Astronomia, astrofísica, astrogeologia, astrobiologia, astrogeografia. O macro Universo em geral, deixando de lado os assuntos mundanos. Um olhar para o sublime Universo que existe além da Terra e transcende nossas brevíssimas vidas. Astronomy astrophysics, astrogeology, astrobiology, astrogeography. The macro Universe in general, putting aside mundane subjects. A look at the sublime Universe that exists beyond Earth and transcends our rather brief life spans.
sábado, 20 de junho de 2015
Airbus A380
Um Airbus A380, o maior jato comercial do mundo, gera um vórtice durante um voo de demonstração no 51º Paris Air Show, no aeroporto Le Bourget, próximo a Paris.
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sexta-feira, 19 de junho de 2015
Airbus E-Fan.1
Um avião elétrico Airbus E-Fan.1 participa de uma exibição de voo durante a abertura do 51º Paris Air Show, no aeroporto de Le Bourget, perto de Paris.
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LightSail A
Pegando uma carona até a órbita baixa da Terra, a LightSail A cumpriu uma desafiadora missão, abrir sua vela solar mylar de 32 pés quadrados, em 7 de junho.
Esta impressionante imagem de uma das câmeras olho de peixe (grande angular), do tamanho de um pão, a bordo da espaçonave, capta a vela aberta refletindo a luz solar.
Velejando e visível para observadores em direção à Terra antes de sua órbita final, a LightSail A reentrou na atmosfera no fim de semana passado. Sua bem sucedida demonstração abre caminho para a espaçonave LightSail B, programada para ser lançada em abril de 2016.
Outrora considerada coisa de ficção científica, velejar através do espaço foi algo sugerido há 400 anos atrás pelo astrônomo Johannes Kepler que observou as caudas de cometas sopradas pelo vento solar. Entretanto os modernos designs de velas solares, como o testado pela LightSail A, dependem de uma pequena porém contínua pressão da própria luz solar para empuxo.
Tradução de Luiz Leitão da Cunha
Hitching a ride to low Earth orbit, LightSail A accomplished a challenging test mission, unfurling its 32 square meter mylar solar sail on June 7.
This dramatic image from one of the bread loaf sized spacecraft's fisheye cameras captures the deployed sail glinting in sunlight.
Sail out and visible to Earthbound observers before its final orbit, LightSail A reentered the atmosphere last weekend. Its succesful demonstration paves the way for the LightSail B spacecraft, scheduled for launch in April 2016.
Once considered the stuff of science fiction, sailing through space was suggested 400 years ago by astronomer Johannes Kepler who observed comet tails blown by the solar wind. But modern solar sail designs, like the one tested by LightSail A rely on the small but continuous pressure from sunlight itself for thrust.
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quinta-feira, 18 de junho de 2015
A proteína que repara o coração
Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins nos EUA, descobriram que uma proteína chamada vinculina é responsável por manter os músculos do coração bombeando quando envelhecemos
Uma proteína que ajuda o coração a reparar a si próprio foi descoberta por cientistas em uma grande descoberta que pode levar á criação de novas drogas para reparar os danos que levam a falhas do coração.
Diferentemente de outros órgaos, o coração humano não produz novas células durante a vida e, ainda assim, consegue gerar bilhões de batidas enquanto envelhece.
Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins nos EUA, descobriram que uma proteína chamada vinculina é responsável por manter os músculos do coração bombeando.
"O coração é um órgão surpreendentemente recuperável, mas que geralmente não se regenera, e sua capacidade de bombeamento declina invariavelmente com a idade," disse o dr. Anthony Cammarato, professor assistente de medicina e fisiologia da Johns Hopkins.
"Ocorre que a vinculina é do bem, o meio que o corpo tem de desacelerar o declínio de um de seus mais vitais órgãos à medida que envelhece.
"Aproveitar os mecanismos de proteção do próprio organismo e sequestrá-los terapeuticamente é algo que poderia estancar o declínio de órgãos que não se regeneram.”
As novas descobertas sobre o papel da vinculina, dizem os pesquisadores, podem abrir caminho para tratamentos que estendem o tempo de vida de pacientes afetados por deficiências cardíacas.
