Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
sábado, 3 de fevereiro de 2018
The Spider and The Fly | A Aranha e a Mosca
Conseguirá a aranha algum dia pegar a mosca? Não, se ambas forem grandes nebulosas de emissões proximas à constelação do Cocheiro (Auriga).
A nuvem de gas em formato de aranha à esquerda é, na verdade, uma nebulosa de emissões, designada IC 417, enquanto a nuvem menor, em formato de mosca, à direita, é denominada NGC 1931, sendo tanto uma nebulosa de emissões quanto de reflexões.
Distantes cerca de 10.000 anos-luz, ambas as nebulosas abrigam jovens aglomerados estelares abertos. Para escala, a mais compacta NGC 1931 (Mosca) tem cerca de 10 anos-luz de diâmetro.
Tradução de
Will the spider ever catch the fly? Not if both are large emission nebulas toward the constellation of the Charioteer (Auriga).
The spider-shaped gas cloud on the left is actually an emission nebula labelled IC 417, while the smaller fly-shaped cloud on the right is dubbed NGC 1931 and is both an emission nebula and a reflection nebula.
About 10,000 light-years distant, both nebulas harbor young, open star clusters. For scale, the more compact NGC 1931 (Fly) is about 10 light-years across.
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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Bright Planetary Nebula NGC 7027 from Hubble | A brilhante nebulosa planetaria NGC 7027 vista atraves do Hubble
Esta é uma das mais brilhantes nebulosas planetarias do firmamento — como ela deveria ser denominada? Descoberta em 1878, a nebulosa NGC 7027 pode ser vista na direção da constelação do Cisne (Cygnus) através de telescópios padrão de fundo de quintal.
Em parte devido ao fato de ela aparecer apenas como uma mancha indistinta, raramente costuma ser mecionada com um apelido. Quando fotografada através do Hubble, no entanto, grandes detalhes são revelados.
O estudo de imagens de NGC 7027 obtidas com o Hubble levaram à compreensão de que se trata de uma nebulosa planetaria que começou a se expandir há cerca de 600 anos, e que a nuvem de gás e poeira é incomumente grande, já que parece conter cerca de tres vezes a massa do sol.
Nesta foto, em cores atribuídas, os detalhes separados, em camadas, e pontilhados de poeira de NGC 7027 podem lembrar aos entusiastas de astronomia um ícone familiar que poderia ser a base de um nome informal. Uma das principais sugestões prévias foi Nebulosa do Travesseiro, mas sinta-se à vontade para fazer novas sugestões — por exemplo, em um forum de discusões online.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
It is one of the brightest planetary nebulae on the sky -- what should it be named? First discovered in 1878, nebula NGC 7027 can be seen toward the constellation of the Swan (Cygnus) with a standard backyard telescope.
Partly because it appears there as only an indistinct spot, it is rarely referred to with a moniker. When imaged with the Earth-orbiting Hubble Space Telescope, however, great details are revealed.
Studying Hubble images of NGC 7027 have led to the understanding that it is a planetary nebula that began expanding about 600 years ago, and that the cloud of gas and dust is unusually massive as it appears to contain about three times the mass of our Sun.
Pictured here in assigned colors, the resolved, layered, and dust-laced features of NGC 7027 might remind sky enthusiasts of a familiar icon that could be the basis for an informal name. A leading previous suggestion was the Pillow Nebula, but please feel free to make new suggestions -- for example, in an online APOD discussion forum.
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Selfie at Vera Rubin Ridge Selfie | Autoretrato na cordilheira Vera Rubin
No sol 1943 de sua jornada exploratoria pela superficie de Marte, o jipe-sonda Curiosity registrou este autoretrato na borda sul da Cordilheira Vera Rubin. É claro que um sol é um dia solar marciano, derca de 40 minutos mais longo que o dia na Terra.
O sol 1943 da Curiosity corresponde à data na Terra de 23 de janeiro de 2018. Também composto como um VR interativo de 360 graus, o panorama de mosaicos combina 61 exposições registradas pelo Mars Hand Lens Imager (MAHLI) do jipe-sonda, de tamanho semelhante ao de um carro.
Os quadros com o braço do instrumento de imagens foram editados, sendo removidos, enquanto o plano de fundo estendido utilizado foi fotografado com a Mastcam do jipe-sonda no sol 1903. No alto do mastro do jipe-sonda, situado acima da Mastcam, o receptaculo da ChemCam, que dispara laser, bloqueia a visão do distante pico do Monte Sharp.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
On sol 1943 of its journey of exploration across the surface of Mars, the Curiosity Rover recorded this selfie at the south rim of Vera Rubin Ridge. Of course a sol is a Martian solar day, about 40 minutes longer than an Earth day.
Curiosity's sol 1943 corresponds to Earth date January 23, 2018. Also composed as an interactive 360 degree VR, the mosaicked panorama combines 61 exposures taken by the car-sized rover's Mars Hand Lens Imager (MAHLI).
