um misterio.
O buraco negro recém-descoberto esta vorazmente devorando materia no centro da galaxia — um fenomeno denominado quasar. Este quasar é especialmente interessante porque vem de uma epoca em que o universo estava apenas começando a emergir da era das trevas. A descoberta irá fornecer informações fundamentais a respeito do universo quando ele tinha apenas 5 por cento de sua atual idade.
"Quasares figram entre os mais brilhantes e distantes objetos celestiais conhecidos, e são cruciais para a compreensão do universo primordial," disse o coautor Bram Venemans, do Instituto Max Planck de Astronomia, na Alemanha.
O universo começou como uma sopa de particulas quente que rapidamente se espalhou em um periodo chamado inflação. Cerca de 400.000 anos após o Big Bang, essas particulas se resfriaram e se uniram em gás hidrogenio neutro. Mas o universo permaneceu escuro, sem qualquer fonte luminosa, até que a gravidade condensous materia, formando as primeiras estrelas e galaxias. A energia liberada por essas antigas galaxias fez com que o hidrogenio neutro se excitasse e ionizasse, perdendo um elétron. O gas permaneceu naquele estado desde aquela epoca. Quando o universo se tornou reionzedo, fotons puderam viajar livremente traves do espaço. Este é o ponto no qual o universo se tornou transparente para a luz.
Muito do hidrogenio que circunda o quaser recém-descoberto é neutro. Isso significa que o quasar não é apenas o mais distante — ele é também o unico exemplo que temos que pode ser visto antes de o universo ter se tornado reionizado.
“Foi a maior transição do universo, e uma das atuais fronteiras da astrofisica", disse Bañados.
A distancia do quasar é determinada pelo que se chama seu desvio para o vermelho, uma medição de quanto do comprimento de onda de sua luz está esticado pela expansão do universo antes de chegar à Terra. Quanto mais alto o desvio para o vermelho, maior a distancia, e quanto mais para trás no tempo os astronomos estão olhando ao observarem o objeto. Este quaser recem-descoberto tem um desvio para o vermelho de 7.54, baseado na detecção de emissões de carbono ionizado da galaxia que abriga o buraco negro de grande massa. Isso significa que a luz do quasar levou mais de 13 bilhões de anos lpara chegar até nós.
Cientistas preveem que o cosmos contém entre 20 e 100 quasares tão brilhantes e distantes quanto este. Astronomos aguardam a missão Euclides da Agencia Espacial Europeia, que conta com grande participação da NASA, e a missão da NASA Wide-field Infrared Survey Telescope (WFIRST) para encontrarem mais objetos distantes como esse.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Scientists have uncovered a rare relic from the early universe: the farthest known supermassive black hole. This matter-eating beast is 800 million times the mass of our Sun, which is astonishingly large for its young age. Researchers report the find in the journal Nature.
"This black hole grew far larger than we expected in only 690 million years after the Big Bang, which challenges our theories about how black holes form," said study co-author Daniel Stern of NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, California.
Astronomers combined data from NASA's Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE) with ground-based surveys to identify potential distant objects to study, then followed up with Carnegie Observatories' Magellan telescopes in Chile. Carnegie astronomer Eduardo Bañados led the effort to identify candidates out of the hundreds of millions of objects WISE found that would be worthy of follow-up with Magellan.
For black holes to become so large in the early universe, astronomers speculate there must have been special conditions to allow rapid growth -- but the underlying reason remains mysterious.
The newly found black hole is voraciously devouring material at the center of a galaxy -- a phenomenon called a quasar. This quasar is especially interesting because it comes from a time when the universe was just beginning to emerge from its dark ages. The discovery will provide fundamental information about the universe when it was only 5 percent of its current age.
"Quasars are among the brightest and most distant known celestial objects and are crucial to understanding the early universe," said co-author Bram Venemans of the Max Planck Institute for Astronomy in Germany.
The universe began in a hot soup of particles that rapidly spread apart in a period called inflation. About 400,000 years after the Big Bang, these particles cooled and coalesced into neutral hydrogen gas. But the universe stayed dark, without any luminous sources, until gravity condensed matter into the first stars and galaxies. The energy released by these ancient galaxies caused the neutral hydrogen to get excited and ionize, or lose an electron. The gas has remained in that state since that time. Once the universe became reionzed, photons could travel freely throughout space. This is the point at which the universe became transparent to light.