Cerca de 900.000 pessoas no Reino Unido têm insuficiência cardíaca, que ocorre quando o coração não consegue bombear o sangue pelo corpo à pressão correta.
Isso normalmente ocorre porque o músculo se torna muito fraco ou rígido para trabalhar adequadamente. Entre os sintomas estão respiração curta; fadiga; tornozelos inchados;taquicardia; arquejamento e falta de apetite.
Em um conjunto inicial de experiências, pesquisadores analisaram níveis de vinculina no músculo cardíaco de moscas da frura adultas e velhas, ratos e macacos. Em todos os três, os níveis de vinculina laumentaram constantemente com a idade, sugerindo que a proteína estava aumentando para manter o coração batendo.
Quando as moscas foram geneticamente modificadas para criarem vinculina em excesso, elas viveram 150 por cento mais do que as moscas normais.
"A vinculina parece estar no centro de um mecanismo natural de defesa que reforça a célula envelhecente e a ajuda a sentir melhor e reagisr a mudanças relacionadas à idade," disse o autor senior do estudo, dr Adam Engler,do Sanford Consortium for Regenerative Medicine.
Tá no papo!
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ANIMAIS
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Vídeo: 'Aliens know where to find us' | "Alienígenas sabem onde nos encontrar"
Alienígenas provavelmente já sabem que nós existimos - segundo cientistas que estão dizendo que, se algo está vivo, provavelmente espreita sob a superfície
Um comentário feito pelo ex-astronauta John Grunsfeld diz que "Alienígenas sabem onde nos encontrar" e poderão localizar humanos de longe, pelas mudanças que estamos causando na atmosfera da Terra.
O astronauta fez os comentários na Conferência Científica de Astrobiologia, em Chicago.
"Um grande telescópio localizado à distância de uns 20 anos-luz poderia nos detectar" disse.
Grunsfeld acredita que encontratemos vida extraterrestre dentro de 20 a 30 anos,porém não das formas como conhecemos.
Há anos a NASA vem vasculhando nosso sistema solar à procura de vida, e chegou até a descobrir águas profundas sob a superfície de Marte.
Entretanto a probabilidade de encontrar vida similar à que conhecemos em nosso sistema solar é pequena, diz o vídeo acima.
The central region of the Milky Way | A região central da Via Láctea
Tradução de Luiz Leitão da Cunha
Aliens probably already know we exist - according to scientists who are saying, if something is living, it is probably lurking beneath the surface
A comment made by former astronaut John Grunsfeld said "Aliens know where to find us" and will be able to spot humans from afar from the changes we make to Earth's atmosphere.
The astronaut said the comments at the Astrobiology Science Conference in Chicago.
"A large telescope 20 light years away could detect us" he said.
Mr Grunsfeld believes that we will find extraterrestrial life within 20 to 30 years, but not as we know it.
NASA has been scouring our solar system for life for years and has even found water deep below the surface of Mars.
However, the likelihood of finding life similar to ours in our solar system is low says the video report above.
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Mars-size Kepler-138b gets a mass | Do tamanho de Marte, Kepler-138b tem sua massa conhecida
Este esquema mostra as massas e tamanhos dos menores exoplanetas dos quais ambas as quantidades foram medidas. Os planetas do sistema solar (mostrados em vermelho) são para efeito de comparação.
Os três planetas Kepler-138 (mostrados em laranja) estão entre os quatro menores exoplanetas com medições de tamanho e massa. Kepler-138b é o primeiro exoplaneta menor do que a Terra a ter sua massa e tamanho medidos. Isso aumenta bastante a faixa de planetas com densidade medida.
Ao medir a massa e o tamanho dos exoplanetas, cientistas podem calcular a densidade e inferir a composição total para determinar se o planeta é predominantemente composto de rocha, água ou gás. A densidade do minúsculo Kepler-138b é consistente com a composição de planetas rochosos como a Terra ou Marte, porém serão necessárias mais observações antes que os astrônomos possam dizer com certeza se ele é um corpo rochoso.
As características de Kepler-138c e Kepler-138d implicam que esses planetas, de tamanho similar ao da Terra, têm uma ampla variedade de composições.