Frames containing the imager's arm have been edited out while the extended background used was taken by the rover's Mastcam on sol 1903. At the top of the rover's mast, sitting above the Mastcam, the laser-firing ChemCam housing blocks out the distant peak of Mount Sharp.
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curiosidades
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Venus at Night in Infrared from Akatsuki | Vênus à noite em infravermelho, visto de Akatsuki
Por que Venus é tão diferente da Terra? Para ajudar a descobrir a resposta, o Japão lançou a espaçonave robotica Akatsuki, que entrou em orbita de Venus no final de 2015, após uma aventura não planejada de cinco anos ao redor da região mais interna do Sistema Solar.
Muito embora o Akatsuki tivesse ultrapassado seu tempo de vida útil planejado, a espaçonave em si e seus instrumentos estavam operando tão bem que boa parte de sua missão original foi reativada.
Também denominado Venus Climate Orbiter, os instrumentos da Akatsuki investigavam coisas desconhecidas a respeito do planeta-irmão da Terra, inclusive se ainda há vulcões ativos, se ocorrem relampagos em sua densa atmosfera, e por que a velocidade dos ventos excede tanto a velocidade de rotação do planeta.
Nesta imagem obtida através da camera IR2 da Akatsuki, o lado de Venus em que é noite mostra uma faixa equatorial de borda dentada de altas nuvens escuras absorvendo luz infravermelha de camadas mais quentes, de regiões mais profundas da atmosfera de Venus.
A faixa brilhante alaranjada e a black stripe no canto superior direito é um falso artefato digital que cobre parte do muito mais brilhante lado diurno de Venus. Analises de dados e imagem da Akatsuki demonstraram que Venus tem um jato equatorial similar à corrente de jato da Terra.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Why is Venus so different from Earth? To help find out, Japan launched the robotic Akatsuki spacecraft which entered orbit around Venus late in 2015 after an unplanned five-year adventure around the inner Solar System.
Even though Akatsuki was past its original planned lifetime, the spacecraft and instruments were operating so well that much of its original mission was reinstated.
Also known as the Venus Climate Orbiter, Akatsuki's instruments investigated unknowns about Earth's sister planet, including whether volcanoes are still active, whether lightning occurs in the dense atmosphere, and why wind speeds greatly exceed the planet's rotation speed.
In the featured image taken by Akatsuki's IR2 camera, Venus's night side shows a jagged-edged equatorial band of high dark clouds absorbing infrared light from hotter layers deeper in Venus' atmosphere. The bright orange and black stripe on the upper right is a false digital artifact that covers part of the much brighter day side of Venus. Analyses of Akatsuki images and data has shown that Venus has equatorial jet similar to Earth's jet stream.
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Laguna Starry Sky | Ceu estrelado na laguna
Voltada para o céu, uma das varias lagunas da planicie de sal do deserto Atacama calmamente reflete um ceu noturno estrelado nas proximidades de San Pedro de Atacama, no Chile, planeta Terra. Cordilheiras de poeira cosmica, nuvens de estrelas, e nebulosas da parte central da Via Lactea se elevam a leste, além de um horizonte vulcanico.
Registrados no panorama de seis quadros serenamente registrado nas primeiras horas da manhã de 15 de janeiro, os planetas Jupiter e Marte estão proximos. Proximo à ecliptica, os brilhantes planetas estão imersos na faixa visivel de luz Zodiacal do Sistema Solar estendendo-se ao alto e à esquerda do centro galactico. Acima do horizonte, para o sul (à direita) estão a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães, galaxias satelites da Via Lactea.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Staring toward the heavens, one of the many lagunas in the Atacama Desert salt flat calmly reflects a starry night sky near San Pedro de Atacama, Chile, planet Earth. Cosmic rifts of dust, star clouds, and nebulae of the central Milky Way galaxy are rising in the east, beyond a volcanic horizon.
Caught in the six frame panorama serenely recorded in the early morning hours of January 15, planets Jupiter and Mars are close. Near the ecliptic, the bright planets are immersed in the Solar System's visible band of Zodiacal light extending up and left from the galactic center. Above the horizon to the south (right) are the Large and Small clouds of Magellan, satellite galaxies of the Milky Way.
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The Tadpoles of IC 410 | Os girinos de IC 410
Este close-up telescopico mostra a normalmente esmaecida nebulosa de emissões IC 410. Mostra também dois notaveis habitantes do lago cosmico de gas e poeira logo abaixo e à esquerda do centro, os girinos de IC 410.
Parcialmente obscurecida pela poeira em primeiro plano, a nebulosa em si circunda NGC 1893, um jovem aglomerado galactico de estrelas. Formado na nuvem interestelar há apenas 4 milhões de anos, as intensamente quentes e brilhantes estrelas do aglomerado energizam o gás incandescente.