Much of the hydrogen surrounding the newly discovered quasar is neutral. That means the quasar is not only the most distant -- it is also the only example we have that can be seen before the universe became reionized.
“It was the universe's last major transition and one of the current frontiers of astrophysics,” Bañados said.
The quasar's distance is determined by what's called its redshift, a measurement of how much the wavelength of its light is stretched by the expansion of the universe before reaching Earth. The higher the redshift, the greater the distance, and the farther back astronomers are looking in time when they observe the object. This newly discovered quasar has a redshift of 7.54, based on the detection of ionized carbon emissions from the galaxy that hosts the massive black hole. That means it took more than 13 billion years for the light from the quasar to reach us.
Scientists predict the sky contains between 20 and 100 quasars as bright and as distant as this quasar. Astronomers look forward to the European Space Agency's Euclid mission, which has significant NASA participation, and NASA's Wide-field Infrared Survey Telescope (WFIRST) mission, to find more such distant objects.
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Astrofísica
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
M42: The Great Orion Nebula | A grade nebulosa de Orion
Poucas vistas astronomicas excitam a imaginação como a do próximo criadouro estelar chamado Nebulosa de Orion. O gas incandescente da Nebulosa circunda jovens estrelas quentes na borda de uma imensa nuvem molecular interestelar.
Muitas das estruturas filamentares visiveis em vermelho nesta imagem são, na verdade, ondas de choque - frentes onde materia em movimento rapido se encontra com gás em movimento lento.
A Nebulosa de Orion se estende por uns 40 anos-luz, e está localizada a cerca de 1.500 anos-luz de distancia, no mesmo braço espiral de nossa galáxia onde está o Sol. A Grande Nebulosa em Orion pode ser encontrada a olho nu logo abaixo e à esquerda do facilmente identificavel cinturão de tres estrelas na popular constelação de Orion.
Esta imagem, registrada no mes passado, mostra uma exposição de duas horas da nebulosa em tres cores. O complexo todo de nuvens da Nebulosa de Orion, que inclui a Nebulosa da Cabeça de Cavalo, irá se dispersar lentamente ao longo dos proximos 100.000 anos.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Few astronomical sights excite the imagination like the nearby stellar nursery known as the Orion Nebula. The Nebula's glowing gas surrounds hot young stars at the edge of an immense interstellar molecular cloud.
Many of the filamentary structures visible in the featured image are actually shock waves - fronts where fast moving material encounters slow moving gas.
The Orion Nebula spans about 40 light years and is located about 1500 light years away in the same spiral arm of our Galaxy as the Sun. The Great Nebula in Orion can be found with the unaided eye just below and to the left of the easily identifiable belt of three stars in the popular constellation Orion.
The featured image, taken last month, shows a two-hour exposure of the nebula in three colors. The whole Orion Nebula cloud complex, which includes the Horsehead Nebula, will slowly disperse over the next 100,000 years.
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astronomia
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Juno Spots a Complex Storm on Jupiter | A Juno detecta uma complexa tempestade em Jupiter
Algumas tempestades em Jupiter são bastante complexas. Esta tempestade giratoria foi captada no final do mes passado pela espaçonave robotica Juno da NASA, atualmente orbitando o maior planeta do Sistema Solar.
Esta imagem espalha-se pode cerca de 30.000 quilometros, quase o diametro do planeta Terra. Ela gira em sentido anti-horário e apresenta um padrão de nuvens que inclui correntes ascendentes de cores claras que se acredita serem compostos predominantemente de gelo de amonia.
Essas nuvens claras são as mais altas e até projetam sombra distiguíveis em direção à direita. A Juno continuará a orbitar e sondar Jupiter durante os proximos anos, enquanto tenta enviar de volta dados para ajudar a melhor compreender a abundancia de agua atmosferica em Jupiter, e se o planeta tem uma superficie solida sob aquelas nuvens fascinantes.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Some storms on Jupiter are quite complex. The swirling storm was captured late last month by the NASA's robotic Juno spacecraft currently orbiting the Solar System's largest planet.
The featured image spans about 30,000 kilometers, making this storm system just about as wide as planet Earth. The disturbance rotates counter-clockwise and shows a cloud pattern that includes light-colored updrafts thought to be composed predominantly of ammonia ice.