Planetas são basicamente compostos de três tipos de constituintes: 'rocha', que inclui metais, sendo o mais denso desses componentes, e os gases hidrogênio e hélio, que são os mais leves. Todos os constituintes planetários são comprimidos quando no interior de planetas de grande massa, então, para uma dada composição, a densidade é maior nos planetas de maior massa.
Planetas de densidade intermediária podem ser compostos de misturas de rocha mais gás e/ou o terceiro principal constituinte planetário, água e materiais similares, como metano (em estado sólido, líquido ou gasoso).
Cientistas estão trabalhando para usar essas novas medições de pequenos planetas do Kepler e do vindouro Transiting Exoplanet Survey Satellite (Satélite de Pesquisas de Trânsito de Exoplanetas) da NASA para identificas padrões no relacionamento entre massa e tamanho. Essas percepções fornecerão um contexto para se compreender a história da Terra e de outros planetas do nossos sistema solar, e informar a próxima generação de caçadores de planetas quando estiverem à procura de vida além do sistema solar.
Cientistas estão trabalhando para usar essas novas medições de pequenos planetas do Kepler e do vindouro Transiting Exoplanet Survey Satellite (Satélite de Pesquisas de Trânsito de Exoplanetas) da NASA para identificas padrões no relacionamento entre massa e tamanho. Essas percepções fornecerão um contexto para se compreender a história da Terra e de outros planetas do nossos sistema solar, e informar a próxima generação de caçadores de planetas quando estiverem à procura de vida além do sistema solar.
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Astrofísica
M45: The Pleiades Star Cluster | M45:O aglomerado estelar das Plêiades
Você já viu o aglomerdo estelar das Plêiades? Ainda que já o tenha visto, você, provavelmente nunca o viu tão empoeirado quanto nesta foto. Talvez o mais famoso aglomerado estelar de todo o firmamento, as brilhantes estrelas das Plêiades podem ser vistas através de binóculos até mesmo das profundezas de cidades altamente poluídas por luz.
Com uma longa exposição a partir de uma localidade escura, entretanto, a nuvem de poeira que envolve o aglomerado estelar das Plêiades torna-se muito evidente. Esta exposição aqui mostrada durou mais de 12 horas, e cobre uma região do céu equivalente a várias vezes o tamanho da Lua cheia.
Também chamadas As Sete Irmãs e M45, as Plêiades ficam a uns 400 anos-luz de distância, nas proximidades dac constelação do Touro (Taurus). Uma lenda comum com uma variação moderna diz que uma das faces mais brilhantes esmaeceu desde que o aglomerado foi batizado, deixando apenas seis estrelas visíveis a olho nu.
A real quantidade de estrelas das Plêiades visíveis, entretanto, pode ser mais ou menos do que sete, dependendo do grau de escuridão do céu circundante, e da claridade da linha de visão do observador.
Tradução de Luiz Leitão
Have you ever seen the Pleiades star cluster? Even if you have, you probably have never seen it as dusty as this. Perhaps the most famous star cluster on the sky, the bright stars of the Pleiades can be seen without binoculars from even the depths of a light-polluted city.
With a long exposure from a dark location, though, the dust cloud surrounding the Pleiades star cluster becomes very evident. The featured exposure took over 12 hours and covers a sky area several times the size of the full moon.
Also known as the Seven Sisters and M45, the Pleiades lies about 400 light years away toward the constellation of the Bull (Taurus). A common legend with a modern twist is that one of the brighter stars faded since the cluster was named, leaving only six stars visible to the unaided eye.
The actual number of Pleiades stars visible, however, may be more or less than seven, depending on the darkness of the surrounding sky and the clarity of the observer's eyesight.
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astronomia
Tudo dentro da lei...
Roberto DaMatta
Somos legalizantes, legalistas, legalóficos e legalomaníacos. Cremos que a vida social e seus costumes mais arraigados; ou os seus laços mais sagrados, mudam com a lei. Mudamos a lei para não mudar o nosso conforto e a nossa perene má-fé. Em outras palavras, para não segui-la.
Vivemos recessão, inflação e depressão causadas pelos nossos projetos onipotentes, mas tudo dentro da lei. Ficamos imensamente ricos, roubando contratos e emitindo notas falsas, mas de acordo com um programa e, é lógico, dentro da lei. Ultrapassamos todos os limites dos nossos papéis de administradores temporários dos bens públicos e confundimos nossas vidas com instituições do partido e do estado, mas de acordo com a lei.