Compostos de gás mais frio e denso, os girinos tem cerca de 10 anos-luz de extensão e são, provavelmente, locais de formação estelar em andamento. Esculpidos por ventos e radiação das estrelas do aglomerado, suas cabeças são delineadas por brilhantes cordilheiras de gas ionizado, enquanto suas caudas partem da região central do aglomerado. IC 410 situa-se a cerca de 10.000 anos-luz, na direção da rica em nebulosas constelação do Cocheiro (Auriga).
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
This telescopic close-up shows off the otherwise faint emission nebula IC 410. It also features two remarkable inhabitants of the cosmic pond of gas and dust below and left of center, the tadpoles of IC 410.
Partly obscured by foreground dust, the nebula itself surrounds NGC 1893, a young galactic cluster of stars. Formed in the interstellar cloud a mere 4 million years ago, the intensely hot, bright cluster stars energize the glowing gas.
Composed of denser cooler gas and dust, the tadpoles are around 10 light-years long and are likely sites of ongoing star formation. Sculpted by winds and radiation from the cluster stars, their heads are outlined by bright ridges of ionized gas while their tails trail away from the cluster's central region. IC 410 lies some 10,000 light-years away, toward the nebula-rich constellation Auriga.
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Super Lua de Sangue Azul em 31 de janeiro | Super Blue Blood Moon’ Coming Jan. 31
Se voce mora na America do Norte, Alasca, ou Havaí, o eclipse será visivel antes do nascer-do-sol de 31 de janeiro. Para quem está no Oriente Medio, Asia, leste da Russia, Australia e Nova Zelandia, a “Super Lua de Sangue Azul” será visivel durante o nascer da Lua, na noite de 31.
Se o tempo permitir, a Costa Oeste, o Alasca e o Havaí terão uma espetacular visão da totalidade do começo ao fim. Infelizmente, a observação do eclipse será mais dificil na zona de horario do Leste. O eclipse começará às 5h51 ET, quando a Lua estiver para se pôr no céu do oeste, e o ceu estiver se tornando mais claro no leste.”
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
If you live in North America, Alaska, or Hawaii, the eclipse will be visible before sunrise on Jan. 31. For those in the Middle East, Asia, eastern Russia, Australia and New Zealand, the “super blue blood moon” can be seen during moonrise in the evening of the 31st.
Weather permitting, the West Coast, Alaska and Hawaii will have a spectacular view of totality from start to finish. Unfortunately, eclipse viewing will be more challenging in the Eastern time zone. The eclipse begins at 5:51 AM ET, as the Moon is about to set in the western sky, and the sky is getting lighter in the east.
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A Total Lunar Eclipse Over Tajikistan | Eclipse total lunar sobre o Tajiquistão
Total Lunar Eclipse In Tajikistan from Jean-Luc Dauvergne on Vimeo.
Se a Lua cheia subitamente se escurecesse, o que você veria? A resposta, durante o eclipse total lunar em 2011, foi registrada em um emocionante video de lapso temporal no Tajiquistão. Durante o eclipse total lunar, a Terra se move entre a Lua e o Sol, fazendo com que esta se escureça radicalmente.
No entanto, a Lua nunca escurece totalmente, já que a atmosfera terrestre reflete um pouco de luz. Quando este video se inicia, a cena pode parecer ser dia e ensolarada, mas é, na verdade, noite, iluminada pelo brilho da Lua cheia.
Quando a Lua se torna eclipsada e escurece, o vento cessa e as estrelas de fundo são visiveis refletidas no lago em primeiro plano. Espetacularmente, o ceu ao redor da Lua eclipsada subitamente parece estar cheio de estrelas e destacado pelo movimentado plano da Via Lactea.
A sequencia se repete com uma vista mais proxima, e a imagem final mostra a Lua eclipsada proxima às nebulosas da Águia, do Cisne, do Tridente, e da Lagoa. Aproximadamente duas horas após o começo do eclipse, a Lua emerge da sombra da Terra, e todo o seu brilho volta a dominar o ceu. Nesta quarta-feira, haverá outro eclipse total lunar — mas desta vez ocorrerá durante uma rara Lua Super Sangue Azul.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
If the full Moon suddenly faded, what would you see? The answer during the total lunar eclipse in 2011 was recorded in a dramatic time lapse video from Tajikistan. During a total lunar eclipse, the Earth moves between the Moon and the Sun, causing the moon to fade dramatically.
The Moon never gets completely dark, though, since the Earth's atmosphere refracts some light. As the featured video begins, the scene may appear to be daytime and sunlit, but actually it is a nighttime and lit by the glow of the full Moon.
As the Moon becomes eclipsed and fades, the wind dies down and background stars can be seen reflected in foreground lake. Most spectacularly, the sky surrounding the eclipsed moon suddenly appears to be full of stars and highlighted by the busy plane of our Milky Way Galaxy.