These light clouds are the highest up and even cast discernable shadows toward the right. Juno will continue to orbit and probe Jupiter over the next few years as it tries to return data that help us to better understand Jupiter's atmospheric water abundance and if the planet has a solid surface underneath these fascinating clouds.
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astrogeologia
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
M33: Triangulum Galaxy | M33: A Galaxia do Triangulo
A pequena constelação do Triangulo, ao norte, abriga esta magnifica galáxia espiral vista de frente, M33. Entre seus nomes populares estão o de Galáxia do Catavento e Galáxia do Triângulo. M33 tem mais de 50.000 anos-luz de diametro, a terceira maior do Grupo Local de galaxias depois de Andromeda (M31) e da Via Lactea.
Distante uns 3 milhões de anos-luz da Via Lactea, acredita-se que M33 seja um satelite de Andromeda, e astronomos que estivesses nessas duas galaxias teriam, provavelmente, vistas espetaculares dos grandes sistemas estelares espirais umas das outras.
No tocante à visão a partir do planeta Terra, esta nitida imagem composta mostra bem os aglomerados estelares azuis de M33 e as regiões rosadas de formação estelar ao longo dos braços espirais frouxamente enrolados da galaxia.
Na verdade, a cavernosa NGC 604 é a mais brilhante região de formação estelar, visivel aqui aproximadamente na posição de 7 horas do centro da galaxia. Assim como no caso de M31, a população de estrelas variaveis bem medida de M33 ajudaram a fazer desta espiral proxima um ponto de referencia cosmico para estabelecer a escala de distancias do Universo.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
The small, northern constellation Triangulum harbors this magnificent face-on spiral galaxy, M33. Its popular names include the Pinwheel Galaxy or just the Triangulum Galaxy. M33 is over 50,000 light-years in diameter, third largest in the Local Group of galaxies after the Andromeda Galaxy (M31), and our own Milky Way.
About 3 million light-years from the Milky Way, M33 is itself thought to be a satellite of the Andromeda Galaxy and astronomers in these two galaxies would likely have spectacular views of each other's grand spiral star systems.
As for the view from planet Earth, this sharp composite image nicely shows off M33's blue star clusters and pinkish star forming regions along the galaxy's loosely wound spiral arms.
In fact, the cavernous NGC 604 is the brightest star forming region, seen here at about the 7 o'clock position from the galaxy center. Like M31, M33's population of well-measured variable stars have helped make this nearby spiral a cosmic yardstick for establishing the distance scale of the Universe.
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astronomia
domingo, 3 de dezembro de 2017
Messier Craters in Stereo | Crateras Messier em Stereo
Muitas nebulosas brilhantes e aglomerados estelares visiveis no ceu da terra são associados ao nome do astronomo Charles Messier, de seu famoso catalogo do seculo 18. Seu nome também foi dado a essas duas grandes e notaveis crateras lunares.
Sobressaindo no escuro e liso Mar de Fertilidade da Lua ou Mare Fecunditatis, Messier (esq.) e Messier A têm dimensões de 15 por 8 e 16 por 11 quilometros respectivamente. Suas formas alongadas se explicam por uma trajetoria de movimento da esquerda para a direita, de angulo extremamente aberto, seguida de um impactador que arrancou as crateras.
O impacto raso também resultou em dois brilhantes raios de materia estendendo-se através da superfície, para a direita, além da imagem. Destinada a ser vista através de óculos vermelhos/azuis (vermelho para o olho esquerdo), esta impressionante foto estereo do par de crateras foi criada recentemente a partir de varreduras de alta resolução de duas imagens (AS11-42-6304, AS11-42-6305) obtidas durante a missão Apollo 11 à Lua.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Many bright nebulae and star clusters in planet Earth's sky are associated with the name of astronomer Charles Messier, from his famous 18th century catalog. His name is also given to these two large and remarkable craters on the Moon.
Standouts in the dark, smooth lunar Sea of Fertility or Mare Fecunditatis, Messier (left) and Messier A have dimensions of 15 by 8 and 16 by 11 kilometers respectively. Their elongated shapes are explained by a left-to-right moving, extremely shallow-angle trajectory followed by an impactor that gouged out the craters.