A mentira, em nome do povo, tem sido a nossa moeda corrente, mas tudo dentro da lei. Preferimos dar cargos públicos a gente nossa, gente boa, gente do nosso coração, alijando pessoas capacitadas, mas tudo dentro da lei. Encorajamos a confusão entre o pessoal e o público, o local e o nacional, o nacional e o internacional, mas tudo dentro da lei. Tentamos controlar a máquina pública naquilo que ela pudesse nos prejudicar e em tudo que ela pudesse nos ajudar, mas tudo dentro da lei.
Combatemos o bom combate eleitoral, usando tudo o que estava e não estava ao nosso alcance, mas dentro da lei. Rigorosamente, dentro da lei. Nossa agremiação recebeu propinas pagas a obras não realizadas e contratos superfaturados, mas tudo dentro da lei. Tudo impecavelmente aprovado pelos tribunais da terra e dos céus.
Bons companheiros e camaradas. Amigos de cofre e de mesa, de boa arte e comidas. Tudo dentro da lei. Transformamos interesses pessoais e partidários em leis e instituições, dentro da lei.
Aliás, antes de existir o mundo, as pessoas, os bichos, o vasto oceano, as montanhas, as tempestades; os terremotos, as cheias e as secas; a neve, a chuva e o sol de rachar. Antes da praia e do mar azul que poluímos; antes do arroz com feijão, da pipoca, do pirão, do peixe frito e da empada. Antes do cachorro-quente, do circo, da novela, da bossa nova e do carnaval. Antes da guerra, das grandes e pequenas batalhas, inclusive as de confete. Antes da tortura e da abolição da escravatura. Aliás, antes mesmo da Linha de Tordesilhas, que dividia o mundo entre Espanha e Portugal; e antes do Brasil, havia a lei.
Ela nasceu de um buraco negro e criou a realidade. Construindo-a, ela permite desfazê-la. A nosso gosto e prazer, é claro. Sem amor ou ódio, sem propósito ou alvo, pois a lei é para todos. Mas, como diz a própria lei, ela é mais para nós do que para eles.
Nossa fraternidade - há quantos anos eu te conheço? - é melhor e, sejamos legais, muito mais honesta e correta do que a deles. A lei pende sempre para o nosso lado, mesmo que ela tenha essa mania estúpida e liberal de ser para todos.
Seria ilegal tratar o querido companheiro como todo mundo. Como reza a lei, a igualdade não é possível. A honestidade, então, nem é bom falar. Ambas são um ardil liberal capitalista desenhado pelo mercado. Ouça uma coisa e espalhe outra. Assim criaremos um mundo mais justo e perfeito. A boa-fé e a verdade são para o outro mundo.
No mundo do poder, pode-se até mesmo esquecer e anular os crimes e a história, desde que seja dentro da lei. A prescrição como figura legal é uma engenhosa máquina do tempo. Com ela, fazemos o tempo retornar para anular crimes. Até Hitler teria sua prescrição especial e compreensiva entre nós.
Lei, lei, lei e lei. Contra a verdade, a lei. Contra a ingenuidade, a lei. Contra o outro, a lei. Contra a boa vontade, a lei. Não insistam: nosso maior adversário não é o crime e a ausência de responsabilidade pública encapsulada imbecilmente como um moralismo barato e de direita: é a lei. Vamos revogá-la? Jamais. Vamos, isso sim, reformá-la e usá-la em nosso benefício, como sempre temos feito. O legal é maior que o justo e o real. Adoramos a lei em sua majestade paragrafada, subdividida em sentenças claras, escrita por linhas tortas, mas sempre certas quando nós a temos nas mãos e a aplicamos. Na mentira, na hipocrisia e, acima de tudo, na desfaçatez, fiquem sempre com a lei e pela lei.Somos por todas as legalidades, inclusive e sobretudo pela legalidade da ilegalidade.
Somos um dos países mais corruptos, injustos e desiguais do mundo, mas temos um orgulho: estamos sempre dentro da lei!
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terça-feira, 16 de junho de 2015
"Poço da Morte"
Cody Ives, 22, tocando uma Harley Davidson SX 250 ano 1974, acena para a multidão ao se exibir no "Poço da Morte" durante o Rali de Motos Republic of Texas (ROT) Biker Rally, em Austin, Texas, em 11 de junho de 2015.