The sequence repeats with a closer view, and the final image shows the placement of the eclipsed Moon near the Eagle, Swan, Trifid, and Lagoon nebulas. Nearly two hours after the eclipse started, the moon emerges from the Earth's shadow and its bright full glare again dominates the sky. This Wednesday another total lunar eclipse will take place -- but this one will be during a rare Super Blue Blood Moon.
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domingo, 28 de janeiro de 2018
Cartwheel of Fortune | Roda da Fortuna
Por acaso, uma colisão entre duas galáxias criou uma surpreendentemente reconhecível forma em escala cosmica, a Galaxia da Roda de Carroça. A Roda de Carroça faz parte de um grupo de galaxias distante cerca de 500 milhões de anos-luz, na constelação do Escultor.
Duas galáxias menores no grupo são visiveis à direita. O aro da galaxia da Roda de Carroça é uma estrutura imensa com 150.000 anos-luz de diâmetro, composta por estrelas de grande massa recém-formadas, extremamente brilhantes.
Ao colidirem, as galaxias passam atraves umas das outras, e sua estrelas individuais raramente entram em contato entre si. Ainda assim, os campos gravitacionais das galaxias são seriamente distorcidos pela colisão.
Na verdade, a forma semelhante a um anel é resultante da ruptura gravitacional causada por uma pequena galaxia intrusa passando através de outra, maior, comprimindo o gas e a poeira interestelares e fazendo com que uma onda de formação estelar saia do ponto de impacto como uma ondulação pela superficie de um lago.
Nesse caso, a halaxia grande pode ter sido originalmente uma espiral, não diferente da Via Lactea, transformada no forma de roda pela colisão. Mas ... o que aconteceu com a pequena galaxia intrusa?
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
By chance, a collision of two galaxies has created a surprisingly recognizable shape on a cosmic scale, The Cartwheel Galaxy. The Cartwheel is part of a group of galaxies about 500 million light years away in the constellation Sculptor.
Two smaller galaxies in the group are visible on the right. The Cartwheel Galaxy's rim is an immense ring-like structure 150,000 light years in diameter composed of newly formed, extremely bright, massive stars.
When galaxies collide they pass through each other, their individual stars rarely coming into contact. Still, the galaxies' gravitational fields are seriously distorted by the collision.
In fact, the ring-like shape is the result of the gravitational disruption caused by a small intruder galaxy passing through a large one, compressing the interstellar gas and dust and causing a a star formation wave to move out from the impact point like a ripple across the surface of a pond.
In this case the large galaxy may have originally been a spiral, not unlike our own Milky Way, transformed into the wheel shape by the collision. But ... what happened to the small intruder galaxy?
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sábado, 27 de janeiro de 2018
Clouds in the LMC | Nuvens na Grande Nuvem de Magalhães
Uma visão cativante no ceu do sul, a Grande Nuvem de Magalhães (LMC) é vista neste profundo e detalhado mosaico telescopico. Registrada através de filtros de banda larga e estreita, a cena se espalha por uns 5 graus, o equivalente a 10 vezes o tamanho da Lua cheia.
Os filtros de banda estreita são projetados para transmitier somente luz emitida por atomos de hidrogenio e oxigenio. Ionizados pela energetica luz estelar, os atomos emitem sua luz caracteristica quando os eletrons são recapturados, e os atomos transitam para um estado de energia mais baixo.
Como resultado disso, nesta image a LMC parece estar coberta por suas proprias nuvens de gás ionizado circundando suas grandes e jovens estrelas. Esculpidas pelos fortes ventos estelares e radiação ultravioleta, as nuvens incandescentes, dominadas por emissões originadas do hidrogenio, são chamadas regiões H II (hidrogenio ionizado).
Sendo a propria Nebulosa da Tarantula composta de varias regiões H II sobrepostas, a Nebulosa da Tarantula é a grande região de formação estelar à esquerda. Maior galaxia satelite da Via Lactea, a LMC tem cerca de 15.000 anos-luz de diametro, e situa-se a apenas 160.000 anos-luz da Terra, na direção da constelação de Dourado.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
An alluring sight in southern skies, the Large Magellanic Cloud (LMC) is seen in this deep and detailed telescopic mosaic. Recorded with broadband and narrowband filters, the scene spans some 5 degrees or 10 full moons.
The narrowband filters are designed to transmit only light emitted by hydrogen, and oxygen atoms. Ionized by energetic starlight, the atoms emit their characteristic light as electrons are recaptured and the atoms transition to a lower energy state.
As a result, in this image the LMC seems covered with its own clouds of ionized gas surrounding its massive, young stars. Sculpted by the strong stellar winds and ultraviolet radiation, the glowing clouds, dominated by emission from hydrogen, are known as H II (ionized hydrogen) regions.