The shallow impact also resulted in two bright rays of material extending along the surface to the right, beyond the picture. Intended to be viewed with red/blue glasses (red for the left eye), this striking stereo picture of the crater pair was recently created from high resolution scans of two images (AS11-42-6304, AS11-42-6305) taken during the Apollo 11 mission to the moon.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Big Dipper over Pyramid Mountain | A Grande Concha sobre a Montanha da Pirâmide
Quando foi que você aprendeu a identificar este grupo de estrelas? Embora elas sejam familiares para muita gente em todo o mundo, diferentes culturas associaram este asterismo com diferentes icones e folclores.
Conhecido nos EUA como a Grande Concha, as estrelas fazem parte de uma constelação designada pela União Astronômica Internacional, em 1922, como Ursa Maior. Os nomes de estrelas reconhecidos para elas são (esq. para a dir.) Alkaid, Mizar/Alcor, Alioth, Megrez, Phecda, Merak, e Dubhe.
É claro ser improvável que estrelas em qualquer dada constelação sejam fisicamente relacionadas. Mas, surpreendentemente, a maioria das estrelas da Grande Concha parecem indo na mesma direção ao seguirem através do espaço, uma propriedade que elas têm em comum com outras estrelas espalhadas por uma area do ceu ainda maior.
Seu movimento comum medido sugere que todas pertencem a um amplo aglomerado estelar proximo, que acredita-se estar distante, em media, apenas uns 75 anos-luz, com um diâmetro de até 30 anos-luz. O aglomerado é mais adequadamente chamado o Grupo Móvel da Ursa Maior. Esta imagem captou as conhecidas estrelas recentemente sobre a Montanha da Piramide, em Alberta, Canada.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
When did you first learn to identify this group of stars? Although they are familiar to many people around the world, different cultures have associated this asterism with different icons and folklore.
Known in the USA as the Big Dipper, the stars are part of a constellation designated by the International Astronomical Union in 1922 as the Great Bear (Ursa Major). The recognized star names of these stars are (left to right) Alkaid, Mizar/Alcor, Alioth, Megrez, Phecda, Merak, and Dubhe.
Of course, stars in any given constellation are unlikely to be physically related. But surprisingly, most of the Big Dipper stars do seem to be headed in the same direction as they plough through space, a property they share with other stars spread out over an even larger area across the sky.
Their measured common motion suggests that they all belong to a loose, nearby star cluster, thought to be on average only about 75 light-years away and up to 30 light-years across. The cluster is more properly known as the Ursa Major Moving Group. The featured image captured the iconic stars recently above Pyramid Mountain in Alberta, Canada.
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astronomia
North America and the Pelican | America do Norte e o Pelicano
Os fãs do nosso agradável planeta podem reconhecer os contornos dessas nuvens cosmicas. À esquerda, emissões brilhantes delineadas por trilhas escuras de poeira obscurecedora parecem traçar as formas de um continente, atribuindo o nome popular de Nebulosa da America do Norte à região de emissões catalogada como NGC 7000.
À direta, logo ao largo da costa leste da Nebulosa da America do Norte, está IC 5070, cujo perfil sugere a Nebulosa do Pelicano. As duas brilhantes nebulosas estão distantes cerca de 1.500 anos-luz, parte da mesma grande e complexa região de formação estelar, quase tão próximas quanto a mais conhecida Nebulosa de Orion.
Àquela distancia, o campo de visão de 6 graus de amplitude se estenderia por 150 anos-luz. Este elaborado retrato cosmico utiliza imagens de banda estreita para destacar as brilhantes frentes de ionização e o caracteristico brilho vermelho do gás hidrogenio atomico. Essas nebulosas podem ser vistas através de binoculos em locais escuros. Olhe para nordeste da brilhante estrela Deneb, na constelação de Cignus, o Cisne.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Fans of our fair planet might recognize the outlines of these cosmic clouds. On the left, bright emission outlined by dark, obscuring dust lanes seems to trace a continental shape, lending the popular name North America Nebula to the emission region cataloged as NGC 7000.
To the right, just off the North America Nebula's east coast, is IC 5070, whose profile suggests the Pelican Nebula. The two bright nebulae are about 1,500 light-years away, part of the same large and complex star forming region, almost as nearby as the better-known Orion Nebula.
At that distance, the 6 degree wide field of view would span 150 light-years. This careful cosmic portrait uses narrow band images to highlight the bright ionization fronts and the characteristic red glow from atomic hydrogen gas. These nebulae can be seen with binoculars from a dark location. Look northeast of bright star Deneb in the constellation of Cygnus the Swan.
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