O ROT Biker Rally, que comemora seu 20º aniversário, é um evento de quatro dias de duração realizado no Travis County Exposition Center, nos arredores de Austin.
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segunda-feira, 15 de junho de 2015
M101: The Pinwheel Galaxy | M101: A Galáxia do Catavento
Por que muitas galáxias aparecem como espirais? Um exemplo impressionante é M101, mostrada acima, cuja distância relativamente próxima, de cerca de 27 milhões de anos-luz, permite que ela seja estudada em alguns detalhes.
Provas observacionais indicam que um interação gravitacional próxima com uma galáxia vizinha criou ondas de grande massa e gás condensado, que continuam a orbitar o centro da galáxia.
Essas ondas comprimem o gás existente e causam formação estelar. Um resultado é que M101, também chamada Galáxia do Catavento, tem inúmeras regiões de formação estelar extremamente brilhantes (chamadas regiões HII) espalhadas através de seus braços espirais. M101 é tão grande que sua imensa gravidade distorce galáxias menores próximas.
Provas observacionais indicam que um interação gravitacional próxima com uma galáxia vizinha criou ondas de grande massa e gás condensado, que continuam a orbitar o centro da galáxia.
Essas ondas comprimem o gás existente e causam formação estelar. Um resultado é que M101, também chamada Galáxia do Catavento, tem inúmeras regiões de formação estelar extremamente brilhantes (chamadas regiões HII) espalhadas através de seus braços espirais. M101 é tão grande que sua imensa gravidade distorce galáxias menores próximas.
Tradução de Luiz Leitão
Why do many galaxies appear as spirals? A striking example is M101, shown above, whose relatively close distance of about 27 million light years allows it to be studied in some detail.
Observational evidence indicates that a close gravitational interaction with a neighboring galaxy created waves of high mass and condensed gas which continue to orbit the galaxy center.
These waves compress existing gas and cause star formation. One result is that M101, also called the Pinwheel Galaxy, has several extremely bright star-forming regions (called HII regions) spread across its spiral arms. M101 is so large that its immense gravity distorts smaller nearby galaxies.
Observational evidence indicates that a close gravitational interaction with a neighboring galaxy created waves of high mass and condensed gas which continue to orbit the galaxy center.
These waves compress existing gas and cause star formation. One result is that M101, also called the Pinwheel Galaxy, has several extremely bright star-forming regions (called HII regions) spread across its spiral arms. M101 is so large that its immense gravity distorts smaller nearby galaxies.
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Astrofísica,
astronomia
Evaporação de potássio
Lagos de evaporação de potássio acrescentam cores à paisagem queimada de Sol no deserto próximo a Moab, em Utah, EUA
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curiosidades
domingo, 14 de junho de 2015
A nebulosa planetária Mz3: A Nebulosa da Formiga | Planetary Nebula Mz3: The Ant Nebula
Por que isso não é uma grande esfera? A nebulosa planetária Mz3 está sendo desmanchada por uma estrela similar ao Sol, que é, certamente, redondo. Por que, então, o gás que está fluindo para fora cria uma nebulosa em formato de formiga, que é perceptivelmente não redonda?
As pistas podem incluir a alta velocidade de 1.000 quilômetros por segundo do gás sendo expelido, a extensão da estrutura, de um ano-luz, e o magnetismo da estrela visível acima, no centro da nebulosa. Uma resposta possível seria a de que Mz3 estaria escondendo uma segunda e mais apagada estrela, que orbita próxima à estrela brilhante.
Uma hipótese concorrente é a de que o giro e campo magnético da própria estrela central estão conduzindo o gás. Como a estrela central parece ser similar ao Sol, os astrônomos esperam que uma maior compreensão da história desta gigantesca formiga espacial possa fornecer uma útil ideia a respeito do futuro provável de nosso Sol e da Terra.
Tradução de Luiz Leitão
Why isn't this ant a big sphere? Planetary nebula Mz3 is being cast off by a star similar to our Sun that is, surely, round. Why then would the gas that is streaming away create an ant-shaped nebula that is distinctly not round?