Itself composed of many overlapping H II regions, the Tarantula Nebula is the large star forming region at the left. The largest satellite of our Milky Way Galaxy, the LMC is about 15,000 light-years across and lies a mere 160,000 light-years away toward the constellation Dorado.
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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
Blue Comet in the Hyades | Cometa azul nas Híades
Estrelas do aglomerado de Híades estão espalhadas por este mosaico que abrange mais de 5 graus no ceu, na direção da constelação do Touro. Atualmente viajando através do Sistema Solar, o notavelmente azul cometa C/2016 R2 PanSTARRS está localizado no amplo campo de visão obtido com o uso de dados de imagem de 12 de janeiro.
Com o ápice da forma em V no aglomerado de Híades posicionado próximo ao topo, no centro, a brilhante Aldebaran, estrela alfa de Touro, ancora o quadro da imagem no canto inferior direito. Uma fria gigante vermelha, Aldebaran é visível em laranja nese colorido campo estelar.
Embora as estrelas de Híades estejam reunidas à distancia de 151 anos-luz, Aldebaran situa-se a apenas 65 anos-luz de distancia e, portanto, está separada das estrelas do aglomerado.
Em 12 de janeiro, C/2016 R2 estava a mais de 17 minutos-luz do planeta Terra, e a aproximadamente 24 minutos-luz do Sol. Sua cauda de tonalidade azul, em grande parte devido ao gas CO+ fluorescente sob a luz solar, a cabeça ou cabeleira do cometa aparece com um leve tom estevrdeado, provavelmente emissão originada por carbono diatomico.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Stars of the Hyades cluster are scattered through this mosaic spanning over 5 degrees on the sky toward the constellation Taurus. Presently cruising through the Solar System, the remarkably blue comet C/2016 R2 PanSTARRS is placed in the wide field of view using image data from January 12.
With the apex of the V-shape in the Hyades cluster positioned near the top center, bright Aldebaran, alpha star of Taurus, anchors the frame at the lower right. A cool red giant, Aldebaran is seen in orange hues in the colorful starfield.
While the stars of the Hyades are gathered 151 light-years away, Aldebaran lies only 65 light-years distant and so is separate from the cluster stars.
On January 12, C/2016 R2 was over 17 light-minutes from planet Earth and nearly 24 light-minutes from the Sun. Its blue tinted tail largely due to CO+ gas fluorescing in sunlight, the head or coma of the comet appears with a slightly greenish hue, likely emission from diatomic carbon.
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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Ribbons and Pearls of Spiral Galaxy NGC 1398 | Fitas e perolas da galaxia espiral NGC 1398
Por que algumas galáxias espirais têm um anel ao redor do centro? A galaxia espiral NGC 1398 não só tem um anel de estrelas que lembram perolas, gas e poeira ao redor de seu centro, mas também uma barra de estrelas e gas atraves de seu centro, e braços espirais que parecem fitas mais externas distantes.
Esta imagem foi obtida através do Ultra Grande Telescopio da Agencia Espacial Europeia, no Observatorio Paranal, no Chile, e mostra esta grande espiral em detalhes impressionantes.
NGC 1398 situa-se a cerca de 65 milhões de anoz-luz, o que significa que a luz que vemos hoje saiu daquela galaxia quando os dinossaursos estavam desaparecendo da Terra.
A fotogenica galáxia é visivel através de pequenos telescopios na direção da constelação de Fornax, o Forno. O anel proximo ao centro é, provavelmente, uma onda de densidade em expansão, ou formação estelar, causada ou por um encontro gravitacional com outra galaxia, ou pelas proprias assimetrias gravitacionais da galaxia.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Why do some spiral galaxies have a ring around the center? Spiral galaxy NGC 1398 not only has a ring of pearly stars, gas and dust around its center, but a bar of stars and gas across its center, and spiral arms that appear like ribbons farther out. The featured image was taken with ESO's Very Large Telescope at the Paranal Observatory in Chile and resolves this grand spiral in impressive detail.
NGC 1398 lies about 65 million light years distant, meaning the light we see today left this galaxy when dinosaurs were disappearing from the Earth. The photogenic galaxy is visible with a small telescope toward the constellation of the Furnace (Fornax). The ring near the center is likely an expanding density wave of star formation, caused either by a gravitational encounter with another galaxy, or by the galaxy's own gravitational asymmetries.
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
An Immersive Visualization of the Galactic Center | Uma visualização imersiva do centro galactico
Imagine se voce pudesse olhar para o exterior a partir do centro da nossa galaxia — o que veria? Duas possibilidade cientificamente determinadas são mostradas neste video, uma visão imersiva de 360 graus que lhe permite olhar ao redor em todas as direções.
A simulação por computador aqui mostrada é baseada em dados em infravermelho do Ultra Grande Telescópio da Agencia Espacial Europeia no Chile, em em dados de raios X-do Observatorio Orbital Chandra de Raios X.