Clues might include the high 1000-kilometer per second speed of the expelled gas, the light-year long length of the structure, and the magnetism of the star visible above at the nebula's center. One possible answer is that Mz3 is hiding a second, dimmer star that orbits close in to the bright star.
A competing hypothesis holds that the central star's own spin and magnetic field are channeling the gas. Since the central star appears to be so similar to our own Sun, astronomers hope that increased understanding of the history of this giant space ant can provide useful insight into the likely future of our own Sun and Earth.
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The Medusa Nebula | A Nebulosa da Medusa
Emaranhados de serpentinas de filamentos de gás incandescente sugerem o nome popular desta nebulosa. Também chamada Abell 21, esta Medusa é uma velha nebulosa planetária distante cerca de 1.500 anos-luz ao longo da fronteira sul da constelação de Gêmeos.
Assim como seu homônimo mitológico, a nebulosa é associada a uma impressionante transformação. A fase de nebulosa planetária representa um estágio final na evolução de estrelas de pouca massa, como o Sol, já que elas se transformam de gigantes vermelhas em quentes anãs brancas e, no processo, descartam suas camadas externas.
A radiação ultravioleta da estrela quente alimenta o brilho nebular. Uma estrela brilhante em primeiro plano, não relacionada, está próxima ao centro nesta visão telescópica em close-up, enquanto a estrela central em transformação da Medusa é, na verdade, a estrela mais apagada abaixo do centro e próxima à parte do lado direito da foto. Calcula-se que a Nebulosa da Medusa tenha mais de 4 anos-luz de diâmetro.
Tradução de Luiz Leitão
Braided, serpentine filaments of glowing gas suggest this nebula's popular name, The Medusa Nebula. Also known as Abell 21, this Medusa is an old planetary nebula some 1,500 light-years away along the southern border of the constellation Gemini.
Like its mythological namesake, the nebula is associated with a dramatic transformation. The planetary nebula phase represents a final stage in the evolution of low mass stars like the sun, as they transform themselves from red giants to hot white dwarf stars and in the process shrug off their outer layers.
Ultraviolet radiation from the hot star powers the nebular glow. An unrelated, bright, foreground star is near center in this close-up, telescopic view, while the Medusa's transforming central star is actually the dimmer star below center and toward the right-hand part of the frame. The Medusa Nebula is estimated to be over 4 light-years across.
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sábado, 13 de junho de 2015
Elas
Arnaldo Jabor
Escrevo hoje no domingo sobre o Dia Internacional da Mulher. Sempre que chega esse dia nós, machistas, elogiamos o lado "abstrato" das fêmeas, sua delicadeza, sua capacidade de perdão (sic), sua coragem, em textos de hipocrisia paternalista, como se falássemos de pobres, de crianças.
No Oriente e na África vemos o auge da violência: castrações, estupros impunes, pais condenando filhas, tudo de horrível. Mas no resto do mundo também sobrevivem muitas formas mais sutis de opressão e desprezo. Socialmente, são discriminadas no trabalho, ganham menos que os homens, sofrem assédio nos empregos. As mulheres foram e são oprimidas e estupradas na alma e no corpo, inclusive no Brasil.
Várias amigas me pediram: "Escreve, escreve sobre a Mulher!...".
Só que "A Mulher" não existe. Eu nunca conheci a Mulher. Eu já amei e odiei "mulheres". Então, por que esse título genérico? Existe a mulher de burca, a 'strip-teaser', existe a freira, a bondosa, a malvada, existe Eva e Virgem Maria. Esse nome geral também oculta diferenças profundas. Qual a relação de um mulher do interior da Paraíba, na seca, catando água dos mandacarus com uma patricinha na balada em São Paulo? Que iguala uma pobre mulher castrada no Iraque e uma gostosa da televisão?
O que as unifica é nosso ódio, sim, o ódio secreto dos homens na história do machismo milenar. Elas são oprimidas por serem mais fracas, elas provocam inquietação com sua beleza cambiante, elas instilam dúvidas nos homens que só desejam as certezas, elas são o perigo para o sofrimento de cornos milenares, elas nos desorganizam e nos levam à submissão pelo amor e pela tesão. Daí, o ódio que os primitivos cultivam contra elas, daí os boçais assassinos do Islã apedrejando-as até a morte, daí os mitos negros como Lilith ou Jezebel ou ladies da morte como Macbeth. A mulher não é um enigma. Nós é que somos, disfarçados de sólidos. Os homens são óbvios. As mulheres não sabem o que querem; o homem acha que sabe. O masculino é certo; o feminino é insolúvel. A mulher deseja o impossível; desejar o impossível é sua grande beleza. É um preconceito essa mania de dizermos que as mulheres são "incompreensíveis" (mesmo Freud). Mas essa confusão na cabeça das mulheres não é maluquice; nessas cabeças complexas há uma verdade indeterminada mais profunda do que as ilusões masculinas. Homem tem um "fim". Mulher abre-se num horizonte com muitos sentidos e está sempre equivocando o homem.
Eu sou hoje o que as mulheres fizeram comigo ou o que eu aprendi com elas, no amor ou no sofrimento. Eu descobri defeitos e qualidades que me formaram, como acidentes que me foram desfigurando. Com elas, loucas, sóbrias, boas e más, descobri que não têm forma nem lógica e que eram quebra-cabeças: ao tentar armá-los, eu aprendia novos labirintos, descobria que também não tenho forma nem lógica e que sempre faltará uma peça na charada.
Elas ventam, chovem, sangram, elas têm inverno, verão, TPMs, raiam de manhã ou brilham à noite. E os homens olham perplexos. Elas querem ser decifradas por nós, mas nunca acertamos no alvo, pois não há alvo, nem mosca. As mulheres são sempre várias. Isso não as faz "mobiles", nem traidoras; nós é que nos achamos "unos".
Aliás, o único grande mistério talvez seja a divisão entre os sexos. Por mais que queiramos, nunca chegaremos lá. Lá, aonde? Lá na diferença radical onde mora o "outro". Há alguns exploradores: os veados, sapatões, travestis, que mergulham nesse mar e voltam de mãos vazias, pois nunca saberemos quem é aquele ser com útero, seios, vagina, aquele ser maternal, bom, terrível quando contrariado no "ponto g" da alma. Por outro lado, elas nunca saberão o que é um pênis pendurado, um bigodão, a porrada num jogo do Flamengo, um puteiro visitado de porre, nunca saberão do desamparo do macho em sua frágil grossura. Elas jamais saberão como somos. O amor é a tentativa de pular esse abismo.
Uma leitora, que se disse 'perua inteligente', me escreveu: "No Brasil, como sempre, somos diferentes e mais óbvios. Aqui, as mulheres eram escravas passivas, hoje somos ativas, mas continuamos escravas. Mesmo sendo frígidas, temos de prometer "funcionamento". Não é por acaso que eles nos chamam de 'aviões'. É só olhar as revistas masculinas. A publicidade é toda em cima de sexo". É a cultura das periguetes. Em nenhum lugar do mundo vemos as barrigas à mostra, as roupas tipo "fuck me now" mesmo em meninas visivelmente tímidas e caretas. Na mídia, só vemos estímulos para as mulheres buscarem a bunda perfeita, bundas ambiciosas querendo subir na vida, bundas com vida própria, mais importantes que suas donas, próteses de silicone, sucesso sem trabalho, anúncio de cerveja com louras burras, mulheres divididas entre a 'piranhagem' e a 'peruíce', sorrisos luminosos de celebridades bregas, passos de ganso de manequins. A bunda é a esperança de milhões de Cinderelas. O corpo tem de dar lucro. As mulheres querem ser disputadas, consumidas. Ficam em acrobáticas posições ginecológicas para raspar os pelos pubianos nos salões de beleza e, depois, saem felizes com uns bigodinhos verticais que lembram o Hitler ou Sarney. O que está acontecendo no Brasil é a libertação da mulher-objeto. A liberdade de mercado produziu o mercado da 'liberdade'.
Mas não é como vítimas que devemos lamentá-las ou louvá-las. Sua importância é afirmativa, pois elas estão muito mais próximas que nós da realidade deste mundo aberto, sem futuro ou significado. Elas não caminham em busca de um "sentido" único, de um poder brutal. O homem se crê acima do mistério, mas as mulheres estão dentro. São impalpáveis como a realidade que o homem "pensa" que controla.