Quando o video começa, o espectador rapidamente se aproxima de Sgr A*, o buraco negro supermassivo no centro galactico. Então, olhando para fora, essa simulação de lapso temporal de 500 anos mostra gás incandescente e varios pontos de luz orbitando ao redor do espectador.
Muitos desses pontos são jovens estrelas Wolf-Rayet, que têm ventos quentes visiveis soprando para dentro de nebulosas ao redor. Nuvens chegando perto se tornam alongadas, enquanto objetos paroximando-se demais caem dentro.
Proximo ao final do video, a simulação se repete, mas desta vez com a região dinamica que circunda Sgr A* expelindo gás quente que empurra de volta o material em aproximação.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
What if you could look out from the center of our Galaxy -- what might you see? Two scientifically-determined possibilities are shown in the featured video, an immersive 360-degree view which allows you to look around in every direction.
The pictured computer simulation is based on infrared data from ESO's Very Large Telescope in Chile and X-ray data from NASA's orbiting Chandra X-ray Observatory.
As the video starts, you quickly approach Sgr A*, the supermassive black hole in the Galactic center. Then looking out, this 500-year time-lapse simulation shows glowing gas and many points of light orbiting all around you.
Many of these points are young Wolf-Rayet stars that have visible hot winds blowing out into surrounding nebulas. Clouds approaching close become elongated, while objects approaching too close fall in.
Toward the video's end the simulation repeats, but this time with the dynamic region surrounding Sgr A* expelling hot gas that pushes back against approaching material.
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terça-feira, 23 de janeiro de 2018
A Tether in Space | Uma amarra no espaço
Uma das maiores lendas não correspondidas do espaço sideral é a amarra. As amarras, longos fios de materiais, ostentam a promessa de estabilizar satelites, gerar eletricidade e faciliar o transporte.
Possivelmente a mais ambiciosa visão de amarra espacial seja o elevador espacial popularizado por Arthur C. Clarke, quando uma amarra é construída, conectando o solo à orbita geossíncrona.
Um dos problemas é a resistencia - é dificil fazer uma longa e util amarra que não se arrebente. Esta foto mostra o lançamento do Sistema de Satélites Ancorados 1 (TSS-1), pelo onibus espacial Atlantis, em 1992.
Assim como outras amarras testadas, TSS-1 não se revelou tão boa como prometido, embora muitas lições uteis tenham sido aprendidas.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
One of the greatest unrequited legends of outer space is the tether. Tethers, long strands of material, hold the promise of stabilizing satellites, generating electricity, and allowing easy transportation.
Possibly the most ambitious vision of the space tether is the space elevator popularized by Arthur C. Clarke, where a tether is constructed that connects the ground to geosynchronous orbit.
One problem is strength - it is difficult to make a long useful tether that does not snap. Pictured here is the deployment of the Tethered Satellite System 1 (TSS-1) by the space shuttle Altantis in 1992.
Like other tested tethers, TSS-1 failed to live up to its promise, although many valuable lessons were learned.
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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
An Elephant's Trunk in Cepheus | Uma tromba de elefante em Cefeu
Com dados de imagens de grandes e pequenos telescopios, este close-up mostra a poeirenta Nebulosa da Tromba de Elefante. Ela serpenteia através da nebulosa de emissões e do complexo de jovens aglomerados estelares IC 1396, na alta e distante constelação de Cefeu.
Também denominada vdB 142, a tromba de elefante cosmica tem mais de 20 anos-luz de comprimento. A vista colorida destaca brilhantes, cordilheiras encurvadas para trás que delineiam os bolsões de poeira e gás interestelares frios da região.
Essas nuvens encrustradas, escuras, em formato de gavinha, contêm materia prima para a formação de estrelas e e escondem protoestrelas em seu interior. Distante cerca de 3.000 anos-luz, o relativamente esmaecido complexo IC 1396 cobre uma grande região do ceu, espalhando-se por mais de cinco graus. Esta cena impressionante estende-se por um campo de um grau de diametro, o que praticamente equivale ao tamanho de duas Luas cheias.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
With image data from telescopes large and small, this close-up features the dusty Elephant's Trunk Nebula. It winds through the emission nebula and young star cluster complex IC 1396, in the high and far off constellation of Cepheus.
Also known as vdB 142, the cosmic elephant's trunk is over 20 light-years long. The colorful view highlights bright, swept-back ridges that outline the region's pockets of cool interstellar dust and gas.
Such embedded, dark, tendril-shaped clouds contain the raw material for star formation and hide protostars within. Nearly 3,000 light-years distant, the relatively faint IC 1396 complex covers a large region on the sky, spanning over 5 degrees. This dramatic scene spans a 1 degree wide field, about the size of 2 Full Moons.
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domingo, 21 de janeiro de 2018
The Upper Michigan Blizzard of 1938 | A grande nevasca de 1938 em Michigan superior
Pode uma tempestade fazer isso? Na Tempestade do Século de 1938 em Michigan Superior, a neve chegou ao topo dos postes de eletricidade. Cerca de um metro de nova e inesperada camada de neve caiu ao longo de dois dias numa tempestade iniciada neste mesma semana, há 80 anos.
Quando houve a nevasca e ventos fortíssimos causaram o acumulo de neve a alturas surreais, muitas estradas se tornaram intrafegáveis e impossíveis de desimpedir; pessoas ficaram presas; carros, onibus escolares e um trem ficaram ilhados, e até mesmo um perigoso incendio se alastrou.
Felizmente, digamos assim, apenas duas pessoas morreram, embora alguns estudantes tivessem sido forçados a permanecer por varios dias no interior das escolas. Esta foto foi tirada por um morador, logo após a tempestade. Embora toda aquela neve tenha acabado se derretendo, repetidas nevascas como aquela contribuiram para a formação de duradouros glaciares em regiões de nevascas em nosso planeta Terra.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Yes, but can your blizzard do this? In Upper Michigan's Storm of the Century in 1938, some snow drifts reached the level of utility poles. Nearly a meter of new and unexpected snow fell over two days in a storm that started 80 years ago this week.
As snow fell and gale-force winds piled snow to surreal heights; many roads became not only impassable but unplowable; people became stranded; cars, school buses and a train became mired; and even a dangerous fire raged.
Fortunately only two people were killed, although some students were forced to spend several consecutive days at school. The featured image was taken by a local resident soon after the storm. Although all of this snow eventually melted, repeated snow storms like this help build lasting glaciers in snowy regions of our planet Earth.
Old Moon in the New Moon's Arms | Velha Lua nos Braços da Lua Nova
Também chamado "brilho pálido" Lunar, ou" a Velha Lua nos Braços da Lua Nova", o brilho da Terra é a luz terrestre refletida do lado da Lua em que é noite. Esta impressionante imagem do brilho terrestre de uma jovem Lua crescente foi obtida através do Observatorio de Las Campanas, no deserto Atacama, no Chile, planeta Terra, próximo ao pôr da Lua, em 18 de janeiro.
Impressionantes camadas de inversão atmosférica aparecem sobre o Oceano Pacifico, colorido pelo pôr-do-sol no horizonte oeste do planeta. Mas a vista a partir da Lua também seria impressionante. Quando a Lua aparece no ceu da Terra como um fino crescente, um brilho ofuscante, uma Terra quase cheia seria visivel da superficie lunar.
Uma descrição do brilho terrestre, em termos de luz solar refletida pelos oceanos da Terra, por sua vez iluminando a superficie escura da Lua, foi escrita há 500 anos, por Leonardo da Vinci.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Also known as the Moon's "ashen glow" or the "Old Moon in the New Moon's arms", earthshine is earthlight reflected from the Moon's night side. This stunning image of earthshine from a young crescent moon was taken from Las Campanas Observatory, Atacama Desert, Chile, planet Earth near moonset on January 18.
Dramatic atmospheric inversion layers appear above the Pacific Ocean, colored by the sunset at the planet's western horizon. But the view from the Moon would have been stunning, too. When the Moon appears in Earth's sky as a slender crescent, a dazzlingly bright, nearly full Earth would be seen from the lunar surface.
A description of earthshine, in terms of sunlight reflected by Earth's oceans in turn illuminating the Moon's dark surface, was written 500 years ago by Leonardo da Vinci.
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curiosidades
sábado, 20 de janeiro de 2018
In the Valley of Orion | No vale de Orion
Esta emocionante e pouco conhecida vista da Nebulosa de Orion é uma visualização baseada em dados astronomicos e técnicas de renderização de videos. Bem próximas e diretamente relacionadas a um famoso nascedouro estelar visto à distancia de 1.500 anos-luz, vemos as transições de quadros digitalmente modeladas de uma representação em luz visivel baseada em dados do Hubble à esquerda até dados em infravermelho do Telescopio Espacial Spitzer, à direita.
A perspectiva ao centro passa ao longo de um vale com mais de um ano-luz de largura, na muralha da gigantesca nuvem molecular da região. O vale de Orion termina em uma cavidade esculpida pelos ventos energeticos e a radiação das grandes estrelas centrais do aglomerado estelar do Trapezio.
O quadro unico é parte de um video tridimensional em multiplos comprimentos de onda que proporciona ao espectador um voo imersivo de tres minutos atraves da Grande Nebulosa de Orion.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
This exciting and unfamiliar view of the Orion Nebula is a visualization based on astronomical data and movie rendering techniques. Up close and personal with a famous stellar nursery normally seen from 1,500 light-years away, the digitally modeled frame transitions from a visible light representation based on Hubble data on the left to infrared data from the Spitzer Space Telescope on the right.