O Dia Internacional devia estimular uma ação política das mulheres, não apenas para defender seus direitos, mas para condenar a civilização de machos boçais que destroem nosso destino.
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E-Fan 2.0
O avião protótipo elétrico E-Fan 2.0 sobrevoa Farnborough, e estará em exposição no Paris Air Show. A fabricante de aviões Airbus está voando seu protótipo elétrico, que pode chegar à velocidade de 136 milhas por hora. Pesando menos de meia tonelada, o avião tem baterias de polímero de lítio em suas asas de 31 pés de comprimento, além de dois motores elétricos, com uma potência total de 60 kilowatts. É capaz de voar durante uma hora.
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1000 Sols
Pouco antes da conjunção de Marte em junho de 2015, o jipe-sonda Curiosity comemorou 1000 sols no planeta vermelho. Um sol é um dia marciano. Após seu pouso em 5 de agosto de 2012, o 1.000º sol ou dia marciano da Curiosity na superfície correspondeu à data de 31 de maio de 2015 no calendário do planeta Terra.
Como a linha de visão até Marte está próxima do Sol quando se aproxima a conjunção, as comunicações por rádio são afetadas, e o jipe robótico de seis rodas, do tamanho de uma carro cautelosamente permanece estacionado neste ponto, por ora.
A vista aponta para trás.na direção do solo percorrido pela Curiosity em seu rastro de, aproximadamente, 10,6 quilômetros até agora, como a enevoada borda da Cratera Gale ao longe. O panorama em mosaico foi construído com imagens de câmeras de navegação obtidas no sol 997 da Curiosity.
Tradução de Luiz Leitão
Shortly before Mars' June 2015 conjunction, the Curiosity Rover celebrated 1000 sols on the red planet. After its August 5, 2012 landing, Curiosity's 1000th sol or martian day on the surface corresponded to planet Earth's calendar date May 31, 2015.
Because the line-of-sight to Mars is close to the Sun near the conjunction, radio communications are affected and the six-wheeled, car-sized robotic rover cautiously remains parked at this spot for now.
The view looks back toward the stomping grounds for Curiosity's nearly 10.6 kilometer trek so far, with the hazy rim of Gale Crater in the distance. The mosaicked panorama was constructed with images from navigation cameras taken on Curiosity's sol 997.
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sexta-feira, 12 de junho de 2015
Criador de abelhas Gao Bingguo
O criador de abelhas Gao Bingguo totalmente coberto de abelhas, ao tentar estabelecer um novo recorde no livro Guinness, em Liangzhuang, na cidade de Tai'an, China. O criador de abelhas estabeleceu um novo recorde no Guinness ao ser coberto por 109.05 kg de abelhas.
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Vídeo: Boeing's new 787 Dreamliner lifts off in near-vertical ascent | A subida quase vertical do novo Boeing 787 Dreamliner
O novíssimo avião demonstrou algumas manobras de embrulhar o estômago durante um voo de testes.
Tudo começa com uma decolagem normal, mas depois a máquina executa uma subida quase vertical.
O novo Boeing 787-9 Dreamliner é mostrado neste vídeo, aparentemente desafiando as leis da física ao subir aos céus em Washington, onde a empresa está sediada.
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Electric Propulsion Technologies | Tecnologias de Propulsão Elétrica
Durante os próximos meses pesquisadores da NASA irão realizar testes em solo de uma seção de asa de composto de carbono com 31 pés (+/- 10m) de envergadura, com 18 motores elétricos acionados por baterias de fosfato de ferro-lítio.
A asa experimental, chamada Hybrid-Electric Integrated Systems Testbed (HEIST), é montada sobre um caminhão especialmente modificado. O teste em solo sobre um dispositivo de montagem móvel irá fornecer valiosos dados e redução de riscos a serem usados em futuras pesquisas de voos.
Tradução de Luiz Leitão
Over the next several months, NASA researchers will perform ground testing of a 31-foot-span, carbon composite wing section with 18 electric motors powered by lithium iron phosphate batteries.
The experimental wing, called the Hybrid-Electric Integrated Systems Testbed (HEIST), is mounted on a specially modified truck. Testing on the mobile ground rig assembly will provide valuable data and risk reduction applicable to future flight research.
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