The perspective at the center looks along a valley over a light-year wide, in the wall of the region's giant molecular cloud. Orion's valley ends in a cavity carved by the energetic winds and radiation of the massive central stars of the Trapezium star cluster.
The single frame is part of a multiwavelength, three-dimensional video that lets the viewer experience an immersive, three minute flight through the Great Nebula of Orion.
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astronomia
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
Rigel and the Witch Head Nebula | Rigel e a nebulosa da Feiticeira
Pela luz estelar, este estranho rosto brilha no escuro, um perfil malévolo que evoca seu nome popular name, A Nebulosa da Cabeça de Bruxa. Na verdade, este impressionante retrato telescopico dá a impressão de que a bruxa fixou o olhar em Rigel, a estrela supergigante de Orion.
Mais formalmente conhecida como IC 2118, a Nebulosa da Cabeça de Bruxa espalha-se por cerca de 50 anos-luz, sendo composta de grãos de poeira interestelar que refletem a luz da estrela Rigel.
A cor azul da Nebulosa da cabeça de Bruxa e a poeira ao redor de Rigel deve-se não só à intensa luz azul de Rigel, mas também ao fato de que os grãos de poeira espalham com mais eficiencia a luz azul do que a vermelha.
Este mesmo processo físico faz com que o ceu diurno da Terra pareça azul, com a diferença de que o que causa essa difusão na atmosfera da Terra são moleculas de nitrogenio e oxigenio. Rigel, a Nebulosa da Cabeça de Bruxa, e o gas e a poeira que os rodeiam situam-se à distancia de uns 800 anos-luz.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
By starlight this eerie visage shines in the dark, a crooked profile evoking its popular name, the Witch Head Nebula. In fact, this entrancing telescopic portrait gives the impression that the witch has fixed her gaze on Orion's bright supergiant star Rigel.
More formally known as IC 2118, the Witch Head Nebula spans about 50 light-years and is composed of interstellar dust grains reflecting Rigel's starlight. The blue color of the Witch Head Nebula and of the dust surrounding Rigel is caused not only by Rigel's intense blue starlight but because the dust grains scatter blue light more efficiently than red.
The same physical process causes Earth's daytime sky to appear blue, although the scatterers in Earth's atmosphere are molecules of nitrogen and oxygen. Rigel, the Witch Head Nebula, and gas and dust that surrounds them lie about 800 light-years away.
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astronomia
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
NGC 2623: Merging Galaxies from Hubble | Galáxias em fusão vistas através do Hubble
Onde as estrelas se formam quando galáxias colidem? Para ajudar a descobri a resposta, astronomos fotografaram a fusão proxima da galaxia NGC 2623 em alta resolução através do Hubble.
Analises desta e de outras imagens do Hubble, assim como imagens de NGC 2623 em luz infravermelha através do Telescópio Espacial Spitzer, em luz de raios X pelo XMM-Newton, e em luz ultravioleta pelo GALEX, indicam que ambas as galaxias originalmente espirais paracem agora estar muito envolvidas e que seus nucleos se unificaram em um só nucleo galactico ativo (AGN).
A formação estelar continua ao redor deste nucleo proximo ao centro da imagem, juntamente com as caudas de maré gravitacional alongadas visiveis em ambos os lados e, talvez surpreendentemente, em uma região externa ao núcleo no canto superior esquerdo, onde aglomerados de estrelas azuis aparecem. Colisões galacticas podem durar centenas de milhões de anos e requerer vários passos gravitacionalmente destrutivos.
NGC 2623, também denominada Arp 243, estende-se por uns 50.000 anos-luz e situa-se a cerca de 250 milhões de anos-luz da Terra, na direção da constelação do Caranguejo. Reconstruir as galaxias originais e como fusões galacticas ocorrem são coisas que costumam ser um desafio, às vezes impossivel, mas geralmente importante para a compreensão da evolução do universo.
Tradução de Luiz M. Leitão da Cunha
Where do stars form when galaxies collide? To help find out, astronomers imaged the nearby galaxy merger NGC 2623 in high resolution with the Hubble Space Telescope.
Analysis of this and other Hubble images as well as images of NGC 2623 in infrared light by the Spitzer Space Telescope, in X-ray light by XMM-Newton, and in ultraviolet light by GALEX, indicate that two originally spiral galaxies appear now to be greatly convolved and that their cores have unified into one active galactic nucleus (AGN).
Star formation continues around this core near the featured image center, along the stretched out tidal tails visible on either side, and perhaps surprisingly, in an off-nuclear region on the upper left where clusters of bright blue stars appear. Galaxy collisions can take hundreds of millions of years and take several gravitationally destructive passes.
NGC 2623, also known as Arp 243, spans about 50,000 light years and lies about 250 million light years away toward the constellation of the Crab (Cancer). Reconstructing the original galaxies and how galaxy mergers happen is often challenging, sometimes impossible, but generally important to understanding how our universe evolved.
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Astrofísica,
astronomia
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